Una chica sencilla (40)

Tinham passado poucos dias desde o sexting com a Bian. Mas éramos melhores amigas, dificilmente não iríamos nos ver. Na verdade, ela precisava me contar um fofoca do trabalho e me convidou pra casa dela depois do expediente.

Óbvio que aceitei, na real, o assunto do sexo nem tava na minha cabeça. Já tínhamos feito um monte de coisas e tava super naturalizado, não tinha nenhum constrangimento entre a gente.

Cheguei tipo 19h, ela tava esperando com um petisco e algo pra beber. O Franquito também tava, mas só me cumprimentou rápido porque tava vendo um jogo.

Ficamos fofocando por um tempão, de vez em quando, o Franco se juntava pra comer alguma coisa e ouvir uns comentários, mas só isso.

Com a Bian dividimos um copo de fernet enquanto ele ficava com sua jarra e xingava por causa do jogo.

Tipo 23h, começamos a juntar tudo, o jogo do Franco já tinha acabado e pelo mau humor dele, o time dele tinha perdido...

"Vou dormir, são uns burros imprestáveis, ainda por cima amanhã acordo cedo" foi a frase dele, bem seca, enquanto me dava um beijo de obrigação na bochecha.

"Não vou mais deixar você ver futebol se vai ficar assim, neném!!" a Bian disse, zoando ele.

Rimos da maldade dela e continuamos lavando as coisas que sobraram.

"Ai amiga, me banca mais um fernet, vai, que tá cedinho ainda" ela me disse, fazendo carinha de pidona.

"Tá bom, vai lá..." Respondi, resignada.

Fizemos mais um e voltamos pro sofá.

Eu: "Ei, aproveitando que agora estamos sozinhas... Nunca falamos daquela vez"

Bian: "Ai é, desculpa se eu passei dos limites, vacilona, tava mega excitada, te peço perdão"

Eu: "Hahaha o que você tá falando, doida? Eu teria dito se fosse o caso, mas nada a ver"

Bian: "Tem certeza?"

Eu: "Sim, já nos pegamos, olha se uma foto de calcinha fio-dental vai me incomodar hahaha"

Bian: "Bom, não me tente de novo"

Eu: "Ah, bom!! Dois minutos atrás você tava me pedindo perdão!!"

Bian: "Aiii é que esse pauzão me deixa burraaaa"

Senti um fogo percorrer minha virilha, adorava ouvir minha amiga toda louca por mim. Cara, me dava uma sensação de prazer inexplicável, aquele tesão de saber que ele está a fim, que posso compartilhar se quiser ou guardar só pra mim.

Me aproximei dela, senti que ela estava agitada, adorei perceber sua respiração acelerada junto com as bochechinhas coradas pelo álcool.

Eu: "Vamos brincar mais um pouco? Ele deve estar acordado ainda."

Saiu da alma, nem lembro de ter pensado, não medi nem por um segundo. Foi meu eu interior falando através de mim.

Bian: "Ai, filha da puta, não me fala isso"

Me limitei a olhar pro celular dela, como dando o sinal pra começar.

Bian: "Agh, não acredito que vou fazer isso de novo" enquanto olhava pro lado do quarto onde o namorado dela estava dormindo.

Vi como ela ignorou várias conversas sem ler e foi direto procurar o contato do Gon.

A última coisa que dava pra ver era uma imagem com autodestruição já apagada (a foto dela de toalha).

Bian: "O que eu falo?"

Ignorei a pergunta dela. Como se minha amiga agora fosse uma santa e precisasse da minha ajuda.

"Oi Gon, a gente tava falando de você com a Ceci agora há pouco"

Ele demorou uns segundinhos e respondeu:

"Ah é? Porque me soa que não deve ser algo bom?"

Bian: "Mmm não sei, na verdade eu falei que eu gostei muito de você"

Gon: "Ah bom, você também pra mim, pra caramba"

Bian: "Ai, ainda bem, eu tava com medo depois do outro dia"

Gon: "Tudo ao contrário, só aí que eu comecei a gostar de você! Hahaha"

Bian: "Que malvadooooo, mas tudo bem, desde que eu agrade o namorado da minha amiga... Tudo vale. E aí, o que você tava fazendo?"

Gon: "Acabei de deitar agora agora"

Bian: "Uiii e ainda sozinho, coitadinhoooo, desculpa é que tô com sua amiga aqui em casa. Me dá um segundo"

Ela me passou o celular e ficou de joelhos no sofá, de costas pra mim. Baixou o moletom que tava usando e deixou aparecer uma calcinha fio dental preta que tentava cobrir sem sucesso parte da sua bunda enorme.

"Tira uma fotinha pra mim?"

Eu aceitei, óbvio.

Alguns segundos depois meu namorado tava recebendo essa foto, dessa vez, nem nem mesmo na autodestruição. "Guarda essa aí pra quando sentir saudade" ele disse rindo. Gon: "uf, que bunda linda, por favor" Bian: "ainda lembro das palmadas que você dava!" Gon: "você nunca reclamou" Bian: "nada a ver, falei como algo que sinto falta" Eu não conseguia acreditar naquele chat que eu lia, os dois estavam com uma vontade incrível, o quanto me queriam e me respeitavam para não ficarem transando constantemente. Ela tinha fogo nos olhos e ele, pela forma como escrevia, dava pra perceber que também. Bian tirou o moletom, ficando só de moletom largo curto e calcinha fio-dental, eu amava aquele visual, ela estava muito putinha. Claro que posou, dessa vez de pé e me pediu uma foto de novo. A reação do Gon não demorou a chegar. "Isso aqui só melhora" Bian: "fico com muita pena de você aí sozinho, e ainda por cima deve estar todo excitado" Gon: "pra falar a verdade, sim, é impossível não me masturbar devagar enquanto leio você" Bian gemeu enquanto lia a mensagem, dava pra ver sua mão roçando a calcinha fio-dental e fazendo uma clara brincadeira por cima do tecido na sua buceta. Bian: "ai filho da puta, você me deixa louca, esse pau me deixa burra" Gon: "você vai ter que pedir permissão pra sua amiguinha" Bian: "se a corninha adora, nem precisa" Li essas linhas e quase gozei sem me tocar, senti uma eletricidade percorrendo meu corpo, minha amiga acertou o ponto, me deixou louca. Levei minha mãozinha pra dentro da calça e comecei a brincar também. Eram irresistíveis essas vontades de me tocar enquanto presenciava aquilo. Bian: "Gon, estava pensando, está tarde pra um Uber, por que você não vem buscá-la e eu pago a viagem?" Era real o que eu lia? Senti que estava sonhando, comecei a me masturbar como uma louca. Minha amiga me viu e não hesitou, veio comer minha boca e massagear meus peitos acompanhando meu descontrole. Gon respondeu, vinha me buscar. Continuei me tocando e ela baixou minha calça, desceu pela minha buceta sem pedir permissão, eu estava encharcada e sua língua me derreteu de prazer. Eu tentava me tampar para não fazer barulho, como você explicaria a situação pro seu namorado? Eu estava lá comendo a buceta dela de calcinha fio dental na sala.

Queria gritar mas não conseguia, mordia uma almofada pra aguentar enquanto a língua dela dançava entre minhas pernas.

Vimos uma nova mensagem dele, era a localização.

Não conseguia entender tudo que tava acontecendo, não dava pra processar, só que eu tava amando e comecei a gozar na boquinha dela entre gemidos abafados.

Os dedos encharcados dela enfiados na minha buceta.

Meu corpo tremendo e minhas mãos agarradas na cabeça dela.

"Vem cá, gostosa" ela disse e me deu um beijo encharcado dos meus fluidos.

Ela vestiu a calça e pegou as chaves.

No elevador ficamos nos beijando feito duas adolescentes com tesão. Talvez a primeira categoria a gente não fosse, mas a segunda sim e de sobra.

Saímos na rua e vimos o carro do Gon.

Ela subiu no banco do passageiro e eu fiquei atrás.

"Valeu por vir buscar ela"

Gon: "claro, o pagamento era bom"

Bian: "ah é, te devo essa"

Ela se aproximou e comeu a boca dele, imediatamente colocou a mão sobre a calça dele, também um moletom folgado que marcava todo o pau dele.

Ela se encarregou de massagear bem o volume, dava pra ver com quanta vontade ela fazia e como passava a língua no pescoço do meu namorado.

"Tá na cara que vocês brincaram um pouquinho sozinhas" disse Gon gerando um olhar cúmplice entre a gente. Ele conhecia bem meu gosto e os lábios dela estavam impregnados do meu gozo.

"Pode ser, tive que agradecer a visita dela mas agora é minha vez de agradecer você por vir buscar ela", enquanto terminava a frase já estava libertando o pau dele da calça. Não dava pra ver direito mas o sorriso que se desenhou no rosto dela me deu a entender que ela tinha acabado de reencontrar o membro dele.

"Ufff, quero ele já na boca" e logo em seguida ela se abaixou sobre ele, aí me acomodei pra ver bem, dava pra ver como ela se atirava pra lamber todo o tronco e a cabecinha, dava pra notar pela forma, o quanto ela tinha sentido falta daquela sensação.

Ela envolvia o pau com as mãos e sorria, batia uma punheta, beijava, passava a língua e deixava a saliva escorrer. Repetia aquilo de novo e de novo, às vezes com mais delicadeza, outras com menos.

Passava o membro inteiro pelo rosto, lambia, cuspia e chupava. Engolia, tossia, engolia de novo e tossia de novo.

"Por Deus, eu adoro, eu adoro, eu adoro"

Só pra falar essas coisas é que ela tirava da boca.

Eu comecei a me tocar de novo, sozinha no banco de trás. Não conseguia tirar os olhos dela, assim como a Bianca não conseguia tirar os olhos do pau do meu namorado.

Nossos olhares se cruzavam enquanto ela batia uma punheta descontroladamente. O Gon curtia tudo enormemente, minha amiga tinha perdido o ritmo com um pau tão grande, mas não o entusiasmo.

De qualquer forma, ela não ia parar até engolir cada último centímetro de carne.

Ela respirava fundo e engolia, as lágrimas nas bochechas e a maquiagem escorrendo eram inevitáveis ao se engasgar com aquele pau. Eu sabia, apesar de anos de namoro. Não tinha jeito, era um preço a pagar.

Os olhinhos dele começaram a se fechar enquanto ele encostava a cabeça no banco.

Minha amiga estava conseguindo o que queria com meu macho.

O pau dele começou a entrar e sair da boca dela num ritmo mais acelerado, a saliva dela escorria por todo o tronco e caía na pelve e nas bolas, que com muita experiência ela massageava.

Alguns tapinhas na língua e nos lábios eram o único momento de paz para aquela garganta castigada, seus cachos descontrolados, a maquiagem ainda pior, a boquinha inchada de tanto chupar, mas seu sorriso enorme e com claros sinais de alegria.

Eu, atrás deles, quase ignorada, me masturbava como se tivesse descoberto o sexo agora. Finalmente podia gemer à vontade, os vidros embaçados tornavam impossível alguém ver lá dentro, mesmo que tentasse.

Só eu tinha aquele espetáculo de boquete na minha frente.

Meus ouvidos que me ouviam a mim mesma, também curtiam o "glu, glu, glu" da minha amiga acompanhado quase ritmicamente pelo meu namorado e seus gemidos.

Adorava ouvir aquelas engasgadas dela. O barulho da masturbação intensa que ele fazia no pau dele lubrificado pela própria baba que escorria da boca dela.

Bian tinha os olhinhos perdidos naquele pau e eu nela.

Os gemidos dele se intensificaram diante do olhar fixo dela.

"Vai me dar o leitinho, gostoso? Vai, que eu fico pensando sempre no quanto era gostoso quando você gozava na minha boca"

"Vai, deixa essa corninha me ver engolindo todo o seu leite"

Gon aproximou o pau da boca dela e Bian, sem hesitar, abriu bem e recebeu cada jato de porra, até prender a cabecinha entre os lábios dele.

Vi a garganta dela fazer força para tomar até a última gota. Ela conseguiu, o estofado ficou intacto e o pau do meu namorado saiu limpo da boca da minha amiga.

Os dois sorriam enquanto trocavam olhares e eu gozei de novo, os espasmos foram ainda mais fortes que antes, eu tremia e sentia fogo no rosto.

Vi como pude as últimas lambidas para deixar tudo impecável.

"Já pode levar minha amiguinha"

Caí rendida e até dormi no banco de trás.

Nem lembro como eles se despediram.

Só sei que acordei na nossa garagem, Gon me levantou e me tirou do carro quase sem eu reagir.

Naquela noite, ele me jogou na cama e com a bundinha empinada enquanto eu estava de bruços, ele descontou as vontades da minha amiga na minha buceta.

Dormi com o leite dele dentro de mim até o outro dia, feliz com tudo que vivi.

5 comentários - Una chica sencilla (40)

Quien vivió esa experiencia sabe aquilatar completamente la ardiente belleza de ese relato, lleno de lujurioso amor.
Ahí fueron mis 10 puntos!! Nada más lindo que leerte🔥🔥