Minha mãe veio nos visitar em janeiro para passar meu aniversário e aproveitar o fim das férias, logo antes de começar meu último ano do colégio. Como já contei pra vocês, desde os três anos eu morava com minha avó materna, porque quando minha mãe se casou de novo, meu padrasto não quis que ela me levasse junto. E como eles se mudaram pra Recife, uma cidade bem longe de Manaus, e as passagens de avião eram caras, a gente só podia se ver a cada dois ou três anos. A última vez tinha sido pouco mais de dois anos atrás, quando aconteceram aqueles eventos que já contei. Eu já passava de boa do um e oitenta e tinha ganhado massa muscular, principalmente por causa do vôlei e do jiu-jitsu, que tinha virado moda na minha cidade. Mas o mais importante era outra coisa: eu tinha comido tudo que aparecia, sem frescura nem rodeios. Bonitas ou feias, gordas ou magras, velhas ou novas… como a gente diz lá, o que cai na rede é peixe. E nessa onda, algumas mulheres da família também caíram. Por isso, antes da viagem dela, numa ligação minha mãe ficou mais séria comigo. Ela falou sobre o nosso passado e disse que tinha sido um grande erro, que não podia se repetir, que tinha sido culpa dela por falta de firmeza, mas que agora ela estava ativa na igreja. Ela me pediu pra eu me comportar bem durante a visita. Eu disse sim pra tudo; afinal, tanta coisa tinha acontecido que aquilo já parecia de outra vida, mesmo que na minha cabeça ainda estivesse bem vivo. Eu tenho memória pra tudo. Mas não quis deixar ela desconfortável. De qualquer forma, eu já estava em outra: tinha namorada, igreja, banda… enfim. No começo a gente tentou manter uma certa distância, principalmente porque minha avó ficava sempre de olho na gente. Mas já nos primeiros dias esse gelo começou a quebrar. O estopim foi quando ela entrou no meu quarto pra levar os lençóis pra lavar. Eu já estava acostumado a viver sozinho, porque minha avó passava mais tempo no sítio, e nem sempre lembrava de fechar a porta, ainda mais porque meu quarto ficava num cantinho do corredor onde quase ninguém passava. Mas justo ela entrou e me viu pelado, com uma ereção matinal. Foi um acidente, daqueles que acontecem em qualquer família, mas aquela porta aberta acabou sendo a que deu início a tudo que viria depois. Depois, ela me disse: —Mantém a porta fechada quando estiver se secando, hein. Você cresceu muito. —Acha? Ela percebeu a ironia na minha expressão e se apressou em se corrigir: —Modera… não estava falando disso. Mas sim, você cresceu… até nisso também. A partir daí começaram os olhares cada vez mais ousados da minha parte, até que uma manhã a vi de costas na cozinha, com um vestido que deixava adivinhar a calcinha. Me aproximei devagar. No início ela continuou ocupada com suas coisas, como se nada, e eu me animei a acariciar suas costas. Como ela continuou conversando normal, desci um pouco mais a mão, até sentir o tecido da calcinha dela por cima da roupa. Ela não disse nada, então acabei agarrando sua bunda.
—O que você tá fazendo? —Nada… só dando uma olhada. —Olhando o quê, Matheus? —Sei lá… acho que já vi esse vestido. É da tia Mônica, né? —É. É que não trouxe muita roupa, ela me emprestou. Não pude evitar de lembrar daquela vez que tentei dar em cima da tia Mônica, depois de ter me dado bem com a tia Lúcia e com a tia Andrea, todo confiante… e ela me botou no meu lugar. As duas eram gêmeas idênticas, mas com personalidade e jeito de se vestir diferentes. Mas eu continuei com a mão na bunda dela. —Tira, Matheus. —Por quê? É gostoso. Ela me olhou séria, mas nos olhos dela vi um lampejo de rendição. —Já conversamos sobre isso, filho. Não começa. —Eu sei, mas… —Sua avó vai nos ver. Chega. —Ok. Me afastei. E ela seguiu como se nada tivesse acontecido. —Senta aí, que eu te sirvo. Tá uma delícia. Eu, com ironia: —Já confirmei que é. Ela deu uma risada. —Você é impossível! Quando ela se aproximou, apertei a bunda dela de novo, com mais vontade. —Chega, para —ela disse. Por ser uma mãe ausente, ela nunca foi capaz de me impor limites. Essa fraqueza foi justamente a causa do que aconteceu da última vez, e a razão do que inevitavelmente aconteceria de novo. A tarde de piscina na casa da tia Mônica nos aproximou um pouco mais do perigo. Como era o único homem no encontro, coube a mim cuidar do churrasco… enquanto apreciava a vista. Tia Mônica era a mais deslumbrante: dona de uma loja de roupas femininas, sempre aparecia com os últimos modelos de biquíni, ou seja, minúsculos, e obcecada com as marquinhas de sol. Tia Lúcia vinha logo atrás, embora o corpo dela não fosse tão voluptuoso. Mamãe estava toda coberta, mas tanto faz: Ela e a tia Mônica são idênticas, e ver minha tia pelada era como ver minha mãe. Uma sensação muito tarada. Mas a vovó, por outro lado, não tirava os olhos de mim: me vigiava de perto, sabendo exatamente o que se passava na minha cabeça. O engraçado é que a tia Mônica percebeu meus olhares. Em um momento a sós, na lavanderia, ela encarou e disse: —Ei, para de olhar minha bunda, garoto; mamãe está percebendo. Num lampejo de coragem, soltei: —Não enche, tia, com esse fio dental que você tá usando e esses peitões, como é que eu não vou olhar?
Ela, que nunca me tinha ouvido falar assim, ficou surpresa e depois respondeu, meio na defensiva: —Mas o que foi que te deu? Vai ser assim agora, é?
Fingi que era bobo e disse que era brincadeira. —É bom que seja —ela retrucou.
Depois de uma tarde inteira olhando bundinhas, fui visitar minha namorada e descarreguei. Mas ao voltar pra casa da minha tia, onde íamos dormir, vi mamãe na lavanderia onde antes tinha batido papo com tia Mônica. Não pensei duas vezes e surpreendi ela com a mão na bunda. A vontade era tanta que nem percebi que podia ser minha tia. Foi mamãe quem me fez pensar.
— Se controla, olha. Me larga agora. — Só mais um pouquinho, mãe. — Não. Imagina se fosse a Mônica. — Tanto faz. — Pois ela está querendo te matar. Já nos contou o que você disse, e foi muito errado. Você não é assim. — Que fofoqueira. Era só uma brincadeira. — Brincadeira? Nem pensar, Matheus. Ela contou pra mamãe, viu. Chega, para. Alguém pode vir, não seja bobo. — Ninguém vai vir. Estão vendo TV no quarto. — Matheus, se controla, isso é incesto! Ela disse a palavra sussurrando, como se tivesse vergonha de ouvi-la. E confesso que ouvir aquilo me fez estremecer também, como se eu tivesse acabado de perceber. — Você sabe o que é isso? Como não respondi, ela continuou: — Não se toca assim… nas mães… — Eu sei, mãe. Cortei pra ela não continuar. — Então por que continua? Já faz muito tempo, vai lá. Fui embora, mas ao passar pela porta do quarto da minha tia vi que ainda estavam vendo o filme, então voltei. Não ia perder a oportunidade: as duas vezes que tinha tocado nela não tinha feito nada além de conversar, sem nenhum gesto realmente convincente, e além do mais parecia que ela gostava. Encontrei-a na mesma posição, pensativa, e ao me ver perguntou o que eu estava fazendo ali de novo. Fui direto com a mão na sua bunda, mas dessa vez me atrevi a enfiar dentro da calcinha, enquanto ela continuava tentando me convencer a parar. Quando coloquei um dedo no seu buraco, ela me olhou surpresa, até com um sorriso. — Ei, o que você tá fazendo? Não é aí… essa é minha bunda — disse baixinho na última palavra. — Desculpa. Confesso que fiz de propósito. Elas sempre se surpreendiam. Mas ela disse: — Isso não se faz aí. Não fique fazendo isso, hein? É sujo. Sinal de que não tinha feito, ou não fazia muito. Sorri lembrando das vezes que tinha destruído a bunda da vovó. Tirei minha mão de trás mas coloquei a outra na frente, direto na sua calcinha e, embora ela tenha tentado impedir, consegui alcançar sua buceta totalmente molhada. — Mãe, você tá molhadíssima. — Como não vou estar se você não para de me tocar! — Que gostoso. Tô com vontade de comer você. —Não fala isso. Você tá louco? Meu Deus… —Ai, não envolve Deus nisso, mãe. A gente ficou pouco tempo naquilo porque ouvimos minha avó. Paramos e nos arrumamos super rápido. Ao passar pela porta ela me fulminou com o olhar, mas do corredor ouvi ela falando com minha mãe como se nada tivesse acontecido, e tive a impressão de que ela não tinha visto nada, mas foi um engano. No dia seguinte levei minha mãe ao zoológico. Fomos só nós dois e eu esperava encontrar um cantinho para apalpar ela, mas ela acordou estranha. Eu sabia que era por causa da noite anterior, mas não achei que fosse grande coisa, até que, quando finalmente estávamos sozinhos, ela me contou que a avó tinha nos visto sim. E não só isso: que a tia Celia (irmã mais nova da minha mãe) tinha contado há muito tempo que nos encontrou no ato aquela vez no sofá do apartamento dela. Ela contou como se a gente tivesse transado, quando na verdade nunca passamos de apalpadas e chupadas de peito. Mãe teve que negar, mas a mãe dela não acreditou ou não ligou e deu a maior bronca nela. Eu fiquei irritado, a ponto de quase contar na mesma hora tudo que tinha acontecido entre eu e a avó. Que hipócrita: fazendo minha mãe se sentir a pior mulher do mundo, quando ela mesma… Me segurei. Decidi procurar a avó depois e falar umas verdades. O passeio nem aconteceu de verdade: Mãe estava de mau humor e eu mal tentava acalmá-la. Ao chegar em casa, ela foi dormir cedo. Eu fui direto para o quarto da avó. Disse que ela tinha se comportado muito mal e que eu pensava em contar para a mãe o que tinha acontecido entre nós. Minha avó ficou muito brava, embora falasse em sussurros para não acordar minha mãe. Ela me disse para não contar nada, que só tinha falado porque nos viu e queria evitar que a coisa fosse mais longe. Que não estava certo, que aquilo era um pecado horrível, que éramos cristãos, e que o nosso caso também tinha sido um erro tremendo, por minha culpa e minha insistência (e em parte era verdade). Mas eu estava muito puto da vida e soltei: —O que você tá dizendo, se era você que pedia pra eu te foder como marido? Lembrei daquela vez que estava metendo na bunda dela na posição papai e mamãe e ela me olhou fixo, dizendo pra eu foder ela como esposa. Eu entendi que era pela boceta, sim, mas não era só isso: ela queria beijos, romantismo… e naquele dia ela gozou como nunca, deixou o colchão encharcado. A lembrança a deixou com raiva e ela me deu um tapa. Eu fiquei parado, olhando pra ela. O golpe me acordou um pouco: ela tinha razão. Levantei a vista e vi o espelho do banheiro; ela também olhou pra lá. Acho que nós dois lembramos da mesma coisa: aquela vez que eu a fodi olhando pra gente no espelho, processando o que estávamos fazendo enquanto meu pau se perdia no fundo do seu cu. E então, no meio daquele silêncio, ela soltou uma coisa tão inesperada que quase me fez rir: —Você me arrebentou toda, me deixou tão frouxa que entra como se nada. —Mas você gosta —respondi. —E o que isso importa? Não é algo que a gente devia curtir. Acordei da lembrança com ela falando sério: —Olha, a gente fez muita coisa errada, mas já era. Só não continua. Fui pro meu quarto puto. Não conseguia dormir: a cabeça ficava girando, entre a raiva, o desejo e a culpa. No final levantei e fui pro quarto da minha mãe. Não queria comer ela; queria abraçar, porque me vinha na cabeça a carinha triste dela da tarde e me dava tanta pena quanto ternura. O que me importava a vó, por mais certa que ela estivesse? Mas quando cheguei no quarto, a porta estava trancada. Se eu batesse, com certeza acordaria a vó, que tinha o sono muito leve. Voltando pro meu quarto passei pela porta da minha avó. Um pensamento me passou pela cabeça. Dei uns passos pra trás e tentei a maçaneta. Estava aberta. Aquilo era estranho: ela sempre trancava. Entrei, fechei a porta atrás de mim, acendi a luz… e a vi. Estava deitada de costas pra porta. Tirei o pau e molhei com saliva antes de subir na cama. Me joguei ao lado dela, destapei, levantei o camisão, puxei a calcinha de lado e enfiei.
Sempre me surpreendia como, depois de parir cinco filhas, ela continuava tão apertada. Senti ela acordar antes mesmo de se virar. Esperei a maior bronca, mas ela só ficou me encarando fixamente, como às vezes fazia. Já contei pra vocês: minha avó ainda era relativamente jovem, beirando os cinquenta, mas continuava uma mulher atraente no rosto, com uns olhos lindos que minha mãe herdou. E de corpo… tinha uns peitos e uma bunda que davam inveja em qualquer uma das filhas. Tentei beijá-la, mas ela não queria. —Olha que é pra você se calar, que daqui a pouco você vai começar a gemer e fazer barulho. Aí ela deixou. Beijava incrivelmente, como uma mulher apaixonada. Ouso dizer que até aquela idade ninguém tinha me beijado como ela. Eu sabia que era pelo meu falecido pai, já que ela tinha sido sua amante e todos diziam que eu era sua cópia viva, embora, quando perguntei, ela ficou brava. E pra mim, aquela reação tinha sido a confirmação. Ela gemia na minha boca, eu sentia seu hálito quente, mas ela não parava de me olhar com os olhos bem abertos. Essas reações estranhas, intensas, da minha avó, eu nunca esqueci. É impossível descrever o tesão que sinto até hoje ao me lembrar. Na verdade acabei de vê-la. Ela está com 79 anos, e nas pouquíssimas vezes que fazemos referência àquela época, ela nos faz rir. Mas isso é só agora, por muito tempo sentimos muita culpa, principalmente eu. Porque ela sempre foi pra mim mais mãe do que minha mãe. A que me criou. E naquela época essa sensação era ainda mais forte. E lá estava eu, comendo e beijando ela.
Mudamos de posição para a do missionário, que no Brasil se chama papai e mamãe. —Isso é muito errado, Matheus. Muito errado. —Eu sei. Em pouco tempo ela buscou minha boca para abafar os gemidos, mas não dei. —Você vai me fazer gritar. —Grita. —Nããão. Aumentei a velocidade. Ela começou a ofegar. Eu pensava na minha mãe no outro quarto. Estaria ouvindo? Tomara que sim. Que ela saiba o que vai lhe acontecer. Eu disse isso em voz alta porque minha avó disse: —Você é um bárbaro. Como pode pensar nisso. Você peca e ainda nos faz pecar. Ela dizia isso entrecortado, entre gemidos cada vez mais fortes. Um momento, olhando para ela, o rosto contraído, todo suado, prestes a gozar. Pedi que abrisse a boca. Ela abriu e eu cuspi nela. Uma vez, depois outra e mais outra. Senti o fogo dela ao gozar. Eu também gozei, mas não paramos. Fomos até a madrugada adentro, ficamos exaustos.
Ao acordar percebi que estava na cama dele. Já passava das 10 da manhã. Corri, ainda meio sonâmbulo, pro meu quarto. Mijei, lavei o rosto. Fui pra cozinha e minha mãe estava lá.
—Oi. — falei. Dei um beijinho na bochecha dela e sentei à mesa. Ela me encarou firme e eu já sabia o que ela ia dizer.
—Eu ouvi vocês ontem.
Continua…
—O que você tá fazendo? —Nada… só dando uma olhada. —Olhando o quê, Matheus? —Sei lá… acho que já vi esse vestido. É da tia Mônica, né? —É. É que não trouxe muita roupa, ela me emprestou. Não pude evitar de lembrar daquela vez que tentei dar em cima da tia Mônica, depois de ter me dado bem com a tia Lúcia e com a tia Andrea, todo confiante… e ela me botou no meu lugar. As duas eram gêmeas idênticas, mas com personalidade e jeito de se vestir diferentes. Mas eu continuei com a mão na bunda dela. —Tira, Matheus. —Por quê? É gostoso. Ela me olhou séria, mas nos olhos dela vi um lampejo de rendição. —Já conversamos sobre isso, filho. Não começa. —Eu sei, mas… —Sua avó vai nos ver. Chega. —Ok. Me afastei. E ela seguiu como se nada tivesse acontecido. —Senta aí, que eu te sirvo. Tá uma delícia. Eu, com ironia: —Já confirmei que é. Ela deu uma risada. —Você é impossível! Quando ela se aproximou, apertei a bunda dela de novo, com mais vontade. —Chega, para —ela disse. Por ser uma mãe ausente, ela nunca foi capaz de me impor limites. Essa fraqueza foi justamente a causa do que aconteceu da última vez, e a razão do que inevitavelmente aconteceria de novo. A tarde de piscina na casa da tia Mônica nos aproximou um pouco mais do perigo. Como era o único homem no encontro, coube a mim cuidar do churrasco… enquanto apreciava a vista. Tia Mônica era a mais deslumbrante: dona de uma loja de roupas femininas, sempre aparecia com os últimos modelos de biquíni, ou seja, minúsculos, e obcecada com as marquinhas de sol. Tia Lúcia vinha logo atrás, embora o corpo dela não fosse tão voluptuoso. Mamãe estava toda coberta, mas tanto faz: Ela e a tia Mônica são idênticas, e ver minha tia pelada era como ver minha mãe. Uma sensação muito tarada. Mas a vovó, por outro lado, não tirava os olhos de mim: me vigiava de perto, sabendo exatamente o que se passava na minha cabeça. O engraçado é que a tia Mônica percebeu meus olhares. Em um momento a sós, na lavanderia, ela encarou e disse: —Ei, para de olhar minha bunda, garoto; mamãe está percebendo. Num lampejo de coragem, soltei: —Não enche, tia, com esse fio dental que você tá usando e esses peitões, como é que eu não vou olhar? Ela, que nunca me tinha ouvido falar assim, ficou surpresa e depois respondeu, meio na defensiva: —Mas o que foi que te deu? Vai ser assim agora, é?
Fingi que era bobo e disse que era brincadeira. —É bom que seja —ela retrucou.
Depois de uma tarde inteira olhando bundinhas, fui visitar minha namorada e descarreguei. Mas ao voltar pra casa da minha tia, onde íamos dormir, vi mamãe na lavanderia onde antes tinha batido papo com tia Mônica. Não pensei duas vezes e surpreendi ela com a mão na bunda. A vontade era tanta que nem percebi que podia ser minha tia. Foi mamãe quem me fez pensar.
— Se controla, olha. Me larga agora. — Só mais um pouquinho, mãe. — Não. Imagina se fosse a Mônica. — Tanto faz. — Pois ela está querendo te matar. Já nos contou o que você disse, e foi muito errado. Você não é assim. — Que fofoqueira. Era só uma brincadeira. — Brincadeira? Nem pensar, Matheus. Ela contou pra mamãe, viu. Chega, para. Alguém pode vir, não seja bobo. — Ninguém vai vir. Estão vendo TV no quarto. — Matheus, se controla, isso é incesto! Ela disse a palavra sussurrando, como se tivesse vergonha de ouvi-la. E confesso que ouvir aquilo me fez estremecer também, como se eu tivesse acabado de perceber. — Você sabe o que é isso? Como não respondi, ela continuou: — Não se toca assim… nas mães… — Eu sei, mãe. Cortei pra ela não continuar. — Então por que continua? Já faz muito tempo, vai lá. Fui embora, mas ao passar pela porta do quarto da minha tia vi que ainda estavam vendo o filme, então voltei. Não ia perder a oportunidade: as duas vezes que tinha tocado nela não tinha feito nada além de conversar, sem nenhum gesto realmente convincente, e além do mais parecia que ela gostava. Encontrei-a na mesma posição, pensativa, e ao me ver perguntou o que eu estava fazendo ali de novo. Fui direto com a mão na sua bunda, mas dessa vez me atrevi a enfiar dentro da calcinha, enquanto ela continuava tentando me convencer a parar. Quando coloquei um dedo no seu buraco, ela me olhou surpresa, até com um sorriso. — Ei, o que você tá fazendo? Não é aí… essa é minha bunda — disse baixinho na última palavra. — Desculpa. Confesso que fiz de propósito. Elas sempre se surpreendiam. Mas ela disse: — Isso não se faz aí. Não fique fazendo isso, hein? É sujo. Sinal de que não tinha feito, ou não fazia muito. Sorri lembrando das vezes que tinha destruído a bunda da vovó. Tirei minha mão de trás mas coloquei a outra na frente, direto na sua calcinha e, embora ela tenha tentado impedir, consegui alcançar sua buceta totalmente molhada. — Mãe, você tá molhadíssima. — Como não vou estar se você não para de me tocar! — Que gostoso. Tô com vontade de comer você. —Não fala isso. Você tá louco? Meu Deus… —Ai, não envolve Deus nisso, mãe. A gente ficou pouco tempo naquilo porque ouvimos minha avó. Paramos e nos arrumamos super rápido. Ao passar pela porta ela me fulminou com o olhar, mas do corredor ouvi ela falando com minha mãe como se nada tivesse acontecido, e tive a impressão de que ela não tinha visto nada, mas foi um engano. No dia seguinte levei minha mãe ao zoológico. Fomos só nós dois e eu esperava encontrar um cantinho para apalpar ela, mas ela acordou estranha. Eu sabia que era por causa da noite anterior, mas não achei que fosse grande coisa, até que, quando finalmente estávamos sozinhos, ela me contou que a avó tinha nos visto sim. E não só isso: que a tia Celia (irmã mais nova da minha mãe) tinha contado há muito tempo que nos encontrou no ato aquela vez no sofá do apartamento dela. Ela contou como se a gente tivesse transado, quando na verdade nunca passamos de apalpadas e chupadas de peito. Mãe teve que negar, mas a mãe dela não acreditou ou não ligou e deu a maior bronca nela. Eu fiquei irritado, a ponto de quase contar na mesma hora tudo que tinha acontecido entre eu e a avó. Que hipócrita: fazendo minha mãe se sentir a pior mulher do mundo, quando ela mesma… Me segurei. Decidi procurar a avó depois e falar umas verdades. O passeio nem aconteceu de verdade: Mãe estava de mau humor e eu mal tentava acalmá-la. Ao chegar em casa, ela foi dormir cedo. Eu fui direto para o quarto da avó. Disse que ela tinha se comportado muito mal e que eu pensava em contar para a mãe o que tinha acontecido entre nós. Minha avó ficou muito brava, embora falasse em sussurros para não acordar minha mãe. Ela me disse para não contar nada, que só tinha falado porque nos viu e queria evitar que a coisa fosse mais longe. Que não estava certo, que aquilo era um pecado horrível, que éramos cristãos, e que o nosso caso também tinha sido um erro tremendo, por minha culpa e minha insistência (e em parte era verdade). Mas eu estava muito puto da vida e soltei: —O que você tá dizendo, se era você que pedia pra eu te foder como marido? Lembrei daquela vez que estava metendo na bunda dela na posição papai e mamãe e ela me olhou fixo, dizendo pra eu foder ela como esposa. Eu entendi que era pela boceta, sim, mas não era só isso: ela queria beijos, romantismo… e naquele dia ela gozou como nunca, deixou o colchão encharcado. A lembrança a deixou com raiva e ela me deu um tapa. Eu fiquei parado, olhando pra ela. O golpe me acordou um pouco: ela tinha razão. Levantei a vista e vi o espelho do banheiro; ela também olhou pra lá. Acho que nós dois lembramos da mesma coisa: aquela vez que eu a fodi olhando pra gente no espelho, processando o que estávamos fazendo enquanto meu pau se perdia no fundo do seu cu. E então, no meio daquele silêncio, ela soltou uma coisa tão inesperada que quase me fez rir: —Você me arrebentou toda, me deixou tão frouxa que entra como se nada. —Mas você gosta —respondi. —E o que isso importa? Não é algo que a gente devia curtir. Acordei da lembrança com ela falando sério: —Olha, a gente fez muita coisa errada, mas já era. Só não continua. Fui pro meu quarto puto. Não conseguia dormir: a cabeça ficava girando, entre a raiva, o desejo e a culpa. No final levantei e fui pro quarto da minha mãe. Não queria comer ela; queria abraçar, porque me vinha na cabeça a carinha triste dela da tarde e me dava tanta pena quanto ternura. O que me importava a vó, por mais certa que ela estivesse? Mas quando cheguei no quarto, a porta estava trancada. Se eu batesse, com certeza acordaria a vó, que tinha o sono muito leve. Voltando pro meu quarto passei pela porta da minha avó. Um pensamento me passou pela cabeça. Dei uns passos pra trás e tentei a maçaneta. Estava aberta. Aquilo era estranho: ela sempre trancava. Entrei, fechei a porta atrás de mim, acendi a luz… e a vi. Estava deitada de costas pra porta. Tirei o pau e molhei com saliva antes de subir na cama. Me joguei ao lado dela, destapei, levantei o camisão, puxei a calcinha de lado e enfiei.
Sempre me surpreendia como, depois de parir cinco filhas, ela continuava tão apertada. Senti ela acordar antes mesmo de se virar. Esperei a maior bronca, mas ela só ficou me encarando fixamente, como às vezes fazia. Já contei pra vocês: minha avó ainda era relativamente jovem, beirando os cinquenta, mas continuava uma mulher atraente no rosto, com uns olhos lindos que minha mãe herdou. E de corpo… tinha uns peitos e uma bunda que davam inveja em qualquer uma das filhas. Tentei beijá-la, mas ela não queria. —Olha que é pra você se calar, que daqui a pouco você vai começar a gemer e fazer barulho. Aí ela deixou. Beijava incrivelmente, como uma mulher apaixonada. Ouso dizer que até aquela idade ninguém tinha me beijado como ela. Eu sabia que era pelo meu falecido pai, já que ela tinha sido sua amante e todos diziam que eu era sua cópia viva, embora, quando perguntei, ela ficou brava. E pra mim, aquela reação tinha sido a confirmação. Ela gemia na minha boca, eu sentia seu hálito quente, mas ela não parava de me olhar com os olhos bem abertos. Essas reações estranhas, intensas, da minha avó, eu nunca esqueci. É impossível descrever o tesão que sinto até hoje ao me lembrar. Na verdade acabei de vê-la. Ela está com 79 anos, e nas pouquíssimas vezes que fazemos referência àquela época, ela nos faz rir. Mas isso é só agora, por muito tempo sentimos muita culpa, principalmente eu. Porque ela sempre foi pra mim mais mãe do que minha mãe. A que me criou. E naquela época essa sensação era ainda mais forte. E lá estava eu, comendo e beijando ela.
Mudamos de posição para a do missionário, que no Brasil se chama papai e mamãe. —Isso é muito errado, Matheus. Muito errado. —Eu sei. Em pouco tempo ela buscou minha boca para abafar os gemidos, mas não dei. —Você vai me fazer gritar. —Grita. —Nããão. Aumentei a velocidade. Ela começou a ofegar. Eu pensava na minha mãe no outro quarto. Estaria ouvindo? Tomara que sim. Que ela saiba o que vai lhe acontecer. Eu disse isso em voz alta porque minha avó disse: —Você é um bárbaro. Como pode pensar nisso. Você peca e ainda nos faz pecar. Ela dizia isso entrecortado, entre gemidos cada vez mais fortes. Um momento, olhando para ela, o rosto contraído, todo suado, prestes a gozar. Pedi que abrisse a boca. Ela abriu e eu cuspi nela. Uma vez, depois outra e mais outra. Senti o fogo dela ao gozar. Eu também gozei, mas não paramos. Fomos até a madrugada adentro, ficamos exaustos.
Ao acordar percebi que estava na cama dele. Já passava das 10 da manhã. Corri, ainda meio sonâmbulo, pro meu quarto. Mijei, lavei o rosto. Fui pra cozinha e minha mãe estava lá.—Oi. — falei. Dei um beijinho na bochecha dela e sentei à mesa. Ela me encarou firme e eu já sabia o que ela ia dizer.
—Eu ouvi vocês ontem.
Continua…
1 comentários - La visita de mi madre
En fin, quisiera saber más de ti y tu madre. A esperar.