Meu sogro me faz de putinha e amante

Meu sogro sempre me olhou de um jeito estranho, e isso ficou mais intenso depois de um dia em que ele ficou na nossa casa. Eu estava no banheiro, e meu sogro também foi ao banheiro. Por instinto, ele virou e me viu completamente nua. Mal consegui cobrir meus peitos e colocar minha mão na minha buceta.

A partir daí, notei que ele sempre me olhava de um jeito esquisito. Percebi que ele olha meus peitos por cima da roupa, segundo ele, sem que eu perceba. Depois, quando estou fazendo a limpeza da casa, ele sempre procura se posicionar em lugares "estratégicos" onde pode admirar minhas tetas ou minha bunda quando me agacho para varrer ou pegar alguma coisa. Claro, sempre com cuidado para que nem meu marido nem ninguém o veja, mas eu percebo que ele faz isso. De certa forma, não me incomoda, até posso dizer que esses olhares me lisonjeavam, porque achava que não passaria disso, só de olhares. Mas não sabia o quanto eu estava enganada...

Num fim de semana, meu marido teve que sair para uma reunião importante da empresa dele, então fiquei sozinha em casa com meu sogro. Costumo acordar tarde nos fins de semana, e aquele não seria diferente. Coloquei uma camiseta longa de algodão e uma legging.

Me arrumei e desci para a sala de jantar. Enquanto descia as escadas, qual não foi minha surpresa ao ver meu sogro assistindo a um filme pornô, mas com o volume bem baixo. Virei para olhá-lo e percebi que na mão dele estava o pau para fora da calça. Não pude fazer nada além de ficar olhando, de tanto choque. Foram segundos, mas nesses segundos percebi que era enorme, longo e grosso, e além disso estava bem duro na mão dele, resultado de ele estar se masturbando. A única coisa que fiz foi dizer "desculpa" e subi correndo para meu quarto.

Fechei a porta e meu coração batia a mil por hora. Não podia ser, eu tinha pegado meu sogro quase se masturbando! Sentei na cama para repassar a cena: ele tinha o pau na mão, duro, bem ereto. O que eu fazia? Descia como se nada tivesse acontecido? Me trancava no quarto e... Eu estava esperando meu marido chegar? Não sabia o que fazer. Não sei quanto tempo passou e preferi sair e arrumar as camas dos outros quartos. Fui até o quarto do meu sogro e arrumei a cama, não conseguia ficar tranquila, com que cara eu olharia pro meu sogro, o que eu diria: Bom dia? Estava nisso quando de repente percebi que meu sogro estava na porta do quarto, me observando.

- Só vim pra explicar o que aconteceu - disse meu sogro.
- Não se preocupe, não tem nada pra explicar - respondi.
- Eu entendo. Sua esposa não tá e cada um é livre pra fazer o que quiser com o próprio corpo, né? - continuei.
- Sim, mas é que também é culpa sua - disse ele.
- MINHA CULPA! O QUE FOI ISSO? COMO ASSIM MINHA CULPA! VOCÊ É LOUCO! O QUE EU TENHO A VER COM ISSO?
- SIM, É CULPA SUA! - Disse meu sogro também gritando, dando mais um passo na minha direção, de modo que fiquei ao alcance do seu braço.
- NÃO FALE LOUCURAS, SOGRO! O QUE EU TENHO A VER COM ISSO?

Então ele me pegou pelo braço, me virou e me colocou um pouco curvada contra uma penteadeira, de modo que eu podia ver nosso reflexo no espelho. Eu com o braço dobrado nas costas e ele atrás de mim.

- Por acaso você acha que é fácil esquecer que você tem uma bunda maravilhosa, uma bucetinha bem depiladinha, muito linda.

Naquele momento eu fiquei gelada.

Foi aí que ele colocou a mão que estava livre em uma das minhas nádegas e apertou, me fazendo sentir sua determinação. Eu tentei me mexer pra rejeitar o carinho, mas ele me segurou com mais força.

Sem dizer nada, ele puxou minha camiseta e rasgou dos ombros até o peito, de modo que podia ver meu sutiã preto no espelho. Puxou de um lado e descobriu minha teta direita, como ele disse.

- Vê como você é linda.

Ele soltou meu braço e com as duas mãos terminou de tirar minha camiseta e jogou fora, com a mesma brutalidade desceu o sutiã até a barriga, deixando meus peitos expostos. Ele os pegou e acariciou de um jeito urgente, caótico, cheio de desejo. Apertava, massageava, acariciava. Eu queria correr, mas ele... Eu estava curvada contra o móvel e não conseguia fugir. De repente, ele me vira, me pega no colo e me coloca em cima da cômoda, e então começou a chupar e morder meus mamilos como nunca ninguém tinha feito na minha vida. Eu não sabia o que fazer. Ele os chupava de um jeito tão veemente, isso começou a me esquentar um pouco, mas eu precisava me libertar o quanto antes.

Ele me puxou para perto, segurando minhas nádegas, e me colou no corpo dele. Senti o pauzão dele, estava duro e bem ereto. Ele esfregou no meu sexo para que eu sentisse bem. Ele se afastou, abaixou as calças até os tornozelos. Então pude ver, o pau empinado do meu sogro.

- Você gosta, gata? O QUE É QUE VOCÊ GOSTA, GATA? - ele gritou.

- Baixei o olhar e vi, estava bem veiudo e pulsava como se estivesse vivo. Tinha uma cabeça linda e rosada.

- Então pega nele. - ele disse.

- Nããão, sogro, por favor, eu sou sua nora, não posso.

Não tive alternativa e peguei, segurei e apertei, mas ele com a mão dele pegou a minha e me obrigou a fazer uma punheta.

Minha mão não conseguia abranger toda a grossura do pau dele, enquanto meu sogro beijava meu pescoço, as orelhas, os ombros, os braços, minhas axilas, ele beijava tudo, parecia que queria me comer viva. Instintivamente, peguei o pau dele com a outra mão e consegui abranger toda a grossura do cacete dele.

Eu tinha a impressão de que o pau dele crescia cada vez mais, estava bem duro, bem comprido. Ele me tirou da cômoda e me jogou na cama, então caí de frente e sem me dar chance, meu sogro se jogou em cima de mim e se apoderou de novo dos meus peitos e com uma mão tentou abaixar minha calça, mas ela estava bem justa, então ele acariciou minhas nádegas e de repente, com bastante força, rasgou a calça, tirou a mão dos meus peitos e, pegando a calça pela rasgadura, puxou, descobrindo minhas nádegas. Assim ele deixou minhas nádegas à mostra e pôde ver a calcinha rosa de fio dental que sumia entre minhas nádegas.

- Que rabo gostoso você tem, norinha linda!

Ele se abaixou e mordeu, já estava completamente fora de si. Ele se levantou e arrancou minha... Ele puxou o fio-dental de uma vez e se jogou em cima de mim de novo. E mordeu meu lóbulo da orelha no momento em que dizia:
- Agora sim, gostosa, se prepara para curtir uma foda como nunca ninguém te deu.

Eu me mexia tentando evitar que ele me enfiasse, mas sentia o pauzão dele batendo contra minhas nádegas. Em uma dessas, o cacete dele se alojou entre minhas pernas e pude senti-lo na entrada da minha buceta. Senti ele pulsar, empurrar, quase implorar para deixar entrar. Nesse momento, comecei a ficar molhada como nunca, não sei se por medo ou pela emoção de quase me sentir estuprada, e ainda pelo meu próprio sogro, o pai do meu marido.

Parei de me mexer, de lutar, e comecei a sentir meu sogro tirando e metendo seu ferro, esfregando toda a minha buceta, se lubrificando com meus fluidos que já começavam a banhar completamente seu tronco enorme.

Eu então, levantei minha bunda. Já queria sentir aquele pau dentro de mim. Então senti como ele abria caminho entre meus lábios vaginais e o colocou na entrada do meu buraquinho. Foi aí que eu gozei, tive um orgasmo maravilhoso e, mesmo apertando os dentes, não consegui evitar tremer e encharcar o pau do meu sogro com meu orgasmo, molhei o colchão, os lençóis e o próprio sogro, que me disse:

Eu continuava agachada, tentando recuperar o fôlego para continuar lutando. Meu sogro se afastou um pouco do meu corpo e pegou seu pau, então com a cabeçona dele esfregava toda a minha buceta, passava no meu clitóris, nos meus lábios, na minha bunda. Eu, já sem aguentar, gritei:
- POR FAVOR, NÃO PARA! ME ENFIA TODO AGORA, POR FAVOR!

Então levantei bem minha bunda, até o céu, abri minhas pernas para ficar bem aberta. Ele empurrou suavemente, me abrindo, curtindo, milímetro a milímetro. Eu me sentia morrer, sentia perfeitamente sua entrada a cada centímetro na minha vulva. Não conseguia acreditar que existisse em algum lugar do planeta um pauzão que me fizesse sentir o que meu sogro estava me fazendo sentir. Minhas pernas estavam tremendo de uma maneira insana.
- Mais! Quero mais! Sogrinho! Aaaiiiii assimmmmmm! Que delícia de pirocaaaaaa! Mete tudoooo pelo amor de deusssss! Me come com força, seu cabrãããããooooo! METEEEEEEEEEEE!

Quando enfiou todo o membro dele, ficou parado um momento, como se estivesse aproveitando o aperto da minha buceta. Eu sentia meus olhos saltarem de tão fundo que ele chegava. Me sentia completamente cheia, recheada de pau. Eu já sentia que ia morrer desde antes e, quando ele começou a tirar, já era dele, só queria que ele me comesse, que me violentasse, que fizesse de mim o que quisesse. Assim começou a metida clássica, eu com o rosto afundado na cama e a bunda no ponto mais alto que conseguia. Ele começou a me comer, primeiro devagar, bem devagar, era um tormento ansiar que ele enfiasse todo o pau de novo quando tirava, mas quando estava dentro… QUE PRAZER! Começou a me bombar cada vez mais rápido e gostoso.

- Ai, que gostoso, isso, assimmmmmm, mais, mais, sogrinhooooo, me dá maaaisssss.

Enquanto isso, ele agarrava meus peitos que balançavam. Apertava tanto que começou a sair porra dos meus peitos. Então, ele subiu na cama e estava me montando como se eu fosse uma puta, me dava tapas na bunda, me apalpava, babava minhas costas, me agarrava pelos ombros e, enquanto eu apertava os lençóis e chorava de prazer, um prazer totalmente incrível, profano, mas muito gostoso. Ele desceu da cama e me levantou. Me colocou na frente do espelho do toucador e me apoiou nele, de forma que eu podia me ver com os peitos balançando e escorrendo porra, e a calça rasgada, só presa na cintura e um pedaço na perna, era alucinante o espetáculo.

Podia ver como meus peitos se mexiam, podia ver meu rosto totalmente desfigurado pelo prazer, parecia uma cachorra no cio, se fosse puta, essa era a cara de gozo de uma. Eu girava meus quadris e meu sogro agarrava meus peitos e falava no meu ouvido.

- Olha, sua cara, você gosta, minha putinha? Tá gostando da minha comida?

- Sim, sogrinho, EU ADORO! ME COME MUITO! ME DÁ MAIS! AAAAAAAASSSSSSSSSSSSSSSSIIIIIIIIIIIIIIII.
Ele terminou de arrancar minha camiseta completamente e a calça também, então fiquei totalmente nua diante do meu sogro.

Podia ver como metade do pau dele ficava pra fora da minha buceta. Eu estava escorrendo e o pau dele estava encharcado dos meus fluidos. Meu sogro agarrava meus peitos, meus quadris, pegava minha bunda e tudo que podia, e de repente ele me vira e me beija — foi um beijo longo e urgente. Cheio de desejo e ânsia. Foi a última coisa que precisei para ter outro grande orgasmo. Eu literalmente me mijei de tanto gozar!
— Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhgggggggggggggggggggggggg. Que delíciaaaaaaaaaa!!!!!! Estou morrendo!!!!!!!!!!

Não conseguia mais ficar em pé e caí sobre os perfumes e cremes do toucador, meu sogro continuava se movendo como uma máquina, estávamos suados ao extremo, e ele enfiava e tirava o pau como um pistão, eu não sabia quanto mais ia aguentar até ouvir:
— Vou gozar — e eu disse: enche minha buceta de porra!

Então, senti o pau dele tremer e de repente senti algo quentinho dentro de mim… e gozei pela terceira vez!

Ele agarrou meus dois peitos e gritou:
— TOMA, MEU BEBÊ!!!! TOMA MINHA PORRA!!!!!! VOU TE ENCHER TODA!!!!!!

Meu orgasmo foi animal, eu já não sabia onde estava, tremia toda, escorriam pela minha face fios de suor e pelas pernas, tinha vazamento dos meus fluidos vaginais e do sêmen do meu sogro. Saía pelos lados dos meus lábios e escorria pelo pau dele e pelas minhas coxas.

Ele estava em cima de mim, nas minhas costas, que beijava e lambia, agarrava minha bunda e acariciava minhas coxas recolhendo meus e os fluidos dele. Com a mão cheia deles, ele aproximou do meu rosto e disse:
— Toma, limpa pra mim.
Eu, de forma submissa e excitada, comecei a lamber seus dedos… O que aconteceu depois? Vou continuar contando.Meu sogro me faz de putinha e amantese é que vocês gostaram desse relato.
Opiniões e comentários:

3 comentários - Meu sogro me faz de putinha e amante

Que puta eres, solo te faltaba una verga de macho, van 10 y sigue contando, pq falta que te rompa el culo
Osi17
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