É o primeiro domingo de manhã que posso dormir até meu corpo pedir para acordar. Me levanto, . Vou direto ao banheiro e abro o chuveiro, a água escorrendo pelo meu corpo,
Quando saio do banho, te vejo deitado na cama olhando algo no seu celular, nosso filho está dormindo. Então procuro o body de renda preta,
Solta a toalha da minha cabeça, o cabelo molhado caindo pelos meus ombros, a toalha que cobre meu corpo cai aos meus pés, isso faz você levantar o olhar do celular, um pequeno sorriso erguendo a comissura dos seus lábios.
Puxo o body pelas pernas, a renda transparente preta como uma segunda pele, o tecido translúcido deixa ver meus mamilos eretos, a umidade do meu desejo já cobre os lábios da minha buceta, só a ideia do que vamos fazer me excita. Me excita seduzir você e provocar você, me excita que você me olhe com essa intensa luxúria nas suas pupilas. Me viro de lado para que você possa ver o fio do body enfiado entre minhas nádegas enquanto passo a tranca na porta do nosso quarto.
Quando termino de passar a tranca na porta, você está de pé na minha frente, aperta meu corpo macio contra o seu duro, nossas bocas se unem, línguas entrelaçadas, respirando um no outro, nos beijando, suas mãos agarram minhas nádegas e sobem até meus mamilos. Você belisca meus mamilos duros por cima do tecido, os torce entre seus dedos, me faz suspirar.
Sua cabeça desce da minha boca até meu peito, puxa o tecido que cobre um dos meus peitos, envolve meu mamilo entre seus lábios e me chupa. Te agarro pela cabeça e fico na ponta dos pés, pressionando sua boca faminta contra meu peito. Sua língua passeia pelo meu mamilo e você morde, aquela pressão de dor prazerosa que percorre meu corpo inteiro e vai direto, fazendo meu clitóris palpitar entre minhas pernas.
Seu rosto contra o meu de novo, sua língua e minha língua, te beijo com fome e depois peço para você chupar meu outro peito.
Me sinto obscena, deliciosamente perversa quando meus peitos ficam pendurados para fora da roupa o que estou vestindo, suas mãos apertando a maciez dos meus seios enquanto o outro mamilo se deleita com sua língua, com suas chupadas, com suas mordidas.
–Fica de quatro –você me diz.
–Espera, primeiro quero você na minha boca –respondo e me sento na beirada da cama.
Você tira seu pau duro e inchado, eu adoro o cheiro do seu membro, o aroma do seu corpo quando está excitado.
Esse encontro não é lento e romântico, tem um gosto de desespero carente.
Enfio seu pau na boca, meto tudo que consigo, até o fundo da minha garganta, até não aguentar mais, e chupo assim uma e outra vez, a saliva lubrificando sua haste, escorrendo pelo meu queixo, chupo com uma gula desesperada.
A pele lisa da sua cabeça é diferente, é mais macia que a pele do seu tronco sulcado de veias, seu pau duro entra e sai da minha boca, alimentando meu desejo.
Suas mãos buscam a maciez das minhas tetas, as apalpam e beliscam meus mamilos.
Com uma mão segurando a base do seu membro enquanto o chupo, você não sabe como eu adoro ter seu pau na minha boca. Me sinto divinamente perversa, deliciosamente obscena ali sentada na beirada da cama, minhas tetas em suas mãos, seu pau na minha boca, minha outra mão agora entre minhas pernas esfregando minha buceta excitada.
–Isso. Se toca bem gostoso.
Esfrego mais rápido, estou molhada, tão molhada que meus dedos deslizam e escorregam no meu clitóris e meus lábios.
–Agora fica de quatro que quero meter –você me ordena.
Dou uma última chupada no seu membro duro e fico de quatro na cama. Você puxa o fiozinho que tenta cobrir minha intimidade e mete seu pau de uma só estocada, me deixa totalmente cheia, transbordando, que gostoso você mete, é que você me dá muita vontade.
Arqueio as costas e agora me apoio nos antebraços na cama, minhas tetas balançam a cada empurrão brusco seu, e assim meus mamilos sensíveis roçam nos lençóis. Engulo os gemidos que você provoca com sua masculinidade dura e rígida que Entra e sai do meu corpo.
– Se toca! Eu adoro quando você se toca! – você sussurra enquanto me pega de quatro na cama.
Estico um braço em direção ao travesseiro, meus peitos agora pressionados contra o colchão, minha bunda no ar enquanto você mete e tira da minha racha.
Levo a outra mão entre minhas pernas e esfrego, meus dedos deslizando sobre a umidade que você provoca.
Com dois dedos esfrego meu clitóris em movimentos circulares, meus dedos cada vez mais rápidos. O desejo desesperado, aquela fera carente da sua hombridade fica cada vez mais selvagem.
Você me agarra forte pelas nádegas, me penetra uma e outra vez, mete tudo, mete até o fundo, duro e forte como eu quero neste momento.
– Me fode! Me fode duro que eu vou gozar!
Enterro o rosto no colchão para abafar os ruídos de prazer que querem escapar da minha garganta enquanto o prazer mais divino do mundo se apodera do meu corpo. Meus músculos se contraem sem parar, minha buceta te chupa, te abraça, quero tirar o leite das suas bolas para que você me encha toda.
Quando o orgasmo já chegou ao auge, paro de me tocar, minha pele hipersensível ao seu pau duro que não diminui o ritmo, que entra e sai, entra e sai tão duro e tão gostoso entre minhas pernas, até que eu sinto, sinto quando ele se pressiona e incha por dentro. Conheço seus sons, adoro ouvir seus gemidos masculinos enquanto seu pau pulsa dentro de mim, esvaziando sua semente no meu calor, ejaculando todo o seu sêmen, me deixando cheia de porra.
Nos separamos ofegantes, minhas pernas estão tremendo, te beijo nos lábios, te abraço.
– Que gostoso! – digo, e você responde –. Divino.
Tiro o body preto e lavo imediatamente na pia do banheiro, deixo pendurado no chuveiro para secar, a evidência do nosso encontro desaparecida da minha lingerie, mas totalmente presente entre minhas pernas.
Quando saio do banho, te vejo deitado na cama olhando algo no seu celular, nosso filho está dormindo. Então procuro o body de renda preta,
Solta a toalha da minha cabeça, o cabelo molhado caindo pelos meus ombros, a toalha que cobre meu corpo cai aos meus pés, isso faz você levantar o olhar do celular, um pequeno sorriso erguendo a comissura dos seus lábios.
Puxo o body pelas pernas, a renda transparente preta como uma segunda pele, o tecido translúcido deixa ver meus mamilos eretos, a umidade do meu desejo já cobre os lábios da minha buceta, só a ideia do que vamos fazer me excita. Me excita seduzir você e provocar você, me excita que você me olhe com essa intensa luxúria nas suas pupilas. Me viro de lado para que você possa ver o fio do body enfiado entre minhas nádegas enquanto passo a tranca na porta do nosso quarto.
Quando termino de passar a tranca na porta, você está de pé na minha frente, aperta meu corpo macio contra o seu duro, nossas bocas se unem, línguas entrelaçadas, respirando um no outro, nos beijando, suas mãos agarram minhas nádegas e sobem até meus mamilos. Você belisca meus mamilos duros por cima do tecido, os torce entre seus dedos, me faz suspirar.
Sua cabeça desce da minha boca até meu peito, puxa o tecido que cobre um dos meus peitos, envolve meu mamilo entre seus lábios e me chupa. Te agarro pela cabeça e fico na ponta dos pés, pressionando sua boca faminta contra meu peito. Sua língua passeia pelo meu mamilo e você morde, aquela pressão de dor prazerosa que percorre meu corpo inteiro e vai direto, fazendo meu clitóris palpitar entre minhas pernas.
Seu rosto contra o meu de novo, sua língua e minha língua, te beijo com fome e depois peço para você chupar meu outro peito.
Me sinto obscena, deliciosamente perversa quando meus peitos ficam pendurados para fora da roupa o que estou vestindo, suas mãos apertando a maciez dos meus seios enquanto o outro mamilo se deleita com sua língua, com suas chupadas, com suas mordidas.
–Fica de quatro –você me diz.
–Espera, primeiro quero você na minha boca –respondo e me sento na beirada da cama.
Você tira seu pau duro e inchado, eu adoro o cheiro do seu membro, o aroma do seu corpo quando está excitado.
Esse encontro não é lento e romântico, tem um gosto de desespero carente.
Enfio seu pau na boca, meto tudo que consigo, até o fundo da minha garganta, até não aguentar mais, e chupo assim uma e outra vez, a saliva lubrificando sua haste, escorrendo pelo meu queixo, chupo com uma gula desesperada.
A pele lisa da sua cabeça é diferente, é mais macia que a pele do seu tronco sulcado de veias, seu pau duro entra e sai da minha boca, alimentando meu desejo.
Suas mãos buscam a maciez das minhas tetas, as apalpam e beliscam meus mamilos.
Com uma mão segurando a base do seu membro enquanto o chupo, você não sabe como eu adoro ter seu pau na minha boca. Me sinto divinamente perversa, deliciosamente obscena ali sentada na beirada da cama, minhas tetas em suas mãos, seu pau na minha boca, minha outra mão agora entre minhas pernas esfregando minha buceta excitada.
–Isso. Se toca bem gostoso.
Esfrego mais rápido, estou molhada, tão molhada que meus dedos deslizam e escorregam no meu clitóris e meus lábios.
–Agora fica de quatro que quero meter –você me ordena.
Dou uma última chupada no seu membro duro e fico de quatro na cama. Você puxa o fiozinho que tenta cobrir minha intimidade e mete seu pau de uma só estocada, me deixa totalmente cheia, transbordando, que gostoso você mete, é que você me dá muita vontade.
Arqueio as costas e agora me apoio nos antebraços na cama, minhas tetas balançam a cada empurrão brusco seu, e assim meus mamilos sensíveis roçam nos lençóis. Engulo os gemidos que você provoca com sua masculinidade dura e rígida que Entra e sai do meu corpo.
– Se toca! Eu adoro quando você se toca! – você sussurra enquanto me pega de quatro na cama.
Estico um braço em direção ao travesseiro, meus peitos agora pressionados contra o colchão, minha bunda no ar enquanto você mete e tira da minha racha.
Levo a outra mão entre minhas pernas e esfrego, meus dedos deslizando sobre a umidade que você provoca.
Com dois dedos esfrego meu clitóris em movimentos circulares, meus dedos cada vez mais rápidos. O desejo desesperado, aquela fera carente da sua hombridade fica cada vez mais selvagem.
Você me agarra forte pelas nádegas, me penetra uma e outra vez, mete tudo, mete até o fundo, duro e forte como eu quero neste momento.
– Me fode! Me fode duro que eu vou gozar!
Enterro o rosto no colchão para abafar os ruídos de prazer que querem escapar da minha garganta enquanto o prazer mais divino do mundo se apodera do meu corpo. Meus músculos se contraem sem parar, minha buceta te chupa, te abraça, quero tirar o leite das suas bolas para que você me encha toda.
Quando o orgasmo já chegou ao auge, paro de me tocar, minha pele hipersensível ao seu pau duro que não diminui o ritmo, que entra e sai, entra e sai tão duro e tão gostoso entre minhas pernas, até que eu sinto, sinto quando ele se pressiona e incha por dentro. Conheço seus sons, adoro ouvir seus gemidos masculinos enquanto seu pau pulsa dentro de mim, esvaziando sua semente no meu calor, ejaculando todo o seu sêmen, me deixando cheia de porra.
Nos separamos ofegantes, minhas pernas estão tremendo, te beijo nos lábios, te abraço.
– Que gostoso! – digo, e você responde –. Divino.
Tiro o body preto e lavo imediatamente na pia do banheiro, deixo pendurado no chuveiro para secar, a evidência do nosso encontro desaparecida da minha lingerie, mas totalmente presente entre minhas pernas.
0 comentários - Domingo bem fodida de manhã