Pablo estava atrás dela enquanto Karla movia a bunda de forma sensual em círculos, esfregando na rola dele, que estava no máximo. Pablo estava fora de si, nem dançava mais, parecia que estava metendo nela pra trás e pra frente, de novo e de novo. Carlos estava na frente dela, se esfregando, se mexendo devagar, agarrando as mãos da Karla e puxando ela pra perto. E a Karina, por sua vez, estava do lado, dançando no ritmo da música, se encostando o máximo que podia, enfiando as mãos entre os peitos e as costas. Num piscar de olhos, senti que ia cair e abri os olhos de repente.
E vejo que agora minha namorada estava dançando só com o Pablo, ele sentado e ela esfregando com velocidade na rola dele. Aí eu tento me levantar e minha namorada vira pra mim e me vê, vem na minha direção.
— Olha como você tá melhor, já vamos dormir.
Me deu um frio e a bebedeira subiu muito, segui ela como pude. Lembro de ter chegado na barraca com a ajuda da Karina e da Karla, me deitaram e apaguei. Não sei que horas eram, mas acordei umas 6h da manhã por causa do frio. Quis ver as horas, mas meu celular estava morto, coloquei pra carregar com uma bateria externa que eu tinha.
Pude ver que minha namorada estava no meio da Karina e de mim. Me surpreendeu que a Karina tivesse ficado com a gente, mas não dei importância. O que notei foi que minha namorada estava com outro short, um branco, e outra regata rosa, um pouco mais justa. Ela estava me abraçando e dava as costas pra Karina, que abraçava ela por trás.
Ouvi vozes ao longe e como ligavam um carro e iam embora. Começaram a voltar as lembranças da bebedeira e comecei a ficar excitado. Aquela parte em que ela dançava em cima do Pablo era tão gostosa, não pude evitar.
Senti que ela se moveu pra trás e a Karina colocou as mãos firmes nos peitos da Karla. Isso me excitou demais, mas conforme eu continuava me masturbando, elas voltavam a se mexer. Então decidi pausar isso, já que não queria acordar eles e não saberia onde ia terminar.
Voltei a dormir muito excitado, acordei umas 10h. de manhã e descobri que quem tinham saído eram Carlos e Pablo porque Pablo tinha sido picado por uma aranha e doeu muito, então foram para o hospital, mas o hospital é longe. Andrés não levou porque estava muito bêbado e nem reagiu.
Karla e Karina não estavam quando acordei na barraca. Aparentemente, todos aproveitaram a manhã para ir tomar banho, exceto Andrés.
Víctor me recriminou:
— Que escândalo foi o seu na noite, nem todos somos noturnos e você não deixava ninguém dormir —
Fiquei em silêncio, não sabia a que ele se referia. Se eu estava roncando ou se algo aconteceu que eu não sei.
Peguei minhas coisas para alcançar Karla e Karina nos banheiros para poder tomar banho, porque me sentia muito sujo depois do suor frio dos líquidos e das corridas, também para trocar de roupa. Juan e José vinham com suas parceiras, mas Paola vinha mais atrás. Quando me viu, disse: não sabia que você era tão habilidoso, com um tom zombeteiro e picaresco.
Sorri e segui meu caminho.
Quando cheguei nos banheiros, está dividido em duas partes: uma parte é onde você faz suas necessidades e no fundo estão os chuveiros. É muito fechado para evitar que entre ar ou frio, então tudo se escuta. E quando entrei, minha namorada e Karina estavam conversando.
Karina dizia para minha namorada: Olha, que inveja do quanto seu namorado é permissivo, enquanto ria.
Karla disse:
— A que você se refere?
— Pois é, ele não fala nada, deixa você dançar e pegar a zoeira com quem for.
— Não, não é isso, é só parte da festa.
Karina: — Não acredito nisso, não parecia ontem.
Não estava disposto a continuar ouvindo porque queria tomar banho, então as interrompi, cumprimentei-as da entrada.
Minha namorada me cumprimentou muito efusivamente e entrei no chuveiro dela. Nos abraçamos e começamos a nos beijar. Um movimento atrás de mim me alertou e virei. Notei que Karina estava nos olhando. Os quartos têm cortina e ela estava abrindo a cortina para nos ver, foi isso que chamou minha atenção.
Quis dar um espetáculo para ela, então voltei para minha... Namorada na parede, de costas para a cortina, lubrifiquei meu pau e enfiei nela.
Senti como ela abraçou meu pau inteiro, me sentir observado me deixou excitado, virei para trás e Karina ainda estava lá, comecei a meter o mais forte que pude, durou bem pouco, uns 4 minutos no máximo, e depois enchi ela de porra.
Minha namorada gemeu e gritou
Ela perguntou: "O que te deixou tão excitado assim?"
Eu disse:
- Você
Terminamos de tomar banho, Karina foi embora e a encontramos nas lojas para tomar café da manhã.
Naquele momento não aconteceu nada extraordinário, até que à tarde Karla e eu fomos dormir, o clima pedia depois do banho, de ter tomado café da manhã e almoçado, deu aquele cansaço e acabamos pegando no sono. Quando o frio começou a chegar, por volta das 6 da tarde, senti alguém mexendo minha perna bruscamente, era Karina.
Ela disse:
- Ei, cadê sua namorada?
Virei para o lado e Karla não estava.
Levantei rápido, fui caminhar pelos arredores, por onde andei com Pablo da outra vez, mas nada. Aí Karina me viu passando e disse: "Andrés foi tomar banho".
Meu coração parou e fui até os banheiros quase correndo.
Cada passo que dava, nem sentia o chão, não sentia nada.
Cheguei nos banheiros, a porta estava aberta, entrei esperando o pior. O design dos banheiros é tipo um "J": na linha reta ficam os vasos e na curva os chuveiros. Entrei.
Vi que minha namorada estava a um metro de onde começam os chuveiros, espiando o Andrés. Notei que ela estava com um fio-dental vermelho saindo do short, aquele rabão parecia tão gostoso, e ela tinha colocado um top vermelho esportivo que com os peitos dela devia ficar divino.
Fiquei uns 2 minutos duro, espiando por trás da cortina, eu a observando fixamente.
De repente, ouço minha namorada dizer:
- Amor, você está aqui? E empurrou um pouco a cortina sem abrir.
Ouvi Andrés fechar o chuveiro e, depois de uns segundos de silêncio, ele disse:
- Karla? Sou o Andrés.
- É que estou procurando meu namorado, pensei que ele estava aqui.
Vejo Karla começar a se ajustar... cabelo, de várias formas primeiro com uma cebola, depois solta, depois faz um coque e depois solta de novo jogando pra trás, acho que pra não tampar os peitos
Eu estava estrategicamente quase na frente deles, vendo pela abertura da cortina e dava pra ouvir tudo
Karla vai até a porta, pensei que tinha acabado, mas não, ela foi colocar a tranca na porta
E volta até onde está o Andrés e pergunta pelo Pablo
- E o Pablito, como está?
- Bem, era uma aranha de importância médica, mas com a amostra que levaram deram o antídoto pro veneno
- Que alívio, coitadinho, ele vai voltar pra cá?
- Ei, se você vai ficar aí pra conversar, me passa a minha toalha
Aí eu percebi que as coisas do Andrés estavam no chão, atrás da Karla
- O Carlos me ligou pra ir buscar ele mais tarde, por isso vim tomar banho
- Claro que sim, mas eu não tô vendo nenhuma toalha
As coisas estavam atrás da Karla, mas por algum motivo ela estava negando
Aí vejo o Andrés espiar, só colocando a cabeça pra fora, e vê a Karla de short. Ele fica olhando por uns segundos e sorri
Parece que ele tinha gostado de como ela estava vestida, e como não gostar? Ela estava super gostosa, pelo menos a bunda dela parecia uma delícia
-
Aí o Andrés diz:
- me passa a toalha, tá atrás de você, corre que tô com frio
quando percebi que a Karla ia virar pra trás, fechei um pouco a cortina e vejo que a Karla se vira e se inclina pra pegar a toalha, mas não dobra as pernas. Então o Andrés deve ter tido um espetáculo de como o bumbum dela marcava com aquele short e a calcinha fio-dental
Karla passou a toalha, mas no momento em que o Andrés pegou, ele abriu a cortina mostrando o corpo nu, pegou a toalha - dava pra ver o pau dele semi-ereto - e fechou de novo. Minha namorada ficou em choque, durou uns segundos ainda com a mão estendida depois de ter dado a toalha
Depois de 2 minutos de silêncio, o Andrés saiu com a toalha cobrindo da cintura pra baixo e deixando o torso à mostra dava visível que seu pau estava bem ereto, mas estava contido pela toalha. Ambos ficaram de perfil para mim, então eu conseguia ter uma visão parcial dos dois. Andrés se aproximou da minha namorada, erguendo um pouco os quadris e mostrando o pau para ela, e perguntou:
- Então você tá procurando seu namorado?
Minha namorada, excitada, respondeu:
- Sim
enquanto ficava com o olhar perdido, encarando o volume na toalha dele.
- E você tá com muita pressa? - Andrés perguntou.
Ela saiu do transe e perguntou:
- Por quê?
Nesse momento, Andrés tirou a toalha completamente, deixando à mostra seu pau bem duro, apontando para cima. Parecia que ele olhou nos olhos da Karla. Minha namorada ficou hipnotizada. Eu estava morrendo de vontade de me masturbar, mas queria guardar para o momento mais excitante. Mas já me sentia todo molhado.
Aproveitando o transe em que Karla estava, Andrés deu um passo à frente e praticamente colocou o pau a alguns centímetros acima do umbigo e abaixo dos seios da minha namorada. Ele disse:
- Vai fazer alguma coisa pelo seu namorado perdido?
- Ou vai fazer alguma coisa aqui?
Nesse instante, Andrés segurou o queixo da minha namorada, ergueu seu rosto e começou a beijá-la. Mas não foi um beijo suave, e sim um beijo intenso e apaixonado. Ele a segurou pelo queixo por alguns momentos, mas depois colocou as mãos na nuca dela enquanto se abaixava para beijá-la direito. E de repente, com as mãos, desceu até suas nádegas e a levantou. Eles se apoiaram na parede. Dava para ouvir os beijos, e ele colocou o pau embaixo das nádegas dela, enfiando por fora do short que minha namorada usava. Os beijos deles ecoavam - era um silêncio tão excitante. Ficaram assim por uns 5 minutos.
Andrés a baixou enquanto continuava agarrando suas nádegas. Com uma das mãos, começou a enfiar a mão na buceta dela e disse:
- Olha como você tá encharcada. Essa buceta tá com fome. O que você quer que a gente dê pra ela comer?
Minha namorada continuava em choque, como se estivesse hipnotizada pelos beijos do Andrés, sentindo o pau dele enquanto ele a beijava. Então Andrés puxou a mão dela e... Ela colocou na pica dele, minha namorada viu e então virou o rosto para olhá-lo nos olhos e sorriu. Ele disse:
Andrés:
"Não sentia saudade de ver ela? Depois de tanto tempo."
Karla, sem dizer uma palavra, se ajoelhou e colocou na boca, primeiro devagar e suave, chupava, lambia, puxava, admirava. Ficou um tempo chupando enquanto Andrés agarrou sua nuca e enfiou de uma vez. Dava para ouvir minha namorada quase engasgando, como gritava e gemía ao mesmo tempo, mas não fazia nenhum esforço para se soltar. Pareceu excitante e estranho, porque comigo ela não deixa fazer isso, e olha que a minha é um pouco menor, bem menor.
E Andrés, depois de uns 10 minutos dela chupando, disse:
"E aí? Gostou? Não tem dessas em casa, né?"
Minha namorada sorriu e disse: "Eu não tenho nada parecido em casa." Isso me deu uma pontada no peito e na pica.
Ele a levantou, depois a carregou e colocou em cima de uma pia, a pôr de quatro, virada para o espelho. Baixou o short, tirou a calcinha e começou a lamber seu cu e a buceta. Minha namorada ficou gemendo, dizia:
"Sim, sim, assim, continua, não para, por favor."
Andrés disse:
"Dessa vez você não vai fugir de mim como naquela festa."
Baixou ela um pouco para que ficasse na altura da sua pica e puxou seus cabelos para que ficasse olhando no espelho, e disse: "Olha sua cara, quero que grave desde agora a expressão que você faz quando eu enfiar."
Andrés levanta um pouco suas pernas e coloca a pica na entrada da buceta e pergunta à minha namorada:
"Quer que eu enfie? Quer ser comida por mim? Ou vai procurar seu namorado idiota?"
E ela disse:
"Não, por favor, faz, enfia, me come, me faz sua puta, eu preciso. Não parei de pensar na sua pica desde que dançamos na festa e na chupada que te dei na garagem." Enquanto minha namorada mexia a bunda de um lado para o outro, esperando a pica.
Vi como Andrés empurrou seus quadris, enfiando aos poucos. Minha namorada tentou empurrá-lo para... parar ele
Mas Andrés agarrou as mãos dela e as tirou do caminho, continuando a enfiar tudo sem deixar nada pra fora
quer que eu tire? depois de ouvir os gritos da minha namorada dizendo
— Ai, ai, ai, espera, espera por favor, não mexe, é enorme, deixa eu me acostumar
e sem dar ouvidos, Andrés começou a mexer, minha namorada tentou fazer algo, mas Andrés agarrou ela com a mão, colocou uma mão na cabeça dela, deitou ela pra continuar deixando a bunda empinada e começou a meter e tirar, mete e tira, em dois minutos já não se ouviam mais gritos nem reclamações da minha namorada, só seus gemidos, eu nem percebi quando tirei meu pau pra fora
e comecei a bater uma, o que eu estava vendo era tão excitante, minha namorada submissa e fodida por Andrés, que parecia enorme ao lado dela, era sublime, o pau dele parecia tão enorme e brilhante dos fluidos da minha namorada
— Ai, pussy, você me mata, eu amo, não para
Num ato monstruoso
Andrés começou a meter e tirar de um jeito incrível, dava pra ouvir ploc, ploc, ploc, ploc, minha namorada no espelho continuava sendo segurada pelo cabelo pra ver o rosto dela
seu rosto era uma obra de arte, totalmente extasiada entre gemidos e gritos
ela gritava
— Assim, meu amoooooor, me mata com esse paaaaaau, e perdia o fôlego
Depois ele a carregou e se sentou em uns tambores que estavam largados ali e a colocou em cima dele e disse
— Cavalga, vagabunda
Karla subiu, enfiou tudo devagar e começou o movimento, ficou assim uns minutos e Andrés disse
— Mais rápido!!!!!!
e deu uma palmada na bunda tão forte que ecoou por todos os banheiros, disse
Assim não!!!!!
Nisso, ele a levantou como estavam e começou, ele em pé, a meter e tirar como ator pornô
quer ir buscar seu namorado? ou quer ficar aqui comigo?
ela disse
— Não, quero ficar aqui só com você, sou sua, sou sua, por favor, não para!!!!!!
nisso, Andrés a afastou um pouco e mordeu um peito enquanto chupava e dizia
— Como eu amo esses peitos que você tem, sua vagabunda , se te habían dicho antes? Eu te foderia a noite toda se você quisesse, sua putinha.
De repente, ouviu-se um barulho forte, minha namorada começou a tremer, parecia que estava tendo o orgasmo mais intenso da vida. Ela abriu as pernas enquanto gritava:
— Ai—
— Aiiii, que gostoso, filho da puta, você me mata, como eu precisava disso—
Nisso, ele a pegou pelo pescoço e derrubou minha namorada, ela parecia estar morta em cima dele, estava exausta. Imagino com esse pau como ela ia aguentar uma foda daquele nível, se as últimas fodas tinham sido comigo.
Depois, Andrés colocou a toalha no chão, fez minha namorada ficar de quatro. Ela quase não se mexia, estava acordada e consciente, mas estava acabada. Então ele a deixou de quatro, cuspiu no pau dele e começou a foder ela de novo, duro, duríssimo, parecia que ele a odiava, parecia que ele tinha tanta vontade acumulada e só se ouvia o "plaft". As nádegas da minha namorada estavam vermelhas, vermelhas de tanto terem sido maltratadas.
Ela permanecia com o rosto apoiado na toalha sobre o chão, quando Andrés a levantou, puxando seus cabelos de um jeito muito brusco, e disse:
— Diz que era isso que você queria, puta —
Reagindo, minha namorada começou a dizer sim, tentando gritar, mas as palavras não saíam direito:
— Isso que eu queria, queria que você me fodesse bem duro, me deixasse assim, goza— enquanto tinha os olhos fechados e mordia os lábios com um sorriso de puta.
Enquanto Andrés continuava fodendo ela com força, eu estava me acabando na masturbação, acho que gozei umas duas vezes e meu pau estava ardendo, mas eu não parava.
Andrés perguntou:
— Onde você quer que eu te encha de porra, puta? Na buceta ou quer que eu goze dentro?
Minha namorada, sem hesitar, disse:
— Me enche de porra, me marca como sua—
— Tem certeza? Porque se eu gozar dentro, significa que sempre vou te foder sempre que eu tiver vontade.
Minha namorada disse:
— Sim, você vai poder fazer isso quando quiser, meu amor, papacito, eu sou sua, sou sua puta, e você é meu macho, e esse pau eu vou chupar sempre que eu tiver vontade.
Ele a pegou pela... cintura se preparando e ele diz:
- se prepara, putinha
tirando forças e energias de não sei onde, ele começa a meter e tirar de um jeito monstruoso
se escuta plaf plaf plaf por todo o banheiro e acho que até lá fora
minha namorada grita: siiiiiii
assiiii, me fode, gostoso, gostoso, choramingando, dá pra ouvir ela ficando sem ar e depois voltando:
- me enche de porra, essa porra tão gostosa que você tem, buceta gostosa, meu amor
Andrés começa a bufar e a meter com mais violência, parecia uma cena de pornô dos negrões com as gringas loucas, mas nesse caso era minha namorada e um amigo da faculdade
ele solta os quadris da minha namorada e monta nela, se deixando cair em cima dela
minha namorada, com forças que tirou da tesão, levantou a bunda e Andrés, se deixando cair, se escuta:
- desculpa, buceta, meu amor, como você incha, me dá ela toda
eu, por minha parte, continuei batendo uma, mas sentia que não podia gozar, que já tinha soltado tudo que tinha pra soltar
então continuei batendo e batendo, enquanto por baixo das bolas eu esfregava, esfregava algo duro que estava aparecendo
ouvia como se fosse música para meus ouvidos os gritos da minha namorada, e como a cada investida que Andrés dava nela, se escutava por todo o quarto, por todo o banheiro, e talvez se escutasse ainda mais longe dos banheiros
Andrés gritou:
- leva tudo, puta!
e caiu rendido na bunda da minha namorada, que ainda com força se mantinha de quatro, resistindo àquele homem tão enorme comparado a ela, enquanto ele a enchia de porra
e minha namorada gritou:
- assimmmm, meu amor, me enche, sou sua putinha, só sua, essa bunda é sua, pega quando quiser
enquanto, suponho, teve outro orgasmo intenso e se deixou cair, enquanto esticava as pernas
acho que esses foram os orgasmos mais intensos que já vi até agora
E vejo que agora minha namorada estava dançando só com o Pablo, ele sentado e ela esfregando com velocidade na rola dele. Aí eu tento me levantar e minha namorada vira pra mim e me vê, vem na minha direção.
— Olha como você tá melhor, já vamos dormir.
Me deu um frio e a bebedeira subiu muito, segui ela como pude. Lembro de ter chegado na barraca com a ajuda da Karina e da Karla, me deitaram e apaguei. Não sei que horas eram, mas acordei umas 6h da manhã por causa do frio. Quis ver as horas, mas meu celular estava morto, coloquei pra carregar com uma bateria externa que eu tinha.
Pude ver que minha namorada estava no meio da Karina e de mim. Me surpreendeu que a Karina tivesse ficado com a gente, mas não dei importância. O que notei foi que minha namorada estava com outro short, um branco, e outra regata rosa, um pouco mais justa. Ela estava me abraçando e dava as costas pra Karina, que abraçava ela por trás.
Ouvi vozes ao longe e como ligavam um carro e iam embora. Começaram a voltar as lembranças da bebedeira e comecei a ficar excitado. Aquela parte em que ela dançava em cima do Pablo era tão gostosa, não pude evitar.
Senti que ela se moveu pra trás e a Karina colocou as mãos firmes nos peitos da Karla. Isso me excitou demais, mas conforme eu continuava me masturbando, elas voltavam a se mexer. Então decidi pausar isso, já que não queria acordar eles e não saberia onde ia terminar.
Voltei a dormir muito excitado, acordei umas 10h. de manhã e descobri que quem tinham saído eram Carlos e Pablo porque Pablo tinha sido picado por uma aranha e doeu muito, então foram para o hospital, mas o hospital é longe. Andrés não levou porque estava muito bêbado e nem reagiu.
Karla e Karina não estavam quando acordei na barraca. Aparentemente, todos aproveitaram a manhã para ir tomar banho, exceto Andrés.
Víctor me recriminou:
— Que escândalo foi o seu na noite, nem todos somos noturnos e você não deixava ninguém dormir —
Fiquei em silêncio, não sabia a que ele se referia. Se eu estava roncando ou se algo aconteceu que eu não sei.
Peguei minhas coisas para alcançar Karla e Karina nos banheiros para poder tomar banho, porque me sentia muito sujo depois do suor frio dos líquidos e das corridas, também para trocar de roupa. Juan e José vinham com suas parceiras, mas Paola vinha mais atrás. Quando me viu, disse: não sabia que você era tão habilidoso, com um tom zombeteiro e picaresco.
Sorri e segui meu caminho.
Quando cheguei nos banheiros, está dividido em duas partes: uma parte é onde você faz suas necessidades e no fundo estão os chuveiros. É muito fechado para evitar que entre ar ou frio, então tudo se escuta. E quando entrei, minha namorada e Karina estavam conversando.
Karina dizia para minha namorada: Olha, que inveja do quanto seu namorado é permissivo, enquanto ria.
Karla disse:
— A que você se refere?
— Pois é, ele não fala nada, deixa você dançar e pegar a zoeira com quem for.
— Não, não é isso, é só parte da festa.
Karina: — Não acredito nisso, não parecia ontem.
Não estava disposto a continuar ouvindo porque queria tomar banho, então as interrompi, cumprimentei-as da entrada.
Minha namorada me cumprimentou muito efusivamente e entrei no chuveiro dela. Nos abraçamos e começamos a nos beijar. Um movimento atrás de mim me alertou e virei. Notei que Karina estava nos olhando. Os quartos têm cortina e ela estava abrindo a cortina para nos ver, foi isso que chamou minha atenção.
Quis dar um espetáculo para ela, então voltei para minha... Namorada na parede, de costas para a cortina, lubrifiquei meu pau e enfiei nela.
Senti como ela abraçou meu pau inteiro, me sentir observado me deixou excitado, virei para trás e Karina ainda estava lá, comecei a meter o mais forte que pude, durou bem pouco, uns 4 minutos no máximo, e depois enchi ela de porra.
Minha namorada gemeu e gritou
Ela perguntou: "O que te deixou tão excitado assim?"
Eu disse:
- Você
Terminamos de tomar banho, Karina foi embora e a encontramos nas lojas para tomar café da manhã.
Naquele momento não aconteceu nada extraordinário, até que à tarde Karla e eu fomos dormir, o clima pedia depois do banho, de ter tomado café da manhã e almoçado, deu aquele cansaço e acabamos pegando no sono. Quando o frio começou a chegar, por volta das 6 da tarde, senti alguém mexendo minha perna bruscamente, era Karina.
Ela disse:
- Ei, cadê sua namorada?
Virei para o lado e Karla não estava.
Levantei rápido, fui caminhar pelos arredores, por onde andei com Pablo da outra vez, mas nada. Aí Karina me viu passando e disse: "Andrés foi tomar banho".
Meu coração parou e fui até os banheiros quase correndo.
Cada passo que dava, nem sentia o chão, não sentia nada.
Cheguei nos banheiros, a porta estava aberta, entrei esperando o pior. O design dos banheiros é tipo um "J": na linha reta ficam os vasos e na curva os chuveiros. Entrei.
Vi que minha namorada estava a um metro de onde começam os chuveiros, espiando o Andrés. Notei que ela estava com um fio-dental vermelho saindo do short, aquele rabão parecia tão gostoso, e ela tinha colocado um top vermelho esportivo que com os peitos dela devia ficar divino.
Fiquei uns 2 minutos duro, espiando por trás da cortina, eu a observando fixamente.
De repente, ouço minha namorada dizer:
- Amor, você está aqui? E empurrou um pouco a cortina sem abrir.
Ouvi Andrés fechar o chuveiro e, depois de uns segundos de silêncio, ele disse:
- Karla? Sou o Andrés.
- É que estou procurando meu namorado, pensei que ele estava aqui.
Vejo Karla começar a se ajustar... cabelo, de várias formas primeiro com uma cebola, depois solta, depois faz um coque e depois solta de novo jogando pra trás, acho que pra não tampar os peitos
Eu estava estrategicamente quase na frente deles, vendo pela abertura da cortina e dava pra ouvir tudo
Karla vai até a porta, pensei que tinha acabado, mas não, ela foi colocar a tranca na porta
E volta até onde está o Andrés e pergunta pelo Pablo
- E o Pablito, como está?
- Bem, era uma aranha de importância médica, mas com a amostra que levaram deram o antídoto pro veneno
- Que alívio, coitadinho, ele vai voltar pra cá?
- Ei, se você vai ficar aí pra conversar, me passa a minha toalha
Aí eu percebi que as coisas do Andrés estavam no chão, atrás da Karla
- O Carlos me ligou pra ir buscar ele mais tarde, por isso vim tomar banho
- Claro que sim, mas eu não tô vendo nenhuma toalha
As coisas estavam atrás da Karla, mas por algum motivo ela estava negando
Aí vejo o Andrés espiar, só colocando a cabeça pra fora, e vê a Karla de short. Ele fica olhando por uns segundos e sorri
Parece que ele tinha gostado de como ela estava vestida, e como não gostar? Ela estava super gostosa, pelo menos a bunda dela parecia uma delícia
-
Aí o Andrés diz:
- me passa a toalha, tá atrás de você, corre que tô com frio
quando percebi que a Karla ia virar pra trás, fechei um pouco a cortina e vejo que a Karla se vira e se inclina pra pegar a toalha, mas não dobra as pernas. Então o Andrés deve ter tido um espetáculo de como o bumbum dela marcava com aquele short e a calcinha fio-dental
Karla passou a toalha, mas no momento em que o Andrés pegou, ele abriu a cortina mostrando o corpo nu, pegou a toalha - dava pra ver o pau dele semi-ereto - e fechou de novo. Minha namorada ficou em choque, durou uns segundos ainda com a mão estendida depois de ter dado a toalha
Depois de 2 minutos de silêncio, o Andrés saiu com a toalha cobrindo da cintura pra baixo e deixando o torso à mostra dava visível que seu pau estava bem ereto, mas estava contido pela toalha. Ambos ficaram de perfil para mim, então eu conseguia ter uma visão parcial dos dois. Andrés se aproximou da minha namorada, erguendo um pouco os quadris e mostrando o pau para ela, e perguntou:
- Então você tá procurando seu namorado?
Minha namorada, excitada, respondeu:
- Sim
enquanto ficava com o olhar perdido, encarando o volume na toalha dele.
- E você tá com muita pressa? - Andrés perguntou.
Ela saiu do transe e perguntou:
- Por quê?
Nesse momento, Andrés tirou a toalha completamente, deixando à mostra seu pau bem duro, apontando para cima. Parecia que ele olhou nos olhos da Karla. Minha namorada ficou hipnotizada. Eu estava morrendo de vontade de me masturbar, mas queria guardar para o momento mais excitante. Mas já me sentia todo molhado.
Aproveitando o transe em que Karla estava, Andrés deu um passo à frente e praticamente colocou o pau a alguns centímetros acima do umbigo e abaixo dos seios da minha namorada. Ele disse:
- Vai fazer alguma coisa pelo seu namorado perdido?
- Ou vai fazer alguma coisa aqui?
Nesse instante, Andrés segurou o queixo da minha namorada, ergueu seu rosto e começou a beijá-la. Mas não foi um beijo suave, e sim um beijo intenso e apaixonado. Ele a segurou pelo queixo por alguns momentos, mas depois colocou as mãos na nuca dela enquanto se abaixava para beijá-la direito. E de repente, com as mãos, desceu até suas nádegas e a levantou. Eles se apoiaram na parede. Dava para ouvir os beijos, e ele colocou o pau embaixo das nádegas dela, enfiando por fora do short que minha namorada usava. Os beijos deles ecoavam - era um silêncio tão excitante. Ficaram assim por uns 5 minutos.
Andrés a baixou enquanto continuava agarrando suas nádegas. Com uma das mãos, começou a enfiar a mão na buceta dela e disse:
- Olha como você tá encharcada. Essa buceta tá com fome. O que você quer que a gente dê pra ela comer?
Minha namorada continuava em choque, como se estivesse hipnotizada pelos beijos do Andrés, sentindo o pau dele enquanto ele a beijava. Então Andrés puxou a mão dela e... Ela colocou na pica dele, minha namorada viu e então virou o rosto para olhá-lo nos olhos e sorriu. Ele disse:
Andrés:
"Não sentia saudade de ver ela? Depois de tanto tempo."
Karla, sem dizer uma palavra, se ajoelhou e colocou na boca, primeiro devagar e suave, chupava, lambia, puxava, admirava. Ficou um tempo chupando enquanto Andrés agarrou sua nuca e enfiou de uma vez. Dava para ouvir minha namorada quase engasgando, como gritava e gemía ao mesmo tempo, mas não fazia nenhum esforço para se soltar. Pareceu excitante e estranho, porque comigo ela não deixa fazer isso, e olha que a minha é um pouco menor, bem menor.
E Andrés, depois de uns 10 minutos dela chupando, disse:
"E aí? Gostou? Não tem dessas em casa, né?"
Minha namorada sorriu e disse: "Eu não tenho nada parecido em casa." Isso me deu uma pontada no peito e na pica.
Ele a levantou, depois a carregou e colocou em cima de uma pia, a pôr de quatro, virada para o espelho. Baixou o short, tirou a calcinha e começou a lamber seu cu e a buceta. Minha namorada ficou gemendo, dizia:
"Sim, sim, assim, continua, não para, por favor."
Andrés disse:
"Dessa vez você não vai fugir de mim como naquela festa."
Baixou ela um pouco para que ficasse na altura da sua pica e puxou seus cabelos para que ficasse olhando no espelho, e disse: "Olha sua cara, quero que grave desde agora a expressão que você faz quando eu enfiar."
Andrés levanta um pouco suas pernas e coloca a pica na entrada da buceta e pergunta à minha namorada:
"Quer que eu enfie? Quer ser comida por mim? Ou vai procurar seu namorado idiota?"
E ela disse:
"Não, por favor, faz, enfia, me come, me faz sua puta, eu preciso. Não parei de pensar na sua pica desde que dançamos na festa e na chupada que te dei na garagem." Enquanto minha namorada mexia a bunda de um lado para o outro, esperando a pica.
Vi como Andrés empurrou seus quadris, enfiando aos poucos. Minha namorada tentou empurrá-lo para... parar ele
Mas Andrés agarrou as mãos dela e as tirou do caminho, continuando a enfiar tudo sem deixar nada pra fora
quer que eu tire? depois de ouvir os gritos da minha namorada dizendo
— Ai, ai, ai, espera, espera por favor, não mexe, é enorme, deixa eu me acostumar
e sem dar ouvidos, Andrés começou a mexer, minha namorada tentou fazer algo, mas Andrés agarrou ela com a mão, colocou uma mão na cabeça dela, deitou ela pra continuar deixando a bunda empinada e começou a meter e tirar, mete e tira, em dois minutos já não se ouviam mais gritos nem reclamações da minha namorada, só seus gemidos, eu nem percebi quando tirei meu pau pra fora
e comecei a bater uma, o que eu estava vendo era tão excitante, minha namorada submissa e fodida por Andrés, que parecia enorme ao lado dela, era sublime, o pau dele parecia tão enorme e brilhante dos fluidos da minha namorada
— Ai, pussy, você me mata, eu amo, não para
Num ato monstruoso
Andrés começou a meter e tirar de um jeito incrível, dava pra ouvir ploc, ploc, ploc, ploc, minha namorada no espelho continuava sendo segurada pelo cabelo pra ver o rosto dela
seu rosto era uma obra de arte, totalmente extasiada entre gemidos e gritos
ela gritava
— Assim, meu amoooooor, me mata com esse paaaaaau, e perdia o fôlego
Depois ele a carregou e se sentou em uns tambores que estavam largados ali e a colocou em cima dele e disse
— Cavalga, vagabunda
Karla subiu, enfiou tudo devagar e começou o movimento, ficou assim uns minutos e Andrés disse
— Mais rápido!!!!!!
e deu uma palmada na bunda tão forte que ecoou por todos os banheiros, disse
Assim não!!!!!
Nisso, ele a levantou como estavam e começou, ele em pé, a meter e tirar como ator pornô
quer ir buscar seu namorado? ou quer ficar aqui comigo?
ela disse
— Não, quero ficar aqui só com você, sou sua, sou sua, por favor, não para!!!!!!
nisso, Andrés a afastou um pouco e mordeu um peito enquanto chupava e dizia
— Como eu amo esses peitos que você tem, sua vagabunda , se te habían dicho antes? Eu te foderia a noite toda se você quisesse, sua putinha.
De repente, ouviu-se um barulho forte, minha namorada começou a tremer, parecia que estava tendo o orgasmo mais intenso da vida. Ela abriu as pernas enquanto gritava:
— Ai—
— Aiiii, que gostoso, filho da puta, você me mata, como eu precisava disso—
Nisso, ele a pegou pelo pescoço e derrubou minha namorada, ela parecia estar morta em cima dele, estava exausta. Imagino com esse pau como ela ia aguentar uma foda daquele nível, se as últimas fodas tinham sido comigo.
Depois, Andrés colocou a toalha no chão, fez minha namorada ficar de quatro. Ela quase não se mexia, estava acordada e consciente, mas estava acabada. Então ele a deixou de quatro, cuspiu no pau dele e começou a foder ela de novo, duro, duríssimo, parecia que ele a odiava, parecia que ele tinha tanta vontade acumulada e só se ouvia o "plaft". As nádegas da minha namorada estavam vermelhas, vermelhas de tanto terem sido maltratadas.
Ela permanecia com o rosto apoiado na toalha sobre o chão, quando Andrés a levantou, puxando seus cabelos de um jeito muito brusco, e disse:
— Diz que era isso que você queria, puta —
Reagindo, minha namorada começou a dizer sim, tentando gritar, mas as palavras não saíam direito:
— Isso que eu queria, queria que você me fodesse bem duro, me deixasse assim, goza— enquanto tinha os olhos fechados e mordia os lábios com um sorriso de puta.
Enquanto Andrés continuava fodendo ela com força, eu estava me acabando na masturbação, acho que gozei umas duas vezes e meu pau estava ardendo, mas eu não parava.
Andrés perguntou:
— Onde você quer que eu te encha de porra, puta? Na buceta ou quer que eu goze dentro?
Minha namorada, sem hesitar, disse:
— Me enche de porra, me marca como sua—
— Tem certeza? Porque se eu gozar dentro, significa que sempre vou te foder sempre que eu tiver vontade.
Minha namorada disse:
— Sim, você vai poder fazer isso quando quiser, meu amor, papacito, eu sou sua, sou sua puta, e você é meu macho, e esse pau eu vou chupar sempre que eu tiver vontade.
Ele a pegou pela... cintura se preparando e ele diz:
- se prepara, putinha
tirando forças e energias de não sei onde, ele começa a meter e tirar de um jeito monstruoso
se escuta plaf plaf plaf por todo o banheiro e acho que até lá fora
minha namorada grita: siiiiiii
assiiii, me fode, gostoso, gostoso, choramingando, dá pra ouvir ela ficando sem ar e depois voltando:
- me enche de porra, essa porra tão gostosa que você tem, buceta gostosa, meu amor
Andrés começa a bufar e a meter com mais violência, parecia uma cena de pornô dos negrões com as gringas loucas, mas nesse caso era minha namorada e um amigo da faculdade
ele solta os quadris da minha namorada e monta nela, se deixando cair em cima dela
minha namorada, com forças que tirou da tesão, levantou a bunda e Andrés, se deixando cair, se escuta:
- desculpa, buceta, meu amor, como você incha, me dá ela toda
eu, por minha parte, continuei batendo uma, mas sentia que não podia gozar, que já tinha soltado tudo que tinha pra soltar
então continuei batendo e batendo, enquanto por baixo das bolas eu esfregava, esfregava algo duro que estava aparecendo
ouvia como se fosse música para meus ouvidos os gritos da minha namorada, e como a cada investida que Andrés dava nela, se escutava por todo o quarto, por todo o banheiro, e talvez se escutasse ainda mais longe dos banheiros
Andrés gritou:
- leva tudo, puta!
e caiu rendido na bunda da minha namorada, que ainda com força se mantinha de quatro, resistindo àquele homem tão enorme comparado a ela, enquanto ele a enchia de porra
e minha namorada gritou:
- assimmmm, meu amor, me enche, sou sua putinha, só sua, essa bunda é sua, pega quando quiser
enquanto, suponho, teve outro orgasmo intenso e se deixou cair, enquanto esticava as pernas
acho que esses foram os orgasmos mais intensos que já vi até agora
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