A experiência com o senhor Diego tinha sido satisfatória de várias maneiras, tinha realizado aquela fantasia que vinha me chamando desde relacionamentos anteriores, os medos que eu tinha sobre o que ela sentiria ou faria ao estar com outro se dissiparam, as inseguranças levantadas pelas experiências de outros casais foram superadas com facilidade, a comunicação entre nós sempre foi um dos nossos pontos fortes como casal, conversamos sobre o que aconteceu em diferentes ocasiões, sempre tratando como uma brincadeira que trazia algo diferente pra cama, mas sem se sobrepor ao amor e ao prazer base de um casamento saudável. Convencidos de que aquela noite tinha sido algo positivo na nossa vida sexual, sem consequências pro relacionamento sentimental, a partir daquele momento consideramos que podíamos repetir de vez em quando, como se fosse um prazer proibido, depois do acordo e da experiência, na nossa vida privada e principalmente na nossa vida sexual, nos batizamos como um casamento cuckold.
No resto, tudo continuava igual, cada um no seu emprego, cuidando dos seus assuntos, crescendo individualmente e como casal, trabalhando e crescendo juntos, assim se passaram 6 meses. Fora de casa, a Yes tinha um fogo diferente, eu a via mais gostosa, com mais confiança, atraía olhares e isso me encantava, a sua safadeza já não era só com o Dom José, ela aplicava na rua, nos lugares que a gente ia e até no trabalho, então os nomes na fantasia passaram de mencionar o senhor Diego pra se revezar entre um e outro, isso por causa da lógica diminuição da curva do prazer, o que colocou de novo na mesa a necessidade de viver outra experiência cuckold.
Do mesmo jeito que da primeira vez, começamos a fuçar nas redes sociais, apesar de ser uma merda procurar e conversar com pessoas lá, era a melhor opção pelo anonimato que ofereciam, ainda não nos convencíamos de levar o jogo pra algum bar ou na rua com desconhecidos. muito menos de fazer com alguém conhecido, definitivamente as redes sociais eram a melhor opção. Dessa segunda vez foi mais rápido encontrar um cúmplice, o senhor Alonso, de 46 anos, se encaixando no perfil que já tínhamos combinado, mais velho que a gente por quase o dobro da nossa idade, de pele morena, corpulento e grisalho, o necessário pra fazer contraste com minha jovem esposa, de pele branca, cabelo preto cacheado, com bunda e peitos firmes.
Dessa vez nos encontramos num shopping, ideal pra ter gente por perto, mas que também permitia a gente se perder na multidão, assim não teria nada de estranho no nosso encontro e, se necessário, dava pra sair sem problemas. Chegamos no ponto combinado na praça de alimentação, procuramos com o olhar, tentando reconhecê-lo pelo que ele tinha descrito nas mensagens. Além do que já falei, Alonso trabalhava com consultoria jurídica, pai de três, duas mulheres e um homem, divorciado há seis anos, mas cumpridor dos seus deveres. As filhas já eram maiores de idade e o filho tinha 17 anos, com algumas experiências no tal “meio”, mas com pessoas jovens muito poucas — não era tão comum um casal jovem ser cuckold, geralmente esses casos são de ménage e troca de casais. Alonso iria vestido de calça e camisa social, com uma jaqueta preta. A gente não disse como iria, em parte como surpresa e uma brincadeira pra ver se ele nos reconhecia, e por outro lado, se não gostássemos dele, ele não saberia quem éramos entre tanta gente no shopping.
Depois de dar umas voltas e descartar algumas pessoas, demos de cara com um senhor que se parecia com a descrição. Não era especialmente atraente, mas era isso que a gente procurava: um homem comum, aquele que poderia ser nosso vizinho. Sentado num banco, ele atendia uma ligação. A gente olhou pra ele e ele olhou pra gente, fez um sinal como pedindo pra esperarmos. Yes se virou pra mim como quem pergunta: “O que achou da atitude dele?”. Eu fiz um gesto. respondendo "o que podemos fazer", ficamos de pé e assim o esperamos. A ligação dele se prolongou e nos deixou esperando por uns 10 minutos, mas nesse tempo ele aproveitou pra olhar pra minha esposa. Dessa vez, tiramos um tempo pra brincar em casa e preparar tudo, porque dizem que pra essas ocasiões o casal precisa fazer todo um ritual. Escolhi um vestido beige daqueles fechados embaixo, mas com o decote aberto; por baixo, ela usava um babydoll preto simples, mas que com o corpo dela destacava perfeitamente. Por cima, um casaco cinza que cobria bem até as pernas e saltos pretos. Tudo isso com um penteado e maquiagem que ela tinha caprichado ao máximo. Yes estava simplesmente perfeita.
Dom Alonso desligou o telefone e finalmente nos cumprimentou; com a mão apertou a minha com firmeza, na Yes deu um beijo na bochecha. Depois de uma apresentação normal, nos confirmamos mutuamente como o homem e o casal que tinham se falado pelas redes. Ele nos convidou pra uma taça num dos restaurantes, o que aceitamos de bom grado. Foi bem rápido, mas o suficiente pra conhecê-lo melhor; a voz e o jeito dele de se expressar nos deram a segurança que buscávamos. De fato, era um homem autêntico, nada de especial, mas com aquele algo que o tornava interessante. Depois da taça e da conversinha, Dom Alonso insistiu pra mais uma rodada, mas não precisávamos; ele já tinha gerado a confiança necessária e era óbvio que a Yes tinha gostado dele. Isso já bastava pra irmos pra outro lugar. Além disso, como casal cuckold, sabemos o que procuramos e não precisa de tanta formalidade. Pedimos pra sair e ir pra um lugar mais íntimo pra levar a conversa pra assuntos mais discretos.
Ele nos levou até o carro dele, sentamos no banco de trás e ele começou a dirigir. Pudemos conversar sobre a experiência dele como solteiro, embora o leitor não acredite, essas coisas costumam ter mais tropeços e nem sempre terminam bem pro casal ou pro solteiro. A conversa tava nos dando informação nova que era bem-vinda. Da nossa parte, talvez por vergonha, comentamos que já tínhamos tido algumas experiências (na real, só tinha sido a vez do Diego), mas que ele tinha parecido um cara sério e discreto, e não pensamos duas vezes em dar uma chance pra ele nos conhecer. Já mais à vontade e decididos pelo que ia rolar, paramos num mercadinho, descemos nós três, com o senhor Alonso na frente e nós dois atrás. Ele foi direto pros refrigeradores, a gente aproveitou e deu uma volta pelos corredores, tentando ficar a sós pra conversar.
K: E aí, o que cê acha?
Y: Achei de boa.
K: Não é muito bonito, não.
Y: Não, mas sabe se expressar e tem experiência.
K: No começo, pareceu que você não gostou.
Y: Claro que não, ele deixou a gente esperando em pé, isso me irritou um pouco.
K: Mas ele não perdeu a chance de te olhar bem.
Y: Isso me irritou mais ainda, parecia que ele fazia de propósito.
K: Cê acha?
Y: Sim, pensei: "que sem-vergonha!"
Nessa hora, o Alonso falou com a gente com o olhar, queria saber o que a gente queria beber. Fui até onde ele tava e escolhi bebidas pra nós dois. Ele já tinha escolhido as dele. A Yes já tinha ido pra porta. O Alonso pagou e a gente saiu de lá. De volta no carro dele, ele pediu o nome de um motel que a gente gostasse de ir. Pedimos pra ele escolher. A real é que a gente, como casal, tinha pouca experiência nisso. Desde novo, eu alugava um apartamento sozinho, então sempre era o lugar escolhido pra terminar as noitadas. O senhor Alonso escolheu um do gosto dele, bem conhecido na região.
Entramos e ele pagou o quarto. A gente tava meio nervoso. Não só nunca tínhamos entrado num motel como casal, como estávamos entrando do lado de um homem mais velho. A gente sentia vergonha dos funcionários, mas eles, com certeza, já tavam acostumados com isso e até com mais. Deram o número do quarto, ele levou o carro até lá. Um funcionário chegou pra cobrar e, depois do pagamento, Finalmente nos deixaram sozinhos, fecharam a garagem do quarto, descemos do carro e finalmente entramos no quarto. O lugar era bem espaçoso, muito bem arrumado, mas nada fora do normal, tinha duas camas porque era um quarto duplo e alguns móveis pra comer alguma coisa, a clássica TV com poucos canais e a maioria adulto, então só colocamos uma música.
Abrimos a primeira bebida e continuamos conversando, agora era sobre trabalho, família, o divórcio dela, nosso relacionamento, etc., estávamos super à vontade conversando como se fôssemos amigos. Depois do terceiro copo, Yes foi pro banheiro, e aí o senhor Alonso se aproximou pra falar comigo.
A: E então, me diz, será que agrado a Yes?
K: Ué, sim, pra estar aqui é porque foi assim.
A: Cê acha que hoje pode rolar algo mais?
K: Não sei, isso é escolha dela.
A: Espero que sim, a verdade é que você tem uma mulher gostosa pra caralho.
K: Agradeço o elogio, eu sei muito bem.
A: Além disso, vocês são muito jovens, isso é raro de encontrar nesse meio, pelo menos pra mim foi.
K: Acho que nem todo casal começa jovem.
A: A verdade é que não, a maioria faz isso pra quebrar a monotonia.
K: E a gente só por ser tarado mesmo, haha.
A: Isso é muito bom, não fiquem com vontade de nada, aproveitem agora que são jovens.
K: Acredite, a gente tá aproveitando.
A: Além disso, preciso te dizer, a Yes me lembra uma amiga da minha filha do meio, ela ia de vez em quando lá em casa e dormia, sempre foi difícil pra mim reprimir a vontade que sentia por ela.
K: Pô, que oportunidade, então acho que cê deve aproveitar agora que tem minha esposa à disposição.
Yes saiu do banheiro e sentou de novo na cadeira, abriu outra bebida e continuou a conversa que tinha parado antes. Passaram mais alguns minutos assim e eu não vi o senhor Alonso tomar a iniciativa, então resolvi ir ao banheiro um instante, tentando dar um tempo pra eles ficarem a sós e ver no que dava. Do banheiro, ouvi a conversa. continuava igual, de repente, as vozes delas foram diminuindo, também se ouviram passos pelo quarto que pararam, mais um momento de sussurros e depois, silêncio.
Saí do banheiro e, quando ia virar no corredorzinho, ouvi barulhos de beijos, eles tinham se aproximado da parede que fazia divisa com o banheiro, lá tinha um espelho de corpo inteiro, do lugar onde eu tinha ficado em pé, eu os observava, eles estavam se comendo de beijos, as mãos do Alonso percorriam o corpo dela, dava pra ver o que ele tinha me falado antes, ele tava com uma puta vontade de uma mulher nova e hoje, minha esposa tava à disposição dele. O senhor Alonso pegou ela pelo braço e virou ela, colocou ela de frente pro espelho, mostrando a raba pra ele, se encaixou corpo a corpo naquela posição, esfregando o volume dele na bunda da minha mulher, começou um vai e vem no ritmo da música, a Yes começou a gemer baixinho e de repente "pa", Alonso deu um tapa na bunda dela com a mão áspera dele, isso fez ela arrebitar mais ainda a raba, mais um e mais outro, a Yes tinha se grudado nele com mais força, Alonso segurou ela pelo cabelo e chegou perto do ouvido dela, sussurrava coisas que eu não ouvia da onde eu tava, mas que tinham deixado a Yes ainda mais excitada.
Eu caminhei até a mesa de boa, não queria interromper eles, mesmo assim eles me olharam e ficaram nervosos por um momento, me olharam e viram que eu sentei sem falar nada, eles se entreolharam e soltaram uma risada juntos, do jeito que ela tava de costas, ele começou a despir ela, baixou o vestido dela e deixou ela só de babydoll, o Alonso babou quando viu o que tinha por baixo, desceu até a bunda dela e deu um beijo sonoro, se levantou e a Yes virou o corpo pra ficar de frente pra ele, olhou pra ele como quem pergunta "o que achou", Alonso pegou ela pela cintura e levou ela até a cama mais perto, deitou ela de costas e abriu as pernas dela, fez um oral nela que fez a minha mina gemer, ela tava super excitada e não demorou pra Gozar. Alonso se afastou de mim e sentou na beira da cama, procurou logo o meu pau, acariciou por cima da calça e desabotoou pra pegar direto na mão dele, assim bateu uma pra mim um pouco, mas a pressa do Alonso já tava aparecendo.
Tirou calça e camisa, Alonso ficou só de regata, daquelas que usam por baixo da camisa, meia e sapato, pouco atraente, mas não queriam perder mais tempo. Alonso virou a Yes na hora e colocou ela de quatro, vestiu a camisinha e, do jeito que tava, começou a meter. Não foi difícil, o tamanho era normal, uns 12 cm no máximo, mas isso sim, bem grosso. Além disso, a Yes já tava lubrificada pelo oral. Era um espetáculo e tanto, o corpo bruto do senhor Alonso contrastava com o corpinho da minha esposa, ele empurrava todo o peso contra ela, então a Yes tinha que arquear as costas a cada estocada. E ainda por cima, o barulho da cama era inevitável. Sendo um motel tão popular, a real é que as camas eram meio velhas, colchões de mola com certeza, o que fazia o quarto encher com aquele rangido clássico de cama antiga.
Por causa da diferença de altura, Alonso puxou a Yes pra beirada e ficou de pé no chão pra ter ela mais ao alcance, meteu de novo, mas a idade sempre aparece, o físico não aguentou, então teve que levar ela até um cavalete que tinha no quarto. Colocou ela em cima dele, apontou o pau na entrada da buceta e enfiou. Depois de uns momentos assim, aceleraram os movimentos, chegaram ao orgasmo, se levantaram e a Yes foi pra cama deitar, enquanto Alonso pegava outra cerveja e recuperava o fôlego.
Com toda a naturalidade, a gente conversou sobre o que rolou. Os dois tinham gostado, isso era mais que óbvio pelo espetáculo que deram. Alonso ia tomar um banho, mas pedi pra ele deixar eu ir no banheiro primeiro. Sem problema, ele cedeu o lugar, fui lá. mijar e fiquei mais um tempinho pra clarear a mente, tava com o pau durasso, mas como falei antes, tinha decidido não bater uma pra não perder a linha e deixar o ciúme me foder, relaxei, ia aproveitar a hora que o Alonso fosse tomar banho pra meter na Yes, igual tinha rolado no encontro com o Diego.
Com esse pensamento, saí do banheiro e fui na direção deles, não escutava conversa nenhuma, mas quando virei o corredor, ouvi a respiração ofegante da Yes, a cena que vi era bem diferente do que eu tinha imaginado uns minutos atrás, o senhor Alonso tava com a Yes em cima do cavalo, de cara pra baixo e a bunda pra cima, enquanto ele enfiava os dedos na buceta dela, deslizavam fácil, metendo um primeiro e depois dois, parava e dava uns tapas na bunda dela com a mão, tava de camisinha e o pau duro de novo, colocou na altura da buceta dela e enfiou, não manteve os movimentos constantes de antes, tirava e enfiava, fazia ela sentir tudo lá dentro, tirava ele pra fora e dava umas palmadas com ele na entrada da buceta dela, acelerou o ritmo das batidinhas com a ponta do pau e de repente, saiu líquido de dentro da buceta da minha mulher.
O senhor Alonso tinha provocado um squirt bem forte, eu sabia que minha mulher era multi-orgásmica e uma vez já tinha conseguido um squirt, mas não tinha saído tanto líquido como agora saía da buceta dela, de novo enfiava os dedos e repetia o mesmo jogo, umas palmadas e mais líquido, dava pra ver escorrendo pelas pernas dela, fui me sentar na beirada da cama pra observar de perto, mas quando passei do lado deles, quase escorreguei, não tinha reparado no chão onde eles estavam, mas tinha uma poça considerável, não acho que fiquei muito tempo fora, mas foi o suficiente pra provocar tudo isso na minha mulher. Sentei na cama, Yes, não me noto, tava com a cara colada no cavalete, o rosto dela tava vermelho e o olhar perdido, Alonso me olhou, mas a cara dele tava mais séria, sem falar nada levantou a cara da Yes e fez ela colocar as mãos no cavalete pra se segurar, se posicionou atrás dela e meteu, agora sim com movimentos constantes, ela gemia, ou melhor, gritava.
A: cê gosta?
Y: siiiim
A: do que cê gosta
Y: da sua pirocaaa
A: me fala o que você é!
Y: sou uma putaaa
A: você é uma foxy infiel
Y: sim, sou uma vagabunda infiel!
A: e seu marido?
Y: …sei lá
A: o que é seu maridinho?
Y: é… um corno!, ahhhhh!
A: cê gosta de trair seu corno
Y: sim, adoro botar chifre no meu marido, aiiiii!
Alonso levantou a cara dela pra que ela pudesse me ver, quando me viu ficou mais vermelha do que já tava, virou a cara pra não me olhar nos olhos, mas o Dom Alonso continuou com o jogo dele.
A: cê ouviu, corno?
K: … sim, senhor
A: ouviu como agora ela é minha puta?
K: sim, senhor
A: vamos, vagabunda, fala pro seu marido de quem é a puta?
Ela não aguentava a vergonha, ficou calada com a cara baixa, enquanto Alonso continuava metendo. Deu um tapa na bunda dela e mandou de novo.
A: vamos, foxy, não precisa ter vergonha, seu marido ia gostar de ouvir, ou não?
K: …sim
A: vai, pede você mesmo!
K: fala, meu amor, o que você é?
Y: …sou … uma putaaa
K: puta de quem?
Y: do Dom Alonso
K: e eu?
Y: … um cornoooo!
A: ah, vou gozar, vadiazinha!
O senhor Alonso não aguentou mais, tirou o pau de dentro da Yes e gozou na bunda dela, ela ficou de bruços, recuperando o fôlego e imagino que envergonhada pelo que aconteceu. Depois de uns minutos assim, ela se levantou e sentou na beira de uma das camas, enquanto Alonso e eu já conversávamos de novo.
A: espero não ter exagerado, alguns casais gostam que eu trate eles assim
K: não se preocupe, a verdade é que foi diferente, mas não acho que foi incômodo
A: é que você tem uma esposa muito gostosa e a maneira como aconteceu me deixou super excitada
K: imagino, foi um verdadeiro espetáculo
A: sim, molha pra caralho, imagino que você já sabia
K: sim claro, eu sei
Menti pra ele não se achar muito e porque senti que negar seria humilhante pra mim, e já mais calma, se reintegrou.
A: espero que tenha curtido tanto quanto eu
Y: sim, foi bem gostoso
A: pedi desculpas ao seu marido, espero que não tenham se ofendido com minhas palavras
Y: pelo contrário, ele falar assim comigo me acendeu ainda mais
A: então melhor ainda, é pra isso que eu faço, pra vocês aproveitarem
Y: sim, curti muito e acho que meu marido também
K: sim, teve algo de prazeroso
Sem muito mais o que fazer, ele nos levou de volta ao ponto de encontro e nos despedimos. Já em casa, nos devoramos de novo enquanto relembrávamos o que tinha rolado horas antes. A situação tinha sido diferente do planejado originalmente, mas a verdade é que a improvisação do Dom Alonso tinha sido prazerosa pra gente. Tínhamos descoberto um novo tesão: ser dominados por eles. O sexo foi tão intenso quanto da outra vez, e a gente consolidou a ideia de que definitivamente esse estilo de vida era pra nós. Todo aquele mundo de prazer baseado em consentimento mútuo e para o deleite dos dois, os cornos na minha presença, o sexo com estranhos, a discrição que o anonimato trazia. A gente tinha nossa fórmula e continuaria assim, ou pelo menos, era o que eu imaginava.
No resto, tudo continuava igual, cada um no seu emprego, cuidando dos seus assuntos, crescendo individualmente e como casal, trabalhando e crescendo juntos, assim se passaram 6 meses. Fora de casa, a Yes tinha um fogo diferente, eu a via mais gostosa, com mais confiança, atraía olhares e isso me encantava, a sua safadeza já não era só com o Dom José, ela aplicava na rua, nos lugares que a gente ia e até no trabalho, então os nomes na fantasia passaram de mencionar o senhor Diego pra se revezar entre um e outro, isso por causa da lógica diminuição da curva do prazer, o que colocou de novo na mesa a necessidade de viver outra experiência cuckold.
Do mesmo jeito que da primeira vez, começamos a fuçar nas redes sociais, apesar de ser uma merda procurar e conversar com pessoas lá, era a melhor opção pelo anonimato que ofereciam, ainda não nos convencíamos de levar o jogo pra algum bar ou na rua com desconhecidos. muito menos de fazer com alguém conhecido, definitivamente as redes sociais eram a melhor opção. Dessa segunda vez foi mais rápido encontrar um cúmplice, o senhor Alonso, de 46 anos, se encaixando no perfil que já tínhamos combinado, mais velho que a gente por quase o dobro da nossa idade, de pele morena, corpulento e grisalho, o necessário pra fazer contraste com minha jovem esposa, de pele branca, cabelo preto cacheado, com bunda e peitos firmes.
Dessa vez nos encontramos num shopping, ideal pra ter gente por perto, mas que também permitia a gente se perder na multidão, assim não teria nada de estranho no nosso encontro e, se necessário, dava pra sair sem problemas. Chegamos no ponto combinado na praça de alimentação, procuramos com o olhar, tentando reconhecê-lo pelo que ele tinha descrito nas mensagens. Além do que já falei, Alonso trabalhava com consultoria jurídica, pai de três, duas mulheres e um homem, divorciado há seis anos, mas cumpridor dos seus deveres. As filhas já eram maiores de idade e o filho tinha 17 anos, com algumas experiências no tal “meio”, mas com pessoas jovens muito poucas — não era tão comum um casal jovem ser cuckold, geralmente esses casos são de ménage e troca de casais. Alonso iria vestido de calça e camisa social, com uma jaqueta preta. A gente não disse como iria, em parte como surpresa e uma brincadeira pra ver se ele nos reconhecia, e por outro lado, se não gostássemos dele, ele não saberia quem éramos entre tanta gente no shopping.
Depois de dar umas voltas e descartar algumas pessoas, demos de cara com um senhor que se parecia com a descrição. Não era especialmente atraente, mas era isso que a gente procurava: um homem comum, aquele que poderia ser nosso vizinho. Sentado num banco, ele atendia uma ligação. A gente olhou pra ele e ele olhou pra gente, fez um sinal como pedindo pra esperarmos. Yes se virou pra mim como quem pergunta: “O que achou da atitude dele?”. Eu fiz um gesto. respondendo "o que podemos fazer", ficamos de pé e assim o esperamos. A ligação dele se prolongou e nos deixou esperando por uns 10 minutos, mas nesse tempo ele aproveitou pra olhar pra minha esposa. Dessa vez, tiramos um tempo pra brincar em casa e preparar tudo, porque dizem que pra essas ocasiões o casal precisa fazer todo um ritual. Escolhi um vestido beige daqueles fechados embaixo, mas com o decote aberto; por baixo, ela usava um babydoll preto simples, mas que com o corpo dela destacava perfeitamente. Por cima, um casaco cinza que cobria bem até as pernas e saltos pretos. Tudo isso com um penteado e maquiagem que ela tinha caprichado ao máximo. Yes estava simplesmente perfeita.
Dom Alonso desligou o telefone e finalmente nos cumprimentou; com a mão apertou a minha com firmeza, na Yes deu um beijo na bochecha. Depois de uma apresentação normal, nos confirmamos mutuamente como o homem e o casal que tinham se falado pelas redes. Ele nos convidou pra uma taça num dos restaurantes, o que aceitamos de bom grado. Foi bem rápido, mas o suficiente pra conhecê-lo melhor; a voz e o jeito dele de se expressar nos deram a segurança que buscávamos. De fato, era um homem autêntico, nada de especial, mas com aquele algo que o tornava interessante. Depois da taça e da conversinha, Dom Alonso insistiu pra mais uma rodada, mas não precisávamos; ele já tinha gerado a confiança necessária e era óbvio que a Yes tinha gostado dele. Isso já bastava pra irmos pra outro lugar. Além disso, como casal cuckold, sabemos o que procuramos e não precisa de tanta formalidade. Pedimos pra sair e ir pra um lugar mais íntimo pra levar a conversa pra assuntos mais discretos.
Ele nos levou até o carro dele, sentamos no banco de trás e ele começou a dirigir. Pudemos conversar sobre a experiência dele como solteiro, embora o leitor não acredite, essas coisas costumam ter mais tropeços e nem sempre terminam bem pro casal ou pro solteiro. A conversa tava nos dando informação nova que era bem-vinda. Da nossa parte, talvez por vergonha, comentamos que já tínhamos tido algumas experiências (na real, só tinha sido a vez do Diego), mas que ele tinha parecido um cara sério e discreto, e não pensamos duas vezes em dar uma chance pra ele nos conhecer. Já mais à vontade e decididos pelo que ia rolar, paramos num mercadinho, descemos nós três, com o senhor Alonso na frente e nós dois atrás. Ele foi direto pros refrigeradores, a gente aproveitou e deu uma volta pelos corredores, tentando ficar a sós pra conversar.
K: E aí, o que cê acha?
Y: Achei de boa.
K: Não é muito bonito, não.
Y: Não, mas sabe se expressar e tem experiência.
K: No começo, pareceu que você não gostou.
Y: Claro que não, ele deixou a gente esperando em pé, isso me irritou um pouco.
K: Mas ele não perdeu a chance de te olhar bem.
Y: Isso me irritou mais ainda, parecia que ele fazia de propósito.
K: Cê acha?
Y: Sim, pensei: "que sem-vergonha!"
Nessa hora, o Alonso falou com a gente com o olhar, queria saber o que a gente queria beber. Fui até onde ele tava e escolhi bebidas pra nós dois. Ele já tinha escolhido as dele. A Yes já tinha ido pra porta. O Alonso pagou e a gente saiu de lá. De volta no carro dele, ele pediu o nome de um motel que a gente gostasse de ir. Pedimos pra ele escolher. A real é que a gente, como casal, tinha pouca experiência nisso. Desde novo, eu alugava um apartamento sozinho, então sempre era o lugar escolhido pra terminar as noitadas. O senhor Alonso escolheu um do gosto dele, bem conhecido na região.
Entramos e ele pagou o quarto. A gente tava meio nervoso. Não só nunca tínhamos entrado num motel como casal, como estávamos entrando do lado de um homem mais velho. A gente sentia vergonha dos funcionários, mas eles, com certeza, já tavam acostumados com isso e até com mais. Deram o número do quarto, ele levou o carro até lá. Um funcionário chegou pra cobrar e, depois do pagamento, Finalmente nos deixaram sozinhos, fecharam a garagem do quarto, descemos do carro e finalmente entramos no quarto. O lugar era bem espaçoso, muito bem arrumado, mas nada fora do normal, tinha duas camas porque era um quarto duplo e alguns móveis pra comer alguma coisa, a clássica TV com poucos canais e a maioria adulto, então só colocamos uma música.
Abrimos a primeira bebida e continuamos conversando, agora era sobre trabalho, família, o divórcio dela, nosso relacionamento, etc., estávamos super à vontade conversando como se fôssemos amigos. Depois do terceiro copo, Yes foi pro banheiro, e aí o senhor Alonso se aproximou pra falar comigo.
A: E então, me diz, será que agrado a Yes?
K: Ué, sim, pra estar aqui é porque foi assim.
A: Cê acha que hoje pode rolar algo mais?
K: Não sei, isso é escolha dela.
A: Espero que sim, a verdade é que você tem uma mulher gostosa pra caralho.
K: Agradeço o elogio, eu sei muito bem.
A: Além disso, vocês são muito jovens, isso é raro de encontrar nesse meio, pelo menos pra mim foi.
K: Acho que nem todo casal começa jovem.
A: A verdade é que não, a maioria faz isso pra quebrar a monotonia.
K: E a gente só por ser tarado mesmo, haha.
A: Isso é muito bom, não fiquem com vontade de nada, aproveitem agora que são jovens.
K: Acredite, a gente tá aproveitando.
A: Além disso, preciso te dizer, a Yes me lembra uma amiga da minha filha do meio, ela ia de vez em quando lá em casa e dormia, sempre foi difícil pra mim reprimir a vontade que sentia por ela.
K: Pô, que oportunidade, então acho que cê deve aproveitar agora que tem minha esposa à disposição.
Yes saiu do banheiro e sentou de novo na cadeira, abriu outra bebida e continuou a conversa que tinha parado antes. Passaram mais alguns minutos assim e eu não vi o senhor Alonso tomar a iniciativa, então resolvi ir ao banheiro um instante, tentando dar um tempo pra eles ficarem a sós e ver no que dava. Do banheiro, ouvi a conversa. continuava igual, de repente, as vozes delas foram diminuindo, também se ouviram passos pelo quarto que pararam, mais um momento de sussurros e depois, silêncio.
Saí do banheiro e, quando ia virar no corredorzinho, ouvi barulhos de beijos, eles tinham se aproximado da parede que fazia divisa com o banheiro, lá tinha um espelho de corpo inteiro, do lugar onde eu tinha ficado em pé, eu os observava, eles estavam se comendo de beijos, as mãos do Alonso percorriam o corpo dela, dava pra ver o que ele tinha me falado antes, ele tava com uma puta vontade de uma mulher nova e hoje, minha esposa tava à disposição dele. O senhor Alonso pegou ela pelo braço e virou ela, colocou ela de frente pro espelho, mostrando a raba pra ele, se encaixou corpo a corpo naquela posição, esfregando o volume dele na bunda da minha mulher, começou um vai e vem no ritmo da música, a Yes começou a gemer baixinho e de repente "pa", Alonso deu um tapa na bunda dela com a mão áspera dele, isso fez ela arrebitar mais ainda a raba, mais um e mais outro, a Yes tinha se grudado nele com mais força, Alonso segurou ela pelo cabelo e chegou perto do ouvido dela, sussurrava coisas que eu não ouvia da onde eu tava, mas que tinham deixado a Yes ainda mais excitada.
Eu caminhei até a mesa de boa, não queria interromper eles, mesmo assim eles me olharam e ficaram nervosos por um momento, me olharam e viram que eu sentei sem falar nada, eles se entreolharam e soltaram uma risada juntos, do jeito que ela tava de costas, ele começou a despir ela, baixou o vestido dela e deixou ela só de babydoll, o Alonso babou quando viu o que tinha por baixo, desceu até a bunda dela e deu um beijo sonoro, se levantou e a Yes virou o corpo pra ficar de frente pra ele, olhou pra ele como quem pergunta "o que achou", Alonso pegou ela pela cintura e levou ela até a cama mais perto, deitou ela de costas e abriu as pernas dela, fez um oral nela que fez a minha mina gemer, ela tava super excitada e não demorou pra Gozar. Alonso se afastou de mim e sentou na beira da cama, procurou logo o meu pau, acariciou por cima da calça e desabotoou pra pegar direto na mão dele, assim bateu uma pra mim um pouco, mas a pressa do Alonso já tava aparecendo.
Tirou calça e camisa, Alonso ficou só de regata, daquelas que usam por baixo da camisa, meia e sapato, pouco atraente, mas não queriam perder mais tempo. Alonso virou a Yes na hora e colocou ela de quatro, vestiu a camisinha e, do jeito que tava, começou a meter. Não foi difícil, o tamanho era normal, uns 12 cm no máximo, mas isso sim, bem grosso. Além disso, a Yes já tava lubrificada pelo oral. Era um espetáculo e tanto, o corpo bruto do senhor Alonso contrastava com o corpinho da minha esposa, ele empurrava todo o peso contra ela, então a Yes tinha que arquear as costas a cada estocada. E ainda por cima, o barulho da cama era inevitável. Sendo um motel tão popular, a real é que as camas eram meio velhas, colchões de mola com certeza, o que fazia o quarto encher com aquele rangido clássico de cama antiga.
Por causa da diferença de altura, Alonso puxou a Yes pra beirada e ficou de pé no chão pra ter ela mais ao alcance, meteu de novo, mas a idade sempre aparece, o físico não aguentou, então teve que levar ela até um cavalete que tinha no quarto. Colocou ela em cima dele, apontou o pau na entrada da buceta e enfiou. Depois de uns momentos assim, aceleraram os movimentos, chegaram ao orgasmo, se levantaram e a Yes foi pra cama deitar, enquanto Alonso pegava outra cerveja e recuperava o fôlego.
Com toda a naturalidade, a gente conversou sobre o que rolou. Os dois tinham gostado, isso era mais que óbvio pelo espetáculo que deram. Alonso ia tomar um banho, mas pedi pra ele deixar eu ir no banheiro primeiro. Sem problema, ele cedeu o lugar, fui lá. mijar e fiquei mais um tempinho pra clarear a mente, tava com o pau durasso, mas como falei antes, tinha decidido não bater uma pra não perder a linha e deixar o ciúme me foder, relaxei, ia aproveitar a hora que o Alonso fosse tomar banho pra meter na Yes, igual tinha rolado no encontro com o Diego.
Com esse pensamento, saí do banheiro e fui na direção deles, não escutava conversa nenhuma, mas quando virei o corredor, ouvi a respiração ofegante da Yes, a cena que vi era bem diferente do que eu tinha imaginado uns minutos atrás, o senhor Alonso tava com a Yes em cima do cavalo, de cara pra baixo e a bunda pra cima, enquanto ele enfiava os dedos na buceta dela, deslizavam fácil, metendo um primeiro e depois dois, parava e dava uns tapas na bunda dela com a mão, tava de camisinha e o pau duro de novo, colocou na altura da buceta dela e enfiou, não manteve os movimentos constantes de antes, tirava e enfiava, fazia ela sentir tudo lá dentro, tirava ele pra fora e dava umas palmadas com ele na entrada da buceta dela, acelerou o ritmo das batidinhas com a ponta do pau e de repente, saiu líquido de dentro da buceta da minha mulher.
O senhor Alonso tinha provocado um squirt bem forte, eu sabia que minha mulher era multi-orgásmica e uma vez já tinha conseguido um squirt, mas não tinha saído tanto líquido como agora saía da buceta dela, de novo enfiava os dedos e repetia o mesmo jogo, umas palmadas e mais líquido, dava pra ver escorrendo pelas pernas dela, fui me sentar na beirada da cama pra observar de perto, mas quando passei do lado deles, quase escorreguei, não tinha reparado no chão onde eles estavam, mas tinha uma poça considerável, não acho que fiquei muito tempo fora, mas foi o suficiente pra provocar tudo isso na minha mulher. Sentei na cama, Yes, não me noto, tava com a cara colada no cavalete, o rosto dela tava vermelho e o olhar perdido, Alonso me olhou, mas a cara dele tava mais séria, sem falar nada levantou a cara da Yes e fez ela colocar as mãos no cavalete pra se segurar, se posicionou atrás dela e meteu, agora sim com movimentos constantes, ela gemia, ou melhor, gritava.
A: cê gosta?
Y: siiiim
A: do que cê gosta
Y: da sua pirocaaa
A: me fala o que você é!
Y: sou uma putaaa
A: você é uma foxy infiel
Y: sim, sou uma vagabunda infiel!
A: e seu marido?
Y: …sei lá
A: o que é seu maridinho?
Y: é… um corno!, ahhhhh!
A: cê gosta de trair seu corno
Y: sim, adoro botar chifre no meu marido, aiiiii!
Alonso levantou a cara dela pra que ela pudesse me ver, quando me viu ficou mais vermelha do que já tava, virou a cara pra não me olhar nos olhos, mas o Dom Alonso continuou com o jogo dele.
A: cê ouviu, corno?
K: … sim, senhor
A: ouviu como agora ela é minha puta?
K: sim, senhor
A: vamos, vagabunda, fala pro seu marido de quem é a puta?
Ela não aguentava a vergonha, ficou calada com a cara baixa, enquanto Alonso continuava metendo. Deu um tapa na bunda dela e mandou de novo.
A: vamos, foxy, não precisa ter vergonha, seu marido ia gostar de ouvir, ou não?
K: …sim
A: vai, pede você mesmo!
K: fala, meu amor, o que você é?
Y: …sou … uma putaaa
K: puta de quem?
Y: do Dom Alonso
K: e eu?
Y: … um cornoooo!
A: ah, vou gozar, vadiazinha!
O senhor Alonso não aguentou mais, tirou o pau de dentro da Yes e gozou na bunda dela, ela ficou de bruços, recuperando o fôlego e imagino que envergonhada pelo que aconteceu. Depois de uns minutos assim, ela se levantou e sentou na beira de uma das camas, enquanto Alonso e eu já conversávamos de novo.
A: espero não ter exagerado, alguns casais gostam que eu trate eles assim
K: não se preocupe, a verdade é que foi diferente, mas não acho que foi incômodo
A: é que você tem uma esposa muito gostosa e a maneira como aconteceu me deixou super excitada
K: imagino, foi um verdadeiro espetáculo
A: sim, molha pra caralho, imagino que você já sabia
K: sim claro, eu sei
Menti pra ele não se achar muito e porque senti que negar seria humilhante pra mim, e já mais calma, se reintegrou.
A: espero que tenha curtido tanto quanto eu
Y: sim, foi bem gostoso
A: pedi desculpas ao seu marido, espero que não tenham se ofendido com minhas palavras
Y: pelo contrário, ele falar assim comigo me acendeu ainda mais
A: então melhor ainda, é pra isso que eu faço, pra vocês aproveitarem
Y: sim, curti muito e acho que meu marido também
K: sim, teve algo de prazeroso
Sem muito mais o que fazer, ele nos levou de volta ao ponto de encontro e nos despedimos. Já em casa, nos devoramos de novo enquanto relembrávamos o que tinha rolado horas antes. A situação tinha sido diferente do planejado originalmente, mas a verdade é que a improvisação do Dom Alonso tinha sido prazerosa pra gente. Tínhamos descoberto um novo tesão: ser dominados por eles. O sexo foi tão intenso quanto da outra vez, e a gente consolidou a ideia de que definitivamente esse estilo de vida era pra nós. Todo aquele mundo de prazer baseado em consentimento mútuo e para o deleite dos dois, os cornos na minha presença, o sexo com estranhos, a discrição que o anonimato trazia. A gente tinha nossa fórmula e continuaria assim, ou pelo menos, era o que eu imaginava.
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