Já tinha passado um tempo desde o nosso encontro com o nosso amigo (leia os relatos anteriores). Ele tinha se tornado o amante virtual fixo da minha mulher, e os dois curtiam a liberdade do nosso relacionamento. Aquele ménage tinha despertado nossas fantasias mais escondidas e acendido nela uma chama difícil de apagar. Na nossa intimidade, o jogo de cuckold e hotwife era constante. Eu me sentia confortável na posição, e ela começava a se animar pra realizar as fantasias dela. Assim começou um período de exploração e aventuras de chifre, onde minha mulher ia ser a protagonista.
Num desses fins de semana, minha mulher me disse que nosso amigo tinha nos convidado pra um bar na região central onde a gente mora. Ele queria vê-la e queria saber se a gente ia fazer "uma das nossas", textual. Normalmente, a gente saía com os amigos e tomava alguma coisa lá. Aquela noite ia ser diferente. Enquanto eu comia minha mulher de quatro na sexta-feira, ela falava entre gemidos se eu queria ser cuck, se queria ver ela ser comida de novo, o que aumentava meu tesão e eu metia mais forte. Ela tava montada em cima de mim, cavalgando no meu pau, quando me olhou e perguntou se eu queria que o amigo levasse ela pro apartamento dele e comesse ela gostoso de novo, igual da outra vez. Perguntei se ela queria isso, se queria que eu emprestasse minha mulher por uma noite. Ela, no calor do momento, disse que sim, que queria ir com ele. Foi uma troca bem quente durante o sexo. Ela me dava sinais dos desejos mais profundos dela. No sábado, ela me mandava mensagens mostrando vários looks pra noite enquanto eu não tava em casa, e me mandou uma calcinha fio dental preta espetacular que ia estreiar naquela noite.
Fomos pro bar sem saber bem qual seria o desfecho daquela noite, mas cheios de expectativa e muito excitados. Bebemos e curtimos, e conseguimos dançar um pouco entre risadas e comentários. Eu tinha visto aquela química de novo, e minha mulher tava muito gostosa naquela noite, com uma blusa provocante e calça justa, roubando não só os olhares do amante, mas de todo mundo. vários do lugar. Os peitos dela estavam incríveis e eles não conseguiam parar de olhar pra ela. Era por volta de 1h quando minha mulher vem até onde eu estava e me diz: "vou com o X". A gente tinha feito piadas sobre isso durante a noite e ela tava me testando. Levo ela pra um canto e beijo ela, ela corresponde e pergunto: "Vai dar pra ele hoje à noite?!" Ela não responde e sorri. A gente se beijava e nossos corpos se procuravam, a excitação era enorme. "Por que a gente não vai pra casa dele?", ela me diz. X alugava um apê não muito longe do centro, não tinha carro, por isso eu era meio que o motorista do grupo. Isso seria parte da fantasia depois. Saímos do bar com a ideia de continuar a noite no apê do X. A gente ia os três no carro, minha mina na frente rindo e conversando, no caminho entre piadas e baixinho eu falei pra ela que se quisesse podia deixar eles sozinhos, como a gente tinha fantasiado. O olhar dela era desafiador mas ao mesmo tempo hesitante. X ia atrás no celular sem dar muita atenção pra gente. Minha mulher me perguntou o que eu realmente planejava, ela sabia que tinha liberdade mas nem sempre se animava a propor. "O que você quiser", soltei. Chegamos na casa do X e ele desce com a ideia de que nós dois íamos terminar a noite lá, ela me olha e me dá um beijo e diz: "Te aviso e você vem me buscar?!" Tava me mandando embora, com um olhar de fogo e excitação. Entrei na onda, beijei ela e falei: "Se divirte". E fechou a porta. Levei uns segundos pra retomar a viagem, minha mulher tinha acabado de descer na casa do amante e eu ia pra nossa casa, sozinho. X olha confuso e ela fala algo que não consegui ouvir e eles entram no apê. Enquanto minha mulher acena com a mão, eu arranco. Levei uns 15 minutos pra chegar em casa. Não sabia como me sentir, tinha deixado minha mulher na casa do amante pra ele comer ela ou pelo menos era o que eu imaginava. Mil pensamentos vinham na minha cabeça enquanto eu entrava em casa. Sentei no sofá e olhei o celular: 01:23h, não tinha mensagens. Levei um tempo pra processar o que aconteceu, me incomodava a forma como tinha sido descartado, mas era parte da fantasia que a gente vinha vivendo há um tempo. Um verdadeiro cuck não tem controle e precisa aceitar o lugar que lhe cabe. Tinha deixado o celular na mesa enquanto me preparava pra ver um episódio de uma série, tinha que matar o tempo enquanto ela não estava, o tempo parece eterno quando sua mulher tá com outra pessoa e sua cabeça voa imaginando o que ela pode estar fazendo. Toca uma notificação, é uma mensagem dela: "Vou dar pra ele, tô na sala dele", "depois a gente fala, Te amo!" e um emoji de coração fofo, mas naquele contexto, uma provocação. Meu coração acelera e meu pau também. Minha ereção era evidente, abaixo minha cueca e tiro meu pau, começo a bater uma dominado por tanto tesão. Escrevo pra ela: "Tá com tesão?!", mas não tem resposta. Só um visto. É um momento único, difícil de descrever. Ficava me perguntando o que eles estavam fazendo, imaginava como tocavam, despiam e comiam minha mulher. Milhares de pensamentos intrusivos chegam na sua mente enquanto o ciúme e a excitação te controlam. Tive que me masturbar na hora, me joguei no sofá e, vendo aquele único visto sem resposta, comecei a bater uma de um jeito quase primitivo, animal e ao mesmo tempo humilhante. Deslizando pra cima, vi as fotos de fio dental que minha mulher tinha me mandado antes de ir pro bar, isso me excitou ainda mais sabendo que outro cara tava aproveitando enquanto eu só podia me contentar em imaginar e me satisfazer sozinho. Jorrei muita porra vendo aquele fio dental que me dava tanto tesão, que naquela hora já devia estar no chão do apartamento do amante dela. Perdi a noção do tempo entre masturbação, tesão e excitação. Nervosismo me invadia e a vontade de bater uma e gozar por causa da situação que tava vivendo. Tentei ver uma série, mas não consegui. Fiquei andando pela casa e me servi uma bebida. Não conseguia me concentrar. Já era umas 03:00 da manhã quando toca meu celular. Meu coração acelera e eu pego ele, mensagem da minha mulher respondendo a minha. "Acabei de ver, tava com tesão sim, óbvio". "Você vem me buscar?!". Não tinha muita informação, já tinham passado quase duas horas e eu nem sabia o que tinha rolado (fiquei me perguntando isso o caminho inteiro de ida). Chego na porta do apê de X e buzino, depois de alguns segundos, minha mulher sai e dá um beijo no rosto dele. E vem na minha direção, os nervos tomam conta de mim. Ela sobe. "Oi, amor", ela fala e me dá um beijo, eu retribuo, percebia que ela tava nervosa. Fecha a porta e eu arranco. "Como você tá?!", pergunto enquanto pego na coxa dela. "COMIDA". Essa resposta é uma facada, mas ao mesmo tempo sobe meu pau na hora. Uma resposta simples, mas avassaladora. "É mesmo??", falo. "No final, parece que você gosta bastante de transar com outros". Olho pra ela e sorrio. Ela sorri. E um silêncio cúmplice que se prolonga por uns minutos. A viagem foi intensa, ela me contou detalhes do encontro, mas não tudo. A ideia era não saber demais, igual a ideia desse relato é não matar a fantasia de imaginar o que minha mulher tava fazendo. Chegamos em casa e ela entra pra tomar banho, mas antes me dá um beijo que eu sinto como conciliador, a roupa dela impregnada de cheiro de sexo no cesto de roupa e minha mulher relaxada na cama depois desse banho revigorante. "Posso te comer?!", falei me metendo na cama. "Amanhã, amor", ela fala esquivando da minha proposta. "Já fui comida demais por hoje". Como um bom cuck, aceito e me contento em ir pro banheiro descarregar meu gozo na calcinha dela usada, a mesma que tiraram dela há algumas horas, cheia da umidade dela. Ela dormindo tranquilamente depois de uma boa noite de sexo. E eu com meu pau na mão, a calcinha dela cheia de gozo escondido, orgulhoso de realizar uma nova fantasia.
Se você curte contos, espero muito apoio pra minha mulher, pode mandar no Tlg seu tributo ou cumtribute pra mostrar pra esse corno o quanto a esposa dele te excita. E ver as fotos dela rodeada de paus grandes e a porra que ela merece. Abraço, companheiros punheteiros.
Num desses fins de semana, minha mulher me disse que nosso amigo tinha nos convidado pra um bar na região central onde a gente mora. Ele queria vê-la e queria saber se a gente ia fazer "uma das nossas", textual. Normalmente, a gente saía com os amigos e tomava alguma coisa lá. Aquela noite ia ser diferente. Enquanto eu comia minha mulher de quatro na sexta-feira, ela falava entre gemidos se eu queria ser cuck, se queria ver ela ser comida de novo, o que aumentava meu tesão e eu metia mais forte. Ela tava montada em cima de mim, cavalgando no meu pau, quando me olhou e perguntou se eu queria que o amigo levasse ela pro apartamento dele e comesse ela gostoso de novo, igual da outra vez. Perguntei se ela queria isso, se queria que eu emprestasse minha mulher por uma noite. Ela, no calor do momento, disse que sim, que queria ir com ele. Foi uma troca bem quente durante o sexo. Ela me dava sinais dos desejos mais profundos dela. No sábado, ela me mandava mensagens mostrando vários looks pra noite enquanto eu não tava em casa, e me mandou uma calcinha fio dental preta espetacular que ia estreiar naquela noite.
Fomos pro bar sem saber bem qual seria o desfecho daquela noite, mas cheios de expectativa e muito excitados. Bebemos e curtimos, e conseguimos dançar um pouco entre risadas e comentários. Eu tinha visto aquela química de novo, e minha mulher tava muito gostosa naquela noite, com uma blusa provocante e calça justa, roubando não só os olhares do amante, mas de todo mundo. vários do lugar. Os peitos dela estavam incríveis e eles não conseguiam parar de olhar pra ela. Era por volta de 1h quando minha mulher vem até onde eu estava e me diz: "vou com o X". A gente tinha feito piadas sobre isso durante a noite e ela tava me testando. Levo ela pra um canto e beijo ela, ela corresponde e pergunto: "Vai dar pra ele hoje à noite?!" Ela não responde e sorri. A gente se beijava e nossos corpos se procuravam, a excitação era enorme. "Por que a gente não vai pra casa dele?", ela me diz. X alugava um apê não muito longe do centro, não tinha carro, por isso eu era meio que o motorista do grupo. Isso seria parte da fantasia depois. Saímos do bar com a ideia de continuar a noite no apê do X. A gente ia os três no carro, minha mina na frente rindo e conversando, no caminho entre piadas e baixinho eu falei pra ela que se quisesse podia deixar eles sozinhos, como a gente tinha fantasiado. O olhar dela era desafiador mas ao mesmo tempo hesitante. X ia atrás no celular sem dar muita atenção pra gente. Minha mulher me perguntou o que eu realmente planejava, ela sabia que tinha liberdade mas nem sempre se animava a propor. "O que você quiser", soltei. Chegamos na casa do X e ele desce com a ideia de que nós dois íamos terminar a noite lá, ela me olha e me dá um beijo e diz: "Te aviso e você vem me buscar?!" Tava me mandando embora, com um olhar de fogo e excitação. Entrei na onda, beijei ela e falei: "Se divirte". E fechou a porta. Levei uns segundos pra retomar a viagem, minha mulher tinha acabado de descer na casa do amante e eu ia pra nossa casa, sozinho. X olha confuso e ela fala algo que não consegui ouvir e eles entram no apê. Enquanto minha mulher acena com a mão, eu arranco. Levei uns 15 minutos pra chegar em casa. Não sabia como me sentir, tinha deixado minha mulher na casa do amante pra ele comer ela ou pelo menos era o que eu imaginava. Mil pensamentos vinham na minha cabeça enquanto eu entrava em casa. Sentei no sofá e olhei o celular: 01:23h, não tinha mensagens. Levei um tempo pra processar o que aconteceu, me incomodava a forma como tinha sido descartado, mas era parte da fantasia que a gente vinha vivendo há um tempo. Um verdadeiro cuck não tem controle e precisa aceitar o lugar que lhe cabe. Tinha deixado o celular na mesa enquanto me preparava pra ver um episódio de uma série, tinha que matar o tempo enquanto ela não estava, o tempo parece eterno quando sua mulher tá com outra pessoa e sua cabeça voa imaginando o que ela pode estar fazendo. 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Chegamos em casa e ela entra pra tomar banho, mas antes me dá um beijo que eu sinto como conciliador, a roupa dela impregnada de cheiro de sexo no cesto de roupa e minha mulher relaxada na cama depois desse banho revigorante. "Posso te comer?!", falei me metendo na cama. "Amanhã, amor", ela fala esquivando da minha proposta. "Já fui comida demais por hoje". Como um bom cuck, aceito e me contento em ir pro banheiro descarregar meu gozo na calcinha dela usada, a mesma que tiraram dela há algumas horas, cheia da umidade dela. Ela dormindo tranquilamente depois de uma boa noite de sexo. E eu com meu pau na mão, a calcinha dela cheia de gozo escondido, orgulhoso de realizar uma nova fantasia.
Se você curte contos, espero muito apoio pra minha mulher, pode mandar no Tlg seu tributo ou cumtribute pra mostrar pra esse corno o quanto a esposa dele te excita. E ver as fotos dela rodeada de paus grandes e a porra que ela merece. Abraço, companheiros punheteiros.
10 comentários - Relatos cornudos 1 "Entregando a domicilio a mi mujer". Real
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