Recebi essa foto por engano e quase engasguei com a coca. Mamãe, Carla, a eterna rainha do drama, divorciada, dançando coladinha no Santi, meu suposto melhor amigo, no que parecia ser a sala da casa dele. Balões de "Feliz Aniversário" flutuando como testemunhas."Ops, isso era pro meu encontro!", ela me mandou segundos depois, com um emoji de carinha vermelha.
Como se eu fosse idiota. Curioso e com um nó no estômago que cheirava a traição, peguei as chaves e voei pra casa do Santi. A música ecoava da rua, "festa de perdedores", um grave que fazia as janelas tremerem. Empurrei a porta entreaberta e me enfiei na sala: luzes estroboscópicas baratas piscando que nem um infarto, latas de cerveja rolando pelo chão grudento, e um cheiro de suor e pizza requentada que dava pra matar um elefante. Meus "amigos" – Santi, Enzo, Luis e mais uns imbecis – formavam um círculo rindo que nem bestas. E no centro, no sofá, estava mamãe. Ofegante, com o sutiã pendurado num ombro, a calcinha fio dental abaixada até os joelhos enquanto o Santi metia nela por trás como se fosse o prêmio máximo. O Enzo chupava um mamilo dela com a delicadeza de um aspirador, e o Luis enfiava a rola na boca dela como se quisesse sufocá-la. Ela, a sem-vergonha, gritava entre gemidos:
"AAAAHH...mmm... Vamos, gurizada, dá um ritmo na minha festa!"
Fiquei paralisado na porta, o mundo passou em câmera lenta. O Enzo me viu primeiro e, sem parar o ritmo, soltou: "Ei, Alex, bro! Entra, tua mãe é a rainha da festa... literalmente!" Mamãe virou a cabeça, toda suada e com aquele sorriso sarcástico que ela usava pra tudo, desde queimar o jantar até foder minha vida social.
"Filho, veio soprar as velinhas? Ou melhor... mmm... melhor ir comprar umas bebidas, que esses caras tão me deixando sem bateria."
Ela me deu uma piscada que me deu vontade de vomitar e rir ao mesmo tempo. Fugi que nem um covarde, tropeçando numa caixa de camisinha vazia. Ninguém percebeu. Continuaram. penetrando ela enquanto ela se contorcia entre os paus deles.
"AAAAHHHH..." ouvi ela gritar forte. entre os corpos, consegui ver as sobrancelhas da Carla se franzindo enquanto ela olhava pro teto e arqueava as costas, levantando a bunda. Os caras não pararam nem um segundo enquanto ela gozava.
logo o "clap, clap, clap" acelerou de vez.
Santi cravou os dedos na cintura dela, segurando ela como um bicho, enquanto gozava dentro dela. Luis, com as duas mãos, puxou ela pelo cabelo e empurrou a cara dela contra a pélvis dele, fazendo o pau inteiro desaparecer na garganta da mamãe.
"aaaggghh....gag....gggaaaggg..." Carla tentava respirar e engolir o esperma dele ao mesmo tempo.
os dois saíram de dentro dela e se jogaram no sofá. Mamãe se ajoelhou na frente do Enzo, pegou no pau dele e começou a masturbar. Uma mão deslizava pelo tronco dele pra cima e pra baixo enquanto a outra segurava as bolas. Com cara de puta, ela se aproximou da virilha dele e lambeu os testículos dele igual uma puta faminta.
Os caras pegaram umas cervejas enquanto curtiam o show. Enzo gemeu um pouco e começou a gozar, espirrando no cabelo da mamãe, respingando na cara dela, um pouco caiu nos peitos dela e, por fim, as últimas gotas escorreram pela mão dela, que não parou de massagear ele nem por um segundo.
Carla se levantou, a figura curvilínea dela se destacava no meio da sala. Suor escorria pelos peitos dela, um pouco do esperma do Enzo também, algumas gotas brancas caíram no tapete saindo de entre as pernas dela.
"Porra! Você ainda tá aqui?" disse Carla enquanto limpava a boca com as costas da mão.
Ela me olhou, levantando as mãos como quem pede explicação, incrédula de me ver ali parado na porta.
No dia seguinte, no café da manhã em família – ela de roupão solto, eu evitando olhar pra ela –, ela me serviu ovos mexidos e soltou, cínica como sempre:
"Da próxima vez me avisa se vier. Podia ter trazido bolo... ou pelo menos, não atrapalhar a sobremesa." E riu, parecia uma piada cósmica.
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