Oi, como vocês estão? No domingo, fui com meu marido e minha filha pra casa dos meus sogros. Eu tava com muito tesão porque ninguém sabia que eu tinha dado pro meu sogro. Pra piorar, íamos dormir lá. Eles moram no interior, e meu marido tinha que voltar pra capital na segunda, enquanto eu e minha filha íamos ficar mais uns dias.
Durante o dia todo, vi com surpresa como meu sogro me olhava. Eu tava usando uma minissaia bem curta, e os olhares dele meio que me deixavam desconfortável por causa do meu marido, mas ao mesmo tempo eu gostava.
Às vezes, ele, meio sem vergonha, se aproximava e roçava nos meus peitos quando passava meu bebê pra mim, pra eu pegar no colo. Eu pegava ele, continuava andando com ela, e ele ficava atrás de mim. Quando eu virava, meu sogro estava com o olhar fixo nas minhas pernas e na minha bunda. Pensei que era meio injusto com ele, ver a nora tão gostosa, linda e provocante usando aquela saia curta, enquanto ele, por causa do destino, não podia aproveitar um corpo feminino como o meu. No olhar dele, refletia desejo e provocação, por isso me senti meio culpada por estar usando aquela saia curta naquele dia.
Mas ao mesmo tempo eu me sentia muito desejada por ele.
Naquela noite jantamos, vimos um pouco de TV e depois que minha gostosa

Ela ficou dormida, do lado da avó dela. A gente foi pra sala e começou a bater papo. Eu sentei do lado do meu marido e cruzei as pernas. Meu sogro se acomodou no sofá da frente pra curtir a conversa e a vista que eu tava dando. A minissaia deixava ele ver a parte de cima das minhas coxas. Quando eu me levantava pra pegar as cervejas ou alguma comida, ele, sem problema nenhum, olhava como eu descruzava as pernas e, por frações de segundo, minha saia deixava ele ver minha calcinha fio-dental minúscula. Depois de conversar sobre vários assuntos, decidi subir pra dormir no quarto que eles tinham separado pra gente, enquanto meu marido e meu sogro ficavam tomando umas cervejas. Ao me despedir do meu marido com um beijo, ele passou a mão na minha bunda. Subindo as escadas, virei pra olhar pra eles e vi como os dois não tiravam os olhos de mim. Daí a pouco, meu marido subiu com uns goró na cabeça, mas com a firme intenção de cumprir o objetivo dele: me comer. Meu marido entrou no quarto, chegou perto da cama onde eu tava começando a pegar no sono, tirou o pijama que eu tava vestindo, me deixando pelada, e começou com a língua a lamber meus peitos e minha buceta. Como ele tava afetado pela bebida, se jogou em cima de mim de repente e eu senti o pau dele entrando na minha buceta ainda sem lubrificação. Ele sempre brincava com meu clitóris antes de me penetrar, mas dessa vez, por causa do álcool, se apressou. Senti uma dorzinha no começo quando ele começou a mexer a barriga e o pau dele começou a entrar e sair da minha buceta, mas depois meus fluidos ajudaram. Quando a dor tava virando prazer, e eu tava começando a ficar excitada, meu marido gozou. Soltou um gemidinho e na hora senti o líquido quente dele dentro de mim. Abracei ele forte pelas costas, enquanto ele tinha as contrações na barriga e curtia o orgasmo dele. Eu, claro, fiquei meio puta, porque queria algo mais duradouro e ele tinha estragado tudo. Naquele instante, olhei pra porta. e vi ela entreaberta. Ali vi a figura do meu sogro, que observava como o filho dele dava uma trepada na nora. Enquanto isso, meu marido se sacudia em cima de mim, terminando de gozar. A visão do meu sogro na porta foi interrompida pelo meu marido, que me pediu pra ficar de quatro. Enquanto eu virava, vi de novo o meu sogro, que continuava olhando. Aquela situação me deixava com muito tesão, e meu marido nunca percebeu que o pai dele tava vendo ele me comendo.
Meu marido pegou um frasco de óleo de bebê e despejou tudo no meu cu. Depois, abrindo minhas nádegas, ele me penetrou devagar. Apesar do óleo, também senti dor, mas aguentei. Quando ele enfiou a pica toda dentro do meu rabo, meu marido começou a me furar, movendo o pau com movimentos calmos. Dessa vez foi diferente. Ele começou com um ritmo lento e depois foi acelerando. Depois de dez minutos, nós dois gozamos gostoso. Enquanto meu marido me segurava pelos peitos e eu sentia a porra quente dele no meu cu, nós dois soltamos um gemido de prazer. Aí, quando ele parou de tremer e a gozada dele acabou, eu virei pra olhar de novo pra porta e meu sogro continuava assistindo sem perder um detalhe. Tinha sido uma experiência sexual estranha, porque pela primeira vez na vida um homem viu meu marido me comendo. No dia seguinte, meu marido viajou de manhã, então fiquei com meus sogros e meu bebê. Naquele dia, coloquei a outra minissaia que eu tinha. Pensei que, no fim das contas, meu sogro tinha curtido na noite anterior ver o filho dele enfiando a pica dentro da minha buceta, então não hesitei em mostrar minhas pernas e minha bunda de novo.
Tava realmente com tesão por tudo que tinha rolado e sabia que meu sogro também tinha ficado bem excitado. A segunda-feira passou sem novidades, embora meu sogro estivesse mais escancarado ao olhar pra minha bunda. Parecia que não bastava ter visto o pau do filho dele enfiando no meu cu enquanto ele se masturbava na porta. Quando chegou a noite, minha sogra foi dormir bem cedo com a neta dela. Então fiquei só com meu sogro, que me chamou pra jogar sinuca... eles moram numa casa enorme. A sala de jogos tinha uma mesa de sinuca imensa com todas as bolas e os acessórios certinhos. Meu sogro jogava sinuca e adorava. Como eu nunca tinha jogado, ele se ofereceu pra me ensinar, e eu aceitei. Pra me mostrar como segurar o taco, ele me abraçava por trás e as mãos dele roçavam nos meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Os minutos foram passando e eu via como ele ficava olhando pro meu rabo quando eu me abaixava na mesa na hora de bater na bola. Claro, como a minissaia que eu tava usando é daquelas bem curtinhas, ela subia, deixando ele ver muito mais da parte de cima das minhas pernas e minha bunda redonda se moldava por baixo da saia curtíssima, fazendo ele viajar. Além disso, quando eu andava, o balanço das minhas nádegas aparecia através da saia justa. Quando ele não ficava atrás de mim olhando minha bunda, então se colocava bem na frente pra ver como meus peitos, quando eu me abaixava, ficavam perfeitamente expostos pros olhos dele.
Em cada uma das jogadas que eram minhas, ele me abraçava pra me mostrar como bater na bola com o taco. Numa dessas, ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura.
Quando eu ia bater na bola sem a ajuda dele, senti uma das mãos dele sair da minha cintura e descer pro meu rabo. Ele apertou forte, passando a mão duas vezes nas minhas nádegas fazendo movimentos circulares. Eu bati na bola e acertei no buraco. Pulei pra comemorar e ele me abraçou. Mesmo já tendo rolado algo entre a gente, essa situação me deixou mais do que excitada. Depois da vez dele, era minha vez de novo. A jogada me obrigava a quase deitar em cima da mesa, porque a bola tinha ficado numa posição ruim. Me ajeitei e meu corpo ficou dobrado e apoiado na mesa. Pela dificuldade que era fazer aquela jogada, comecei a rir. Meu sogro também começou a rir e, andando pela borda da mesa, se posicionou atrás de mim, só de olho na minha bunda. Meu corpo tava numa posição que qualquer homem ia querer pra transar comigo: de pé, minhas pernas longas entreabertas, a saia moldando meu rabo, tinha subido tanto que deixava minha virilha à mostra, e meu corpo quase deitado na mesa permitia que ele tivesse uma vista incrível por trás. Num momento, senti as mãos dele pousarem na minha bunda e subirem minha saia fácil. Passaram dois segundos. Dois segundos eternos em que passou pela minha cabeça a ideia de me virar e pedir pra ele se controlar. Também pensei em dar um tapa nele de atrevido. Pensei, claro, em gritar e chamar minha sogra. Ele, enquanto isso, esperava minha reação.
Acho que avaliei tudo isso muito rápido, mas não falei nada, então ele começou a acariciar minha bunda com as mãos. Fiquei imóvel com meu torso deitado sobre a mesa, olhando pras bolas de sinuca. Aí ele, vendo que eu não tinha recusado, se ajoelhou e puxou minha calcinha fio dental pra baixo completamente.
Imediatamente seus dedos se enfiaram dentro da minha buceta pra dar passagem pra língua dele. Ele lambeu meus lábios vaginais, chupou meu clitóris e deixei que brincasse com a minha xota por um bom tempo. O suficiente pra que da minha buceta começassem a sair muitos fluidos femininos e a respiração dele ficasse ofegante, resultado da excitação com que a língua dele percorria minha vulva, me preparando pra penetração. Na minha cabeça passavam naquele momento os sentimentos mais estranhos e conflitantes, me sentia uma puta completa, na casa dos meus sogros e prestes a ser comida enquanto meu bebê e minha sogra dormiam. Aí ele parou. Como eu não me mexia nem ousava me virar, ele se levantou e ouvi o cinto da calça dele sendo aberto e o barulho que fazia ao bater no chão.
Sem perder tempo, as mãos do meu sogro abriram minhas nádegas, procurando minha buceta já lubrificada e pronta pra ser penetrada. Fechei os olhos e, na mesma hora, um pau grosso começou a se enterrar dentro da minha buceta. As paredes da minha buceta se esticaram pra deixar entrar aquele pedaço enorme de carne. Ele me penetrou devagar, do jeito que eu mais gostava, e como meu marido não tinha conseguido na noite anterior. Quando ele sentiu que o pau inteiro estava dentro da minha buceta, ficamos parados por um instante, como se esperando pra ver qual seria a reação do outro. Enquanto isso, eu sentia minha buceta se ajustando, então ele começou a mexer a barriga devagar. O pau dele era bem mais grosso que o do meu marido, então fiquei com tesão muito rápido. Cada movimento de entra e sai era acompanhado de gemidos e suspiros dos dois, que foram aumentando de volume conforme ele me metia o pau com mais velocidade. Imaginei que ele ia gozar rapidinho, mas estava muito enganada. Ele continuou me comendo com mais intensidade, cravando o pau com força até eu começar a me sentir muito puta. Senti como se eu fosse gozar primeiro. Como eu estava deitada na mesa, tentei pegar as bolas de sinuca que estavam do meu lado. Percebi que estava quase gozando, então queria ter algo nas mãos pra apertar e aproveitar o orgasmo que meu sogro estava prestes a me dar. Quando meu marido me comia na cama, eu me agarrava nos lençóis. Como agora estava em cima da mesa de sinuca e não conseguia me segurar na borda, peguei a bola 5 do meu lado direito, virei o rosto pra pegar alguma bola do meu lado esquerdo e agarrei a 2. Naquele momento, meu corpo e o dele estavam tremendo por causa dos movimentos da barriga dele, enquanto o pau entrava e saía da minha buceta sem dificuldade. Como se pressentisse que ele também estava pronto, meu sogro me pegou pela cintura, me levantou um pouco e se agarrou nos meus peitos. Agüentei o máximo que pude e vi que meu orgasmo era iminente, gemi com a voz entrecortada, avisando pra ele que já não aguentava mais.
Gemi com a voz entrecortada, avisando ele que já não aguentava mais. E naquele momento, nós dois tivemos um orgasmo espetacular. Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu por completo. Na hora, senti jorros abundantes de porra fervendo sendo bombeados dentro da minha buceta. Cada gozada violenta vinha acompanhada dos gemidos dele e das sacudidas na barriga.
Não posso negar, mas foi um orgasmo maravilhoso, já que me senti inundada. Ele, claro, estava se derramando todo dentro das minhas tetas. O corpo dele continuou se sacudindo até parar. A posição confortável que a gente tava permitia que ele dominasse meu corpo, então, depois de um bom tempo, ele decidiu tirar o pau das minhas tetas. Ele puxou devagar, me dava muito tesão ter o pau dele entre meus peitos, e se sentou no sofá. Finalmente me virei e arrumei minha saia. Minha calcinha, a calça e a cueca dele estavam no chão, a camiseta e o rosto dele encharcados de suor mostravam como ele tava agitado, o pau dele, pra minha surpresa, ainda tava duro, mostrando como ele tinha aproveitado meu corpo. Fiquei olhando pro pênis dele e não acreditava que aquele membro todo tinha estado dentro de mim. A cabeça do pau era imensa e o tamanho todo era enorme, eu já tinha sentido ele antes, mas dessa vez tinha uma sensação diferente, será que é porque não estávamos sozinhos?
Não consegui resistir à tentação, então me ajoelhei na frente dele e, com minha calcinha fio dental, limpei a pica dele, que estava toda lambuzada de porra. Eu me senti tão puta e tesuda ao mesmo tempo, enquanto levava o delicioso tronco do meu sogro até a boca.
Nos cinco minutos seguintes, chupei a pica do meu sogro, dando muito prazer com minha boca. Quando percebi que ele estava prestes a gozar, tirei a pica da boca e a coloquei na minha frente. Levantei a camiseta com a outra mão e posicionei a pica dele na frente dos meus peitos, pra ele ver como o leite dele saía disparado da pica, espirrando nos meus seios e deixando eles todos lambuzados de porra.
É isso aí, mal tive tempo de levantar minha camiseta antes do pau dele explodir. Ele gozou e deixou meu pescoço, o sutiã, os peitos e a barriga cobertos de porra branca e grossa. Esperei ele terminar de gozar e, sem trocar uma palavra, me levantei, ajustei a camiseta e a minissaia, e subi as escadas. Ele me seguiu depois de vestir a calça. Bem na hora que eu abria a porta do meu quarto, ele se aproximou, me entregando a calcinha fio dental que estava na mão dele. Ele olhou pra minha camiseta encharcada de esperma, que destacava meus peitos e deixava meus mamões durinhos de tesão e safadeza à mostra, ele não parava de olhar pras minhas tetas, e aí entramos no meu quarto. Me posicionei na frente do espelho e ele ficou atrás de mim. Pegou minha camiseta molhada e levantou, depois desabotoou meu sutiã e tirou. Por último, abriu o zíper da saia e deixou cair no chão. Já completamente pelada, as mãos dele percorreram meu corpo enquanto a língua dele passava pela minha bunda, minha buceta e meus peitos. Os dedos dele entraram na minha buceta e no meu cuzinho. Quando o pau dele ficou duro de novo, ele me pegou pela mão e me levou pra cama.
Ali me comeu de novo, me colocou de quatro e foi ele quem curtiu minha buceta naquela noite, gozei igual uma grande puta, ele me fez gozar várias vezes, enquanto continuava me penetrando, apertava meus peitos com força, até que num momento senti todo o esperma dele nas minhas costas, adorei como ele comeu minha buceta, meu sogrão, e gozei pra caralho.
Realmente curti e foi tudo muito sacana, na terça já tínhamos voltado com meu bb, mas curti demais aquela noite, beijos pra todo mundo
Durante o dia todo, vi com surpresa como meu sogro me olhava. Eu tava usando uma minissaia bem curta, e os olhares dele meio que me deixavam desconfortável por causa do meu marido, mas ao mesmo tempo eu gostava.
Às vezes, ele, meio sem vergonha, se aproximava e roçava nos meus peitos quando passava meu bebê pra mim, pra eu pegar no colo. Eu pegava ele, continuava andando com ela, e ele ficava atrás de mim. Quando eu virava, meu sogro estava com o olhar fixo nas minhas pernas e na minha bunda. Pensei que era meio injusto com ele, ver a nora tão gostosa, linda e provocante usando aquela saia curta, enquanto ele, por causa do destino, não podia aproveitar um corpo feminino como o meu. No olhar dele, refletia desejo e provocação, por isso me senti meio culpada por estar usando aquela saia curta naquele dia.
Mas ao mesmo tempo eu me sentia muito desejada por ele.
Naquela noite jantamos, vimos um pouco de TV e depois que minha gostosa

Ela ficou dormida, do lado da avó dela. A gente foi pra sala e começou a bater papo. Eu sentei do lado do meu marido e cruzei as pernas. Meu sogro se acomodou no sofá da frente pra curtir a conversa e a vista que eu tava dando. A minissaia deixava ele ver a parte de cima das minhas coxas. Quando eu me levantava pra pegar as cervejas ou alguma comida, ele, sem problema nenhum, olhava como eu descruzava as pernas e, por frações de segundo, minha saia deixava ele ver minha calcinha fio-dental minúscula. Depois de conversar sobre vários assuntos, decidi subir pra dormir no quarto que eles tinham separado pra gente, enquanto meu marido e meu sogro ficavam tomando umas cervejas. Ao me despedir do meu marido com um beijo, ele passou a mão na minha bunda. Subindo as escadas, virei pra olhar pra eles e vi como os dois não tiravam os olhos de mim. Daí a pouco, meu marido subiu com uns goró na cabeça, mas com a firme intenção de cumprir o objetivo dele: me comer. Meu marido entrou no quarto, chegou perto da cama onde eu tava começando a pegar no sono, tirou o pijama que eu tava vestindo, me deixando pelada, e começou com a língua a lamber meus peitos e minha buceta. Como ele tava afetado pela bebida, se jogou em cima de mim de repente e eu senti o pau dele entrando na minha buceta ainda sem lubrificação. Ele sempre brincava com meu clitóris antes de me penetrar, mas dessa vez, por causa do álcool, se apressou. Senti uma dorzinha no começo quando ele começou a mexer a barriga e o pau dele começou a entrar e sair da minha buceta, mas depois meus fluidos ajudaram. Quando a dor tava virando prazer, e eu tava começando a ficar excitada, meu marido gozou. Soltou um gemidinho e na hora senti o líquido quente dele dentro de mim. Abracei ele forte pelas costas, enquanto ele tinha as contrações na barriga e curtia o orgasmo dele. Eu, claro, fiquei meio puta, porque queria algo mais duradouro e ele tinha estragado tudo. Naquele instante, olhei pra porta. e vi ela entreaberta. Ali vi a figura do meu sogro, que observava como o filho dele dava uma trepada na nora. Enquanto isso, meu marido se sacudia em cima de mim, terminando de gozar. A visão do meu sogro na porta foi interrompida pelo meu marido, que me pediu pra ficar de quatro. Enquanto eu virava, vi de novo o meu sogro, que continuava olhando. Aquela situação me deixava com muito tesão, e meu marido nunca percebeu que o pai dele tava vendo ele me comendo.
Meu marido pegou um frasco de óleo de bebê e despejou tudo no meu cu. Depois, abrindo minhas nádegas, ele me penetrou devagar. Apesar do óleo, também senti dor, mas aguentei. Quando ele enfiou a pica toda dentro do meu rabo, meu marido começou a me furar, movendo o pau com movimentos calmos. Dessa vez foi diferente. Ele começou com um ritmo lento e depois foi acelerando. Depois de dez minutos, nós dois gozamos gostoso. Enquanto meu marido me segurava pelos peitos e eu sentia a porra quente dele no meu cu, nós dois soltamos um gemido de prazer. Aí, quando ele parou de tremer e a gozada dele acabou, eu virei pra olhar de novo pra porta e meu sogro continuava assistindo sem perder um detalhe. Tinha sido uma experiência sexual estranha, porque pela primeira vez na vida um homem viu meu marido me comendo. No dia seguinte, meu marido viajou de manhã, então fiquei com meus sogros e meu bebê. Naquele dia, coloquei a outra minissaia que eu tinha. Pensei que, no fim das contas, meu sogro tinha curtido na noite anterior ver o filho dele enfiando a pica dentro da minha buceta, então não hesitei em mostrar minhas pernas e minha bunda de novo.
Tava realmente com tesão por tudo que tinha rolado e sabia que meu sogro também tinha ficado bem excitado. A segunda-feira passou sem novidades, embora meu sogro estivesse mais escancarado ao olhar pra minha bunda. Parecia que não bastava ter visto o pau do filho dele enfiando no meu cu enquanto ele se masturbava na porta. Quando chegou a noite, minha sogra foi dormir bem cedo com a neta dela. Então fiquei só com meu sogro, que me chamou pra jogar sinuca... eles moram numa casa enorme. A sala de jogos tinha uma mesa de sinuca imensa com todas as bolas e os acessórios certinhos. Meu sogro jogava sinuca e adorava. Como eu nunca tinha jogado, ele se ofereceu pra me ensinar, e eu aceitei. Pra me mostrar como segurar o taco, ele me abraçava por trás e as mãos dele roçavam nos meus peitos enquanto a barriga dele encostava na minha bunda. Os minutos foram passando e eu via como ele ficava olhando pro meu rabo quando eu me abaixava na mesa na hora de bater na bola. Claro, como a minissaia que eu tava usando é daquelas bem curtinhas, ela subia, deixando ele ver muito mais da parte de cima das minhas pernas e minha bunda redonda se moldava por baixo da saia curtíssima, fazendo ele viajar. Além disso, quando eu andava, o balanço das minhas nádegas aparecia através da saia justa. Quando ele não ficava atrás de mim olhando minha bunda, então se colocava bem na frente pra ver como meus peitos, quando eu me abaixava, ficavam perfeitamente expostos pros olhos dele.
Em cada uma das jogadas que eram minhas, ele me abraçava pra me mostrar como bater na bola com o taco. Numa dessas, ele se posicionou atrás de mim e colocou as mãos na minha cintura.
Quando eu ia bater na bola sem a ajuda dele, senti uma das mãos dele sair da minha cintura e descer pro meu rabo. Ele apertou forte, passando a mão duas vezes nas minhas nádegas fazendo movimentos circulares. Eu bati na bola e acertei no buraco. Pulei pra comemorar e ele me abraçou. Mesmo já tendo rolado algo entre a gente, essa situação me deixou mais do que excitada. Depois da vez dele, era minha vez de novo. A jogada me obrigava a quase deitar em cima da mesa, porque a bola tinha ficado numa posição ruim. Me ajeitei e meu corpo ficou dobrado e apoiado na mesa. Pela dificuldade que era fazer aquela jogada, comecei a rir. Meu sogro também começou a rir e, andando pela borda da mesa, se posicionou atrás de mim, só de olho na minha bunda. Meu corpo tava numa posição que qualquer homem ia querer pra transar comigo: de pé, minhas pernas longas entreabertas, a saia moldando meu rabo, tinha subido tanto que deixava minha virilha à mostra, e meu corpo quase deitado na mesa permitia que ele tivesse uma vista incrível por trás. Num momento, senti as mãos dele pousarem na minha bunda e subirem minha saia fácil. Passaram dois segundos. Dois segundos eternos em que passou pela minha cabeça a ideia de me virar e pedir pra ele se controlar. Também pensei em dar um tapa nele de atrevido. Pensei, claro, em gritar e chamar minha sogra. Ele, enquanto isso, esperava minha reação.
Acho que avaliei tudo isso muito rápido, mas não falei nada, então ele começou a acariciar minha bunda com as mãos. Fiquei imóvel com meu torso deitado sobre a mesa, olhando pras bolas de sinuca. Aí ele, vendo que eu não tinha recusado, se ajoelhou e puxou minha calcinha fio dental pra baixo completamente.
Imediatamente seus dedos se enfiaram dentro da minha buceta pra dar passagem pra língua dele. Ele lambeu meus lábios vaginais, chupou meu clitóris e deixei que brincasse com a minha xota por um bom tempo. O suficiente pra que da minha buceta começassem a sair muitos fluidos femininos e a respiração dele ficasse ofegante, resultado da excitação com que a língua dele percorria minha vulva, me preparando pra penetração. Na minha cabeça passavam naquele momento os sentimentos mais estranhos e conflitantes, me sentia uma puta completa, na casa dos meus sogros e prestes a ser comida enquanto meu bebê e minha sogra dormiam. Aí ele parou. Como eu não me mexia nem ousava me virar, ele se levantou e ouvi o cinto da calça dele sendo aberto e o barulho que fazia ao bater no chão.
Sem perder tempo, as mãos do meu sogro abriram minhas nádegas, procurando minha buceta já lubrificada e pronta pra ser penetrada. Fechei os olhos e, na mesma hora, um pau grosso começou a se enterrar dentro da minha buceta. As paredes da minha buceta se esticaram pra deixar entrar aquele pedaço enorme de carne. Ele me penetrou devagar, do jeito que eu mais gostava, e como meu marido não tinha conseguido na noite anterior. Quando ele sentiu que o pau inteiro estava dentro da minha buceta, ficamos parados por um instante, como se esperando pra ver qual seria a reação do outro. Enquanto isso, eu sentia minha buceta se ajustando, então ele começou a mexer a barriga devagar. O pau dele era bem mais grosso que o do meu marido, então fiquei com tesão muito rápido. Cada movimento de entra e sai era acompanhado de gemidos e suspiros dos dois, que foram aumentando de volume conforme ele me metia o pau com mais velocidade. Imaginei que ele ia gozar rapidinho, mas estava muito enganada. Ele continuou me comendo com mais intensidade, cravando o pau com força até eu começar a me sentir muito puta. Senti como se eu fosse gozar primeiro. Como eu estava deitada na mesa, tentei pegar as bolas de sinuca que estavam do meu lado. Percebi que estava quase gozando, então queria ter algo nas mãos pra apertar e aproveitar o orgasmo que meu sogro estava prestes a me dar. Quando meu marido me comia na cama, eu me agarrava nos lençóis. Como agora estava em cima da mesa de sinuca e não conseguia me segurar na borda, peguei a bola 5 do meu lado direito, virei o rosto pra pegar alguma bola do meu lado esquerdo e agarrei a 2. Naquele momento, meu corpo e o dele estavam tremendo por causa dos movimentos da barriga dele, enquanto o pau entrava e saía da minha buceta sem dificuldade. Como se pressentisse que ele também estava pronto, meu sogro me pegou pela cintura, me levantou um pouco e se agarrou nos meus peitos. Agüentei o máximo que pude e vi que meu orgasmo era iminente, gemi com a voz entrecortada, avisando pra ele que já não aguentava mais.
Gemi com a voz entrecortada, avisando ele que já não aguentava mais. E naquele momento, nós dois tivemos um orgasmo espetacular. Uma sensação de prazer sexual intenso me invadiu por completo. Na hora, senti jorros abundantes de porra fervendo sendo bombeados dentro da minha buceta. Cada gozada violenta vinha acompanhada dos gemidos dele e das sacudidas na barriga.
Não posso negar, mas foi um orgasmo maravilhoso, já que me senti inundada. Ele, claro, estava se derramando todo dentro das minhas tetas. O corpo dele continuou se sacudindo até parar. A posição confortável que a gente tava permitia que ele dominasse meu corpo, então, depois de um bom tempo, ele decidiu tirar o pau das minhas tetas. Ele puxou devagar, me dava muito tesão ter o pau dele entre meus peitos, e se sentou no sofá. Finalmente me virei e arrumei minha saia. Minha calcinha, a calça e a cueca dele estavam no chão, a camiseta e o rosto dele encharcados de suor mostravam como ele tava agitado, o pau dele, pra minha surpresa, ainda tava duro, mostrando como ele tinha aproveitado meu corpo. Fiquei olhando pro pênis dele e não acreditava que aquele membro todo tinha estado dentro de mim. A cabeça do pau era imensa e o tamanho todo era enorme, eu já tinha sentido ele antes, mas dessa vez tinha uma sensação diferente, será que é porque não estávamos sozinhos?
Não consegui resistir à tentação, então me ajoelhei na frente dele e, com minha calcinha fio dental, limpei a pica dele, que estava toda lambuzada de porra. Eu me senti tão puta e tesuda ao mesmo tempo, enquanto levava o delicioso tronco do meu sogro até a boca.
Nos cinco minutos seguintes, chupei a pica do meu sogro, dando muito prazer com minha boca. Quando percebi que ele estava prestes a gozar, tirei a pica da boca e a coloquei na minha frente. Levantei a camiseta com a outra mão e posicionei a pica dele na frente dos meus peitos, pra ele ver como o leite dele saía disparado da pica, espirrando nos meus seios e deixando eles todos lambuzados de porra.
É isso aí, mal tive tempo de levantar minha camiseta antes do pau dele explodir. Ele gozou e deixou meu pescoço, o sutiã, os peitos e a barriga cobertos de porra branca e grossa. Esperei ele terminar de gozar e, sem trocar uma palavra, me levantei, ajustei a camiseta e a minissaia, e subi as escadas. Ele me seguiu depois de vestir a calça. Bem na hora que eu abria a porta do meu quarto, ele se aproximou, me entregando a calcinha fio dental que estava na mão dele. Ele olhou pra minha camiseta encharcada de esperma, que destacava meus peitos e deixava meus mamões durinhos de tesão e safadeza à mostra, ele não parava de olhar pras minhas tetas, e aí entramos no meu quarto. Me posicionei na frente do espelho e ele ficou atrás de mim. Pegou minha camiseta molhada e levantou, depois desabotoou meu sutiã e tirou. Por último, abriu o zíper da saia e deixou cair no chão. Já completamente pelada, as mãos dele percorreram meu corpo enquanto a língua dele passava pela minha bunda, minha buceta e meus peitos. Os dedos dele entraram na minha buceta e no meu cuzinho. Quando o pau dele ficou duro de novo, ele me pegou pela mão e me levou pra cama.
Ali me comeu de novo, me colocou de quatro e foi ele quem curtiu minha buceta naquela noite, gozei igual uma grande puta, ele me fez gozar várias vezes, enquanto continuava me penetrando, apertava meus peitos com força, até que num momento senti todo o esperma dele nas minhas costas, adorei como ele comeu minha buceta, meu sogrão, e gozei pra caralho.
Realmente curti e foi tudo muito sacana, na terça já tínhamos voltado com meu bb, mas curti demais aquela noite, beijos pra todo mundo
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