Com minha esposa, havíamos descoberto o tema de troca de casais vendo pornô. Começamos a fantasiar com essa ideia e depois de muito conversar, partimos para a aventura. Pesquisamos sobre as casas noturnas que tinham essa cena e escolhemos uma pelos bons comentários. Era a Sweet. A ideia era ir só pra ver qual era, sem nos obrigar a nada. Depois de uma semana vivendo com uma mistura de ansiedade, tesão e incerteza, partimos. Foi um sábado quente de novembro de 2016. Ceci, minha esposa, que tinha 34 anos na época, colocou um jeans preto bem justo (nada confortável pra ocasião). Ela é magra, tem 1,60m, cabelo loiro ondulado, rosto bonito, peitos pequenos e a bunda é o seu forte, uma delícia até hoje... Eu, que tinha 36 anos na época, sou magro, 1,80m, me mantenho bem e hoje sou menos inocente do que era naquela época. (Vocês vão entender depois por que digo isso). Chegamos na Sweet e depois da recepção e da explicação do protocolo e das regras do lugar, nos sentamos para tomar uns drinks. O lugar por si só já é muito excitante. Aos poucos, o local foi enchendo... Quase todos eram casais acima de 35 anos e alguns caras sozinhos. Alguns casais dançavam e outros conversavam. Nós nos sentíamos observados e isso dava um tesão. Parecia que a maioria das pessoas se conhecia e nós éramos os novatos. Era essa sensação... Eu tinha insinuado pra Ceci de irmos para o quarto de casais, mas ela queria ficar mais um tempo observando a movimentação. Eu já queria começar. Em um momento, enquanto a maioria das pessoas assistia a um show de strippers, Ceci me indicou discretamente um casal que estava nos olhando muito... Era um casal mais velho que a gente, ele uns 45 e ela uns 40, mais ou menos. A mulher tinha um vestido curto prateado e, mesmo sentada, dava pra ver uma bunda bonita. O cara era mais baixo que eu, com barba, camiseta preta justa. Não tirava os olhos da gente... Em um momento, vemos que vários casais começaram a se encaminhar para as quartos e nós, que estávamos com um tesão da porra, partimos pra dentro. Entramos na sala só para casais e era um verdadeiro puteiro, dava pra sentir o cheiro de sexo no ar... A gente se acomodou num cantinho na ponta de um sofá comprido pra observar um pouco aquele espetáculo inédito. Tinha alguns casais e mais gente chegando. Como a gente já não aguentava mais de tanto tesão, começamos a nos beijar e a meter a mão, quando do nada o casal que tinha ficar nos encarando lá fora parou do nosso lado. Eles estavam focados na gente... Fiz sinal pra Ceci olhar pra eles e me dizer o que achava. Era tudo novo pra gente. Ela sussurrou no meu ouvido: "Parece que eles curtiram a gente." E eu interpretei como um sinal verde. O tesão tinha falado mais alto. Na pressa de dar espaço pra eles, falei pra Ceci sentar no meu colo. O cara sentou do nosso lado e a mulher ficou de pé e começou a acariciar o braço da Ceci. Ceci, nervosa e excitada, virou a cabeça pra olhar pra ela, e a gostosa devorou a boca dela. Enquanto beijava, foi puxando o top dela pra cima, e quando os peitos apareceram, começou a chupá-los. O cara só ficava olhando, e eu fiquei com ainda mais tesão. Eles sentiam nosso tesão e nossa inexperiência. A mulher foi além e começou a tentar puxar o jeans da Ceci. Ceci teve que levantar pra conseguir baixar até a metade das pernas e sentar entre o cara e eu pra conseguir tirar completamente. A gostosa se ajoelhou entre as pernas dela, puxou a calcinha de lado e começou a chupar a buceta. Ceci me beijava e geme, a gostosa parecia que queria entrar dentro da Ceci, olhando ela gozar. Sem parar de lamber, pegou a mão da Ceci e colocou em cima da perna do parceiro, que estava com o pau pra fora. Ceci foi aproximando a mão devagar até chegar no pau dele, que até de pau duro parecia grande. A mulher se deslocou ajoelhada até mim, me beijou enquanto abria o zíper da minha calça e, quando meu pau ficou exposto, ela desceu e engoliu ele inteiro... Cecilia olhou a mulher chupando meu pau e me beijou por uns segundos, sem parar de punhetar o cara. Depois de um momento, ela se virou de lado e começou a chupar o pau dele. Aquela imagem foi demais pra mim. Ver minha mulher chupando um pau alheio pela primeira vez foi muito intenso. Não aguentei mais, me abaixei até o ouvido da gatinha e disse que ia gozar. Ela parou de chupar e começou a me masturbar até eu gozar. Me senti um otário. Pedi desculpas. Disse que era a primeira vez que estávamos com outras pessoas. Ela disse que eles sabiam, que eu não me preocupasse, e se sentou na minha frente. Eu sentia vergonha. Nem tinha transado ainda e minha esposa continuava chupando pau... Fiquei com vontade de tirar ela dali e voltar pra casa, mas minha esposa não estava pensando nisso. Ceci ficou chupando por um bom tempo, até que o cara decidiu levantar. Ofereci uma camisinha, mas ele disse que tinha. Lembro daquele pau com a cabeça grande apontando pra baixo, que se estivesse totalmente ereto seria maior que o meu. Com a camisinha posta, ele a colocou de quatro. Ela apoiou a cabeça entre meu ombro e o sofá. Me abraçou e o cara começou a comê-la. Eu sentia cada empurrão que o cara dava contra a bunda da minha mina. Começou devagar e Ceci gostava e gemía. Ela gozou rápido, gritando e relaxando o corpo. O cara continuou e foi ficando cada vez mais intenso. Eu tinha começado a ficar excitado de novo. O cara começou a dar socadas cada vez mais fortes. Me inclinei pra ver, com a pouca luz que tinha, como aquele pau entrava e saía da buceta da minha esposa. O tesão foi total. O cara tomou seu tempo e acabou gozando com o pau todo dentro e um pequeno gemido. Ele a segurou pela cintura com o pau até o fundo por um tempo, enquanto Ceci continuava caída em cima de mim. Depois de um momento, ele tirou o pau com a camisinha cheia de porra, deu um beijo na Ceci, que estava exausta, fez um gesto de adeus pra mim e foi embora com suas roupas. Na minha primeira experiência no swing, a ansiedade e não conseguir controlar o tesão jogaram contra mim. Com certeza não fui o único que passou por isso.
11 comentários - Primeira vez em uma balada swing (para iniciantes)