Los Colombianos PT.1

A história não é real. História reeditada e postada de novo, inspirada em mulheres que sigo no Instagram kkkk, mas com outros nomes. Espero que gostem..... _______________________________________________________ Meu nome é Jéssica, tenho 42 anos, sou divorciada há 4 anos. Moro com meus filhos, Marlen de 21 anos e Alex de 18 anos, num bairro tranquilo. Tenho um salão de beleza que abri com uma amiga há 4 anos, logo depois do divórcio. Fico lá só de manhã, então depois do meio-dia estou livre. Chego em casa, preparo comida pros meus filhos e depois vou pra academia. Sou uma mulher muito gostosa, sempre tive homens atrás de mim. Tenho 1,60m, pele branca, magra, peitos pequenos, cinturinha, mas o que mais gosto em mim e já me falaram são minhas pernas torneadas e minha bunda redonda e empinada. Cuido muito do meu corpo, vou 5 dias na academia. Minha filha Marlen faz faculdade de contabilidade. Ela é igual a mim, apesar da minha idade, falam que parecemos irmãs. Ela também se mata na academia. Tem 1,64m, cabelo liso preto, rostinho bonito, magra, peitos pequenos e empinados, cinturinha, pernas tonificadas e glúteos redondos e cheios. Às vezes vamos juntas pra academia quando dá. Meu filho, por outro lado, puxou mais ao pai: é baixinho, tem 1,67m, é gordinho, porque a atividade principal dele é jogar videogame. Ele estuda engenharia, quase não sai de casa e, quando sai, é pra ir na casa de um amigo jogar videogame. Ele é o que chamam de nerd ou otaku. Como falei, sou dona de um salão de beleza. Minha rotina é ficar de manhã no salão, voltar pra casa, preparar comida pros meus filhos, ir pra academia e esperar eles. Minha filha sai de casa às 7h e meu filho às 8h, e voltam perto das 15h, então nessa hora sentamos pra comer juntos. Essa é nossa rotina diária. Os dias passaram normal, até que notei que na casa da frente estavam se mudando. Olhava como tiravam umas coisas de uma caminhonete, depois vi dois homens saindo de casa, eram dois caras negros, quase 1,90 de altura, pareciam muito fortes. Fiquei meio surpresa, porque não é normal ver pessoas de cor por aqui, mas não dei muita importância e segui com minhas coisas. Os dias passaram normal, percebia que os novos vizinhos estavam sempre em casa, me perguntava o que eles faziam da vida. Um dia minha filha chegou cedo, porque só apresentou um projeto e voltou pra casa, a gente tinha combinado de ir pra academia juntas. Saí do salão, a comida a gente faria quando voltasse, então nos preparamos pra treinar. Eu adoro treinar com roupa meio reveladora, nesse dia vesti um macacão de yoga preto sem costura e minha filha colocou uma legging esportiva rosa sem costura e um top preto, a gente se olhava e se sentia muito gostosa. Ao chegar na academia, nossa coach Valéria já estava nos esperando. Ela é uma mina de 27 anos, mãe de uma menina de 3 anos e casada, é uma jovem muito atraente, porque com o treino dela tem um corpo de dar inveja. Ela tem 1,70 de altura, cabelo liso castanho, um rostinho bonito, é magra, com abdômen e costas definidos e pernas torneadas. O que mais me encanta nela é a bunda gostosa, tem um rabo bem redondo e cheio, e parece que o parto da filha também ajudou, porque a cintura dela alargou um pouquinho, deixando a bunda no formato de coração. Ela é psicóloga de formação, mas como o marido ganha muito bem, ela se dedica à família e a si mesma. Com o tempo, conseguiu trabalho de coach na academia, fica só 4 horas à tarde, depois tem que buscar a filha na casa da avó. Começamos a treinar, óbvio que os olhares não faltaram. Antes de sair da academia, vestimos uns moletons oversized, porque tínhamos que comprar umas coisas no supermercado e não queríamos chamar muita atenção, haha. Ao sair do mercado, encontramos um vizinho e começamos a conversar. Ele falou uma coisa que me deixou intrigada: disse que os novos vizinhos negros Na verdade, eles são colombianos. Estavam em Chiapas, eram bandidos e viviam de roubo e venda de drogas, mas fugiram porque os rivais ameaçaram matá-los. E nos disseram que não duvidam que eles continuem fazendo a mesma coisa. Eu estava com medo, principalmente pela segurança dos meus filhos. Meu vizinho me disse pra tomar cuidado, já que eles moram na minha frente. A gente se despediu e voltamos pra casa, tomamos banho e começamos a preparar a comida. Depois de duas horas, meu filho chegou e a gente sentou pra comer. Claro que avisei pra tomarmos cuidado com eles, o melhor era evitar. No dia seguinte, quando voltei do salão e desci da minha caminhonete, um dos colombianos estava do lado de fora da casa dele. Quando me viu, ele deu um assobio seguido de um elogio. Eu estava usando um vestido branco meio justo, um pouco acima do joelho, e umas sapatilhas da mesma cor. Me senti desconfortável, então só ignorei e entrei em casa. Pessoalmente, adoro me vestir com roupas bem atraentes, porque gosto de usar jeans justos, mini shorts, blusas, tops e vestidos, mas agora me sentia incomodada com eles me olhando. Só ignorei. Preparei a comida e depois me arrumei pra academia. O negrão já não estava mais lá, então pude sair à vontade. Os dias passaram normal. Às vezes a Valéria vinha na minha casa pra tomar café e a gente se atualizava sobre a vida. Numa dessas visitas, Valéria me disse que o marido dela passava mais tempo no trabalho e tinha que fazer viagens de trabalho que duravam semanas, então ela se sentia sozinha com a filha dela. Eu entendi. Depois ela me disse que, quando chegou na minha casa, um vizinho da frente ficou olhando pra ela com muito tesão. Eu me surpreendi. Ela disse que era um negrão de uns dois metros, um cara nojento pelo jeito que olhou pra ela. Contei o que se comentava sobre eles. Valéria se surpreendeu e disse que não é de se espantar que a polícia proteja esses criminosos. Então só se cuida e cuida dos seus filhos, eles podem ser perigosos. Na semana seguinte, meu filho tinha ido pra casa de um amigo. Terminar um projeto e minha filha na academia, então comecei a lavar roupa. Minha filha lava as próprias roupas, então só entrei no quarto do meu filho, procurei roupa suja e comecei a juntar, mas no chão tinha algo que chamou minha atenção: eram manchas de algum líquido branco. A única coisa que veio na minha cabeça foi que meu filho estava se masturbando. Eu só ri, kkkk. Não duvido que ele também veja pornô, kkkk. Dois anos atrás, encontrei vários filmes e umas calcinhas minhas com ele, óbvio que nunca falei nada, só ri quando lembrei, kkkk.

No dia seguinte, decidi não ir à academia, precisava descansar. Nessa hora, Valéria chegou com a filha dela para me visitar. Eu, toda feliz, recebi as duas e já preparei um café. Enquanto tomávamos, ela me contou que o marido não ia ficar em casa a semana inteira, então ela ia passar a semana em casa com a filha e queria descansar essa semana da academia e voltar a fazer os exercícios de yoga. Eu falei que iria na casa dela fazer exercícios com ela. As duas gostamos da ideia de fazer yoga juntas. Depois, ela me perguntou algo bem pessoal: me perguntou como eu me satisfazia sexualmente, já que ela estava mais tempo sozinha. Eu só ri e falei que às vezes brinco com meus dedos. A gente só riu. Ela estava pensando em comprar um brinquedo, mas não tinha certeza, e eu não sabia o que responder. Ela também disse que seria um brinquedo do tamanho do pau do marido dela. Eu recomendei um vibrador, e ela disse que ia pensar, kkkk.

No sábado, meu filho estava em casa e minha filha tinha saído com umas amigas. Sábado e domingo não vou à academia, então saí para correr. Coloquei um shorts de treino e um top, tudo preto. No caminho, passei na casa da Valéria, então decidi visitá-la. Quando entrei na casa dela, vi que ela estava usando um vestido de alcinha justo, que marcava o corpo dela, junto com um tênis preto. Ela estava muito gostosa. Eu só pensava: sortudo é o marido dela. Ela me disse que estava só ela e a filha, porque o marido estava no trabalho. A última parte ela falou meio... Incomodada, começamos a conversar e ela me contou uma coisa que me deixou preocupada: disse que tava rolando um boato de que os colombianos estavam se aliando com o crime organizado. Fiquei assustada. Além disso, ela disse que tava meio preocupada porque um dos colombianos passou de caminhonete na frente da casa dela e viu onde ela mora, e ela tava com medo de fazerem algo com ela. Eu falei que até agora não aconteceu nada com eles, pelo menos na nossa área, mas é verdade que a polícia não faz nada, parece até que protege eles. E eles não passam daqueles idiotas dos elogios e assobios. Ela só disse que eram uns vagabundos, bons pra nada.

Voltei pra casa meio preocupada com o que a Valéria me contou, preparei a comida e, depois de duas horas, minha filha chegou muito puta. Perguntei o que tinha acontecido, e o que ela me disse me assustou, mas ao mesmo tempo me deixou furiosa. Ela falou que um daqueles negros deu um tapa na bunda dela. Não acreditei no que tava ouvindo, queria sair pra reclamar, mas minha filha me segurou porque viu que um deles tava armado. Me senti impotente, então liguei pra polícia, mas eles nunca apareceram. Meu filho chegou depois e eu avisei sobre eles, mas ele disse que às vezes gritam "viadinho" pra ele. Não acreditei. Perguntei por que ele não tinha me contado antes, e ele só disse que não queria me preocupar.

No dia seguinte, contei pra Valéria, e ela disse que eu devia denunciar, mas sabendo que a polícia não veio quando eu liguei, ia ser inútil. Tentamos esquecer fazendo nossos exercícios. Na mesma tarde, antes dos meus filhos chegarem, fiz uma limpeza, especialmente no quarto do meu filho. Quando entrei, tava uma bagunça: roupa amontoada, cama desfeita, mesa bagunçada, um caos total. Arrumei tudo. Quando organizei a mesa, o tablet dele ligou e vi que não tinha senha, então resolvi entrar. Primeiro, olhei a galeria e encontrei fotos das colegas de classe dele, que por sinal são muito gostosas. Pensei: "Com certeza ele bate uma pra isso" hahaha. Depois, entrei no navegador e o que Me deixou em choque, tinha umas dez abas abertas no tablet. A primeira que carreguei era um site chamado "Blacked.com", e na outra aba dizia "Meu bully negro come minha mãe". As outras páginas eram sobre GIFs de homens negros fodendo com garotas brancas. O que me surpreendeu foi o tamanho daqueles paus. Só fechei o tablet e fui embora, me perguntando: por que meu filho vê isso? Será que ele gosta de homens? Tentei esquecer. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava meio sem energia por causa do marido, já que ele só chega em casa pra jantar e dormir, não dá atenção pra ela. Ela me contou que ia voltar a ser coach e se dedicar a si mesma e à filha. Também disse que um dos colombianos, que até agora sabemos que se chama Ismael, começou a segui-la no Instagram, mas não comenta nem manda nada. Falei pra ela excluir ele e deixar a conta no privado. Ela respondeu que usa a conta pras meninas que treina, posta rotinas e outfits, e queria descobrir mais sobre eles. Eu, por outro lado, já deixei minha conta pessoal no privado. Depois da academia, fui visitar minha mãe e voltei pra casa. Quando entrei, vi meu filho chorando na sala. Perguntei o que tinha acontecido, e ele disse que um dos negros tinha roubado o celular dele e dado uns socos. Eu tava puto demais, quis sair, mas lembrei que eles podiam estar armados. Chamei a polícia, e quando chegaram, só conversaram com eles por 15 minutos e foram embora. Só pensei: "Esses malditos compraram a polícia". Falei pro meu filho não se preocupar, que no dia seguinte compraria um celular novo. Minha filha chegou depois, contei o que tinha rolado, ela obviamente ficou brava e quis enfrentar eles. Eu segurei, porque era perigoso. Ela só disse que isso não ia ficar assim. Na mesma tarde, enquanto meu filho tava no quarto e minha filha na academia, subi pro quartinho da lavanderia pra lavar umas roupas. Lá tem uma janela que dá pra... Rumo à rua, onde tenho vista para as casas da frente, quase terminando de lavar, parei perto da janela e notei que os negões estavam levantando peso no quintal deles. Fiquei olhando como eles levantavam pesos pesados sem muito esforço, também me impressionei com os músculos enormes deles, eram totalmente carecas e tatuados. Fiquei uns 10 minutos olhando e depois terminei de lavar. No dia seguinte, meu filho, quando voltou da faculdade, me disse que um dos negões estava enchendo o saco dele, zoando o conteúdo do celular dele. Pensei: "talvez viram o conteúdo pornô dele" kkkk. Eles gritavam coisas como "viado" e "sissy". Ele ficou meio deprimido com isso. Os dias seguintes foram iguais para meu filho, minha filha e eu começamos a nos preocupar, porque Alex só saía para ir pra faculdade e saía quando os valentões não estavam por perto. Minha filha disse que ia denunciar, mas isso era inútil. No dia seguinte, na academia, a Valéria estava treinando e, quando terminou, meio brincalhona, me disse que tinha comprado um brinquedo, era um vibrador, e também me convidou pra ir na casa dela comer alguma coisa, o que aceitei. Entrei na casa dela e notei que tinha mudanças, tipo o quarto da filhinha dela, que ela tinha pintado de um rosinha muito lindo, e a cozinha, que ela tinha reformado. E também aproveitou pra me mostrar o novo parceiro dela: era um vibrador roxo. Rimos brincando com ele, e a Valéria me disse que satisfazia ela mais que o marido, e que eu deveria comprar um pra mim. Eu só falei que tava considerando kkkk. Valéria, como boa amiga, disse que eu podia ir na casa dela quando quisesse, porque o marido dela só chega à noite. Quando cheguei em casa, meu filho já tinha chegado. Perguntei o que os valentões tinham falado pra ele, e ele respondeu que não tinham atacado ele, só ignoraram. Fiquei confusa: por que deixaram ele em paz do nada? Bom, se deixaram ele em paz, tá ótimo pra mim. Marlen chegou meio tarde e também não foi pra academia. Perguntei por que tão tarde, e ela só disse que ficou pra terminar um projeto. Passaram os Dias, meu filho já não era mais intimidado. Eu conversava muito com a Valéria e, quase sempre depois da academia, ia na casa dela tomar um café. Um dia à tarde, lavando roupa, passei pelo quarto da minha filha e decidi lavar algumas peças dela. Juntei umas roupas, abri a primeira gaveta onde ela guardava a lingerie. Entre as calcinhas dela, vi uma coisa que me surpreendeu no fundo da gaveta: tinha um brinquedo sexual, mas não era qualquer um — era um pau preto enorme, tipo uns 30 centímetros, bem grosso, com uma ventosa na base pra grudar em algum lugar. Do lado, um vidrinho de lubrificante. Pensei: "Isso entra na Marlen?" Guardei tudo no lugar, saí do quarto e terminei de lavar.

No dia seguinte, saindo da academia, sem avisar, entrei na casa da minha amiga. Ela se surpreendeu, mas disse que não tinha problema. Ela tava fazendo exercícios de ioga, então terminou e a gente sentou pra conversar. Ela parecia mais feliz e cheia de energia. Eu só pensava: "Preciso comprar um vibrador, haha." Passei no banheiro dela e, enquanto lavava as mãos, notei que tinha uma embalagem de camisinha aberta e, dentro dela, o preservativo usado, no lixo do banheiro. Pensei comigo: "Não é pra sair o marido dela bem cedo?" Bom, talvez tenham transado antes dele ir embora, porque ela é incapaz de ser infiel. Voltei pra sala onde ela estava, não comentei nada, só deixei pra lá.

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