146/1📑El Amigo de mí Hijo - Parte 1

146/1📑El Amigo de mí Hijo - Parte 1A casa dos Ramírez tinha aquele cheiro de família, de móveis de madeira bem cuidados e perfumes caros. Diego, de 19 anos, não conseguia acreditar que seu melhor amigo, Leo, tivesse uma mãe daquelas. Desde que se entendia por gente, a dona Carolina o deixava desconcertado. Alta, com curvas que desafiavam a lógica, sempre bem arrumada, unhas perfeitas, lábios delineados, decotes generosos e um olhar que parecia ver além do que a gente dizia. Naquela noite, Leo o tinha convidado para dormir na casa dele. Pijamada de sexta, filmes, videogame e um pouco de pizza. Nada de novo.

— Lembra de *Invocação do Mal*? Aquela vez você quase se mijou — disse Leo rindo enquanto arrumavam os sofás.

— Mentira, foi você que gritou igual uma menininha — respondeu Diego, disfarçando o nervosismo. Não por causa do filme, mas pelo simples fato de estar ali... perto dela.

Carolina desceu as escadas com um roupão de cetim azul justo, o cabelo solto e os lábios vermelhos. Vinha descalça, como quem não quer incomodar, mas cada passo era uma declaração de presença.

— Vão ver filmes de terror de novo? — perguntou, apoiando-se no batente da porta.

— Sim, mãe — respondeu Leo sem dar muita atenção.

Diego, por outro lado, não conseguia tirar os olhos dela. O roupão deixava entrever demais. O decote parecia convidá-lo a pecar.

— Quer beber alguma coisa? — perguntou ela diretamente a Diego.

— Eu...? Eh... não, obrigado, senhora.

— Carolina, me chama de Carolina. Você me faz sentir velha com esse "senhora".

Ele assentiu, engolindo em seco. Sentia-se observado, avaliado... caçado.

Horas depois, quando Leo adormeceu no sofá com o controle na mão, Diego foi ao banheiro. Passou pelo corredor em silêncio, mas ao voltar, ouviu um clique suave. Era a porta do quarto principal.

E uma voz baixa, insinuante:

— Diego... vem cá um segundo, por favor.

Ele congelou.

— Carolina?

— Sim... não faz barulho. É só um segundo.

A porta se abriu só um pouquinho. Dentro, luzes suaves, o perfume dela, e a figura recostada na cama, ainda de roupão azul, mas com uma abertura que deixava parte da sua coxa à mostra.
— Só queria te agradecer por ser tão amigo do Leo — disse com voz lenta. — Mas também queria te perguntar uma coisa…
Ele se aproximou, sem saber se estava sonhando.
— Você sente algo por mim? Ou eu estou imaginando?
Diego não podia mentir.
— Sim… sinto. Desde sempre.
Ela sorriu, saboreando a confissão.
— Desconfiava. E sabe de uma coisa? Eu também sinto algo por você. Mas isso é um segredo. Um jogo perigoso… só para corajosos.
Ela se levantou devagar, deixou o roupão cair no chão e ficou completamente nua diante dele.
— Topa, Diego?
Ele assentiu, com o coração prestes a explodir.
Ela se aproximou, acariciou ele por cima da calça e sentiu sua ereção latejante.
— Mmm… você está pronto — murmurou, abaixando sua calça sem pressa.
Ajoelhou-se diante dele, pegou seu pau com as duas mãos e começou a beijá-lo, lambê-lo, adorá-lo como se fosse um tesouro proibido. Diego tremia. Nunca tinha sentido algo assim. Nem nos sonhos.
Carolina o colocou na boca com suavidade no início, e depois com uma paixão transbordante, como se passasse meses imaginando aquele momento.
— Não aguento mais — disse ele, com voz embargada.
— Não goza ainda — ordenou ela, levantando-se e subindo na cama. — Quero que termine dentro de mim.
Abriu as pernas. Guiou-o com o olhar, e quando Diego se posicionou sobre ela, ela o ajudou a entrar em sua buceta devagar. Seu calor o envolveu, o fez gemer, o levou ao limite.
Começaram a se mover devagar, com os corpos colados, suados, desejando-se como se fossem a única coisa no mundo.
E quando ela o sentiu chegando, apertou-o com força.
— Me dá tudo, Diego. Tudo. É nosso segredo.
E ele deu. Inteiro. Como um presente. Como uma maldita condenação.vadiaO sol entrava pelas cortinas do quarto onde Diego e Leo tinham dormido. O corpo de Diego ainda tremia com os ecos do que tinha vivido. Sua respiração era diferente. Seu olhar, também. Nada seria igual depois do que aconteceu com Carolina. Leo roncava, profundamente adormecido, jogado no sofá como se não suspeitasse de nada. Diego se levantou devagar, foi ao banheiro, lavou o rosto, se olhou no espelho. Não conseguia apagar a imagem: Carolina de joelhos, beijando-o, cavalgando-o, gemendo. Então ouviu a voz dela vinda da cozinha: — Diego, já acordou? Vestiu-se só o suficiente para não parecer nervoso e foi até lá. Ela estava de costas, com um roupão novo — branco, acetinado, ainda mais curto — e o cabelo preso num coque solto. Preparava café com movimentos lentos, sensuais, como se cada passo fosse parte de um plano. — Leo saiu para comprar umas coisas para o café da manhã — disse ela, virando-se com duas xícaras na mão —. Vai demorar um pouco. Queria aproveitar para conversar com você... a sós. Diego engoliu em seco. Sentou-se. Pegou a xícara que ela oferecia. Olhou para ela. O roupão estava entreaberto, sem sutiã. Apenas alguns centímetros de tecido separavam seus seios do mundo. — Ontem à noite não consegui dormir — disse ela sem rodeios — não paro de pensar em você. Em como você me beijou, em como você estava dentro de mim... No seu corpo tão jovem. Nessa coisa tão firme que você tem... Ele a olhava com a boca entreaberta, sem saber o que dizer. — Não se assuste, Diego — continuou ela, deixando-se cair lentamente na cadeira à sua frente —. Não estou louca. Só... não consigo evitar. Gosto demais de você. Estou obcecada pelo seu pau. Não posso negar. Pegou sua mão. Levou-a ao seio esquerdo, que palpitava com força. — Sente isso... é culpa sua. Sua juventude... seu cheiro... esse pênis duro que me deixa louca... Diego já não conseguia disfarçar a ereção. Ela viu. Desejou-o ainda mais. — Disse ao Leo para não se apressar. Quero aproveitar você — murmurou, levantando-se, soltando o roupão por completo. Ele caiu no chão como uma flor rendida. Ajoelhou-se diante dele, como na noite anterior, e abaixou suas calças. Seu sorriso aumentou quando o viu igualmente firme, igualmente desejoso. —Isso me pertence agora… você sabia? Começou a lamber seu pau, devagar, olhando para cima, como se adorasse cada centímetro. Seus lábios o envolveram, sua língua brincava com ele como se fosse a última vez. Diego gemeu baixinho, mordendo os lábios, sentindo-se o ser mais sortudo do universo. —Ainda estou com fome de você —ela disse, levantando-se e montando nele, sem roupa, sem demora. Sentou-se sobre sua ereção, guiando-a para dentro de sua buceta com um suspiro profundo, quase animal. —É disso que eu precisava… —ofegou, movendo-se sobre ele—. É isso que me vicia. Ele a agarrou pela cintura, marcando o ritmo. Via ela quicar sobre ele, os peitos se movendo a cada investida, ele os chupava. Ela gemia como se não tivesse freio. Suavam, se devoravam com o olhar, sabendo que a qualquer momento Leo poderia voltar. Mas isso só tornava tudo mais intenso. —Goza dentro —ela sussurrou, cravando as unhas em suas costas—. Quero sentir você me encher… de novo. E ele deu. Fundo. Violento. Incontrolável. Ela o abraçou, ofegante, ainda montada sobre ele. —Isso não vai parar, Diego. Te aviso. Eu te quero cada vez mais. E vou te ter… sempre que puder.vadiaDesde aquela manhã na cozinha, Diego não parava de pensar em Carolina. E Carolina não o deixava em paz. Não passavam duas horas sem que ela mandasse uma mensagem, um áudio sugestivo... ou uma foto. Primeiro foram selfies provocantes: de roupão, de lingerie, mordendo o lábio na frente do espelho. Depois ela subiu o nível: mandou-se nua, deitada na cama, pernas abertas, os dedos entre as coxas molhadas. Outra na frente do espelho do banheiro, onde dava pra ver que ela tinha acabado de sair do chuveiro: cabelo molhado, mamilos duros, corpo brilhando.

—Tá pensando em mim? —ela escreveu embaixo. —Eu tô pensando em você... o tempo todo.

Uma tarde, sem rodeios, ela pediu:

—Manda uma foto do seu. Quero ver ele duro. Quero que ele fique de pau duro por mim.

Diego hesitou alguns segundos, mas o corpo dele foi mais forte. Trancou-se no banheiro, abaixou a calça, ficou excitado lembrando dos gemidos dela, e quando o pau dele ficou firme e duro como uma pedra, ele mandou.

Ela respondeu na hora:

—Meu Deus... tô ficando molhada só de olhar. Quero ele na minha boca. Agora.

Naquela mesma semana, um sábado de manhã, Diego recebeu uma mensagem inesperada:

Carolina: Diego, você pode vir aqui em casa? O Léo disse que precisa de você um minuto. Ele tá no quarto.

Diego não hesitou. Vestiu-se rápido, atravessou a rua e tocou a campainha. Ela abriu com um sorriso safado e um roupão vermelho que não deixava muito pra imaginação.

—Cadê o Léo? —ele perguntou, meio confuso.

—Não tá —ela disse, fechando a porta atrás dele. —Ele viajou com o pai. Só volta amanhã à noite.

—E então por que você disse que ele queria me ver?

Carolina olhou fixamente pra ele. Deu um passo pra frente, encostando o corpo quente dela no dele.

—Porque eu sabia que se te contasse a verdade você não viria. E hoje... eu quero o dia todo pra mim.

Ela o beijou antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa. Um beijo profundo, cheio de língua, desejo, fome. Empurrou-o contra a parede da sala, enfiou a mão na calça dele e sorriu ao sentir que ele já endurecido. —Mmm, senti falta disso —sussurrou baixinho—. Hoje não precisamos ter pressa, bebê. Hoje posso saborear você sem ninguém nos interromper.

Ela o levou pela mão até o quarto. Livrou-se do roupão e sentou na cama, completamente nua, abrindo as pernas como um convite irresistível.

—Quero que você me veja enquanto eu me toco —disse, e começou a se acariciar lentamente diante dele—. Quero que você saiba que sou sua, completamente. E que não tem um dia que eu não me masturbe pensando em você.

Diego tirou a roupa enquanto a observava. Seu pau pulsava ao ver aquela cena: Carolina gemendo, tocando os seios e a buceta, molhada, com o olhar fixo nele.

—Vem —ordenou ela, quase ofegante—. Quero sua língua. Agora.

Ele se ajoelhou diante da cama e enterrou o rosto entre suas coxas. Ela gemeu alto, enlouquecida. Agarrou seu cabelo, movia-se contra sua boca, tremia.

—Isso… assim! Assim que eu gosto! Sua língua é viciante, Diego…!

Quando não aguentou mais, ela o empurrou na cama e montou nele como uma fera. Cavalgou com força, com luxúria. Arranhou-o, mordeu-o, beijou-o com fúria.

—Você não sabe o que faz comigo —sussurrou entre ofegadas—. Estou doida por você. Você é meu vício. Meu garoto. Minha obsessão.

Beijou-o, virou-se e ficou de quatro na cama.

—Se anima para mais? —disse, com um sorriso atrevido.

Diego não respondeu. Posicionou-se atrás dela, segurou-a pela cintura e a penetrou novamente. Mais fundo. Mais selvagem. Ela gritava, seu corpo tremia, e ele sentia que podia enlouquecer de prazer.

—Isso, Diego! Me dá tudo! Goza dentro, me enche…!

E foi o que ele fez. Sem pensar. Sem parar. Agarrado aos seus quadris, derramando-se dentro dela enquanto os dois se derretiam de prazer.

Quando tudo acabou, ela deitou ao seu lado, beijando seu peito, acariciando seu pênis agora flácido, ainda úmido.

—Isso não tem volta —disse ao seu ouvido—. E eu não me importo. Te quero só para mim. E vou te ter sempre que eu quiser.milfNo domingo ao meio-dia, Carolina preparou um almoço em família. Nada fora do comum: frango assado com batatas, arroz com queijo e limonada gelada. Leo tinha voltado da viagem com o pai e convidou Diego para almoçar com eles, como sempre. Diego chegou um pouco nervoso. Era a primeira vez que via Carolina novamente com o filho presente desde aquele sábado ardente em que se rolaram como animais na cama. Mas ela se mostrou serena, natural, até mesmo provocante dentro do permitido: vestia uma blusa justa que deixava entrever suas curvas, sem exageros, mas com aquela malícia que ele já conhecia bem.

Durante o almoço, a conversa fluiu sem grandes sustos. Risonhas, histórias da viagem, fofocas do bairro... até que Leo, sem perceber o impacto que causaria, soltou:

— Ah, me esqueci, Diego... a caixa nova do supermercado manda lembranças — disse enquanto mastigava —. Ela perguntou se você era meu amigo, eu disse que sim, e ela me deu o número dela. Disse para eu passar se você quisesse falar com ela.

Silêncio.

Diego sentiu o garfo congelar no ar. Ergueu o olhar e se deparou com os olhos de Carolina. Ela sorrira... mas não com os olhos. Era um sorriso seco. Frio. Falso.

— A caixa do supermercado? — disse ela em voz baixa, enquanto bebia limonada lentamente —. E desde quando você é tão popular, Diego?

— Não sei — respondeu ele, nervoso —. Eu só cumprimentei ela uma vez...

Leo encolheu os ombros.

— A mina é gostosa — acrescentou com total inocência —. Bem bonita. Com certeza ela gostou de você.

Diego quis desaparecer debaixo da mesa.

Carolina levantou-se com a desculpa de trazer mais gelo, mas seu olhar já tinha dito tudo. Ele tentou não olhar demais durante o resto do almoço, mas a tensão estava no ar. Aquela mulher que algumas horas antes tinha dito "você é só meu" agora estava ardendo por dentro, e não era de desejo, exatamente.

Quando Leo subiu para seu quarto, Carolina aproveitou para se aproximar enquanto Diego lavava a louça.

— Então a caixa do supermercado? — sussurrou no ouvido dela, pressionando-se contra suas costas—. Tá a fim de experimentar algo diferente?
—Não é o que você tá pensando…
—Não tô nem aí pro que você pensa —ela o interrompeu—. Me incomoda é o que eu sinto. Ciúmes. Raiva. Você acha que alguma daquelas garotinhas vai te dar o que eu te dou?
Ela enfiou a mão na calça dele, sem cerimônia, tocando-o com firmeza.
—Nenhuma vai chupar seu pau como eu chupo. Nenhuma vai abrir as pernas como eu abro. E se você quiser comprovar… vai lá. Mas te aviso uma coisa, gato: não gosto de dividir meus brinquedos.
Diego se virou e a beijou. Com fome. Com urgência. Na cozinha. À vista de qualquer um, se alguém descesse. Mas eles não ligaram. Carolina pegou ele pela mão e o levou para a área de serviço.
Lá, ela abaixou as calças dele e se ajoelhou sem perder tempo.
—Vou te lembrar porque sou sua obsessão —disse com um sorriso safado antes de enfiar ele inteiro na boca.
A tesão do risco, de serem descobertos, daquele ato tão desesperado e possessivo, fez com que Diego não aguentasse muito. Ele gozou na boca dela enquanto ela olhava com olhos brilhantes, devorando-o como se fosse a única coisa que importasse.
—E agora —ela sussurrou, passando a língua nos lábios—, deixa a caixinha do supermercado tentar superar isso.
Carolina empurrava o carrinho de compras com uma mão, enquanto com a outra tentava checar a lista no celular. Era domingo à tarde, o supermercado não estava tão cheio, mas o que a desconcentrou não foi a quantidade de gente nem os produtos em promoção… mas uma gargalhada. A risada dele.
Ela levantou os olhos.
E lá estava ele. Diego, apoiado no balcão das caixas rápidas, rindo com a jovem caixa de sorriso fácil e decote generoso. A garota encostava no braço dele com uma timidez fingida. Ele parecia encantado. Carolina parou a poucos metros. Observou a cena como se tivessem jogado ácido nas suas veias.
Não ouviu o que diziam, mas viu como ela piscou para ele e passou um pequeno bilhete dobrado. Diego aceitou, sem saber que havia fogo a poucos metros.
Carolina se virou De repente, ele estacionou o carro e terminou as compras em silêncio, mas por dentro estava fervendo. O caminho todo de volta para casa, sua mente repetia: então uma qualquer quer brincar com o que já é meu? Aquela noite, Leo ainda não tinha voltado do aniversário de um primo. A casa estava em silêncio, mas Diego não imaginava o que o esperava. Ele tinha acabado de sair do banho, enrolado na toalha, quando uma porta se abriu com firmeza. Carolina apareceu com o rosto sereno, mas seus olhos contavam outra história. Fechou a porta atrás de si e o observou de cima a baixo.

— Se divertiu hoje? — perguntou com um tom neutro.

— Hã? Sim, normal — respondeu ele, um pouco confuso.

Ela se aproximou sem dizer mais nada, andando devagar, como um felino à espreita. Com uma mão, tirou-lhe a toalha. O pau do Diego já começava a endurecer só de vê-la.

— E a atendente… era simpática? — perguntou agora em voz baixa, ajoelhando-se na frente dele.

— Carolina… — murmurou ele, mas ela não queria respostas.

— Não gosto de garotinhas baratas que sorriem para o que é meu — disse com veneno doce na voz.

E sem mais, enfiou seu pau na boca, fundo, furiosa, molhada de raiva e desejo. Chupava com força, com fome, como se quisesse marcá-lo desde a garganta. Diego segurou sua cabeça, sem fôlego, ofegante. Ela o olhava de baixo com os olhos brilhando.

Pegou-o pela mão e o empurrou na cama.

Subiu em cima dele, sem tirar nem a calcinha. Só puxou a lateral da lingerie para o lado e encaixou seu pau dentro de sua buceta de uma só vez. Diego arqueou as costas. Ela estava quente, molhada, apertada como o céu. Movia-se rápido, ritmada, enquanto o dava tapinhas suaves com as palavras:

— Isso aqui a sua atendentinha te dá? Isso também? Hein?

Diego gemeu. Não conseguia resistir. Sentia Carolina cavalgando como se o odiasse, mas na verdade estava reivindicando. Era dela. De mais ninguém.

Montou-o por trás, com as costas arqueadas como uma gostosa selvagem.

Finalmente, olhou-o de lado e ela ordenou:
—Goza na minha boca. Tudo. Quero que me limpes a alma.
E ele obedeceu. Enfiou entre seus lábios, ela chupou com fúria até explodir em sua garganta. Engoliu tudo. E só então respirou fundo.
Carolina deitou ao seu lado, exausta.
—Não gosto de dividir o que eu curto —sussurrou.
Diego a olhou, fascinado. Nunca uma mulher o tinha possuído com tanta loucura.
E ele... estava começando a ficar viciado.incestoOs dias depois do encontro furioso na cama não foram os mesmos. Carolina não parava de pensar nele. Checava o celular toda hora, esperava as mensagens dele com ansiedade, se tocava à noite pensando na pele dele, no cheiro dele, no pau dele, na juventude dele... mas principalmente naquele jeito tão inocente de olhar pra ela, de obedecer, de se entregar. Ele era dela. E ponto.

Naquela tarde, ela o esperou na cozinha com o cabelo solto, um vestido largo sem sutiã e uma taça de vinho. Leo tinha saído de novo com os amigos, e ela já tinha deixado claro que não aguentaria vê-lo perto da novinha.

Quando Diego entrou, sorrindo, ela foi direto ao ponto.

— Precisamos conversar.

Ele se sentou em silêncio. Viu ela respirar fundo. Os mamilos dela marcavam sob o vestido, mas o olhar dela era sério.

— Isso não pode continuar assim — disse ela.

Diego sentiu um frio no peito.

— Você cansou? — perguntou com a voz quase sumindo.

Carolina se aproximou e pegou o rosto dele com as duas mãos.

— Não, bobo... eu estou me apaixonando por você. Quero que você seja meu. Não de vez em quando. Não em segredo. Quero que você me escolha. Que o nosso seja real.

Ele ficou calado.

— Vou falar com seus pais — acrescentou —. Quero dizer a eles que estou apaixonada pelo filho deles, que ele me faz sentir viva, que eu o quero pra mim.

Diego se levantou, nervoso. Andou pela cozinha.

— Carolina... isso não é tão fácil. Você é a mãe do meu amigo. Meus pais... seu filho... Isso é uma loucura.

Ela franziu a testa. Cruzou os braços.

— Tem vergonha de gostar de uma mulher como eu? De uma mulher que te dá tudo, que te deseja mais que ninguém?

— Não! Não é isso — respondeu ele rápido —. É que... eu tenho medo. Medo de que tudo desmorone.

Ela se aproximou, o abraçou forte, apertando o corpo dela contra o dele. A voz dela agora estava suave, quase doce:

— Eu não quero te dividir. Não quero me esconder. Não quero que você me olhe como uma aventura. Se você me quer, você vai me ter. Mas inteira.

Diego engoliu seco. O desejo o consumia, mas pela primeira vez ele se sentia encurralado pelo amor. Será que ele podia... retribuir da mesma forma? Ele estava disposto a enfrentar o mundo por ela? Carolina o beijou e sussurrou:
— Pensa bem. Mas não demore. Porque eu já não consigo viver sem você…
E aquele aroma na pele dela, aquela promessa de loucura e prazer, o deixou tremendo.
O silêncio na cozinha ficou pesado. Carolina o olhava com os olhos brilhantes, esperando uma resposta, uma promessa, uma loucura. Mas Diego tinha um nó no peito.
Ele a envolveu com cuidado, como se não quisesse quebrar algo frágil, e segurou suas mãos com suavidade.
— Carolina… eu te desejo como nunca desejei ninguém — disse, olhando em seus olhos —. Você me deixa louco, me excita, me faz sentir coisas que eu nem sabia que existiam. Mas…
Ela franziu a testa, percebendo a mudança no tom dele.
— Mas o quê?
Diego engoliu em seco.
— Eu não te amo. Ainda não. Não sei se conseguiria. Não quero te prometer algo que não sinto.
O rosto de Carolina ficou tenso. Ela tentou soltar as mãos, mas ele não deixou.
— Não quero te machucar — continuou —. Mas também tem o Léo… Ele é meu melhor amigo. E meus pais… eles nunca aceitariam que eu ficasse com a vizinha deles, a mãe do meu amigo.
Ela desviou o olhar, respirando fundo, contendo aquela mistura de raiva, decepção e orgulho ferido.
— Então foi só sexo pra você?
— Não foi só sexo — respondeu ele rápido —. Foi paixão. Intensa, selvagem, viciante. Não me arrependo de nada. Mas também não quero perder tudo o mais que tenho. Não quero deixar de ver o Léo, nem que meus pais pensem que me aproveitei de você. Porque não foi assim.
Carolina ficou em silêncio, caminhou até a bancada e serviu um pouco mais de vinho. Tomou um gole longo.
— Você tem razão — disse, sem olhar para ele —. Eu devia saber. Sempre fui a que se entregou mais. Sempre fui a que se obcecou primeiro.
Diego se aproximou por trás e acariciou sua cintura.
— Não se arrependa. Tudo o que aconteceu… foi real.
Ela se virou lentamente. Tinha os olhos úmidos, mas sem lágrimas.
— Então, o que somos agora?
Ele baixou o olhar.
— Duas pessoas que se desejaram com loucura. Que eles viveram algo único. Mas não podem ser mais do que isso. Carolina balançou a cabeça e, antes que ele partisse, beijou-o uma última vez. Devagar. Profundo. Como quem se despede de um amante que não voltará.

— Se um dia você se apaixonar por mim… mesmo que seja tarde… volte. Eu vou estar te esperando — ela sussurrou.

E Diego partiu, com o coração acelerado, o desejo ainda ardendo na pele… e a sensação amarga de ter deixado para trás algo irrecuperável.putona



Relatos eroticos

1 comentários - 146/1📑El Amigo de mí Hijo - Parte 1

Excelentes relatos. Pero este, me parece tiene un error de continuidad.
Si Diego se levantó y Leo roncaba, no puede ir a desayunar y Carolina decirle que Leo salió a hacer unas compras.

Leo roncaba, profundamente dormido, tirado en el sillón como si no sospechara nada. Diego se levantó despacio, fue al baño, se lavó la cara, se miró al espejo. No podía borrar la imagen: Carolina de rodillas, besándolo, cabalgándolo, gimiendo.
Entonces escuchó su voz desde la cocina:
—Diego, ¿te despertaste ya?
Se vistió lo justo para no parecer nervioso y fue hacia allá. Ella estaba de espaldas, con una bata nueva —blanca, satinada, más corta aún— y el cabello recogido en un moño suelto. Preparaba café con movimientos pausados, sensuales, como si cada paso fuera parte de un plan.
—Leo salió a comprar unas cosas para el desayuno —dijo ella, dándose vuelta con dos tazas en la mano—. Va a tardar un rato. Quería aprovechar para charlar con vos... a solas.