Isso aconteceu há um tempo. Meu namorado e eu estávamos entediados e queríamos pedir comida no restaurante de sushi da frente, mas nenhum dos dois queria ir buscar o que pedíssemos. Então decidimos deixar na sorte e jogamos uma moeda para o alto. No final, eu perdi.
Meu namorado, tirando sarro de mim, me deu o dinheiro e me mandou comprar e pagar a comida, zoando enquanto eu caminhava até o restaurante. Fervia de raiva porque odeio perder, mas fazer o quê, é assim mesmo.
Quando cheguei, o lugar estava vazio, só o cozinheiro sentado num dos bancos esperando clientes.
B: Oi, seu Júlio, vim pegar dois combos. E aí, tá sozinho?
J: Claro que sim, pois é, os moleques foram embora e outros descansaram, e como o dia tá calmo, fiquei só eu.
Só pra esclarecer, seu Júlio é um velho gordo, feio e quase careca, nada atraente, mas muito amigável e agradável.
B: Pois é, eu tô entediada em casa com meu namorado, que me mandou comprar comida pra ele, tá vendo?
J: Olha só, se eu fosse seu namorado, até na boca te dava de comer.
Isso ele disse olhando para minhas pernas, já que eu tava usando um short curtíssimo e um top vermelho de alças, sem sutiã, porque não gosto, vocês sabem. Bem, aquele olhar me deixou meio molhadinha e acendeu o pavio. Não acreditava que um velho daquele me excitava, e mais me surpreendeu o que eu disse:
B: Ah é? E por que eu precisaria ser sua namorada pra ganhar algo na boca, se é só você me oferecer? — falei olhando nos olhos dele enquanto mordia o lábio.
J: Ah, que safadinha você hein... se não fosse tão novinha, eu te colocava no teu lugar pra não ficar pedindo chuchu pra velho como eu, haja... te ensinava modos, que com certeza te faltam em casa.
B: Ah, seu Júlio, haja, será que pareço tão malcriada? Como é que me educaria, hein?
Nisso, ele tava preparando a comida enquanto a gente conversava, e eu do lado, curiosa. Ele me olhou, olhou pros lados, saiu e voltou.
J: Olha aqui, gatinha, vem cá. e me levou pra cozinha e disse:
J: daqui não sai nada, hein. Você calada, eu calado, e todo mundo feliz.
B: haha, tá bom, mas não seja ruim comigo, ok?
J: sua vadiazinha, você vai ver.
Não acreditei que eu tava ficando com tesão e que tava afim de um velho gordo e feio.
Na sequência, o velho Júlio tirou o avental, deixou a calça cair e, oh surpresa, não tinha cueca, mas tinha uma pica descomunal que combinava com o físico dele.
J: vem pra cá e faz o que sabe fazer, porque cara de puta que mama pica você tem.
Eu não falei nada, só me ajoelhei e enfiei a tranca dele na boca, lambi da ponta até a base, as bolas, e de novo pra cima até chegar na cabeça. Quando cheguei na ponta de novo, meti na boca e saboreei como um pirulito, enchi de saliva e cuspia, enfiava até o fundo, engasgava, mas adorava. Tinha ânsia, mas mesmo assim aguentava. Amo a sensação de ter um velho na minha boca e mais ainda saber que meu namorado me esperava em casa. "Aaaagggh Aaaaahgg, slluurrrp slluurrppp"
B: que pica gostosa que o senhor tem, seu Júlio.
J: que boca gostosa você tem, putinha. Dá pra ver que você adora mamar pica, né?
B: adoro, e me molha toda — eu falava enquanto tocava meus peitos e puxava o pau dele. Olhava nos olhos dele e mostrei minhas tetinhas, falei:
B: quer ver minha bucetinha, senhor? Ainda sou virgem, ninguém estreou.
J: não, se não é maior que o do seu namoradinho, porque não é maior? Mas agora a gente vê essa buceta e deixa ela como um túnel, meu amor.
Eu levantei, ele me colocou na mesa de trabalho, tirou meu short e olhou minha bucetinha rosa escorrendo sucos. Ele enfiou um dedo, tocando meu hímen, eu só me contorcia de prazer sentindo os dedos dele. Tive um pouco de lucidez e falei que não queria perder a virgindade ainda, mas que queria sentir a pica dele na minha buceta, que ele esfregasse e gozasse assim. Eu puxava ele enquanto ele esfregava o pau na minha entradinha e enfiava só um pouco a cabeça e deixava sair. Ele me deixava no céu. Esse velho filho da puta, não demorei muito pra gozar e jorrei tudo, e enquanto ele batia uma e se esfregava, ele me segurava pelas nádegas e a outra mão nos peitos.
J: puta vagabunda, vem quando quiser, pica, que sempre vou ter pra você, ok... você vai ser minha puta quando quiser.
B: sim, seu Júlio, adoro quando você me trata assim, por favor continua, quero gozar de novo.
Ele se esfregou mais rápido, mais forte, e eu junto com ele, sentia tanto prazer e estava prestes a explodir quando ele me afastou e tirou, fiquei confusa, mas ele beliscou meu clitóris e senti uma onda de prazer, dor, calor e frio ao mesmo tempo, foi um orgasmo muito gostoso que me fez tremer e jorrar na mesa toda, no chão, no pau e tudo mais.
Olhei pra ele, ele ainda estava bem duro, então me abaixei e chupei o pau dele de novo, falei que queria que ele gozasse na minha boca — minha adicção falando — mas ele disse que tinha uma ideia melhor.
Ele mandou eu continuar batendo uma pra ele e baixou um dos pratos de comida que eu ia levar, e gozou em cima da minha comida, uff, que gostoso, nunca pensei em misturar porra com comida, mas depois descobri outro dos meus maiores prazeres. Ele gozou e a gente continuou se beijando, eu pelada, ele com a calça arriada, e me apalpando toda, quando estávamos assim, meu telefone tocou e me tirou do transe.
Adrian: oi, amor, o que houve? Já ia te buscar.
B: é que tinha outros pedidos e depois o meu, mas já tá pronto, e ele disse que colocou um extra pra compensar a espera.
A: ah, que legal... Bom, te espero, não demora.
Cara, pensei, se ele tivesse vindo, teria visto tudo, e por ser um bocó, isso aconteceu com ele, haha.
Vesti minha roupa, me arrumei e organizei o que dava, sentia o gosto de pica na boca e me despedi rápido do seu Júlio.
Depois, vinha no caminho pra casa e não sabia o que fazer: se comia o sêmen sozinha ou se pregava uma peça e dava pro meu namorado, hahaha.
Meu namorado, tirando sarro de mim, me deu o dinheiro e me mandou comprar e pagar a comida, zoando enquanto eu caminhava até o restaurante. Fervia de raiva porque odeio perder, mas fazer o quê, é assim mesmo.
Quando cheguei, o lugar estava vazio, só o cozinheiro sentado num dos bancos esperando clientes.
B: Oi, seu Júlio, vim pegar dois combos. E aí, tá sozinho?
J: Claro que sim, pois é, os moleques foram embora e outros descansaram, e como o dia tá calmo, fiquei só eu.
Só pra esclarecer, seu Júlio é um velho gordo, feio e quase careca, nada atraente, mas muito amigável e agradável.
B: Pois é, eu tô entediada em casa com meu namorado, que me mandou comprar comida pra ele, tá vendo?
J: Olha só, se eu fosse seu namorado, até na boca te dava de comer.
Isso ele disse olhando para minhas pernas, já que eu tava usando um short curtíssimo e um top vermelho de alças, sem sutiã, porque não gosto, vocês sabem. Bem, aquele olhar me deixou meio molhadinha e acendeu o pavio. Não acreditava que um velho daquele me excitava, e mais me surpreendeu o que eu disse:
B: Ah é? E por que eu precisaria ser sua namorada pra ganhar algo na boca, se é só você me oferecer? — falei olhando nos olhos dele enquanto mordia o lábio.
J: Ah, que safadinha você hein... se não fosse tão novinha, eu te colocava no teu lugar pra não ficar pedindo chuchu pra velho como eu, haja... te ensinava modos, que com certeza te faltam em casa.
B: Ah, seu Júlio, haja, será que pareço tão malcriada? Como é que me educaria, hein?
Nisso, ele tava preparando a comida enquanto a gente conversava, e eu do lado, curiosa. Ele me olhou, olhou pros lados, saiu e voltou.
J: Olha aqui, gatinha, vem cá. e me levou pra cozinha e disse:
J: daqui não sai nada, hein. Você calada, eu calado, e todo mundo feliz.
B: haha, tá bom, mas não seja ruim comigo, ok?
J: sua vadiazinha, você vai ver.
Não acreditei que eu tava ficando com tesão e que tava afim de um velho gordo e feio.
Na sequência, o velho Júlio tirou o avental, deixou a calça cair e, oh surpresa, não tinha cueca, mas tinha uma pica descomunal que combinava com o físico dele.
J: vem pra cá e faz o que sabe fazer, porque cara de puta que mama pica você tem.
Eu não falei nada, só me ajoelhei e enfiei a tranca dele na boca, lambi da ponta até a base, as bolas, e de novo pra cima até chegar na cabeça. Quando cheguei na ponta de novo, meti na boca e saboreei como um pirulito, enchi de saliva e cuspia, enfiava até o fundo, engasgava, mas adorava. Tinha ânsia, mas mesmo assim aguentava. Amo a sensação de ter um velho na minha boca e mais ainda saber que meu namorado me esperava em casa. "Aaaagggh Aaaaahgg, slluurrrp slluurrppp"
B: que pica gostosa que o senhor tem, seu Júlio.
J: que boca gostosa você tem, putinha. Dá pra ver que você adora mamar pica, né?
B: adoro, e me molha toda — eu falava enquanto tocava meus peitos e puxava o pau dele. Olhava nos olhos dele e mostrei minhas tetinhas, falei:
B: quer ver minha bucetinha, senhor? Ainda sou virgem, ninguém estreou.
J: não, se não é maior que o do seu namoradinho, porque não é maior? Mas agora a gente vê essa buceta e deixa ela como um túnel, meu amor.
Eu levantei, ele me colocou na mesa de trabalho, tirou meu short e olhou minha bucetinha rosa escorrendo sucos. Ele enfiou um dedo, tocando meu hímen, eu só me contorcia de prazer sentindo os dedos dele. Tive um pouco de lucidez e falei que não queria perder a virgindade ainda, mas que queria sentir a pica dele na minha buceta, que ele esfregasse e gozasse assim. Eu puxava ele enquanto ele esfregava o pau na minha entradinha e enfiava só um pouco a cabeça e deixava sair. Ele me deixava no céu. Esse velho filho da puta, não demorei muito pra gozar e jorrei tudo, e enquanto ele batia uma e se esfregava, ele me segurava pelas nádegas e a outra mão nos peitos.
J: puta vagabunda, vem quando quiser, pica, que sempre vou ter pra você, ok... você vai ser minha puta quando quiser.
B: sim, seu Júlio, adoro quando você me trata assim, por favor continua, quero gozar de novo.
Ele se esfregou mais rápido, mais forte, e eu junto com ele, sentia tanto prazer e estava prestes a explodir quando ele me afastou e tirou, fiquei confusa, mas ele beliscou meu clitóris e senti uma onda de prazer, dor, calor e frio ao mesmo tempo, foi um orgasmo muito gostoso que me fez tremer e jorrar na mesa toda, no chão, no pau e tudo mais.
Olhei pra ele, ele ainda estava bem duro, então me abaixei e chupei o pau dele de novo, falei que queria que ele gozasse na minha boca — minha adicção falando — mas ele disse que tinha uma ideia melhor.
Ele mandou eu continuar batendo uma pra ele e baixou um dos pratos de comida que eu ia levar, e gozou em cima da minha comida, uff, que gostoso, nunca pensei em misturar porra com comida, mas depois descobri outro dos meus maiores prazeres. Ele gozou e a gente continuou se beijando, eu pelada, ele com a calça arriada, e me apalpando toda, quando estávamos assim, meu telefone tocou e me tirou do transe.
Adrian: oi, amor, o que houve? Já ia te buscar.
B: é que tinha outros pedidos e depois o meu, mas já tá pronto, e ele disse que colocou um extra pra compensar a espera.
A: ah, que legal... Bom, te espero, não demora.
Cara, pensei, se ele tivesse vindo, teria visto tudo, e por ser um bocó, isso aconteceu com ele, haha.
Vesti minha roupa, me arrumei e organizei o que dava, sentia o gosto de pica na boca e me despedi rápido do seu Júlio.
Depois, vinha no caminho pra casa e não sabia o que fazer: se comia o sêmen sozinha ou se pregava uma peça e dava pro meu namorado, hahaha.
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