Acampando com a gostosa e os amigos

Esta é uma continuação. Para entender melhor, você pode ler os relatos anteriores, mas não é tão necessário. Depois de algumas horas de convivência, uma dança intensa e alguns drinks com pouco álcool, o evento terminou. Esperei um tempo para minha namorada sair de uma conversa com o gerente e fomos embora. Naquele dia, não aconteceu nada interessante, embora meus pensamentos sempre comparassem minha namorada com qualquer mulher que passasse na minha frente — se ela gostaria, se ele estaria com pau duro, etc.

Faltava pouco para as férias acabarem. Um dia, enquanto buscava minha namorada na casa dela, ela me disse que os pais dela voltariam mais cedo, mas que teve a ideia de ir acampar no sítio. É um lugar muito grande e tem um lago enorme. Quando ela me contou, achei a ideia ótima. Combinamos de definir os detalhes no fim de semana.

Naquela noite, tive uma conversa comigo mesmo para evitar ter aqueles pensamentos onde minha namorada era usada e tudo o que me vinha à cabeça no contexto de tesão, e que desse acampamento a gente voltasse à normalidade.

No fim de semana, fui buscar minha namorada para comprar as coisas que faltavam para acampar. Ficamos dando voltas, fizemos uma lista de coisas que eu considerava necessárias e tudo estava normal, até que minha namorada mencionou comprarmos uma churrasqueira, porque tinham sugerido a ela que seria uma boa ideia fazer churrasco. Fiquei pensativo e não estava entendendo. Perguntei à minha namorada:

— Por acaso você convidou alguém ou seus pais vão?

— K: Não, o que acontece é que eu estava conversando com a Paola e ela sugeriu que a gente fosse todo o grupo antes de voltar às aulas. Eu tinha esquecido de te contar, mas agora me lembrei e pensei na churrasqueira e falei assim do nada. O que você acha? Se quiser, eu digo que não. Ou o que você pensa?

Eu disse que não tinha problema, automaticamente. Embora, na verdade, tenha voltado aos meus pensamentos, me perguntei se o Andrés iria. Compramos a churrasqueira e o que precisávamos para nossa barraca na... Ontem à noite recebi uma mensagem no WhatsApp onde minha namorada tinha criado um grupo e pude ver que o Andrés estava nesse grupo. Nos outros dias, ficaram combinando o que cada um ia levar e discutindo detalhes sobre o assunto. Combinamos de sair na quinta-feira e voltar na segunda de manhã. Como a viagem levava 4 horas, decidimos sair às 5 da manhã de quinta. Minha namorada e eu dormimos juntos na quarta à noite, e na quinta às 4:40 já estavam todos chegando em casa. Eu estava meio grogue porque não tinha conseguido dormir direito, pensando no que ia acontecer, e não queria pensar nisso, queria voltar à minha vida normal.

Para não me alongar muito, era o mesmo pessoal da vez do antro, só que agora o irmão do Andrés estava junto. Achei que era uma boa ideia e que isso o manteria na linha. Além disso, a Paola convidou uma amiga dela chamada Karina, uma mulher bonita, nada espetacular, mas diferente das outras garotas, ela não era a mais atraente, porém era muito bonita. O que mais chamava atenção é que ela tinha lábios de chupadora e o resto devia ser proporcional: bunda boa e peitos médios.

Éramos vários carros: Andrés, o irmão dele e Carlos foram no carro dos pais do Andrés; Juan, José e seus parceiros foram em outro carro junto com a Karina; Victor e Fabián em outro; e nós fomos no meu carro.

Depois de uma longa viagem, nos organizamos, cumprimentamos os cuidadores do sítio dos pais da minha namorada e fomos para o terreno ao lado do lago. Começamos a montar tudo e combinamos de nos apressar para poder tomar café da manhã, porque na correria pelo menos nós não tínhamos comido nada. Durante a arrumação das barracas, me sentia muito ansioso perto do Andrés e da minha namorada, não conseguia evitar.

É importante esclarecer que as barracas foram divididas da seguinte forma: minha namorada e eu; Juan e a namorada dele; José e a namorada dele; Karina, Carlos, Andrés, Pablo, Fabián e Victor. Foi assim que se dividiram, e outros compartilharam com seus parceiros. Depois de nos instalarmos, começou a convivência e tudo parecia tranquilo. Comemos a carne e ficamos conversando, cada um no seu canto, até que o irmão do Andrés começou a dizer se a Karla tinha me contado tudo o que aprendeu na luta.

K: Ele não se importa com esses assuntos, e foram só umas 4 sessões, então muito que aprendi, bem, não foi muito.

P: Podemos praticar mais tarde ou nesses dias que estivermos aqui.

K: Vamos ver, porque fazer esse tipo de movimento com álcool na cabeça não me parece uma boa ideia.

A interação entre Karla e Andrés era bem básica, mas dava pra notar como Andrés olhava pra minha namorada. A maioria estava de pijama ou maiô e camisetas de alcinha, mas a Karla estava usando um short de lycra super curto e justo e uma camiseta de alcinha esportiva larga.

Naquele dia, todo mundo dormiu cedo. A gente ficou carregando umas coisas pra fazer uma fogueira e mantê-la acesa nesses dias, porque como fica do lado de um lago, faz muito frio, e com a madrugada, todo mundo decidiu dormir cedo.

No dia seguinte, eu acordei lá pelas 9 da manhã e minha namorada já não estava do meu lado. Senti uma pulsação no peito e me arrumei pra sair. Quando eu tava saindo, o Carlos estava indo pra barraca e me disse, acho que sarcasticamente:

— Vai perder o treino da Karla?

Fiquei um pouco confuso. E ao sair, vi que o Pablo, irmão do Andrés... Não acho que eu tenha autoridade pra dizer se é luta ou não, mas pra mim parecia muito estranho, porque eles estavam lutando tipo agarrados pela mão, jogados no chão. Minha namorada tava jogando ele com o corpo dela pro chão, e ele tava jogando a pelve dele pra cima da minha namorada pra conseguir se levantar, mas minha namorada ficava aberta, sentada na pelve dele. E mesmo sendo um menino pra mim, não pude evitar pensar se ele tava fazendo com malícia. Procurei com o olhar o Andrés e vi que ele tava na barraca dele, mas tava vendo o que eles estavam fazendo e gritou lá do fundo:

— Agora é a minha vez!

O Carlos se aproximou de mim pelo lado e me disse:

— Você me deixaria lutar com ela? Pelo hálito dele, percebi que já estava bebendo. Só respondi, de maneira nervosa: "Haha". Eu observava o rosto da minha namorada, tentando detectar algo — não sabia se estava tudo bem ou não. De repente, ele a empurrou com força suficiente para fazê-la girar, e agora ela estava no chão, de barriga para cima, ainda segurando ele com as pernas, pela pelve. Não consegui evitar ficar excitado. Tentei disfarçar, só passando a mão no meu volume de vez em quando, até que notei que Karina estava me observando.

Fui pegar uma cerveja e, quando voltei, minha namorada estava de bruços, de bunda pra cima, e Pablo estava encostando o membro inteiro nas nádegas dela. Não sei o que minha namorada pensou naquele exato momento, mas sei que ela sentiu tudo que Pablo tinha, porque quando se levantaram, ela estava muito corada. Ela passou por mim e foi pegar uma garrafa de água. Eu disse, brincando: "Você se deixou dominar por um menino", ao que ela respondeu, maliciosamente: "Esse menino tem mais com que dominar do que você". Esse comentário me esquentou e, a partir daquele momento, já não o via da mesma maneira. Será que ela se referia ao caráter?

Depois da hora da comida, percebi que Pablo procurava minha namorada demais. Eu via que Andrés só observava — não sei se ele tinha dito algo a ela ou se, de alguma outra forma, eles tinham tido algo no esportivo. Em um momento, todos foram comprar mais cerveja e uns tequilas para jogar mais. A noite estava um pouco fria, mas não tanto. Ficamos só Andrés, Pablo, minha namorada e eu. Desde que soube que íamos ficar só nós, minha pele arrepiou e minha mente não parava de pensar em coisas.

Minha namorada e eu combinamos de ir à loja tomar umas cervejinhas para espantar o frio. Ela foi pegar as cervejas, mas quando demorou a voltar, fui procurá-la. Justamente quando ela estava chegando no cooler, vejo Pablo dizer: "Quer que o frio passe?" e a carregou pelas panturrilhas, correndo em direção ao lago. Mesmo não sendo muito fundo... você pode mergulhar gostoso, só estavam eles dois e como já estava escurecendo, de onde eu estava observando, eles não me notavam. Aí vejo que depois de mergulharem, minha namorada se joga nele e tenta afogá-lo brincando, e Pablo a levanta pelas pernas, mas uma das mãos dele acaba enfiando entre as nádegas e na buceta da minha namorada. Eu tive uma ereção imediatamente e, mesmo depois que ele a jogou na água, eu quis ir até a loja me masturbar, mas esperei para ver o que mais acontecia. Depois ficaram tipo lutando na água e, justo quando achei que a ação tinha passado, Pablo grita para minha namorada: "Ei, isso é trapaça!" e vejo que minha namorada tem a cueca do Pablo na mão. Fiquei muito nervoso, pensando: então agora ele está pelado ou usando algo por baixo? E então Pablo saiu da água e sim, ele estava realmente pelado. Minha namorada viu e eu também vi. Me impressionou, ele não tinha a mesma pica que o irmão, mas era muito maior que a minha e mais grossa. Até no escuro dava para ver. Minha namorada disse, maliciosamente: "Ai, meninão". Num instante, Pablo saiu correndo da água, alcançou minha namorada, a pegou pela cintura de novo e a jogou na água. Mas dessa vez eles se atacaram um ao outro e começaram a se acalmar juntos. Dava para ver um pouco de movimento, só dava para ver a cabeça da minha namorada. Estava um pouco escuro, então não dava para ver tudo, mas dava para perceber que estavam se mexendo, só que mais devagar. Achei que já era suficiente e que eu tinha que intervir ou mostrar que eu estava presente, mas justo nesse momento ouvi um gemido da minha namorada. Prestei mais atenção e busquei um ângulo melhor para ver mais. E ouvi: "Pablo, por favor, não faça isso." "Por que não?" respondeu Pablo. Era um tom sério da minha namorada, mas ao mesmo tempo não muito seguro. Aí vejo minha namorada começando a tentar sair da água e Pablo a seguindo, segurando, mas eles conseguem avançar para um lugar mais... visível, então ficam expostas. Pablo estava enfiando as mãos dentro da buceta, uma na buceta e a outra estava segurando um peito. Vejo que ela quer se soltar, mas justamente essa foi uma das melhores cenas que já vi, porque ela queria sair dali, mas ao mesmo tempo não, e Pablo não queria deixá-la ir.

Então ele a solta. Vejo como Pablo observa para ver se nas barracas dá para ver algo, mas não vê nada. Então ele sai e se joga contra Karla, puxando-a para ele. E vejo como ela agarra a pica dele, dura e nua.
— Viu que você quer! Gosta do que está vendo? — exclama Pablo.
Nisso, vejo que ele a puxa para perto e a apalpa por todos os lados.
Ela só exclamava:
— Por que você faz isso? Tá fazendo tão complicado…
— Desculpa, não consegui me segurar. Tanto antes, no carro esportivo, quanto agora aqui, te vendo.
Pablo fica pensativo, suponho que analisando que quase, quase a estava forçando, embora eu visse de forma bem diferente.

Ela o solta, suspirando, e ele a deixa. Ela se dirige para as barracas, e eu vou correndo para a nossa.
Deito e finjo que estou dormindo. Nisso, escuto Karla abrindo o zíper e pensei que fosse deitar, mas não. Sinto como ela me puxa e me vira de barriga para cima, começando a tirar minha calça. Fiquei muito, muito nervoso e disse, ainda fingindo estar dormindo:
— O que te deixou tão excitada?
Nisso, ela agarra minha pica e sente ela dura e molhada, e me diz:
— O que é isso?
Eu digo:
— Ora, uma pica. Sua pica.
Ela ri e começa a me beijar como desesperada. Eu sabia perfeitamente o que estava acontecendo. Enfio os dedos nela e, surpresa, ela estava escorrendo a jatos.

Nisso, ela sobe em mim, montando em mim, fazendo movimentos para frente e para trás. Estava descontrolada, enquanto me beijava e agarrava pelas costas. Depois, ela desce, tira minha pica e começa a chupá-la toda, como desesperada. Eu só resisti uns 2 minutos e gozei enormemente na boca dela, tão gostoso. E quando isso aconteceu…

Minha namorada, secamente, me disse:
— Isso foi tudo?!!!
Eu, feliz da vida, respondi:
— O que foi? — esquecendo que ela estava no modo puta no cio. Na escuridão, vejo uma silhueta passar ao lado da barraca. Eu disse: e agora? Ela sai correndo. Depois da minha grande façanha, subo meu moletom e fico pensando um minuto, então lembrei que talvez fosse o Pablo e saí atrás dela.

Onde nós estávamos tem um caminho de terra que é passagem de carros, e do outro lado tem o lago, mas ao redor há árvores e plantas, um pouco úmido. Segui minha namorada um pouco na direção que imaginei que ela tinha ido, e então comecei a ouvir murmúrios. Fiquei em silêncio, colado numa árvore grossa, e vi de onde vinham as vozes. Caminhei um pouco na direção delas com muito cuidado, porque havia folhas secas.

Não conseguia ver bem porque estavam de costas para mim, e teria que dar uma volta grande para não me verem, mas dava para ouvir suficientemente bem. E então ouvi minha namorada reclamando:

— O que você queria fazer há pouco?

E então ouvi o Pablo dizer:

— Nada, só estávamos brincando.

Acho que ele disse isso porque não entendeu as intenções da minha namorada.

— E por que você estava nos espiando na barraca com meu namorado?

— Não estava espiando, só estava passando e ouvi suas reclamações.

Eu precisava vê-los de frente, então me arrisquei, dando a volta. Na escuridão era fácil não me verem, mas pelo barulho das folhas talvez sim. E então os vi: minha namorada tinha encurralado o Pablo. O que a tesão não faz, pensei, embora não entendesse muito bem as intenções da minha namorada. Sei que perdi uma parte da conversa, mas consegui ouvir que continuaram.

Ela perguntou a que ele se referia com o que aconteceu no esportivo.

— É que você sempre usava suas leggings e como você rebolava, eu sentia que você provocava todo mundo.

— Mas se é assim que eu ando, seu tarado! — Pablo disse comicamente.

— Pois então me desculpe.

Minha namorada se afastou dele, como se estivesse meditando no que estava fazendo depois do que ele estava dizendo. Mas quando ela estava se retirando e deu as costas para ele, Pablo a agarrou. da cintura e puxou ela para perto, fazendo com que a bunda da minha namorada ficasse diretamente no pau dele. Então Pablo começou a dizer: "Tá, você quer pau, mas fica de difícil, assim sempre, você é uma putinha", enquanto esfregava o pau na bunda dela. Eu via o rosto da Karla de prazer. Com o boxer do Pablo (era um esportivo, daqueles que se usa para correr) e as leggings da minha namorada, ela devia estar sentindo tudo. "Desde que te vi, sempre pensei que você era bem tarada, e olha que não me enganei." Enquanto isso, minha namorada só se deixava tocar e aproveitava como ele esfregava o pau nela. Pablo pegou nos peitos dela enquanto fazia um vai e vem como se estivesse comendo, e pouco a pouco Karla foi se posicionando para sentir mais, levantou a bunda e Pablo habilmente agarrou os peitos dela e começou a beijar seu pescoço, enquanto dizia: "Como eu adoro sua bunda, vejo como todos olham pra você, como desejam essa bunda perfeita que você tem." Minha namorada só gemía. Ao longe, ouviu-se um barulho: era Andrés, e eles tiveram que parar. A atitude do Pablo me fazia acreditar que ele não sabia de nada do que aconteceu entre minha namorada e Andrés. Minha namorada e Pablo se separaram. Eu tive que ir para a área das barracas, fiquei esperando. Em três minutos, chegou minha namorada dizendo que tinha ido ao banheiro. Os banheiros ficam um pouco afastados de onde estávamos, porque ficam tipo na área da casa; é um sítio e tem uma área de construção. Há banheiros para os funcionários, e é o que fica mais perto. Os caras chegaram cerca de uma hora depois, e eu não tinha estado... estávamos abraçados. Eu, sinceramente, não conseguia parar de pensar em outra coisa além do que tinha visto e ouvido, e não sei como, mas não parava de ter ereções. Eles trouxeram comida, comemos, e ela diz que um tempinho deitada. Eu levei a comida para ela, depois ela se levantou e começou o clima de beber: cerveja e tequila era o que tinha. A tequila estavam guardando para um jogo. Eles ficaram sugerindo jogar garrafa ou cartas com prendas, mas eu e Victor alegamos que tinha uns que... quase não estavam usando roupa, seria muito injusto e criamos um verdadeiro desafio, mas neste você tinha que dizer uma verdade ou responder uma pergunta e, se não quisesse, teria que cumprir um desafio. Se não quisesse fazer nenhum dos três, teria que tomar um shot de tequila. Então, era um pouco mais democrático, porque você podia não revelar sua vida ou não cumprir os desafios estranhos deles, mas ia acabar ficando bêbado. Só nos certificamos de que todos tivessem comido bem para ninguém ficar em desvantagem. Nos acomodamos em círculo, temos uma mesa onde íamos colocar as coisas, então nos posicionamos ao redor da mesa e começamos. Combinamos de fazer no sentido horário. Na sua vez, você podia desafiar alguém, perguntar algo a alguém ou aceitar a punição do shot. As regras eram: não podia dedicar algo a todos, não podia desafiar todos ao mesmo tempo, tinha que ser por pessoa, e não podia ser algo como transar com alguém, ou seja, não podia desafiar alguém a fazer algo contra a vontade. Os que estavam em casal, aceitamos alguns bailes, mesmo que não estivessem tão específicos. E começamos, iniciamos com José. No início, os desafios eram bem bobos, mas conforme foram rolando alguns shots, o clima foi esquentando e a situação começou a ficar um pouco tensa. Acho que começou a subir mais do que o normal quando Pablo me perguntou: "Quanto você tem?" ou shot. Entendi o ponto dele e preferi o shot. A verdade é que o copo dos shots não era tão pequeno. Depois, minha namorada desafiou Pablo a entrar na água, e já estava fria, mas Pablo não hesitou e foi. Quando chegou a vez de Pablo, ele desafiou minha namorada a fazer a mesma coisa. O curioso é que dava pra ver o membro dele marcando por baixo do boxer, e na minha namorada, os peitos marcavam. A lycra já marcava o que tinha que marcar, estivesse molhada ou não. Depois de vários shots, comecei a me sentir mais solto e excitado. Num ato suicida, desafiei minha namorada a dançar com Karina. Achei que ela ia tomar o shot ou escolher a... pergunta, mas não, e começaram a dançar e não foi só um pouquinho, colocaram uma música inteira e minha namorada se soltou como nunca tinha visto. Ela queria se sentir desejada por todos que estavam presentes. Embora eu tenha começado a ter um pressentimento de que a Karina gostava da minha namorada, elas dançaram gostoso pra caralho. Quando acabou, tanto o Andrés quanto o Pablo estavam com umas barracas armadas nas cuecas e minha namorada percebeu. E eu percebi que ela tinha percebido. A Karina me olhava estranho, me encarando como se estivesse tentando decifrar algo.

Depois vi o Carlos sussurrar algo no ouvido do Victor, e quando chegou a vez do Victor, ele disse: "Desafio a Karla a dançar para o Carlos". Alguns reclamaram, falando que isso já ia contra as regras porque era algo sexual, mas usaram a desculpa de que eu tinha pedido para minha namorada dançar para a Karina, então não podia negar. Aí colocaram uma música pra ela e escolheram uma bem agitada. Entre os drinks e tudo, minha namorada começou um pouco distante, rebolando um pouco longe, mas conforme o ritmo da música foi aumentando, ela foi se aproximando até terminar rebolando em cima dele. O Carlos estava extasiado. Eu notei minha namorada muito excitada com o pau duro do Carlos. A maioria de nós já estava meio alto. Vi o Carlos agarrar a bunda dela, levantar um pouco e esfregar nela.

A música acabou e ficou por isso mesmo, mas notei que minha namorada começou a olhar pro Carlos de um jeito diferente. Eu estava morrendo de vontade de bater uma depois. Aí a Paola desafiou minha namorada a dançar pra mim. Ela dançou e sentiu como eu estava duro. Nos beijamos, agarrei a bunda dela, aproveitei ela toda, e ao mesmo tempo foi um erro, porque estava deixando ela cada vez mais excitada.

Quando chegou a vez da Karina, ela me perguntou se eu tinha uma fantasia que minha namorada não sabia. Eu disse que não. Ela falou que eu estava mentindo, e eu insisti que não tinha nenhuma fantasia. Ninguém acreditou, então tive que tomar o shot.

Depois de alguns desafios bestas, chegou de novo a vez da Karina, e ela desafiou minha namorada a dançar por 15 minutos para o Pablo. como eu tinha quebrado aquela regla, então tínhamos que aceitar. foram os 15 minutos mais longos e excitantes. minha namorada dançou pra ele, perdeu a vergonha, montou nele, cavalgou. dava pra ver no rosto dela como ela sentia a rola do Pablo, bem dura, e as expressões dela mudavam, fazia caretas de excitação, mordia os lábios. e como ambos estavam molhados, tenho certeza que se ninguém estivesse ali, eles teriam ido trepar, e trepar com força. dava pra sentir a tensão. e depois teve outros quantos desafios e perguntas triviais, e quando a vez voltou pra Karina, ela desafiou minha namorada a dançar agora pro Andrés. e quando minha namorada começou a dançar pro Andrés, eu percebi que a Karina me olhava, mas me olhava de maneira penetrante, como se me analisasse. eu não conseguia evitar a excitação, sim, além do mais eu tava com o pau duro como pedra. me sentia todo corado pelas escolhas que tinha feito e pelo boquete da minha namorada, mas continuava de pau duro. a dança com o Andrés foi mais intensa que com o Pablo, eles já se queriam e naquela dança parecia que estavam transando. lembro que o Fabián ficou atrás de mim e tocou no meu ombro enquanto eu via aquilo, e em um dado momento minha namorada virou e me olhou enquanto balançava a bunda de um lado pro outro sentada no pau do Andrés. aí o jogo acabou porque o Juan estava vomitando e passando mal, a namorada dele o levou pra barraca, e nós ficamos lá conversando. eu já estava bêbado, mas não tanto, só estava mais solto, mas o que realmente sentia era muito tesão. depois de meia hora, a Karina sugeriu que a gente fosse dançar um pouco pra baixar a vibe e queimar o álcool dançando. a gente começou a dançar, mas eu percebia que o Pablo procurava minha namorada, e o Andrés também, mas quando o Andrés se aproximava dela, o Pablo não fazia nada, se afastava. eu tentava ficar de olho, mas também percebia como ela meio que se deixava levar, não sei. depois de dançarmos um tempo, o Andrés foi dormir. Ele aguentou, disse que já estava muito tonto e estava ficando com a sensação de helicóptero, quando tudo começa a girar. Depois que ele foi embora, minha namorada e eu ficamos dançando um pouco e, quando paramos, esse Pablo se aproximou de mim e disse: "Ei, posso dançar com a Karla?" Eu fiquei com os nervos à flor da pele e senti meu pau endurecer de repente. Eu disse: "Tá, tudo bem, mas só brincando", e completei: "Mas você é pequenininho". Minha namorada, em tom de reclamação, me disse: "Ele é maior que você". Senti como se meu sangue parasse e começasse a circular ao contrário.

Eles começaram a dançar e, umas duas músicas depois, o estilo musical mudou, começaram a tocar reggaeton e minha namorada e o Pablo começaram a dançar como se não houvesse mais ninguém ali. Eu estava sentado, observando eles, e queria me enfiar na loja — não estava pensando muito bem por causa do álcool que tinha na cabeça. O Carlos sentou ao meu lado e me perguntou: "Ei, me deixa dançar com ela também?" Eu respondi: "Sim, sim, sem problema". Uns cinco minutos depois, esse Carlos se aproximou e disse ao Pablo: "Bom, agora é a minha vez". Minha namorada olhou para ele com uma expressão estranha, mas depois se prepararam para dançar e, conforme as músicas iam passando, minha namorada foi ficando mais solta, cada vez mais.

A Karina se aproximou com o Pablo, disse algo no ouvido dele e começaram a dançar. Eu via que eles riam e sussurravam coisas no ouvido um do outro, e de vez em quando olhavam para mim. Eu me senti estranho e muito excitado. Eu tinha ido com a ideia de melhorar meu relacionamento, mas não dessa maneira.

Uns 20 minutos depois — porque tomei umas cervejinhas —, vejo que a Karina e o Pablo se aproximam com o Carlos e fazem tipo uma rodinha dançando. Eu estava quase fechando os olhos, porque estava caindo no sono, quando vejo que eles começam a fazer "Eh, eh, eh, eh, eh, eh, eh". Abro os olhos e vejo que, entre os três, estão apalpando a Karla.

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