Moro numa área meio esquecida do meu país, dá pra dizer que tô na fronteira entre a cidade e o interior, onde a diferença econômica é enorme. Por sorte, na minha família sempre vivemos muito bem, até somos conhecidos como uma família bem de vida.
Pela região, tem um templo de uma religião meio estranha, tipo uma mistura de cristãos com testemunhas de Jeová, não conheço direito. Mas todo ano tem uma semana inteira de "festival" onde todos os fiéis se reúnem, e já virou costume eles pedirem abrigo nas casas de quem mora por perto. Às vezes até ficam em escolas ou prédios do governo aqui da área.
Já acostumamos, e no começo achávamos estranho, mas meu pai começou a receber várias famílias na nossa casa porque um dia eles ajudaram ele num acidente que ele teve, e desde então ele se sente em dívida. Faz uns 12 anos que recebemos alguma família, e todo ano é uma nova.
Normalmente, o que a gente faz é: meus pais dormem no quarto deles, minha irmã e eu ficamos no meu quarto (ela na cama e eu num colchão inflável), e no quarto da minha irmã ficam os visitantes.
Minha irmã é 2 anos mais velha que eu e, sinceramente, tem um corpo de dar água na boca.
Essa história aconteceu quando eu tinha 18 anos e minha irmã 20. Nessa ocasião, recebemos um casal meio estranho, porque ele tinha uns 40 anos enquanto ela mal chegava aos 25, mas meu pai não era de julgar, só dava abrigo pra eles.
Desde que chegaram, notei que o cara não tirava os olhos da minha irmã, mas tentava acreditar que eu tava confundindo as coisas.
Os primeiros dias foram tranquilos, não aconteceu nada fora do comum, até que chegou a noite do terceiro dia. Todo mundo já tava dormindo, era umas 2 da manhã, mas alguma coisa me acordou. Abri os olhos e consegui ver que minha irmã tava no celular. Quando ia perguntar se ela tava bem, percebi que ela tava se masturbando. Vi ela com um peito de fora, o celular na mão esquerda e a mão direita debaixo das cobertas. Não me mexi, não sei se era a idade que me deixava com tesão por tudo, mas meu pau ficou duríssimo. Nunca tinha sentido desejo por ela, mas ao ver ela daquele jeito, não conseguia segurar a vontade de comer ela. O mamilo dela era marrom claro, quase do tom da pele dela, de tamanho médio, perfeito pra caber na boca.
Ela terminou e dormiu, e eu continuei sem conseguir me mexer porque, como tava num colchão inflável, qualquer movimento fazia mais barulho. Foi um castigo ter que aguentar sem poder me masturbar depois daquela cena.
De manhã, acordamos e perguntei se ela tinha dormido bem. Ela respondeu normal, então percebi que não tinha notado que eu vi ela se masturbando. Saímos pra tomar café e meus pais já estavam na mesa. "Já foram pra missa deles", disse meu pai, se referindo aos nossos convidados. Durante o café, minha mãe avisou que eles teriam que sair pra atender uma emergência da minha avó, mas que não podíamos deixar a casa sozinha. Embora confiássemos em receber as pessoas, não dava pra confiar totalmente a ponto de deixá-los sozinhos, então eles iam embora e eu e minha irmã ficaríamos sozinhos.
Depois de algumas horas, meus pais Foram. Eu queria encarar minha irmã para dizer que vi ela se masturbando e que queria tirar a vontade dela, mas não tive coragem. Finalmente, ela foi para o quarto dela e eu para o meu, e foi quando não aguentei mais e me masturbei para aliviar a tensão, mas bem antes de terminar, ela bateu na porta.
"Ei, preciso que você me ajude"
Guardei meu pau prestes a gozar, mas ela não ajudou em nada. Ela entrou com um vestido que deixava ver a calcinha fio dental que estava usando, graças a uma transparência nas laterais, além de ter um decote bem pronunciado que deixava à mostra suas tetas gostosas.
Ontem aconteceu uma coisa muito estranha e acho que preciso te contar."
Eu disse que podia ouvi-la, e foi aí que fiquei sabendo o que a tinha deixado tão excitada a ponto de se masturbar no meio da noite. "Ontem encontrei 3 das minhas calcinhas assim" — ela me mostrou uma fio dental cheia de porra. Caímos na real de que tinha sido o senhor que havia revirado as coisas da minha irmã. E eu percebi que ela ficou com tesão por causa disso.
"Então, o que você acha se agora eu receber ele assim e ver no que dá, mas se ele quiser passar dos limites, você grava e, antes que aconteça algo, você sai pra deixar tudo registrado."
Sinceramente, senti ciúmes e vontade de ser eu quem comesse ela ou pelo menos pudesse apalpar ela, então falei que ela era louca e que devia se trocar. Ela ficou puta, me chamou de amargurado e saiu do meu quarto.
Umas duas horas depois, meu pai me chamou pra sair e ajudar ele a pagar a internet da minha avó, já que ela não pagava há 2 meses e eles estavam ocupados cuidando dela. Meio irritado, saí de casa sem conseguir tirar da cabeça a imagem da minha irmã se masturbando. No caminho, decidi que, quando voltasse, contaria tudo o que vi e diria pra gente transar. Já tinha tudo planejado e sabia que, se fizesse as coisas direito, talvez conseguisse alguma coisa, embora também me sentisse estranho por desejá-la daquele jeito.
Demorei uns 30 minutos. Quando voltei pra casa, entrei e fui direto pro quarto da minha irmã, onde imaginei que ela estaria pra encará-la, mas no meio do caminho comecei a ouvir os gemidos dela. Eram mais altos do que eu imaginava. Achei que ela não tinha me ouvido entrar e agora eu podia chegar, encontrá-la se masturbando e provar ela, mas o que vi me deixou com o sangue gelado.
Abri um pouco a porta e a cena que vi era minha irmã com o vestido levantado até a barriga, com as deliciosas tetas dela pra fora, quicando, e debaixo dela estava o senhor de 40 anos que tinha ficado em casa. Ele chupava os peitos dela e, quando não quicavam tão gostosos, dava tapas neles. Minha irmã cuspiava na boca dela, a bunda dela tremia a cada sentada que dava, as pernas dela também tremiam mostrando que eram gordas de gordura e não de malhar, o que me deixava ainda mais excitado. O senhor segurava ela pela cintura, onde dava pra ver uma barriguinha, o que eu achava ainda mais sexy, e só ouvi: "Já vou gozar". Minha irmã levantou e encheu a cara dele de porra. Com um dedo, ela se limpou e depois chupou o dedo enquanto olhava bem nos olhos dele, e finalmente se levantou, e o senhor deu um tapa na bunda dela.
Eu tava com o pau durasso e ouvi minha irmã falar: "Vou no banheiro". Então fui direto pro banheiro pra chegar antes. Deixei a porta meio encostada e vi ela entrar, pelada com os peitos balançando, suada, com a bunda vermelha de tanto sentar e levar tapa, a barriguinha dela um pouco gordinha, as pernas também vermelhas, o cabelo solto e a buceta depilada, que dava pra ver o quanto ela tava molhada.
Eu já tinha tirado a calça e esperei ela com o pau durasso. Ela deu um sustinho e eu falei pra ela não fazer barulho. Puxei ela pra dentro do banheiro e fechei a porta atrás dela. "O que você tá fazendo!" Ela falou baixinho. "Se não quer que eu conte alguma coisa, é melhor me manter calado" falei apontando pro meu pau. Sinceramente, não tenho ele enorme, mas pelo menos maior que o do senhor era. "Você é louco!" "Desde ontem te vi batendo punheta e agora transando com o senhor, acho que meus pais não iam querer saber disso." Peguei ela pela cintura, puxei ela com força e roubei um beijo, guiado pela minha tesão. Ela resistiu um pouco, mas não sei se foi o beijo, meu pau encostando bem na buceta dela ou a combinação dos dois, mas ela entrou no jogo...
Pela região, tem um templo de uma religião meio estranha, tipo uma mistura de cristãos com testemunhas de Jeová, não conheço direito. Mas todo ano tem uma semana inteira de "festival" onde todos os fiéis se reúnem, e já virou costume eles pedirem abrigo nas casas de quem mora por perto. Às vezes até ficam em escolas ou prédios do governo aqui da área.
Já acostumamos, e no começo achávamos estranho, mas meu pai começou a receber várias famílias na nossa casa porque um dia eles ajudaram ele num acidente que ele teve, e desde então ele se sente em dívida. Faz uns 12 anos que recebemos alguma família, e todo ano é uma nova.
Normalmente, o que a gente faz é: meus pais dormem no quarto deles, minha irmã e eu ficamos no meu quarto (ela na cama e eu num colchão inflável), e no quarto da minha irmã ficam os visitantes.
Minha irmã é 2 anos mais velha que eu e, sinceramente, tem um corpo de dar água na boca.
Essa história aconteceu quando eu tinha 18 anos e minha irmã 20. Nessa ocasião, recebemos um casal meio estranho, porque ele tinha uns 40 anos enquanto ela mal chegava aos 25, mas meu pai não era de julgar, só dava abrigo pra eles.Desde que chegaram, notei que o cara não tirava os olhos da minha irmã, mas tentava acreditar que eu tava confundindo as coisas.
Os primeiros dias foram tranquilos, não aconteceu nada fora do comum, até que chegou a noite do terceiro dia. Todo mundo já tava dormindo, era umas 2 da manhã, mas alguma coisa me acordou. Abri os olhos e consegui ver que minha irmã tava no celular. Quando ia perguntar se ela tava bem, percebi que ela tava se masturbando. Vi ela com um peito de fora, o celular na mão esquerda e a mão direita debaixo das cobertas. Não me mexi, não sei se era a idade que me deixava com tesão por tudo, mas meu pau ficou duríssimo. Nunca tinha sentido desejo por ela, mas ao ver ela daquele jeito, não conseguia segurar a vontade de comer ela. O mamilo dela era marrom claro, quase do tom da pele dela, de tamanho médio, perfeito pra caber na boca.
Ela terminou e dormiu, e eu continuei sem conseguir me mexer porque, como tava num colchão inflável, qualquer movimento fazia mais barulho. Foi um castigo ter que aguentar sem poder me masturbar depois daquela cena.
De manhã, acordamos e perguntei se ela tinha dormido bem. Ela respondeu normal, então percebi que não tinha notado que eu vi ela se masturbando. Saímos pra tomar café e meus pais já estavam na mesa. "Já foram pra missa deles", disse meu pai, se referindo aos nossos convidados. Durante o café, minha mãe avisou que eles teriam que sair pra atender uma emergência da minha avó, mas que não podíamos deixar a casa sozinha. Embora confiássemos em receber as pessoas, não dava pra confiar totalmente a ponto de deixá-los sozinhos, então eles iam embora e eu e minha irmã ficaríamos sozinhos.
Depois de algumas horas, meus pais Foram. Eu queria encarar minha irmã para dizer que vi ela se masturbando e que queria tirar a vontade dela, mas não tive coragem. Finalmente, ela foi para o quarto dela e eu para o meu, e foi quando não aguentei mais e me masturbei para aliviar a tensão, mas bem antes de terminar, ela bateu na porta.
"Ei, preciso que você me ajude"
Guardei meu pau prestes a gozar, mas ela não ajudou em nada. Ela entrou com um vestido que deixava ver a calcinha fio dental que estava usando, graças a uma transparência nas laterais, além de ter um decote bem pronunciado que deixava à mostra suas tetas gostosas.
Ontem aconteceu uma coisa muito estranha e acho que preciso te contar."Eu disse que podia ouvi-la, e foi aí que fiquei sabendo o que a tinha deixado tão excitada a ponto de se masturbar no meio da noite. "Ontem encontrei 3 das minhas calcinhas assim" — ela me mostrou uma fio dental cheia de porra. Caímos na real de que tinha sido o senhor que havia revirado as coisas da minha irmã. E eu percebi que ela ficou com tesão por causa disso.
"Então, o que você acha se agora eu receber ele assim e ver no que dá, mas se ele quiser passar dos limites, você grava e, antes que aconteça algo, você sai pra deixar tudo registrado."
Sinceramente, senti ciúmes e vontade de ser eu quem comesse ela ou pelo menos pudesse apalpar ela, então falei que ela era louca e que devia se trocar. Ela ficou puta, me chamou de amargurado e saiu do meu quarto.
Umas duas horas depois, meu pai me chamou pra sair e ajudar ele a pagar a internet da minha avó, já que ela não pagava há 2 meses e eles estavam ocupados cuidando dela. Meio irritado, saí de casa sem conseguir tirar da cabeça a imagem da minha irmã se masturbando. No caminho, decidi que, quando voltasse, contaria tudo o que vi e diria pra gente transar. Já tinha tudo planejado e sabia que, se fizesse as coisas direito, talvez conseguisse alguma coisa, embora também me sentisse estranho por desejá-la daquele jeito.
Demorei uns 30 minutos. Quando voltei pra casa, entrei e fui direto pro quarto da minha irmã, onde imaginei que ela estaria pra encará-la, mas no meio do caminho comecei a ouvir os gemidos dela. Eram mais altos do que eu imaginava. Achei que ela não tinha me ouvido entrar e agora eu podia chegar, encontrá-la se masturbando e provar ela, mas o que vi me deixou com o sangue gelado.
Abri um pouco a porta e a cena que vi era minha irmã com o vestido levantado até a barriga, com as deliciosas tetas dela pra fora, quicando, e debaixo dela estava o senhor de 40 anos que tinha ficado em casa. Ele chupava os peitos dela e, quando não quicavam tão gostosos, dava tapas neles. Minha irmã cuspiava na boca dela, a bunda dela tremia a cada sentada que dava, as pernas dela também tremiam mostrando que eram gordas de gordura e não de malhar, o que me deixava ainda mais excitado. O senhor segurava ela pela cintura, onde dava pra ver uma barriguinha, o que eu achava ainda mais sexy, e só ouvi: "Já vou gozar". Minha irmã levantou e encheu a cara dele de porra. Com um dedo, ela se limpou e depois chupou o dedo enquanto olhava bem nos olhos dele, e finalmente se levantou, e o senhor deu um tapa na bunda dela.
Eu tava com o pau durasso e ouvi minha irmã falar: "Vou no banheiro". Então fui direto pro banheiro pra chegar antes. Deixei a porta meio encostada e vi ela entrar, pelada com os peitos balançando, suada, com a bunda vermelha de tanto sentar e levar tapa, a barriguinha dela um pouco gordinha, as pernas também vermelhas, o cabelo solto e a buceta depilada, que dava pra ver o quanto ela tava molhada.
Eu já tinha tirado a calça e esperei ela com o pau durasso. Ela deu um sustinho e eu falei pra ela não fazer barulho. Puxei ela pra dentro do banheiro e fechei a porta atrás dela. "O que você tá fazendo!" Ela falou baixinho. "Se não quer que eu conte alguma coisa, é melhor me manter calado" falei apontando pro meu pau. Sinceramente, não tenho ele enorme, mas pelo menos maior que o do senhor era. "Você é louco!" "Desde ontem te vi batendo punheta e agora transando com o senhor, acho que meus pais não iam querer saber disso." Peguei ela pela cintura, puxei ela com força e roubei um beijo, guiado pela minha tesão. Ela resistiu um pouco, mas não sei se foi o beijo, meu pau encostando bem na buceta dela ou a combinação dos dois, mas ela entrou no jogo...
3 comentários - Minha irmã, uma deliciosa tentação