Como era de esperar, o sábado foi um caos na casa toda. As mulheres iam e vinham. De manhã, compras; à tarde, cabeleireiro. As irmãzinhas ficaram o dia todo juntas, acompanhadas pela minha sogra e pela Mica.
Por outro lado, o Facu (o filho da minha cunhada) tinha passado mal na tarde de sexta. Teve que ser atendido por um médico conhecido da família, que receitou uns remédios a cada 6 horas. Não era nada importante.
Já no final da tarde, todos estávamos prontos para ir à igreja. Pra falar a verdade, foi um milagre todo mundo estar pronto antes da hora.
A Maria estava com um vestido longo, azul escuro. O vestido destacava o corpinho dela, com o tecido bem colado ao corpo; tinha uma fenda lateral que começava praticamente no quadril e realçava a perna dela; quase toda as costas descobertas. Por ser colado, o bumbum dela ficava em evidência, ainda mais porque ela estava de salto alto. Estava linda.
A Maca também estava de vestido, preto. Até a cintura era justo ao corpo, destacando os peitos. Da cintura pra baixo começava a alargar, chegando um pouco abaixo dos joelhos. Aquela noite a Maca era uma bomba; estava muito sensual e sexy.
Sem dúvidas, a Mica chamava atenção, ou melhor, seus belos peitos. A parte de cima do vestido dela era um corset (tive que pesquisar como se chamava) verde escuro. Os peitos dela ficavam bem apertadinhos, se você falasse com ela era quase impossível não olhar.
A cerimônia transcorreu normalmente. Depois, fomos para a festa.
A celebração foi numa casa de campo, a uns 15 minutos da cidade. Para chegar, eram uns 5 km de estrada de terra. Pra falar a verdade, um lugar muito bonito para esse tipo de evento, tudo muito bem ambientado e tal. Atendimento excelente do serviço de catering; mal nos sentamos à mesa os garçons já estavam à nossa disposição.
Obviamente, começamos a beber álcool. Como não sou de beber muito, na verdade era o que menos bebia da família; muito... Ao contrário do meu sogro, do cunhado e do Fernando, eles sim estavam aproveitando e, na real, tava de boa mesmo, tinha que curtir a festa.
O jantar seguiu numa boa. Passaram umas duas horas e a maioria já tava bem alegre por causa da bebida. Na mesa estávamos com meus sogros, meu cunhado, Maca e Fernando. Maria e Mica estavam em outro lugar conversando com parentes.
Em certo momento, o celular da Maca começou a tocar.
—Tá tocando seu celular, filha — disse minha sogra.
—Ahhh sim, é meu alarme. Tenho que dar o remédio pro Facu — respondeu Maca.
—Vai dar nesse horário? — perguntou minha sogra.
—Sim, o Marcos (o médico) me disse pra dar a cada 6 horas e não quero que corte o efeito — respondeu Maca.
—Mas deixa pra lá, ele tá correndo e brincando por aí — insistiu Nidia.
—Não, mãe, vou dar sim. É rapidinho — disse Maca, enquanto procurava na bolsa.
—Ai não, quero me matar. Não trouxe — disse Maca. — Não te dei pra você? — perguntou a Fernando.
—Não, não me deu nada. No carro não tá? — perguntou Fernando.
—Não, pensei que tinha guardado na bolsa, mas não tenho.
—E então, não dá — interveio minha sogra.
—Não, mãe. Tenho que dar. Vou até em casa buscar — disse Maca.
—Tá louca? — disse minha sogra. — Como vai ir nesse horário? Para de encher, amanhã você dá.
—Mãe, não enche o saco — Maca falou mais alto. — Leva eu, Fernando.
—Não, não — disse meu sogro. — O Fernando já bebeu bastante. Não vai dirigir assim. Ainda mais nessa estrada que não se vê nada.
—Não, é perigoso — disse minha sogra.
—Vou sozinha — Maca se levantou pegando a bolsa.
Nesse momento, minha sogra chamou a Maria fazendo sinais.
—Se quiser, eu te levo — falei.
—Não, não. Parem de arrumar problema. Vou sozinha; em 20 minutos tô de volta — disse Maca.
—Eu não tenho problema — insisti.
—Parem de me encher, todo mundo — disse Maca. — Já falei que vou sozinha.
—O que foi? — perguntou Maria, que tinha chegado na mesa. —
—Sua irmã não te Deu o remédio do Facu? – respondeu minha sogra.
>Não, não; pra mim você não deu nada – responde Maria.
>Vamos, anda. Eu te levo – disse Fernando.
>Ok, vamos – responde Maca.
>Não, filha, Fernando já bebeu bastante. Que o Raul te leve, ele bebeu menos – disse meu sogro.
>Já falei. Não tenho problema – respondi – além do mais, você não vai ir sozinha por esse caminho, ainda mais nessa hora.
>Não enche, Raul; já falei que vou sozinha – insistia Maca.
>Vamos, amor? – perguntei a Maria.
>Leva a Maca e de quebra traz casacos pras crianças pra mais tarde, eu quero ficar – disse Maria – O Raul te leva – completou.
>Por que vocês são tão chatos? – Maca parecia irritada –
>Por mim, vocês deviam ficar – minha sogra voltou a se intrometer.
>Mãe, por favor, para com isso – disse Maca – Vamos, Raul, me leva você então. Parece que sou uma criança.
>Alguém quer ir? – perguntei.
>Vão na caminhonete – interveio meu sogro – enquanto me entregava a chave.
>Bom, vamos. Já já voltamos –
Saímos com Maca e entramos na caminhonete.
>E aí, cunhado. Que gente complicada – disse Maca sorrindo –
>Que loucura isso. E você como vai esquecer de trazer a porra do remédio. –
Maca abriu a bolsa e tirou um frasco de dentro.
>Você acha que sou mãe ruim assim, pra esquecer o remédio do meu filho? – Sou esposa ruim, mas mãe ruim nunca – disse Maca – me olhando com um sorriso no rosto.
>Ahhh mas você é foda, cunhada. Me fez acreditar que você era burra.
Já estávamos a caminho, já havíamos saído da chácara.
>Tinha que inventar alguma coisa, cunhado. E deu certo – disse Maca – enquanto se inclinava pra mim e me beijava – Queria que a gente tivesse um tempinho sozinhos; sinto sua falta.
>E eu, que otário, achando que você realmente queria vir sozinha, pra falar a verdade, acreditei, Cunhada.
>Viu? – sou boa atriz – disse Maca recostando-se no banco – esticou o braço e apoiou a mão na minha rola, por cima da calça – Maca me olhou com sua carinha de safada.
>E pode saber por que você é esposa ruim? – perguntei – você acabou de dizer que era ruim esposa. >Não conta pra ninguém, mano; mas eu tô traindo meu marido – Disse Maca com um sorriso. >Ah é? deve ser que ele merece ser corno, seu marido >Não sei, mano. É que eu gosto de como meu amante me fode – disse Maca – apertando meu pau. >É tão puta assim que faz outro te comer porque seu marido não te come do jeito que você gosta? >Sou muito puta, mano. Imagina que eu comprei uma calcinha fio dental nova para estrear com meu amante. Maca pegou o vestido com as mãos e o levantou quase em câmera lenta. Estava usando uma calcinha fio dental de renda vermelha; era quase transparente, bem pequena. >Gostou, amor? – comprei pra você. >Adorei, Maca. Deixa eu ver um pouco mais – eu disse enquanto acendia a luz de dentro da caminhonete. Maca terminou de levantar o vestido e me mostrou sua calcinha. Passava a mão por cima do tecido. >Tá depilada, mano? >Sim, olha. – Maca com os dedos afastou sua calcinha. Tinha a buceta bem depilada, dava pra ver sua pele macia. Quando afastou a calcinha pude ver os lábios da buceta da minha cunhada. Estiquei meu braço e mal toquei sua buceta. Já estava difícil prestar atenção na estrada. Passei meus dedos pelos lábios de sua buceta. >MMMM – que gostoso – disse Maca – levantando o quadril do assento. >Vira de costas, puta. Quero ver sua bunda com essa calcinha – eu disse. Quase instantaneamente Maca soltou o cinto de segurança e se ajoelhou no assento. Virou de costas para mim. A calcinha ficava linda nela, bem enfiada entre suas nádegas. Era uma calcinha muito pequena, com apenas elásticos finos nas laterais. Maca ficou de quatro, apontando sua bunda linda para mim. >Mano, que linda você fica de calcinha. Gosto da sua bunda de calcinha. Deixa eu ver, afasta a calcinha pra mim; me mostra bem a bunda. Olhava para minha cunhada a meio metro de mim, de quatro, com sua bunda de calcinha e dentro da caminhonete do meu sogro. Não podia deixar de prestar atenção na estrada, então olhava para minha cunhada e ao mesmo tempo para a estrada. Maca pegou sua calcinha e corri para o lado. Os lábios da sua buceta estavam levemente inchadinhos; o cuzinho quase brilhava. Toda a sua pele macia, toda depilada.
Estique meus dedos e os apoiei sobre sua buceta. Comecei a passá-los por todo o comprimento de seus lábios. "Ahhhhhggggg", Maca gemeu ao sentir meus dedos. Mal comecei a tocar sua buceta e ela já começou a ficar molhada. Levei meus dedos à boca e coloquei saliva na ponta. De novo os levei à sua buceta. Agora com os dedos molhados pela minha saliva, os passava bem por dentro de seus lábios, sem penetrá-la.
Maca começou a gemer e a mover seu quadril.
> "Se molha toda, sua puta" – eu disse
Maca começou a tocar a buceta, primeiro tocava os lábios; não demorou para começar a enfiar a ponta de dois dedos dentro de sua buceta. "Ahhhgggg", Maca gemia. Seus dedos se molhavam com seus fluidos. Ela tirava os dedos molhados de sua buceta e os passava pelo cuzinho. Fez o mesmo algumas vezes.
> "Assim, gata? Molhei meu cuzinho?" – perguntou Maca com voz de puta.
> "Deixa eu ver?" Disse enquanto apoiava dois dedos em seu cu – "Mmmm sim, gata. Você tem o cuzinho molhadinho."
Comecei a fazer pressão com um dedo em seu culo, sem muita força. Maca enfiava seus dedinhos na buceta e gemia. "Ahhhhhgggg", gemeu mais forte quando enfiei meio dedo em seu cu. Enfiava e tirava. Tirei esse dedo e apoiei mais um. Comecei a penetrar o cu de Maca com dois dedos; primeiro até a metade, mas assim que seu esfíncter se acostumou, enfiei de uma vez até o fundo.
> "Aiiiii" – Maca soltou um grito – "Devagar que dói."
Não dei bola e comecei a foder seu cu com dois dedos; enfiava e tirava completamente de sua bunda. Maca também enfiava seus dedinhos na buceta, que já fazia barulho de tão molhada que estava.
"AAhhhhgggggg Ahgggggggggg", Maca gemia movendo seus quadris. Me surpreendi quando prestei atenção e quase mordi a guia com a caminhonete.
> "Não posso continuar, gata. Vamos bater o carro" – eu disse – Peguei seu fio-dental e o ajustei entre as Bunda. Puxei a calcinha fio dental bem forte para cima. O tecido se enfiou no meio da raba e entre os lábios da sua buceta.
>Ai, porra – outro gemido da Maca – não enfia tanto a calcinha assim – ela reclamou. Deixa eu ver, deixa comigo.
Maca se virou ficando de frente para mim. Sem esperar, esticou as mãos e abaixou o zíper da minha calça, quase que instantaneamente puxou meu pau para fora.
>Vou te chupar enquanto você dirige, amor – disse Maca – enquanto enfiava meu pau na boca.
Reclinei o banco para trás para dar mais espaço à Maca. Agora sim, prestei atenção no caminho. Já estávamos na cidade; a poucas quadras da casa dos meus sogros. Maca chupava meu pau e me masturbava ao mesmo tempo. Ela fazia barulho com a boca quando tirava meu pau e o engolia de novo. Estiquei meu braço até a bunda dela e apertava.
>Vou te foder assim que entrarmos em casa – eu disse.
>Sim, papi. Quero que você me coma – disse Maca.
Antes de descer, Maca ajeitou o vestido; enfiei meu pau de volta na calça e descemos. Eu com o pau duro. Maca abriu a porta e entramos quase correndo.
A abracei e a beijei. A apertei contra meu corpo; minhas mãos foram direto para seu cu. Nos beijamos enquanto íamos em direção à sala.
>Calma, cunhado, espera. Não beija tanto porque minha maquiagem vai escorrer. Abaixa o zíper; não temos muito tempo – Maca pediu, virando de costas para mim.
Abaxi o zíper do vestido. Maca o tirou e o apoiou sobre um sofá. Minha cunhada ficou de sutiã e calcinha fio dental na minha frente.
>Gostou, cunhado? Comprei esse conjunto para você. Vermelho, como você pediu.
Empurrei Maca para o sofá; ela caiu sentada. Me olhava com cara de puta.
>Afasta a calcinha, puta. Vou chupar sua buceta – eu disse – e me ajoelhei na frente dela.
Maca afastou a calcinha, não perdi um segundo e me coloquei entre suas pernas. Comi sua buceta; chupei com desespero. Chupava seus lábios, mordia de leve; enquanto chupava seu clitóris, olhava em seus olhos. Maca começou a gemer sem se conter. Movia os quadris e apoiou uma das mãos na minha cabeça, me pressionando contra sua buceta.
>Ahhhggggg ahgggggggggg – chupa minha buceta – Maca quase gritava.
Agarrei sua cintura e a puxei até a beirada do sofá. Maca abriu bem as pernas. Chupo ela por mais um ou dois minutos. Me ajoelhei; desabotoei o cinto e abaixei a calça junto com a cueca. Peguei meu pau e encostei nos lábios da buceta da Maca.
>Me come. Quero que me coma – disse Maca me olhando.
Agarrei meu pau e comecei a esfregar por toda sua buceta; de cima para baixo, bem por dentro dos lábios. AAhhhhhhhhhhhhhgggg Maca gemia cada vez mais alto. Fiz pressão e enfiei o pau na buceta. De tão molhada que minha cunhada estava, entrou mais da metade de uma vez. Tirei e enfiei de novo; dessa vez até minhas bolas baterem na sua buceta.
>Ahhhhh isso, cunhado, me come, me come – ahhgggg Maca gemia agarrando meus braços.
Eu me agarrei nas pernas dela e comecei a penetrar. Comia ela com toda minha força. Sabia que não tinha muito tempo. A buceta da minha cunhada engolia meu pau inteiro. Me excitava ver como ela cobria meu pau com seu líquido. Peguei seu sutiã e puxei para baixo, seus peitos ficaram à mostra com o sutiã apertando por baixo. Não parava de comer minha cunhada, com uma mão apertava um de seus peitos. Ahhhggggg haggggg – gemíamos quase juntos com Maca.
>Vem – falei – fica de quatro.
Maca se virou ficando de quatro para mim. Levantou bem a bunda empinada. Apoiei meu pau e voltei a comê-la. Me agarrei em seus quadris para penetrar. Maca começou a tocar seu clitóris enquanto eu a fodia. Não me aguentei e dei um tapa forte na sua bunda.
>Aiiiiiiiiii – gemeu Maca –
Dei mais duas ou três palmadas que soaram mais alto que a primeira.
>Aiii, caralho – reclamou Maca.
Sua nádega direita tinha ficado vermelha.
>Abre as nádegas – falei.
Maca se Agarro suas nádegas com cada mão e ela abriu o cu para mim enquanto eu a fodia pela buceta. Seu rabo pedia por pau aos gritos. Me aproximei e cuspi na sua bunda. Minha saliva quase caiu dentro do buraco do cu. Sem hesitar, apoiei dois dedos. Nesse momento era a Maca que me comia, era ela que se movia de frente para trás para que eu a penetrasse. Pelos seus próprios movimentos meus dedos foram entrando no seu cu; enfiava até o fundo enquanto Maca se masturbava.
>Ahhhgggggggg – Eu amo como você me come, filho da puta – gosto de como você me fode, cunhado – Maca quase gritava. Ahhhhhgggg me come, não para –
Com minha mão livre agarrei seu cabelo e puxei. Maca levantou a cabeça para trás. Estava comendo minha cunhada de novo na casa dos meus sogros.
>Ahhhhggg haggggg. Faz meu rabo, come meu cu, cunhado – disse Maca olhando para trás enquanto não parava de gemer.
Tirei meus dedos do cu. O buraco da bunda ficou levemente aberto. Cuspi no seu rabo de novo.
>Levanta – ordenei – senta aqui –
Fiz Maca sentar no encosto do sofá. De frente para mim com as pernas abertas.
>O que você me pediu, puta?
>Que você faça meu rabo. Que foda meu cu; foi isso que te pedi – Maca me respondeu com sua cara e voz de vadia.
>E se eu não quiser fazer seu rabo, o que acontece? – perguntei.
>Você vai comer meu cu, cunhado. Porque eu tô te pedindo.
>Tanta vontade de me dar o rabo você tem?
>Sim, cunhado, quero te dar meu cuzinho. Faz anos que quero que você me coma.
Comecei a enfiar meus dedos no seu cu de novo.
>Você sabe o que acontece, cunhada? Como o corno do Fernando não te come o cu, ele tá meio fechadinho. Não acho que entre meu pau. Ahhhhhggg – Maca gemeu enquanto se masturbava de novo.
>Ahhhhh sim, meu marido não fode muito meu cu. Mas eu quero que você me coma.
>Vai ter que abrir sua bunda você então, cunhada – disse.
>Você não sabe quantas vezes toquei meu rabo pensando em você, meu amor. Minha bunda sentiu sua falta todo esses anos – disse Maca Maca tirou os dedos encharcados de sua buceta e os levou até o buraco do seu cu. A ponta de dois dedos entraram sem problema. Ela os enfiava por cima da buceta. Eu a observava e me masturbava, enquanto passava saliva na ponta do meu pau. >Enfia mais um dedo. Assim não vai entrar meu pau. Maca obedecia tudo que eu pedia. Enfiou um terceiro dedo no cu. Minha cunhada estava se preparando no cu para mim. >Ahhhggggg ahhhgggg – gemeu Maca – me dá, me dá esse cuzinho que não aguento mais – quase suplicava Maca. Tirou os dedos do cu e abriu as nádegas. >Me fode – me disse olhando nos meus olhos. Agarrei meu pau e encostei no cu dela. Maca abria as nádegas com as mãos. Fui fazendo cada vez mais pressão. O cu de Maca engoliu a cabeça do meu pau. Fiz mais força e meu pau foi entrando cada vez mais no rabo da minha cunhada. Comecei a meter no cu da Maca. A penetrava com o pau todo, enfiava até as bolas. Maca gemia enquanto segurava suas nádegas abertas. >ahhhhhhhggg siiiiiii – ahhhhhgggg vai – me dá esse cuzinho – me fode forte – pedia Maca quase gritando. >Olha, puta. Olha como seu cu devora meu pau – disse enquanto a fodia. Agarrei suas pernas e fiz com que as flexionasse contra o peito. O cu da minha cunhada ficou totalmente exposto para mim. Peguei meu pau bem desde a base. Enfiava bem devagar no cu. O cuzinho da Maca devorava meu pau centímetro a centímetro. Quando estava enfiado até o fundo, eu puxava. Seu cu ficava bem aberto. Seu esfíncter já estava vermelho pela foda que estava dando. Ver o cu da Maca assim tão aberto estava me excitando demais. Ela mesma começou a tocar a buceta enquanto eu a comia. Sem avisar, tirei o pau do cu e enfiei na buceta. De tão molhada que estava, penetrei com o pau inteiro de uma vez. Ahhhhhggggg ahggggggggggggg – gemeu Maca enquanto apertava seus peitos... Eu a comi por dois ou três minutos na buceta, até que peguei ela pelo cu de novo. Fiz a mesma coisa duas ou três vezes.
>Ahhhhhhhggggggggg – me come – me come – arromba meu rabo que eu vou gozar – gritou Maca.
Não podia deixá-la na vontade. Enfiei no cu dela e fodi com força. Maca meteu três dedos na sua buceta.
>Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhgggggggggggg – Hagggggggggggggg – não para – Tô gozando, gozan...dooooo – gritou Maca e me apertava os braços.
Maca estava gozando. Da sua buceta saíam fluidos que escorriam até seu bumbum. Maca não parava de se contorcer e gemer. Ahhhggggggggggg- gemeu e eu comecei a gozar dentro do seu bumbum.
>Vou encher seu rabo de porra, sua vagabunda – disse agarrando seu pescoço.
Maca me encarou fixamente.
>Sim, enche meu cu de porra, cunhado –
Descarreguei meus ovos no rabo, senti quatro ou cinco jorradas. Maca fazia força como se estivesse fechando seu bumbum. Apertava meu pau. Fiquei parado olhando para minha cunhada.
>Você é uma filha da puta. Não pode me deixar assim – disse.
Tirei meu pau do seu rabo. Ela estava com o cu vermelho e aberto. Maca o fechava apertando seu esfíncter. Meteu um dedo no cu. Mal tirou o dedo, começou a sair porra de dentro do rabo. Peguei seu fio dental e o coloquei no lugar.
>Nãoooo, bolado. Vai manchar tudo – disse Maca.
>Deixa o fio assim. Quero que fique com minha porra dentro do cu.
>Mas vai ficar uma bagunça.
>Como boa vagabunda que é, tem que ficar com porra no rabo. – disse, agarrando seu rosto com uma mão e fazendo com que me olhasse.
Maca me olhou com sua melhor cara de puta e com um sorriso.
>Faço tudo que você pedir – disse.
>Chupa meu pau que você tem que limpá-lo – disse.
Maca se ajoelhou e passou a língua por todo o meu pau. Literalmente estava me limpando.
>Não consigo entender como o corno do Fernando não te fode todos os dias, sendo tão vagabunda assim.
>Não fale dele, chato. Não estrague o momento – disse Maca.
>Vamos indo, Maca. Já demoramos muito –
Maca me levantei e nos beijamos. Ajeitei meu pau e subi minha calça. Maca vestiu seu vestido e foi até o carro se arrumar melhor. Eu aproveitei para buscar do quarto os casacos para meus filhos que Maria tinha me pedido.
Dirigi o mais rápido que pude para voltar à festa. Devemos ter demorado quase uma hora. Obviamente cheguei com medo do que poderiam dizer. Assim que chegamos, devolvi as chaves ao meu sogro. Pelo menos ele não disse nada. Fernando não estava ali, estava parado em outro lugar conversando.
>Encontrou? Perguntou minha sogra assim que viu Maca.
>Sim, mãe. Aqui está – respondeu Maca – já vou dar.
Maca saiu com o remédio na mão e foi procurar seu filho.
>E a Maria? – perguntei –
>Está por ali – meu sogro indicou.
Me aproximei dela, com todo o medo do mundo.
>Amor – beijei-a agarrando-a pela cintura.
>Negão. Tudo bem? – ela respondeu bem alegre.
>Sim, gorda, tudo bem. Trouxe os casacos, ficaram na caminhonete do seu pai.
>Ok, amor, por via das dúvidas, caso esfrie mais tarde – disse Maria – me oferecendo do copo do qual estava bebendo.
Fiquei mais tranquilo. Não aconteceu nada estranho. Então, a partir daí, me dediquei a curtir a festa. Depois de um tempo, vejo Maca dançando com Fernando. Mica e Marcelo dançavam entre si.
A verdade é que foi uma festa linda. Continuamos até perto das 6h. Meus sogros tinham ido embora antes e levaram seus netos. Com Maria, dançamos a noite toda, em alguns momentos nos beijávamos loucamente e eu aproveitava para apertá-la contra mim. Maria me olhava e ria. Fernando, em um momento, ficou sentado; não conseguia ficar em pé de tão bêbado que estava. Depois de um tempo, Marcelo se aproximou para se despedir, já iam embora com Mica.
Na hora de voltar; Maca foi a motorista do carro dela, Fernando praticamente dormia. Eu, mesmo estando um pouco bêbado, não estava impedido de dirigir. Enquanto íamos pela estrada, vimos ao longe um carro estacionado em uma das estradas alternativas. Chamou minha atenção. Ao vê-lo de perto, reconheci era o carro do meu cunhado. Era óbvio que ele estava comendo a Mica.
>Olha, esses dois não aguentaram chegar. Tão fodendo que nem loucos – falei pra Maria.
>É… em casa os velhos não iam dar conta de todo mundo – disse Maria.
Chegamos em casa. Maca e Fernando tinham chegado antes; ao entrar, já não os vimos. Maria foi até o quarto dos pais dela ver as crianças. Os avós dormiam com todos os netos no quarto deles.
>Tão todos apertados aí – disse Maria – Será que a gente leva pro nosso quarto?
>Deixa eles. Já tão bem dormidos.
Ao entrar no quarto, tirei a roupa e deitei só de cueca. Maria começou a se despir na minha frente. Dava pra ver que ela estava bêbada; tinha dificuldade pra se equilibrar e ria de qualquer coisa.
>Foi legal, né? Eu me diverti pra caralho – disse enquanto tirava o vestido.
>Verdade, foi tudo muito bom. Eles mandaram bem – respondi.
Maria ficou só de calcinha fio-dental bege. A calcinha era quase da mesma cor da pele dela. Não usava sutiã porque com o vestido não dava.
>Fica gostosa nessa calcinha, amor – falei.
Maria sorriu enquanto girava. Pegou os elásticos da calcinha e puxou, enfiando bem entre as nádegas.
>Achei que você não ficava mais excitado com minha bunda – disse, me olhando.
Eu estava recostado na cabeceira da cama. Maria apoiou um joelho no colchão e subiu na cama. Assim, começou a engatinhar na minha direção. Devo dizer que me surpreendeu essa atitude dela. Deve ser porque tá bêbada – pensei.
>Posso te fazer uma pergunta? – disse, me encarando quase cara a cara – enquanto agarrava meu pau por cima da cueca.
>Sim, gorda. Que pose gostosa – respondi – Maria tinha se abaixado sobre meu pau, levantando a bunda. Dava pra ver a calcinha entre as nádegas dela.
Maria mal acariciava meu pau por cima da cueca. Passou a língua (por cima do tecido) na ponta do meu pau, que já estava ficando duro.
>Você comeu a Maca? – me perguntou, me encarando firme, ainda entre minhas pernas.
>O que você acha? – me surpreendeu sua pergunta.
Maria se levantou e foi subindo seu corpo, se aproximando de mim.
>Você comeu a Maca? – voltou a perguntar enquanto me beijava.
>Não. De onde você tirou essa ideia? – perguntei.
>Por que demoraram tanto? – voltou a perguntar.
>Sei lá. Vim e voltei dirigindo devagar. Você viu que o caminho é traiçoeiro – disse sem parar de olhar para ela.
>Se você me comer agora, vai gozar muito? Ou vai estar com os sacos vazios? – perguntou Maria, agarrando meu pau de novo.
>Me come e você vai tirar as dúvidas – respondi, agarrando seu rosto para devorar sua boca.
Não podia falhar se não quisesse que Maria desconfiasse.
FIM.
Por outro lado, o Facu (o filho da minha cunhada) tinha passado mal na tarde de sexta. Teve que ser atendido por um médico conhecido da família, que receitou uns remédios a cada 6 horas. Não era nada importante.
Já no final da tarde, todos estávamos prontos para ir à igreja. Pra falar a verdade, foi um milagre todo mundo estar pronto antes da hora.
A Maria estava com um vestido longo, azul escuro. O vestido destacava o corpinho dela, com o tecido bem colado ao corpo; tinha uma fenda lateral que começava praticamente no quadril e realçava a perna dela; quase toda as costas descobertas. Por ser colado, o bumbum dela ficava em evidência, ainda mais porque ela estava de salto alto. Estava linda.
A Maca também estava de vestido, preto. Até a cintura era justo ao corpo, destacando os peitos. Da cintura pra baixo começava a alargar, chegando um pouco abaixo dos joelhos. Aquela noite a Maca era uma bomba; estava muito sensual e sexy.
Sem dúvidas, a Mica chamava atenção, ou melhor, seus belos peitos. A parte de cima do vestido dela era um corset (tive que pesquisar como se chamava) verde escuro. Os peitos dela ficavam bem apertadinhos, se você falasse com ela era quase impossível não olhar.
A cerimônia transcorreu normalmente. Depois, fomos para a festa.
A celebração foi numa casa de campo, a uns 15 minutos da cidade. Para chegar, eram uns 5 km de estrada de terra. Pra falar a verdade, um lugar muito bonito para esse tipo de evento, tudo muito bem ambientado e tal. Atendimento excelente do serviço de catering; mal nos sentamos à mesa os garçons já estavam à nossa disposição.
Obviamente, começamos a beber álcool. Como não sou de beber muito, na verdade era o que menos bebia da família; muito... Ao contrário do meu sogro, do cunhado e do Fernando, eles sim estavam aproveitando e, na real, tava de boa mesmo, tinha que curtir a festa.
O jantar seguiu numa boa. Passaram umas duas horas e a maioria já tava bem alegre por causa da bebida. Na mesa estávamos com meus sogros, meu cunhado, Maca e Fernando. Maria e Mica estavam em outro lugar conversando com parentes.
Em certo momento, o celular da Maca começou a tocar.
—Tá tocando seu celular, filha — disse minha sogra.
—Ahhh sim, é meu alarme. Tenho que dar o remédio pro Facu — respondeu Maca.
—Vai dar nesse horário? — perguntou minha sogra.
—Sim, o Marcos (o médico) me disse pra dar a cada 6 horas e não quero que corte o efeito — respondeu Maca.
—Mas deixa pra lá, ele tá correndo e brincando por aí — insistiu Nidia.
—Não, mãe, vou dar sim. É rapidinho — disse Maca, enquanto procurava na bolsa.
—Ai não, quero me matar. Não trouxe — disse Maca. — Não te dei pra você? — perguntou a Fernando.
—Não, não me deu nada. No carro não tá? — perguntou Fernando.
—Não, pensei que tinha guardado na bolsa, mas não tenho.
—E então, não dá — interveio minha sogra.
—Não, mãe. Tenho que dar. Vou até em casa buscar — disse Maca.
—Tá louca? — disse minha sogra. — Como vai ir nesse horário? Para de encher, amanhã você dá.
—Mãe, não enche o saco — Maca falou mais alto. — Leva eu, Fernando.
—Não, não — disse meu sogro. — O Fernando já bebeu bastante. Não vai dirigir assim. Ainda mais nessa estrada que não se vê nada.
—Não, é perigoso — disse minha sogra.
—Vou sozinha — Maca se levantou pegando a bolsa.
Nesse momento, minha sogra chamou a Maria fazendo sinais.
—Se quiser, eu te levo — falei.
—Não, não. Parem de arrumar problema. Vou sozinha; em 20 minutos tô de volta — disse Maca.
—Eu não tenho problema — insisti.
—Parem de me encher, todo mundo — disse Maca. — Já falei que vou sozinha.
—O que foi? — perguntou Maria, que tinha chegado na mesa. —
—Sua irmã não te Deu o remédio do Facu? – respondeu minha sogra.
>Não, não; pra mim você não deu nada – responde Maria.
>Vamos, anda. Eu te levo – disse Fernando.
>Ok, vamos – responde Maca.
>Não, filha, Fernando já bebeu bastante. Que o Raul te leve, ele bebeu menos – disse meu sogro.
>Já falei. Não tenho problema – respondi – além do mais, você não vai ir sozinha por esse caminho, ainda mais nessa hora.
>Não enche, Raul; já falei que vou sozinha – insistia Maca.
>Vamos, amor? – perguntei a Maria.
>Leva a Maca e de quebra traz casacos pras crianças pra mais tarde, eu quero ficar – disse Maria – O Raul te leva – completou.
>Por que vocês são tão chatos? – Maca parecia irritada –
>Por mim, vocês deviam ficar – minha sogra voltou a se intrometer.
>Mãe, por favor, para com isso – disse Maca – Vamos, Raul, me leva você então. Parece que sou uma criança.
>Alguém quer ir? – perguntei.
>Vão na caminhonete – interveio meu sogro – enquanto me entregava a chave.
>Bom, vamos. Já já voltamos –
Saímos com Maca e entramos na caminhonete.
>E aí, cunhado. Que gente complicada – disse Maca sorrindo –
>Que loucura isso. E você como vai esquecer de trazer a porra do remédio. –
Maca abriu a bolsa e tirou um frasco de dentro.
>Você acha que sou mãe ruim assim, pra esquecer o remédio do meu filho? – Sou esposa ruim, mas mãe ruim nunca – disse Maca – me olhando com um sorriso no rosto.
>Ahhh mas você é foda, cunhada. Me fez acreditar que você era burra.
Já estávamos a caminho, já havíamos saído da chácara.
>Tinha que inventar alguma coisa, cunhado. E deu certo – disse Maca – enquanto se inclinava pra mim e me beijava – Queria que a gente tivesse um tempinho sozinhos; sinto sua falta.
>E eu, que otário, achando que você realmente queria vir sozinha, pra falar a verdade, acreditei, Cunhada.
>Viu? – sou boa atriz – disse Maca recostando-se no banco – esticou o braço e apoiou a mão na minha rola, por cima da calça – Maca me olhou com sua carinha de safada.
>E pode saber por que você é esposa ruim? – perguntei – você acabou de dizer que era ruim esposa. >Não conta pra ninguém, mano; mas eu tô traindo meu marido – Disse Maca com um sorriso. >Ah é? deve ser que ele merece ser corno, seu marido >Não sei, mano. É que eu gosto de como meu amante me fode – disse Maca – apertando meu pau. >É tão puta assim que faz outro te comer porque seu marido não te come do jeito que você gosta? >Sou muito puta, mano. Imagina que eu comprei uma calcinha fio dental nova para estrear com meu amante. Maca pegou o vestido com as mãos e o levantou quase em câmera lenta. Estava usando uma calcinha fio dental de renda vermelha; era quase transparente, bem pequena. >Gostou, amor? – comprei pra você. >Adorei, Maca. Deixa eu ver um pouco mais – eu disse enquanto acendia a luz de dentro da caminhonete. Maca terminou de levantar o vestido e me mostrou sua calcinha. Passava a mão por cima do tecido. >Tá depilada, mano? >Sim, olha. – Maca com os dedos afastou sua calcinha. Tinha a buceta bem depilada, dava pra ver sua pele macia. Quando afastou a calcinha pude ver os lábios da buceta da minha cunhada. Estiquei meu braço e mal toquei sua buceta. Já estava difícil prestar atenção na estrada. Passei meus dedos pelos lábios de sua buceta. >MMMM – que gostoso – disse Maca – levantando o quadril do assento. >Vira de costas, puta. Quero ver sua bunda com essa calcinha – eu disse. Quase instantaneamente Maca soltou o cinto de segurança e se ajoelhou no assento. Virou de costas para mim. A calcinha ficava linda nela, bem enfiada entre suas nádegas. Era uma calcinha muito pequena, com apenas elásticos finos nas laterais. Maca ficou de quatro, apontando sua bunda linda para mim. >Mano, que linda você fica de calcinha. Gosto da sua bunda de calcinha. Deixa eu ver, afasta a calcinha pra mim; me mostra bem a bunda. Olhava para minha cunhada a meio metro de mim, de quatro, com sua bunda de calcinha e dentro da caminhonete do meu sogro. Não podia deixar de prestar atenção na estrada, então olhava para minha cunhada e ao mesmo tempo para a estrada. Maca pegou sua calcinha e corri para o lado. Os lábios da sua buceta estavam levemente inchadinhos; o cuzinho quase brilhava. Toda a sua pele macia, toda depilada.
Estique meus dedos e os apoiei sobre sua buceta. Comecei a passá-los por todo o comprimento de seus lábios. "Ahhhhhggggg", Maca gemeu ao sentir meus dedos. Mal comecei a tocar sua buceta e ela já começou a ficar molhada. Levei meus dedos à boca e coloquei saliva na ponta. De novo os levei à sua buceta. Agora com os dedos molhados pela minha saliva, os passava bem por dentro de seus lábios, sem penetrá-la.
Maca começou a gemer e a mover seu quadril.
> "Se molha toda, sua puta" – eu disse
Maca começou a tocar a buceta, primeiro tocava os lábios; não demorou para começar a enfiar a ponta de dois dedos dentro de sua buceta. "Ahhhgggg", Maca gemia. Seus dedos se molhavam com seus fluidos. Ela tirava os dedos molhados de sua buceta e os passava pelo cuzinho. Fez o mesmo algumas vezes.
> "Assim, gata? Molhei meu cuzinho?" – perguntou Maca com voz de puta.
> "Deixa eu ver?" Disse enquanto apoiava dois dedos em seu cu – "Mmmm sim, gata. Você tem o cuzinho molhadinho."
Comecei a fazer pressão com um dedo em seu culo, sem muita força. Maca enfiava seus dedinhos na buceta e gemia. "Ahhhhhgggg", gemeu mais forte quando enfiei meio dedo em seu cu. Enfiava e tirava. Tirei esse dedo e apoiei mais um. Comecei a penetrar o cu de Maca com dois dedos; primeiro até a metade, mas assim que seu esfíncter se acostumou, enfiei de uma vez até o fundo.
> "Aiiiii" – Maca soltou um grito – "Devagar que dói."
Não dei bola e comecei a foder seu cu com dois dedos; enfiava e tirava completamente de sua bunda. Maca também enfiava seus dedinhos na buceta, que já fazia barulho de tão molhada que estava.
"AAhhhhgggggg Ahgggggggggg", Maca gemia movendo seus quadris. Me surpreendi quando prestei atenção e quase mordi a guia com a caminhonete.
> "Não posso continuar, gata. Vamos bater o carro" – eu disse – Peguei seu fio-dental e o ajustei entre as Bunda. Puxei a calcinha fio dental bem forte para cima. O tecido se enfiou no meio da raba e entre os lábios da sua buceta.
>Ai, porra – outro gemido da Maca – não enfia tanto a calcinha assim – ela reclamou. Deixa eu ver, deixa comigo.
Maca se virou ficando de frente para mim. Sem esperar, esticou as mãos e abaixou o zíper da minha calça, quase que instantaneamente puxou meu pau para fora.
>Vou te chupar enquanto você dirige, amor – disse Maca – enquanto enfiava meu pau na boca.
Reclinei o banco para trás para dar mais espaço à Maca. Agora sim, prestei atenção no caminho. Já estávamos na cidade; a poucas quadras da casa dos meus sogros. Maca chupava meu pau e me masturbava ao mesmo tempo. Ela fazia barulho com a boca quando tirava meu pau e o engolia de novo. Estiquei meu braço até a bunda dela e apertava.
>Vou te foder assim que entrarmos em casa – eu disse.
>Sim, papi. Quero que você me coma – disse Maca.
Antes de descer, Maca ajeitou o vestido; enfiei meu pau de volta na calça e descemos. Eu com o pau duro. Maca abriu a porta e entramos quase correndo.
A abracei e a beijei. A apertei contra meu corpo; minhas mãos foram direto para seu cu. Nos beijamos enquanto íamos em direção à sala.
>Calma, cunhado, espera. Não beija tanto porque minha maquiagem vai escorrer. Abaixa o zíper; não temos muito tempo – Maca pediu, virando de costas para mim.
Abaxi o zíper do vestido. Maca o tirou e o apoiou sobre um sofá. Minha cunhada ficou de sutiã e calcinha fio dental na minha frente.
>Gostou, cunhado? Comprei esse conjunto para você. Vermelho, como você pediu.
Empurrei Maca para o sofá; ela caiu sentada. Me olhava com cara de puta.
>Afasta a calcinha, puta. Vou chupar sua buceta – eu disse – e me ajoelhei na frente dela.
Maca afastou a calcinha, não perdi um segundo e me coloquei entre suas pernas. Comi sua buceta; chupei com desespero. Chupava seus lábios, mordia de leve; enquanto chupava seu clitóris, olhava em seus olhos. Maca começou a gemer sem se conter. Movia os quadris e apoiou uma das mãos na minha cabeça, me pressionando contra sua buceta.
>Ahhhggggg ahgggggggggg – chupa minha buceta – Maca quase gritava.
Agarrei sua cintura e a puxei até a beirada do sofá. Maca abriu bem as pernas. Chupo ela por mais um ou dois minutos. Me ajoelhei; desabotoei o cinto e abaixei a calça junto com a cueca. Peguei meu pau e encostei nos lábios da buceta da Maca.
>Me come. Quero que me coma – disse Maca me olhando.
Agarrei meu pau e comecei a esfregar por toda sua buceta; de cima para baixo, bem por dentro dos lábios. AAhhhhhhhhhhhhhgggg Maca gemia cada vez mais alto. Fiz pressão e enfiei o pau na buceta. De tão molhada que minha cunhada estava, entrou mais da metade de uma vez. Tirei e enfiei de novo; dessa vez até minhas bolas baterem na sua buceta.
>Ahhhhh isso, cunhado, me come, me come – ahhgggg Maca gemia agarrando meus braços.
Eu me agarrei nas pernas dela e comecei a penetrar. Comia ela com toda minha força. Sabia que não tinha muito tempo. A buceta da minha cunhada engolia meu pau inteiro. Me excitava ver como ela cobria meu pau com seu líquido. Peguei seu sutiã e puxei para baixo, seus peitos ficaram à mostra com o sutiã apertando por baixo. Não parava de comer minha cunhada, com uma mão apertava um de seus peitos. Ahhhggggg haggggg – gemíamos quase juntos com Maca.
>Vem – falei – fica de quatro.
Maca se virou ficando de quatro para mim. Levantou bem a bunda empinada. Apoiei meu pau e voltei a comê-la. Me agarrei em seus quadris para penetrar. Maca começou a tocar seu clitóris enquanto eu a fodia. Não me aguentei e dei um tapa forte na sua bunda.
>Aiiiiiiiiii – gemeu Maca –
Dei mais duas ou três palmadas que soaram mais alto que a primeira.
>Aiii, caralho – reclamou Maca.
Sua nádega direita tinha ficado vermelha.
>Abre as nádegas – falei.
Maca se Agarro suas nádegas com cada mão e ela abriu o cu para mim enquanto eu a fodia pela buceta. Seu rabo pedia por pau aos gritos. Me aproximei e cuspi na sua bunda. Minha saliva quase caiu dentro do buraco do cu. Sem hesitar, apoiei dois dedos. Nesse momento era a Maca que me comia, era ela que se movia de frente para trás para que eu a penetrasse. Pelos seus próprios movimentos meus dedos foram entrando no seu cu; enfiava até o fundo enquanto Maca se masturbava.
>Ahhhgggggggg – Eu amo como você me come, filho da puta – gosto de como você me fode, cunhado – Maca quase gritava. Ahhhhhgggg me come, não para –
Com minha mão livre agarrei seu cabelo e puxei. Maca levantou a cabeça para trás. Estava comendo minha cunhada de novo na casa dos meus sogros.
>Ahhhhggg haggggg. Faz meu rabo, come meu cu, cunhado – disse Maca olhando para trás enquanto não parava de gemer.
Tirei meus dedos do cu. O buraco da bunda ficou levemente aberto. Cuspi no seu rabo de novo.
>Levanta – ordenei – senta aqui –
Fiz Maca sentar no encosto do sofá. De frente para mim com as pernas abertas.
>O que você me pediu, puta?
>Que você faça meu rabo. Que foda meu cu; foi isso que te pedi – Maca me respondeu com sua cara e voz de vadia.
>E se eu não quiser fazer seu rabo, o que acontece? – perguntei.
>Você vai comer meu cu, cunhado. Porque eu tô te pedindo.
>Tanta vontade de me dar o rabo você tem?
>Sim, cunhado, quero te dar meu cuzinho. Faz anos que quero que você me coma.
Comecei a enfiar meus dedos no seu cu de novo.
>Você sabe o que acontece, cunhada? Como o corno do Fernando não te come o cu, ele tá meio fechadinho. Não acho que entre meu pau. Ahhhhhggg – Maca gemeu enquanto se masturbava de novo.
>Ahhhhh sim, meu marido não fode muito meu cu. Mas eu quero que você me coma.
>Vai ter que abrir sua bunda você então, cunhada – disse.
>Você não sabe quantas vezes toquei meu rabo pensando em você, meu amor. Minha bunda sentiu sua falta todo esses anos – disse Maca Maca tirou os dedos encharcados de sua buceta e os levou até o buraco do seu cu. A ponta de dois dedos entraram sem problema. Ela os enfiava por cima da buceta. Eu a observava e me masturbava, enquanto passava saliva na ponta do meu pau. >Enfia mais um dedo. Assim não vai entrar meu pau. Maca obedecia tudo que eu pedia. Enfiou um terceiro dedo no cu. Minha cunhada estava se preparando no cu para mim. >Ahhhggggg ahhhgggg – gemeu Maca – me dá, me dá esse cuzinho que não aguento mais – quase suplicava Maca. Tirou os dedos do cu e abriu as nádegas. >Me fode – me disse olhando nos meus olhos. Agarrei meu pau e encostei no cu dela. Maca abria as nádegas com as mãos. Fui fazendo cada vez mais pressão. O cu de Maca engoliu a cabeça do meu pau. Fiz mais força e meu pau foi entrando cada vez mais no rabo da minha cunhada. Comecei a meter no cu da Maca. A penetrava com o pau todo, enfiava até as bolas. Maca gemia enquanto segurava suas nádegas abertas. >ahhhhhhhggg siiiiiii – ahhhhhgggg vai – me dá esse cuzinho – me fode forte – pedia Maca quase gritando. >Olha, puta. Olha como seu cu devora meu pau – disse enquanto a fodia. Agarrei suas pernas e fiz com que as flexionasse contra o peito. O cu da minha cunhada ficou totalmente exposto para mim. Peguei meu pau bem desde a base. Enfiava bem devagar no cu. O cuzinho da Maca devorava meu pau centímetro a centímetro. Quando estava enfiado até o fundo, eu puxava. Seu cu ficava bem aberto. Seu esfíncter já estava vermelho pela foda que estava dando. Ver o cu da Maca assim tão aberto estava me excitando demais. Ela mesma começou a tocar a buceta enquanto eu a comia. Sem avisar, tirei o pau do cu e enfiei na buceta. De tão molhada que estava, penetrei com o pau inteiro de uma vez. Ahhhhhggggg ahggggggggggggg – gemeu Maca enquanto apertava seus peitos... Eu a comi por dois ou três minutos na buceta, até que peguei ela pelo cu de novo. Fiz a mesma coisa duas ou três vezes.
>Ahhhhhhhggggggggg – me come – me come – arromba meu rabo que eu vou gozar – gritou Maca.
Não podia deixá-la na vontade. Enfiei no cu dela e fodi com força. Maca meteu três dedos na sua buceta.
>Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhgggggggggggg – Hagggggggggggggg – não para – Tô gozando, gozan...dooooo – gritou Maca e me apertava os braços.
Maca estava gozando. Da sua buceta saíam fluidos que escorriam até seu bumbum. Maca não parava de se contorcer e gemer. Ahhhggggggggggg- gemeu e eu comecei a gozar dentro do seu bumbum.
>Vou encher seu rabo de porra, sua vagabunda – disse agarrando seu pescoço.
Maca me encarou fixamente.
>Sim, enche meu cu de porra, cunhado –
Descarreguei meus ovos no rabo, senti quatro ou cinco jorradas. Maca fazia força como se estivesse fechando seu bumbum. Apertava meu pau. Fiquei parado olhando para minha cunhada.
>Você é uma filha da puta. Não pode me deixar assim – disse.
Tirei meu pau do seu rabo. Ela estava com o cu vermelho e aberto. Maca o fechava apertando seu esfíncter. Meteu um dedo no cu. Mal tirou o dedo, começou a sair porra de dentro do rabo. Peguei seu fio dental e o coloquei no lugar.
>Nãoooo, bolado. Vai manchar tudo – disse Maca.
>Deixa o fio assim. Quero que fique com minha porra dentro do cu.
>Mas vai ficar uma bagunça.
>Como boa vagabunda que é, tem que ficar com porra no rabo. – disse, agarrando seu rosto com uma mão e fazendo com que me olhasse.
Maca me olhou com sua melhor cara de puta e com um sorriso.
>Faço tudo que você pedir – disse.
>Chupa meu pau que você tem que limpá-lo – disse.
Maca se ajoelhou e passou a língua por todo o meu pau. Literalmente estava me limpando.
>Não consigo entender como o corno do Fernando não te fode todos os dias, sendo tão vagabunda assim.
>Não fale dele, chato. Não estrague o momento – disse Maca.
>Vamos indo, Maca. Já demoramos muito –
Maca me levantei e nos beijamos. Ajeitei meu pau e subi minha calça. Maca vestiu seu vestido e foi até o carro se arrumar melhor. Eu aproveitei para buscar do quarto os casacos para meus filhos que Maria tinha me pedido.
Dirigi o mais rápido que pude para voltar à festa. Devemos ter demorado quase uma hora. Obviamente cheguei com medo do que poderiam dizer. Assim que chegamos, devolvi as chaves ao meu sogro. Pelo menos ele não disse nada. Fernando não estava ali, estava parado em outro lugar conversando.
>Encontrou? Perguntou minha sogra assim que viu Maca.
>Sim, mãe. Aqui está – respondeu Maca – já vou dar.
Maca saiu com o remédio na mão e foi procurar seu filho.
>E a Maria? – perguntei –
>Está por ali – meu sogro indicou.
Me aproximei dela, com todo o medo do mundo.
>Amor – beijei-a agarrando-a pela cintura.
>Negão. Tudo bem? – ela respondeu bem alegre.
>Sim, gorda, tudo bem. Trouxe os casacos, ficaram na caminhonete do seu pai.
>Ok, amor, por via das dúvidas, caso esfrie mais tarde – disse Maria – me oferecendo do copo do qual estava bebendo.
Fiquei mais tranquilo. Não aconteceu nada estranho. Então, a partir daí, me dediquei a curtir a festa. Depois de um tempo, vejo Maca dançando com Fernando. Mica e Marcelo dançavam entre si.
A verdade é que foi uma festa linda. Continuamos até perto das 6h. Meus sogros tinham ido embora antes e levaram seus netos. Com Maria, dançamos a noite toda, em alguns momentos nos beijávamos loucamente e eu aproveitava para apertá-la contra mim. Maria me olhava e ria. Fernando, em um momento, ficou sentado; não conseguia ficar em pé de tão bêbado que estava. Depois de um tempo, Marcelo se aproximou para se despedir, já iam embora com Mica.
Na hora de voltar; Maca foi a motorista do carro dela, Fernando praticamente dormia. Eu, mesmo estando um pouco bêbado, não estava impedido de dirigir. Enquanto íamos pela estrada, vimos ao longe um carro estacionado em uma das estradas alternativas. Chamou minha atenção. Ao vê-lo de perto, reconheci era o carro do meu cunhado. Era óbvio que ele estava comendo a Mica.
>Olha, esses dois não aguentaram chegar. Tão fodendo que nem loucos – falei pra Maria.
>É… em casa os velhos não iam dar conta de todo mundo – disse Maria.
Chegamos em casa. Maca e Fernando tinham chegado antes; ao entrar, já não os vimos. Maria foi até o quarto dos pais dela ver as crianças. Os avós dormiam com todos os netos no quarto deles.
>Tão todos apertados aí – disse Maria – Será que a gente leva pro nosso quarto?
>Deixa eles. Já tão bem dormidos.
Ao entrar no quarto, tirei a roupa e deitei só de cueca. Maria começou a se despir na minha frente. Dava pra ver que ela estava bêbada; tinha dificuldade pra se equilibrar e ria de qualquer coisa.
>Foi legal, né? Eu me diverti pra caralho – disse enquanto tirava o vestido.
>Verdade, foi tudo muito bom. Eles mandaram bem – respondi.
Maria ficou só de calcinha fio-dental bege. A calcinha era quase da mesma cor da pele dela. Não usava sutiã porque com o vestido não dava.
>Fica gostosa nessa calcinha, amor – falei.
Maria sorriu enquanto girava. Pegou os elásticos da calcinha e puxou, enfiando bem entre as nádegas.
>Achei que você não ficava mais excitado com minha bunda – disse, me olhando.
Eu estava recostado na cabeceira da cama. Maria apoiou um joelho no colchão e subiu na cama. Assim, começou a engatinhar na minha direção. Devo dizer que me surpreendeu essa atitude dela. Deve ser porque tá bêbada – pensei.
>Posso te fazer uma pergunta? – disse, me encarando quase cara a cara – enquanto agarrava meu pau por cima da cueca.
>Sim, gorda. Que pose gostosa – respondi – Maria tinha se abaixado sobre meu pau, levantando a bunda. Dava pra ver a calcinha entre as nádegas dela.
Maria mal acariciava meu pau por cima da cueca. Passou a língua (por cima do tecido) na ponta do meu pau, que já estava ficando duro.
>Você comeu a Maca? – me perguntou, me encarando firme, ainda entre minhas pernas.
>O que você acha? – me surpreendeu sua pergunta.
Maria se levantou e foi subindo seu corpo, se aproximando de mim.
>Você comeu a Maca? – voltou a perguntar enquanto me beijava.
>Não. De onde você tirou essa ideia? – perguntei.
>Por que demoraram tanto? – voltou a perguntar.
>Sei lá. Vim e voltei dirigindo devagar. Você viu que o caminho é traiçoeiro – disse sem parar de olhar para ela.
>Se você me comer agora, vai gozar muito? Ou vai estar com os sacos vazios? – perguntou Maria, agarrando meu pau de novo.
>Me come e você vai tirar as dúvidas – respondi, agarrando seu rosto para devorar sua boca.
Não podia falhar se não quisesse que Maria desconfiasse.
FIM.
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