Como se fue soltando mi mujer p3

Primeiro, perguntei o que ela tinha apagado e por quê. Ela confessou que tinha estado conversando com ele e, numa dessas, ele falou "vai dançar", e ela disse que não, porque senão ele ia embora. Ele falou "não, fica tranquila". Ela foi dançar e, depois de um tempo, viu ele indo embora. Ela escreveu pra ele e disse "viu que você ia embora?", e ele respondeu pra ela se divertir e curtir, que tinha gostado de vê-la e que ela estava divina, divina. Segundo ela, apagou por isso, porque do nada ele tinha dito que ela estava divina, divina e sabia que isso ia me incomodar, me encher o saco ou parecer estranho.

Eu falei que não entendia a parada dele e não entendia por que ela se escondia e apagava tudo relacionado a ele, em vez de vir e me contar, como fez com o Guy ou com o Marcos, que no fim a gente acabava curtindo junto. Ela se escondia, e eu considerava isso pior que uma traição. Porque eu dei carta branca pra ela fazer o que quisesse, desde que me contasse, e mesmo assim ela se escondia.

Ela caiu no choro e falou que a real é que ela gostava de conversar com ele quando se viam, e isso a deixava mal. Porque nas vezes que saíram, ela gostava de sair com ele, compartilhar os momentos e se divertia pra caralho, e isso também a deixava mal. Sentir isso por alguém que não era eu, ela sabia que era errado, mas não conseguia evitar.

Ela me pediu desculpas e disse que não sabia por que se confundiu com ele. Mas que o que ela sabia é que me amava e não se imaginava, e não queria uma vida sem mim. Eu falei que entendia ela e que não tinha nada de errado se ela se sentia bem passando um tempo com outra pessoa que não fosse eu, que ela não precisava ficar mal por isso. Se gostou de outra pessoa, beleza, que não ficasse mal por isso. Mas o que tava errado era não ser sincera comigo, se esconder, ainda mais com a confiança que eu dei e tudo que eu falei pra ela.

Ela disse: "Bom, eu venho de uma criação onde isso é errado, e por isso me sentia assim." Eu falei que tinha percebido que ela se apaixonou por ele e que uma vez eu até falei isso, e ela negou. Aí, pronto. Ela me disse: "Não me apaixone por ele." Eu tô apaixonado por você, isso nunca mudou. Se eu me confundi com ele, foi só isso. Agora tirei um peso das costas te contando o que tava rolando comigo, dei um clique e percebi que te amo loucamente e nunca faria nada pra estragar o nosso rolê. A conversa foi mais longa, mas no fim foi mais ou menos isso. No final, eu perguntei: "Beleza, qual é a conclusão dessa conversa?" E ela respondeu que eu posso transar com quem eu quiser, desde que conte tudo pra ela. Eu falei: "Pô, não sei se é bem assim." Eu tava dizendo que não precisava mais se esconder e me contar tudo, mas também não com qualquer um. Ela disse: "Sim, isso tá claro." Aí eu soltei: "Você quer ficar com outro?" E ela respondeu: "Não sei, mas você insistiu tanto e depois de tantos anos vendo que você quer ser cuck, talvez role."

Naquela noite a gente transou, e eu perguntei por quem ela tinha ficado tão molhadinha. Se foi pelo guy, por dançar ou o quê. Ela disse que não tava com tesão. Eu falei: "Vi sua calcinha, tava encharcada." Aí ela disse: "Bom, talvez um pouquinho." E eu perguntei: "Pelo guy?" Ela respondeu: "Não, coitado do Joaquim." Aí eu falei: "Então foi pelo Marcos?" E ela disse: "É, um pouco." Perguntei o que a excitou, e ela falou: "A dança 2 e 1, muito colado, o roçar com ele e tal." Eu perguntei: "Vai atrás deles?" Ela respondeu: "Não sei, você quer?" E eu falei: "Sim, se você quiser e me contar tudo." Ela disse: "Sim, tá claro. Agora eu já dei um clique e a conversa esclareceu tudo."

Claramente, a gente curtiu pra caralho naquela hora, ela provavelmente imaginando ou pensando no futuro, e eu pensando no que ela falou sobre a dança. A partir daí, começou um flerte com ele. A primeira vez foi quando vi as fotos da festa e percebi que ela já tinha começado ou já tava atrás dele. Ela me mostrou umas fotos em grupo, e no fundo dava pra ver ela e ele passando o braço nas costas dela. Na outra foto, quando eles tavam dançando, ele aparecia na frente ajoelhado e ela do lado, agachada também, apoiando a mão no joelho dele. Aí eu falei pra ela: "E essa mão aí?" Ela riu e disse: "Nada, foi pra não cair." Isso foi por volta de 7 de dezembro. E lá pelo dia 15, teve um jantar. Na casa de uma mina, foi geral do setor, inclusive eu. Troquei ideia com ela por mensagem e numa hora ela me contou que tinha uma piscina, que caiu e ficou toda molhada. Quando cheguei em casa, ela já vinha bem bebida e me disse que alguns dos caras foram dançar, mas como ela tava molhada, não foi porque tava com frio. Perguntei: "E não dançaram lá?" Ela respondeu: "Dançamos um pouco, mas depois que caí na piscina, chamei o Marcos pra dançar e ele não quis porque eu tava molhada." Mais ainda, falei: "Vamos dançar, tô toda molhadinha", ele riu mas não dançou. Aí nessa, ela me contou que a gente comeu como uns loucos e ela tava com muito tesão. Depois, ela ficou vendo um áudio que uma amiga mandou, chamando ela pra ir, perguntando onde tava, e falando: "Vem, o Marquinhos tá aqui." Perguntei por que a amiga disse isso, e ela respondeu: "Sei lá, deve ter falado pra ela me chamar." Porque são tudo jovem, e ele é mais da minha idade. No dia seguinte, contei pra ela o que ela mesma tinha dito que falou pra ele. Ela falou: "Ai, que horrível, sério que falei isso? Que vergonha. Depois vou pedir desculpas se passei do ponto." Eu disse: "Tá tudo bem, que otário que ele não quis dançar. Depois fala algo pra ele e me conta." E aí ela continuou se entregando, e o jogo aumentou por e-mail e WhatsApp.

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