Este é o capítulo 5 dessa história. Continuo agradecida pelos pontos, comentários e mensagens no privado que vocês me mandam. Passou mais de um mês desde aquela última manhã em que ele me tocou. Eu continuava na mesma, trabalhava, ia na casa da minha mãe, batia papo, saía com as amigas e voltava pra casa, cozinhava pro Luqui e via TV, não mudava minha vida. Até que um dia aceitei um encontro com um cara mais velho, de 45... Não deu certo, nem nos beijamos. Os dias passavam e não tinha nada, nem notícia, nem mensagem, nada. Tava chegando a época das provas do Luqui, então ele passava o tempo todo estudando. Precisava ficar muito concentrado, por isso eu não pedia nada nem incomodava ele. Tinha dias que ele saía cedo e voltava tarde, quase não conversávamos. Os fins de semana eram bem rotineiros. Eu arrumava minha casa, cozinhava e via TV, nada fora do normal. Às vezes tinha aniversário de alguma amiga, mas só. Era sexta, último dia da semana. Saí do trabalho, normal, sem sustos no serviço, e quando saí, vi o Marcos no carro dele. Ele tava na frente do meu trabalho. Um fogo percorre meu corpo, da cabeça aos pés. Ele não fala nada, só me olha de longe e vai embora. Sentei no carro, me acalmei e fui pra casa. Fiz o trajeto inteiro pensando nele, na presença dele, em como isso ia continuar. Quando chego na porta de casa, desço e ele chega atrás de mim, mas dessa vez não sai do carro, só me olha do banco. Entro em casa olhando pra ele. A mensagem foi curta, mas clara... — Pega 5 calcinhas fio dental e sai agora, sobe no meu carro, vamos embora. Hoje você não dorme aqui... Fiquei congelada olhando o celular. Só respondi: — Sim, papai... Peguei 5 calcinhas fio dental novas que tinha, e uma sexta, aquela que ele tinha me dado naquele dia, a que dizia "do Marcos"... Saí correndo, com a roupa do trabalho, deixei minhas coisas em casa e saí, só peguei o que ele pediu. Entro no carro e ele arranca sem dizer nada. Depois de alguns minutos, ele fala: — Sentiu minha falta? — Sim, papai, meu corpo inteiro sentiu. Estranha, fico pensando em você o tempo todo... - foi minha resposta. - Gosto quando você se veste assim... office lady. - Respondo - É assim que vou pro trabalho... - Você avisou meu amigo sobre hoje? - Ela pergunta - Ainda não. Chegamos na casa dele, descemos e não tinha ninguém. Subimos pro quarto dos pais dele. Ele senta na cama e abre as pernas, me faz sinal pra sentar naquele pedaço da cama entre as pernas dele. Começa a apalpar meus peitos e desabotoa minha calça, enfiando a mão na calcinha fio dental. - Manda mensagem pra ele agora. Comecei a me molhar na hora, não conseguia me concentrar... Só consegui escrever "Oi meu amor, não vou estar pra almoçar, volto tarde, tarde." "Oi mãe, então, vou estudar até mais tarde, não sei que horas volto pra casa." Ele continuou me tocando até eu ficar toda molhada. Saio das mãos dele e me levanto, a calcinha fio dental tava molhada e a calça também, quando vou tirar a calça ele me segura e fala - Nem pense nisso. - Eu paro e me aproximo dele. Ele me dá um dos dedos molhados, eu chupo, depois o outro, chupo de novo. Ele me vira e abaixa minha calça, deixando minha bunda de fora. Eu tava com uma calcinha fio dental vinho, ele abaixa também e empurra minhas costas pra eu me curvar com as pernas esticadas pra ele poder ver. Lá estava o plug na bunda, eu tinha usado ele o tempo todo desde a última vez que ele foi na minha casa. Ele tira devagar, sem pressa... tem um close de como minha bunda estica quando passa pela parte mais grossa. Ele me solta e eu termino de ficar completamente nua, ele faz o mesmo e me manda ficar de quatro. - Hoje você vai ser minha putinha completa. Como se fala? - Ele diz - Sim, papai, por favor, arrebenta toda minha bunda, faz ela sua... - foi minha resposta. Ele abaixa bem minhas costas e sinto um frio percorrer entre as bandas da minha bunda, senti ele passando um gel lubrificante. Ele espalha com os dedos, até esfrega nos lábios da minha buceta, mas o objetivo da noite era outro e ele tinha deixado claro. Aos poucos ele começa a enfiar o pau no meu cu. Uma mistura de prazer e... A dor tomou conta de todo o meu corpo, a única coisa que eu fazia era gemer. Ele pega minhas cadeiras e se firma pra empurrar e meter tudo, mas não faz, no meio do caminho tira e mete de novo. Esses movimentos ele fazia bem devagar, diferente de como tratava minha buceta normalmente.
— Tá gostando, putinha?? — foi a pergunta dele. Eu não conseguia responder do tesão que eu sentia...
Ele me dá um tapa e pergunta de novo.
— Tá gostando de como eu arrebento teu cu, putinha?
— Siiiiim, papaiiiii, mmmmm — respondi.
— Como é que fala?
— Obrigada, papai, por arrebentar bem minha raba, por deixar eu ser sua putinha, por me treinar, obrigada por cuidar da mãe do seu amigo. — Foi o que respondi.
Ele começou a acelerar o ritmo aos poucos, o pau dele penetrava toda a minha raba e me levava a níveis novos. Era só prazer, eu não conseguia pensar em outra coisa naquele momento e ele aproveitava. Acelerou mais o ritmo e começou a me perfurar, até conseguir o que queria: minha buceta explodiu de excitação, meu primeiro orgasmo anal.
— Muito bem, putinha!!! Vem cá.
Ele senta na ponta da cama e eu montei, mas era só pra ele tirar uma foto minha no espelho. Ele se ajeita atrás, deita de barriga pra cima e me manda montar. Devagar vou descendo e, quando tô enfiando, ele fala:
— Putinha, errou de buraco, enfia no cu...
Eu saio e coloco onde ele manda e começo a montar. O prazer é difícil de explicar, sentir como ele me tratava e como arrebentava minha raba do jeito que queria me deixava louca. Ele, enquanto me olhava fixo, pegava meus glúteos com as mãos e apertava, separava pra entrar bem com o pau dele.
Ele controlava o ritmo e eu só curtia ser usada por ele, acompanhando o movimento. Ele levantava a bacia pra enterrar mais fundo, nada fazia ele parar. Pra manter o domínio, ele me manda sair e chupar o pau dele, algo que eu queria há meses. O gosto continuava delicioso, eu desejava muito aquele manjar na minha boca. Ele enterra o pau pra chegar no fundo da minha garganta, consegue me fazer engasgar. Lágrimas escorrendo. A submissão que ele conseguia de mim não se comparava a nada, tudo parecia perfeitamente orquestrado pra eu só fazer o que ele mandava. Partimos pro único buraco que não usei a tarde toda, ele se posiciona por cima de mim e começa a meter na minha buceta, não precisou fazer muito esforço, eu tava completamente excitada e em pouquíssimo tempo ele fez eu gozar. Consegui jorrar um esguicho enorme, a explosão que senti não tem comparação, foi uma delícia. Ele agarra meus tornozelos e leva pros lados da minha cabeça, começaram as marteladas na minha buceta, pouco podia fazer pra parar ele, sendo sincera, pouco QUERIA fazer pra parar. Era muito excitante ver ele me penetrando com aquela agressividade. Perdi as contas, mas ele conseguiu me fazer gozar de novo, se retira e descansa... mas a única coisa que faz é respirar, senta no sofá e manda eu sentar por cima, começou a meter na minha buceta segurando minha bunda, ele controla o ritmo, ele controlava tudo. Chegou o ponto em que ele gozou, encheu minha buceta de porra quente. Uma sensação gostosa mas perigosa ao mesmo tempo. Paramos e eu falo... —Você não tem medo de me engravidar? —Você vai fazer de tudo pra isso não acontecer, não te convém. Fui pro banheiro me limpar, saio e volto pra cama... —Coloca uma das calcinhas que você trouxe. —Sim, papai, gosta dessa? Coloco uma tanga vermelha. —Me olha.— E ele tira uma foto minha.
Até que ela se recuperou, me fez modelar as tangas, tirava fotos minhas e isso me excitava pra caralho, me deixava com muito tesão.
Quando ele termina, me faz chupar a pica dele de novo, as bolas. Eu passava a língua por toda a pica, da base até a ponta, ficava ali, chupando só a cabeça e depois enfiava tudo na boca. Soltava e chupava as bolas dele enquanto só batia uma punheta, bem de leve, tudo era muito gostoso. A gente trepou muito, em vários lugares do quarto dos pais dele. Num sofá, na ponta da cama, no meio da cama, contra a parede, deitados, sentados, em pé, de quatro, papai e mamãe, com os joelhos na minha cabeça, eu por cima, deitada e sentada, na buceta e no cu. Foi uma sessão longa, me deixou muito exausta, gozei várias vezes... Ele gozou na minha boca e eu engoli tudo. Quando me dei conta, eram 10 da noite e eu não aguentava mais. — Tá cansada, putinha? — ele pergunta. — Sim, pai, não aguento mais, não sei como você consegue... — respondo. — Descansa, sem problema, vou sair um pouco, você dorme, troca os lençóis porque molhou muito, e coloca pra lavar. — Mas pai, eu vou pra casa... — Não, putinha, você não dorme na sua casa hoje, repito, descansa, troca os lençóis e coloca pra lavar, amanhã você volta pra sua casa. — Tá bom, pai. — Ah, fica aí... Ele passa gel de novo e coloca o plug no meu cu e diz: — Não tira até eu voltar. — Mas já tá treinado, já me arrebentou... — Deixa ele aí... Ele foi embora e eu fiquei lá, não sabia o que fazer... tava cansada, mas não sabia como reagir. Passou um tempinho e eu dormi. Acordei e era 1h30 da manhã, coloquei uma das calcinhas fio dental que levei e vesti minha roupa de trabalho, a única que tinha, e troquei os lençóis como ele mandou. Coloquei pra lavar e fui ver o que tinha pra comer. O Luqui não tinha me escrito, e eu não ia escrever pra ele. Depois de comer, dormi de novo. De repente, acordo e escuto barulho, eram 5h da manhã e peguei o celular. Tinha uma mensagem: — Putinha, quando acordar, coloca a calcinha fio dental branca e o sutiã e desce, tô com uns amigos. Escuto barulhos, vozes, o Marcos não tava sozinho... não sabia o que fazer, mas me Me convenció rápido, ia fazer o que ele mandou. Vejo que tinha outra mensagem, do Luqui: -Mami, como cê tá? Continuo estudando na casa do Fran, acho que volto daqui a pouco, só pra avisar. Ele tinha me mandado fazia uma hora... não respondi. Visto a calcinha fio dental branca e o sutiã, e os sapatos, desço a escada e ele me ouve descendo -Descansou, meu amor? Conseguiu se recuperar do "exercício" da tarde? -Sim, pai, tô recuperada. -Olha, vou te apresentar, ele é o José e ele é o Cristian, são amigos de infância, vem, senta aqui... conta pra eles e mostra quem você é.
— Eu... eu sou... a puta do Marcos... — e mostro a fio dental pra eles. — Rapaziada, vocês vão ter que ir, tenho coisas pra fazer... Vai abrir a porta pros meninos, meu amor, e se despede deles do teu jeito... Levanto, pego na mão dos dois, a gente vai até a porta e eu abro, convido o primeiro a sair, fico de frente pra ele e beijo, ele pega na minha bunda e quando a gente termina de se beijar, ele dá um tapa, depois com o outro foi a mesma sequência, beijos mais longos e tapa mais forte, eles vão embora e eu fecho a porta. O Marcos tava me esperando no sofá, eu me abaixei e fui engatinhando até as pernas dele e o pau dele, mas ele me faz parar, mete a mão dentro da fio dental e eu tava molhada, ele me dá os dedos pra chupar enquanto fala — Que que houve? Ficou com tesão de beijar os rapazes, porque tá toda ensopada... — Ai ahhh ai ai ai aaaaahhhh — Você vai me pedir por favor pra parar hoje... não vai aguentar mais... Sobe em cima dele, começa uma maratona de sexo pela casa toda, nada me fazia sentir mais prazer do que aquilo que tava rolando. O prazer era infinito e cada vez eu gozava mais rápido, com mais intensidade, e ele ficava cada vez mais agressivo nas investidas... Perdi a noção do tempo... a gente não parou de transar, parecíamos animais... o sol nasceu e eu me toquei da hora que era. Também não sei quantas vezes eu gozei, foram muitas, ele já tinha enchido minha buceta de porra duas vezes. Nessa segunda parte, ele também comeu minha bunda, por um tempão. Tava chegando a terceira vez que ele queria gozar, mas queria encher minha boca, sentou no sofá e me fez ajoelhar, não parei de chupar o pau dele, tava uma delícia, gostosa pra caralho, com uma mistura de sabores... Ele tava quase gozando, e toca meu telefone, ele pega e me mostra, era o Luqui... — Deve estar te ligando porque são 8 da manhã e você não voltou pra casa, tá aqui feita de puta. Atende com o pau na boca. Atendo — Oi, bebê? Que foi? — Mãe? Cê tá bem?? Que que houve que você não chegou ainda?? São 8 da manhã — Nãooo, meu amor... cof cof... mamãe tá muito bem... só... que... você chegou e eu tava dormindo... não quis te acordar... mmmmmm... mas já saí, tinha que vir cedo pro trabalho... aaaa... - Como assim, se você tinha que trabalhar, voltou tão tarde?? Mãe, você tá bem? Sua voz tá estranha... Mãe, não mente pra mim - Não, bebê, mamãe não mente pra você, você sabe disso... nunca... aaaaahhhh... mentiria, somos só nós dois nessa vida... mmmm... mamãe tá muito bem, mas... cof cof... tenho que ir, desculpa, amanhã domingo fico o dia inteiro com você... - Desculpa, mãe, te ouvi mal, obrigado, mas tenho que estudar pra caramba, hoje vou ficar o dia todo fora e amanhã também, beijo... tinha me preocupado - Não se preocupa, mamãe tá bem, te amo, beijinho... - Beijo, mãe Desligo o telefone - Que putinha gostosa que você é... e você é toda minha... é o que eu mais gosto... Continua chupando ele... Não conseguia parar aquele prazer que tinha na boca... Encho a boca de porra e engulo... junto uma gota que tava escorrendo... tava uma delícia. - Se veste, putinha, que vou te levar pra casa, já deu pro fim de semana... - Coloco o plug? - O plug não abriu sua bunda, foi só pra ver o quanto você é submisso, você tá num nível 10 de submissa... as melhores... deixa ele aí Sorri ao ouvir isso, ele me valorizava como a putinha dele. Visto minha roupa de trabalho, sem calcinha porque deixei todas com ele. Ele me deixa em casa e vai embora. Tava muito cansada, precisava dormir urgente, mas pego o carro, passo numa padaria e compro sonhos. Ligo no telefone - Oi, meu amor?? Sai que tô aqui fora, vou te deixar uns sonhos e seguir viagem. - Valeu, mãe!!! Você é foda, demais, muito obrigado. Cê tá com cara de cansada!!! Vai dormir!! Não vou te encher o saco. - Obrigada, bebê, estuda bastante, vou dormir. Cheguei em casa e fui direto pro chuveiro, fiquei meia hora tomando banho. Fui e me deitei, dormi na hora Até aqui o capítulo 5, ficou longo, desculpa, acho que compensei hahaha beijos, Flor
— Tá gostando, putinha?? — foi a pergunta dele. Eu não conseguia responder do tesão que eu sentia...
Ele me dá um tapa e pergunta de novo.
— Tá gostando de como eu arrebento teu cu, putinha?
— Siiiiim, papaiiiii, mmmmm — respondi.
— Como é que fala?
— Obrigada, papai, por arrebentar bem minha raba, por deixar eu ser sua putinha, por me treinar, obrigada por cuidar da mãe do seu amigo. — Foi o que respondi.
Ele começou a acelerar o ritmo aos poucos, o pau dele penetrava toda a minha raba e me levava a níveis novos. Era só prazer, eu não conseguia pensar em outra coisa naquele momento e ele aproveitava. Acelerou mais o ritmo e começou a me perfurar, até conseguir o que queria: minha buceta explodiu de excitação, meu primeiro orgasmo anal.
— Muito bem, putinha!!! Vem cá.
Ele senta na ponta da cama e eu montei, mas era só pra ele tirar uma foto minha no espelho. Ele se ajeita atrás, deita de barriga pra cima e me manda montar. Devagar vou descendo e, quando tô enfiando, ele fala:
— Putinha, errou de buraco, enfia no cu...
Eu saio e coloco onde ele manda e começo a montar. O prazer é difícil de explicar, sentir como ele me tratava e como arrebentava minha raba do jeito que queria me deixava louca. Ele, enquanto me olhava fixo, pegava meus glúteos com as mãos e apertava, separava pra entrar bem com o pau dele.
Ele controlava o ritmo e eu só curtia ser usada por ele, acompanhando o movimento. Ele levantava a bacia pra enterrar mais fundo, nada fazia ele parar. Pra manter o domínio, ele me manda sair e chupar o pau dele, algo que eu queria há meses. O gosto continuava delicioso, eu desejava muito aquele manjar na minha boca. Ele enterra o pau pra chegar no fundo da minha garganta, consegue me fazer engasgar. Lágrimas escorrendo. A submissão que ele conseguia de mim não se comparava a nada, tudo parecia perfeitamente orquestrado pra eu só fazer o que ele mandava. Partimos pro único buraco que não usei a tarde toda, ele se posiciona por cima de mim e começa a meter na minha buceta, não precisou fazer muito esforço, eu tava completamente excitada e em pouquíssimo tempo ele fez eu gozar. Consegui jorrar um esguicho enorme, a explosão que senti não tem comparação, foi uma delícia. Ele agarra meus tornozelos e leva pros lados da minha cabeça, começaram as marteladas na minha buceta, pouco podia fazer pra parar ele, sendo sincera, pouco QUERIA fazer pra parar. Era muito excitante ver ele me penetrando com aquela agressividade. Perdi as contas, mas ele conseguiu me fazer gozar de novo, se retira e descansa... mas a única coisa que faz é respirar, senta no sofá e manda eu sentar por cima, começou a meter na minha buceta segurando minha bunda, ele controla o ritmo, ele controlava tudo. Chegou o ponto em que ele gozou, encheu minha buceta de porra quente. Uma sensação gostosa mas perigosa ao mesmo tempo. Paramos e eu falo... —Você não tem medo de me engravidar? —Você vai fazer de tudo pra isso não acontecer, não te convém. Fui pro banheiro me limpar, saio e volto pra cama... —Coloca uma das calcinhas que você trouxe. —Sim, papai, gosta dessa? Coloco uma tanga vermelha. —Me olha.— E ele tira uma foto minha.
Até que ela se recuperou, me fez modelar as tangas, tirava fotos minhas e isso me excitava pra caralho, me deixava com muito tesão.
Quando ele termina, me faz chupar a pica dele de novo, as bolas. Eu passava a língua por toda a pica, da base até a ponta, ficava ali, chupando só a cabeça e depois enfiava tudo na boca. Soltava e chupava as bolas dele enquanto só batia uma punheta, bem de leve, tudo era muito gostoso. A gente trepou muito, em vários lugares do quarto dos pais dele. Num sofá, na ponta da cama, no meio da cama, contra a parede, deitados, sentados, em pé, de quatro, papai e mamãe, com os joelhos na minha cabeça, eu por cima, deitada e sentada, na buceta e no cu. Foi uma sessão longa, me deixou muito exausta, gozei várias vezes... Ele gozou na minha boca e eu engoli tudo. Quando me dei conta, eram 10 da noite e eu não aguentava mais. — Tá cansada, putinha? — ele pergunta. — Sim, pai, não aguento mais, não sei como você consegue... — respondo. — Descansa, sem problema, vou sair um pouco, você dorme, troca os lençóis porque molhou muito, e coloca pra lavar. — Mas pai, eu vou pra casa... — Não, putinha, você não dorme na sua casa hoje, repito, descansa, troca os lençóis e coloca pra lavar, amanhã você volta pra sua casa. — Tá bom, pai. — Ah, fica aí... Ele passa gel de novo e coloca o plug no meu cu e diz: — Não tira até eu voltar. — Mas já tá treinado, já me arrebentou... — Deixa ele aí... Ele foi embora e eu fiquei lá, não sabia o que fazer... tava cansada, mas não sabia como reagir. Passou um tempinho e eu dormi. Acordei e era 1h30 da manhã, coloquei uma das calcinhas fio dental que levei e vesti minha roupa de trabalho, a única que tinha, e troquei os lençóis como ele mandou. Coloquei pra lavar e fui ver o que tinha pra comer. O Luqui não tinha me escrito, e eu não ia escrever pra ele. Depois de comer, dormi de novo. De repente, acordo e escuto barulho, eram 5h da manhã e peguei o celular. Tinha uma mensagem: — Putinha, quando acordar, coloca a calcinha fio dental branca e o sutiã e desce, tô com uns amigos. Escuto barulhos, vozes, o Marcos não tava sozinho... não sabia o que fazer, mas me Me convenció rápido, ia fazer o que ele mandou. Vejo que tinha outra mensagem, do Luqui: -Mami, como cê tá? Continuo estudando na casa do Fran, acho que volto daqui a pouco, só pra avisar. Ele tinha me mandado fazia uma hora... não respondi. Visto a calcinha fio dental branca e o sutiã, e os sapatos, desço a escada e ele me ouve descendo -Descansou, meu amor? Conseguiu se recuperar do "exercício" da tarde? -Sim, pai, tô recuperada. -Olha, vou te apresentar, ele é o José e ele é o Cristian, são amigos de infância, vem, senta aqui... conta pra eles e mostra quem você é.
— Eu... eu sou... a puta do Marcos... — e mostro a fio dental pra eles. — Rapaziada, vocês vão ter que ir, tenho coisas pra fazer... Vai abrir a porta pros meninos, meu amor, e se despede deles do teu jeito... Levanto, pego na mão dos dois, a gente vai até a porta e eu abro, convido o primeiro a sair, fico de frente pra ele e beijo, ele pega na minha bunda e quando a gente termina de se beijar, ele dá um tapa, depois com o outro foi a mesma sequência, beijos mais longos e tapa mais forte, eles vão embora e eu fecho a porta. O Marcos tava me esperando no sofá, eu me abaixei e fui engatinhando até as pernas dele e o pau dele, mas ele me faz parar, mete a mão dentro da fio dental e eu tava molhada, ele me dá os dedos pra chupar enquanto fala — Que que houve? Ficou com tesão de beijar os rapazes, porque tá toda ensopada... — Ai ahhh ai ai ai aaaaahhhh — Você vai me pedir por favor pra parar hoje... não vai aguentar mais... Sobe em cima dele, começa uma maratona de sexo pela casa toda, nada me fazia sentir mais prazer do que aquilo que tava rolando. O prazer era infinito e cada vez eu gozava mais rápido, com mais intensidade, e ele ficava cada vez mais agressivo nas investidas... Perdi a noção do tempo... a gente não parou de transar, parecíamos animais... o sol nasceu e eu me toquei da hora que era. Também não sei quantas vezes eu gozei, foram muitas, ele já tinha enchido minha buceta de porra duas vezes. Nessa segunda parte, ele também comeu minha bunda, por um tempão. Tava chegando a terceira vez que ele queria gozar, mas queria encher minha boca, sentou no sofá e me fez ajoelhar, não parei de chupar o pau dele, tava uma delícia, gostosa pra caralho, com uma mistura de sabores... Ele tava quase gozando, e toca meu telefone, ele pega e me mostra, era o Luqui... — Deve estar te ligando porque são 8 da manhã e você não voltou pra casa, tá aqui feita de puta. Atende com o pau na boca. Atendo — Oi, bebê? Que foi? — Mãe? Cê tá bem?? Que que houve que você não chegou ainda?? São 8 da manhã — Nãooo, meu amor... cof cof... mamãe tá muito bem... só... que... você chegou e eu tava dormindo... não quis te acordar... mmmmmm... mas já saí, tinha que vir cedo pro trabalho... aaaa... - Como assim, se você tinha que trabalhar, voltou tão tarde?? Mãe, você tá bem? Sua voz tá estranha... Mãe, não mente pra mim - Não, bebê, mamãe não mente pra você, você sabe disso... nunca... aaaaahhhh... mentiria, somos só nós dois nessa vida... mmmm... mamãe tá muito bem, mas... cof cof... tenho que ir, desculpa, amanhã domingo fico o dia inteiro com você... - Desculpa, mãe, te ouvi mal, obrigado, mas tenho que estudar pra caramba, hoje vou ficar o dia todo fora e amanhã também, beijo... tinha me preocupado - Não se preocupa, mamãe tá bem, te amo, beijinho... - Beijo, mãe Desligo o telefone - Que putinha gostosa que você é... e você é toda minha... é o que eu mais gosto... Continua chupando ele... Não conseguia parar aquele prazer que tinha na boca... Encho a boca de porra e engulo... junto uma gota que tava escorrendo... tava uma delícia. - Se veste, putinha, que vou te levar pra casa, já deu pro fim de semana... - Coloco o plug? - O plug não abriu sua bunda, foi só pra ver o quanto você é submisso, você tá num nível 10 de submissa... as melhores... deixa ele aí Sorri ao ouvir isso, ele me valorizava como a putinha dele. Visto minha roupa de trabalho, sem calcinha porque deixei todas com ele. Ele me deixa em casa e vai embora. Tava muito cansada, precisava dormir urgente, mas pego o carro, passo numa padaria e compro sonhos. Ligo no telefone - Oi, meu amor?? Sai que tô aqui fora, vou te deixar uns sonhos e seguir viagem. - Valeu, mãe!!! Você é foda, demais, muito obrigado. Cê tá com cara de cansada!!! Vai dormir!! Não vou te encher o saco. - Obrigada, bebê, estuda bastante, vou dormir. Cheguei em casa e fui direto pro chuveiro, fiquei meia hora tomando banho. Fui e me deitei, dormi na hora Até aqui o capítulo 5, ficou longo, desculpa, acho que compensei hahaha beijos, Flor
14 comentários - El bully de mí hijo (parte 5)