A Selvagem Gostosa

A Selvagem GostosaO calor era denso como um cobertor molhado sobre os ombros. O explorador Nicolau, bronzeado, musculoso, com a camisa grudada no peito de suor, afastava a vegetação com seu facão enquanto o sol caía a pino sobre a selva amazônica. Sua expedição era solitária, uma mistura de busca científica e fuga pessoal. Mas nada o preparou para ela.

Um movimento entre as árvores. Algo… ou alguém.

— Olá? — disse em voz alta, a mão já no facão caso fosse uma onça.

E então ele a viu.

Uma mulher de cabelo castanho, longo, selvagem, caindo pelas costas semi nua. Seus olhos eram de um verde profundo, como se tivessem absorvido a própria selva. Estava descalça, mal coberta por uma peça de couro feita à mão que mal escondia os bicos dos peitos endurecidos pelo ar úmido. Tinha o corpo de uma deusa: musculoso, firme, coberto de terra e suor, livre e animal.vadia—Você... —ele gaguejou, de boca aberta.
Ela não disse uma palavra. Olhava pra ele como se ele fosse o intruso, o animal.
E era.
Ele ergueu as mãos devagar, mostrando que não era uma ameaça.
—Não vou te machucar —disse, mas a voz tremeu. O pau já pulsava dentro da calça ao vê-la se mexer com aquelas coxas grossas e firmes, a barriga lisa, aquele corpo selvagem.
Ela se aproximou, como se sentisse o cheiro dele. Rodeou ele em silêncio. Passou os dedos no rosto dele. Empurrou ele contra uma árvore e o encarou com olhos acesos. Então... lambeu ele. Da base do pescoço até o queixo. Um grunhido gutural saiu da garganta dela.
Nicolás não conseguiu resistir. Quando ela empurrou ele com mais força contra a árvore, quando os quadris dela apertaram contra a ereção presa na calça dele, as regras, o mundo, a civilização já não importavam mais.
A Selvagem grunhiu de novo, baixou a mão e desabotoou o cinto dele. Não conhecia palavras, mas sabia exatamente o que fazer. O instinto dela era puro desejo.
Ela libertou ele. O pau dele brotou, grosso, duro, pulsando.
Ela agarrou com força, quente e direta, e esfregou contra a buceta molhada, úmida como a selva depois da chuva. Ela não usava nada por baixo. Os lábios da buceta estavam inchados, abertos, prontos.
—Ah... porra... —ele sussurrou, quando sentiu a ponta empurrar entre as dobras dela.
E ela montou. Sem permissão, sem aviso, sem medo. Enfiou ele inteiro de uma vez, com uma força animal, enquanto se agarrava nos ombros dele. Cavalgava ele contra o tronco da árvore como se estivesse reivindicando ele como seu, como se o mundo inteiro se resumisse ao momento em que a buceta dela engolia ele sem parar.relatoNicolás não aguentava mais. As mãos dele seguravam aquelas nádegas duras, selvagens, se movendo no ritmo dos gemidos que saíam da garganta dela. Ela não falava, rugia. Cada vez que ele se enterrava mais fundo dentro dela, ela se agarrava com mais força, mordia o pescoço dele, arranhava o peito dele, e apertava com as pernas. Era como ser comido por uma deusa primitiva. Pele contra pele, o calor, o cheiro de terra, suor e sexo enchiam o ar. Ela olhou nos olhos dele, segurou o rosto dele com as duas mãos, e gemeu alto, igual uma fera no cio, enquanto o corpo dela tremia. O orgasmo dela foi selvagem, espasmódico, molhando o pau dele com ondas quentes que fizeram ele perder o controle. E aí, com um grito abafado, ele também explodiu dentro dela, sem conseguir se segurar mais. Quando acabou, ela abraçou ele com força, como se não quisesse soltar ele nunca mais. Ainda dentro, ainda ofegante. — Quem é você…? — ele sussurrou, bestificado. Ela só sorriu. Um sorriso puro, primitivo. O corpo dela colado no dele, ainda pulsando. A Selvagem tinha marcado ele. E não ia deixar ele escapar.amazonaDespertou com o cheiro de terra molhada, flores silvestres e sexo. A selva cantava com sua sinfonia de gritos e sussurros. Nicolau abriu os olhos e lá estava ela, sentada numa pedra, comendo fruta, nua como se a vergonça nunca tivesse sido inventada. Os mamilos dela ainda estavam durinhos, a pele brilhava com orvalho e suor, e quando viu ele acordar, sorriu como uma fera satisfeita.

—Oi… —disse ele, ainda desorientado.

Ela se aproximou com uma fruta na mão —um mamão aberto, suculento— e ofereceu sem palavras. Ele mordeu. Doce, pegajoso. Ela lambeu o suco que escorreu pelo queixo dele.

—Qual é o seu nome? —perguntou ele.

Ela inclinou a cabeça. Não entendia.

—Nome? —repetiu ele, apontando pra si mesmo —Nicolau. Eu. Nico.

Ela imitou, apontando pro próprio peito. E então, com voz rouca e sotaque impossível, disse:

—Kaia.

Kaia. Soava a vento, a rio, a raízes profundas.

Nos dias seguintes, Nicolau tentou ensinar palavras básicas: água, comida, árvore, pele. Ela era rápida, observadora. Aprendia tocando, repetindo, imitando. Mas além da língua, o que compartilhavam era o corpo.

Uma tarde, debaixo de chuva, Kaia levou ele até uma cachoeira escondida. A água caía com força, e o som envolvia tudo. Ela mergulhou nua e olhou pra ele com aquela mistura de inocência selvagem e luxúria primitiva.

—Vem —disse, apontando pra ele.

Ele se despiu, molhando-se com a chuva, o pau endurecendo ao vê-la brincando entre a espuma da água. Kaia se aproximou e abraçou ele debaixo da queda. O corpo molhado dela se esfregou no dele, e começou a beijá-lo. Primeiro os lábios, depois o pescoço, e então desceu pelo peito dele com a língua, como uma cobra lenta e sensual.

Quando chegou no pau dele, ajoelhou-se na água. Pegou com uma mão firme e começou a lamber devagar. Não como uma mulher que faz pra agradar. Ela saboreava. Como se fosse uma fruta exótica. Uma necessidade vital.

—Kaia… —murmurou ele, arrepiado, enquanto ela o engolia por completo na boca. boca. Chupava com devoção, com movimentos ritmados, com saliva misturada com água. Olhava nos olhos dele, grunhindo de prazer cada vez que sentia ele enrijecer. Ele segurava a cabeça dela, acariciava os cabelos molhados. Quando estava prestes a gozar, ela o parou. Levantou-se e subiu numa pedra lisa debaixo da cachoeira. Abriu as pernas, os lábios da buceta brilhando, molhados, abertos, pulsantes. — Você… agora — disse, mal articulando, mas com intenção clara. Nicolás se aproximou e se inclinou entre as pernas dela. Começou a beijar a buceta, a lamber devagar, a explorar como um mapa novo. Ela gemeu alto, se arqueou, e agarrou o cabelo dele como se quisesse se fundir com ele. Kaia entendia de prazer. Entendia de ritmo, de contato com a terra. O corpo dela tremia a cada carícia, a cada lambida funda. Quando ela gozou, foi com um grito agudo, tremendo, apertando as coxas contra o rosto dele. Depois, ele a comeu ali mesmo, com força. Penetrou com uma fúria contida, enquanto a chuva os lavava. Metia de costas, depois de lado, depois de frente. Ela se movia com ele, como se fossem parte da mesma natureza selvagem. Quando terminaram, exaustos, se deitaram entre as folhas, a água escorrendo sobre os corpos entrelaçados. Kaia olhou pra ele. Tocou o peito dele. — Você. Forte. Bom. Nicolás sorriu. — E você é minha selvagem gostosa. Ela não entendeu todas as palavras, mas bastou uma: minha. Beijou ele suave, e naquele momento, no meio da selva, sem civilização nem linguagem perfeita, se entenderam melhor que qualquer casal do mundo.SelvagemA paz durou pouco. Nicolás e Kaia dividiam os dias na cabana rústica de madeira, entre frutas, fogo, banhos de rio e noites de prazer. Kaia falava mais, aprendia rápido. A voz dela era grave, linda, com aquele sotaque tribal que transformava cada palavra num sussurro animal. — Você homem bom. — ela dizia. — Mas lento. — E ria, enquanto empurrava ele no chão pra montar como uma gostosa indomável. Mas naquela tarde, a selva ficou silenciosa. Silenciosa demais. Kaia tensionou o corpo na hora. Se agachou igual uma pantera, com os sentidos alertas. Nicolás viu ela se transformar: já não era mais a mulher brincalhona, e sim a caçadora. — O que foi? — ele perguntou. — Homens. Perto. Ruins. — ela disse com os dentes apertados — Os K'uri. Homens que matam. Que roubam. Ela puxou uma lança de madeira com ponta de osso. Nicolás quis proteger ela, mas ela parou ele com uma mão no peito. — Você, cala. Olha. Da mata fechada, surgiram três figuras. Corpos tatuados, lanças, olhos duros. Vestiam tangas de couro. Um deles usava um colar com dedos humanos. Kaia deu um passo à frente, nua, sem medo.Relatos eroticos—Kaia! —rosnou um, surpreso—. Volta pra tribo. Você é nossa.
—Não! Kaia é livre. —cravou ela com uma fúria incendiária—. Esse homem é meu.
—Vamos matar ele. Depois você vai ser de todo mundo —disse o maior, lambendo os lábios.
Nicolás sentiu um calafrio. Mas antes que pudesse se mexer, Kaia saltou.
Foi um clarão de fúria loira, uma fera. A lança voou, cravou na coxa do primeiro. Ela rolou, se jogou no segundo e quebrou a mandíbula dele com uma pedra. O terceiro tentou fugir, mas ela o alcançou com um grito animal e bateu nele até deixá-lo desacordado.
A selva voltou a rugir com seu canto.
Kaia estava de pé, suada, ofegante, a pele salpicada de sangue, mais gostosa do que nunca. Nicolás a olhava, besta. A fera. A deusa. Sua mulher.
Ela virou pra ele, com os olhos em chamas.
—Você tá com medo?
—Não… —sussurrou ele.
—Mente. —chegou perto devagar—. Você é homem da cidade. Mole.
—Kaia…
Ela pegou o rosto dele com força, empurrou ele contra um tronco e beijou brutalmente, como se o reivindicasse de novo. Depois desabotoou a calça dele e puxou a rola pra fora.
—Sempre duro pra mim —disse, com voz grave—. Mas hoje, eu mando. Eu vou te foder.
Empurrou ele no chão, de barriga pra cima, e montou de joelhos. O corpo dela, manchado de batalha, brilhava como uma deusa selvagem. Ela se sentou com a buceta na rola dele, soltando um gemido baixo e profundo.
—Olha pra mim. Não fecha os olhos. Me olha quando você me encher.
Nicolás obedeceu. Ela cavalgava com força, com domínio, apertando as coxas dele num ritmo perfeito. Ele se agarrava nos peitos dela. Cada sentada era um golpe de poder, cada gemido, uma ordem.
—Você dentro… mais… mais… —ofegava ela, e deu um tapa leve nele—. Você é meu. Eu decido quando você goza.experienciasEla apertou ele com força vaginal, espremeu até deixá-lo tremendo.
—Vai gozar?
—S-sim…
—Ainda não. —apertou ele com força interna, parando—. Só quando eu mandar.
E o torturou com prazer. Ela se mexia só um pouco, acariciava ele, apertava. Os mamilos dela roçavam o peito dele, as unhas deixavam marcas. Ela era a rainha da selva, e ele, o escravo de prazer dela.

Quando finalmente deixou ele terminar, ele gritou, jorrando dentro dela com toda a força contida.
Ela não se mexeu. Ficou sentada no pau dele ainda quente, ofegante, olhando ele de cima.
—Eu mato por você. Eu te fodo. Eu cuido de você. Você é meu.

Nicolás, pelado, rendido, sem fôlego, só conseguiu concordar com a cabeça.
A Selvagem tinha conquistado ele por completo.muito gostosaNaquela noite, o céu ardia em tons de vermelho e laranja. Um eclipse parcial cobria a lua, e a selva cantava com sons antigos. Nicolau percebeu que Kaia tinha passado o dia inteiro colhendo plantas, frutas e pedras. Ela estava inquieta, concentrada. Algo estava preparando.
— O que você tá fazendo, love? — ele perguntou.
Ela olhou pra ele e sorriu com ternura. O cabelo dela estava trançado com flores silvestres. O corpo, banhado, perfumado com resina de árvore, vestia pela primeira vez uma roupa cerimonial feita de folhas entrelaçadas. Ainda deixava ver quase tudo: os peitos firmes, o umbigo, a buceta mal coberta.
— Você… me deu palavras — disse com uma voz suave. — Me deu nome. Riso. Pensamento. Eu era só corpo. Instinto. Mas agora… sou mulher.
Nicolau engoliu seco, emocionado.
— Kaia, você sempre foi mais que isso…
Ela interrompeu, se aproximando, acariciando o rosto dele.
— Obrigada por me ensinar… a ser pessoa. Agora eu fuck you… presente. O ritual. De fogo. De pele. De união.
Ele não entendia direito, mas não disse nada. Kaia pegou a mão dele e o levou até uma clareira entre as árvores. Lá, tinha uma fogueira acesa, frutas dispostas em círculos, flores. E no centro, uma pedra chata, como um altar.
— Vou te fazer meu. Pra sempre. Corpo com corpo. Alma com alma.
Ela se ajoelhou na frente dele e começou a despí-lo devagar. Cada peça de roupa tirada era um gesto cerimonial. Não tinha pressa, só devoção. Ela beijava cada centímetro nu: ombros, barriga, coxas. Quando o pau dele ficou livre, Kaia não pegou. Olhou como se fosse algo sagrado.
— Hoje não te fuck you com fúria. Hoje te uno… comigo. Como tribo antiga.
Ela fez ele deitar na pedra. O calor da fogueira tocava a pele dele. Ela subiu em cima, de joelhos, como uma sacerdotisa. Acariciou os próprios peitos devagar, deixando cair óleo perfumado neles, e esfregou na barriga dele. Depois na própria buceta.
— Eu sou fogo. Eu sou água. Eu sou a selva. — murmurou.
Ela abriu a própria buceta devagar e foi tomando dentro dela com uma lentidão hipnótica. Nicolás sentiu o calor dela envolvê-lo, como se ela fosse um templo úmido, ancestral. Ela começou a se mover suavemente, com um ritmo sagrado. Não era sexo. Era um feitiço. Kaia olhava fixo pra ele, os olhos brilhando na luz do fogo. —Quando terminar, você não vai ser só homem. Vai ser meu. Pra sempre. Como espírito. Como raiz. —Kaia… eu te amo. Ela sorriu, emocionada. Lágrimas ardentes se misturavam com o suor. E então o ritmo mudou: os quadris dela começaram a se mover em círculos lentos, profundos. Ela falava com ele a cada gemido, a cada aperto da barriga. Pegou as mãos dele e colocou sobre os peitos dela. —Toca meu coração. As bocetas deles se roçavam molhadas, quentes, enquanto o eclipse escurecia a selva. O clima era puro calor, puro desejo, puro transe. Kaia gemia com a boca entreaberta, os peitos subindo e descendo a cada respiração. Nicolás já não conseguia se segurar, sentia que algo se quebrava por dentro: não era só um orgasmo, era uma entrega completa. —Agora… —ela sussurrou—. Vem… dentro… de mim. Marca tua alma… no meu corpo. E quando ele fez, com um rugido trêmulo, Kaia gozou também, apertando ele com as pernas, mordendo o pescoço dele, tremendo de prazer absoluto. Ficaram assim, unidos, tremendo, respirando devagar. Ela se deitou sobre ele e sussurrou no ouvido: —Agora não sou só Kaia. Sou nós. E o fogo queimou a noite toda, como testemunha do ritual sagrado entre um homem perdido… e sua selvagem.relatos pornoTrês semanas se passaram desde o ritual. Kaia, com sua inteligência natural e corpo de deusa, aprendeu rápido. Nicolás não queria se separar dela, nem por um instante. Por isso, tomou uma decisão: ia levá-la com ele.

A viagem para a cidade foi surreal. Kaia nunca tinha visto um carro, nem um prédio, nem uma roupa com costuras retas. Tudo era novo pra ela. Mas seu instinto de adaptação era feroz.

Com a ajuda de Nicolás, conseguiu documentos, roupas, e até um novo nome: Kaia Silva.

— Silva… por causa da selva — explicou ele. Ela sorriu, orgulhosa.

Aprendia rápido: a sentar com as pernas cruzadas, a usar talheres, a olhar nos olhos sem parecer uma ameaça. Em poucas semanas, já andava de vestido, cabelo preso, e modos suaves. Os outros olhavam fascinados: uma beleza magnética, misteriosa, com aquela sensualidade que não se fabrica.

Ele a apresentou pra sociedade. Amigos, colegas, jantares. Todos a adoravam.

— De onde ela é? — perguntavam.

— Da Amazônia — respondia ele, sorrindo com mistério —. Ela é… especial.

E era. Mas o que ninguém imaginava era o que rolava de noite.

Porque quando Kaia tirava o vestido, os saltos e a maquiagem, a fera voltava.

Fechavam a porta do apartamento, e Kaia se transformava. O olhar mudava.

— Já consigo falar com todo mundo. Consigo sorrir, dizer obrigada… comer com garfo e faca — dizia enquanto se aproximava dele com a calcinha escorregando pelas coxas —. Mas com você… não quero ser moça direita.

— Não?

— Não. Com você… quero ser sua selva.

Ela empurrava ele contra o colchão, arrancava a camisa dele com uma mão só. Montava nele com fúria contida, mordia o pescoço dele, falava no dialeto esquecido enquanto cavalgava até deixar ele sem ar.

— Você me ensinou a andar entre as pessoas. A pensar. A rir. Mas minha alma… — dizia enquanto a buceta dele engolia com calma — … continua molhada de rio, suja de barro. Sua.

Eles transavam com uma intensidade que os espelhos não conseguiam esconder. Nicolás era o presa toda noite. Ela decidia quando pegá-lo, como, onde. Às vezes no chuveiro. Às vezes na cozinha. Às vezes em pé, contra a janela do 14º andar, com a cidade como testemunha. —Você é minha, Kaia — ele dizia, sussurrando enquanto gozava dentro dela. E ela respondia com um sorriso sombrio: —Não. Você é meu. E era. Porque, mesmo que agora usasse perfume francês e falasse inglês com sotaque, na cama continuava sendo a rainha da selva. Uma fera envolta em seda. E Nicolás, toda noite, voltava para o único lugar onde se sentia verdadeiramente livre: entre as pernas da sua selvagem.vadia gostosa


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