Esta é a continuação de uma história de ciúmes e desejo. Se você ainda não leu a primeira parte, leia antes para entender como chegamos até aqui…
—O que é isso? Quem caralhos é Manuel? —Me perdoa… —ela me olha assustada—. Foi um erro. Juro, não quis te machucar. Tenta me beijar. Eu a afasto. Mas ela volta, mais suave, a boca dela roça a minha. A mão dela entra por baixo da minha camiseta. Eu quero parar ela… mas sinto meu corpo me traindo. Tenta me beijar. Eu a afasto. Mas ela volta, mais suave, os lábios dela mal tocam os meus. A mão dela desliza por baixo da minha camiseta querendo me tocar, me acende mais. Percorre minha pele com a ponta dos dedos. Tento impedir… mas cada toque me sacode, quebra minha raiva e transforma num desejo que não controlo. Ela sabe disso, e sussurra perto do meu ouvido: —Diz que não me deseja, enquanto a mão dela desce sem vergonha. Ela agarra meu pau com força, devagar no começo, como se estivesse brincando, até que sinto que não aguento mais. A cada movimento sinto como ela me domina, sem me deixar escapar. Ela morde meu pescoço enquanto a mão dela não solta meu pau, e me obriga a me render. —Isso… se rende, ela sussurra, enquanto os lábios dela descem até chegar no meu pau, cada chupada arranca de mim um gemido preso, até que não consigo mais calar. —Olha pra mim, ela ordena, sem soltar meu pau. E quando a boca dela o envolve, perco toda resistência. Meus gemidos enchem o quarto. A raiva se transforma num desejo e finalmente, não aguento mais e gozo inteiro na boca dela, ela engole tudo até deixar limpo. Caímos na cama, respirando pesado. Eu olho pra ela com raiva contida. —Por que você fez isso? —pergunto. Ela baixa o olhar e murmura: —Porque me sentia sozinha… porque você tinha me abandonado. Precisava de você, e você não estava. —E com ele? —insisto—. Onde você o via? O que faziam? —Num hotel… duas vezes… Me entreguei como nunca, não vou negar. Enquanto ela admite, enquanto coloca em palavras o que eu já desconfiava, sinto meu pau endurecer de novo. Ela percebe isso e aproxima a boca do meu ouvido, apertando de leve minha virilha e me diz: Te excita eu te contar. Os lábios dela percorrem meu Pescoço, ela morde de leve... e de repente se solta. A boca dela desce sem parar, chupa e morde cada canto do meu corpo, deixando marcas, enquanto desliza mais pra baixo, sussurrando entre gemidos:
— Vou te devorar... mesmo que você me odeie
Levanto ela bruscamente, jogo ela na cama e me meto entre as pernas dela. Ela abre a buceta sem hesitar, me puxa com força e grita ao sentir meu pau duro e grosso.
Cada estocada é selvagem, a cama range, a voz dela se quebra em gemidos:
— Isso... mais forte... me marca... me faz tua
Viro ela, pego pela cintura e penetro ela de quatro. As costas arqueadas, o cabelo dela nas minhas mãos, os gritos abafados no travesseiro. Eu meto com fúria, como se cada golpe fosse um castigo. Ela treme, se estremece, e goza de novo. Eu vou junto, explodindo dentro dela com violência, até que todo o meu leite fique na buceta dela, escorrendo.
Ela me diz: você me arrebentou sem piedade... me encheu toda de porra e foi a coisa mais gostosa que já senti. continua...
—O que é isso? Quem caralhos é Manuel? —Me perdoa… —ela me olha assustada—. Foi um erro. Juro, não quis te machucar. Tenta me beijar. Eu a afasto. Mas ela volta, mais suave, a boca dela roça a minha. A mão dela entra por baixo da minha camiseta. Eu quero parar ela… mas sinto meu corpo me traindo. Tenta me beijar. Eu a afasto. Mas ela volta, mais suave, os lábios dela mal tocam os meus. A mão dela desliza por baixo da minha camiseta querendo me tocar, me acende mais. Percorre minha pele com a ponta dos dedos. Tento impedir… mas cada toque me sacode, quebra minha raiva e transforma num desejo que não controlo. Ela sabe disso, e sussurra perto do meu ouvido: —Diz que não me deseja, enquanto a mão dela desce sem vergonha. Ela agarra meu pau com força, devagar no começo, como se estivesse brincando, até que sinto que não aguento mais. A cada movimento sinto como ela me domina, sem me deixar escapar. Ela morde meu pescoço enquanto a mão dela não solta meu pau, e me obriga a me render. —Isso… se rende, ela sussurra, enquanto os lábios dela descem até chegar no meu pau, cada chupada arranca de mim um gemido preso, até que não consigo mais calar. —Olha pra mim, ela ordena, sem soltar meu pau. E quando a boca dela o envolve, perco toda resistência. Meus gemidos enchem o quarto. A raiva se transforma num desejo e finalmente, não aguento mais e gozo inteiro na boca dela, ela engole tudo até deixar limpo. Caímos na cama, respirando pesado. Eu olho pra ela com raiva contida. —Por que você fez isso? —pergunto. Ela baixa o olhar e murmura: —Porque me sentia sozinha… porque você tinha me abandonado. Precisava de você, e você não estava. —E com ele? —insisto—. Onde você o via? O que faziam? —Num hotel… duas vezes… Me entreguei como nunca, não vou negar. Enquanto ela admite, enquanto coloca em palavras o que eu já desconfiava, sinto meu pau endurecer de novo. Ela percebe isso e aproxima a boca do meu ouvido, apertando de leve minha virilha e me diz: Te excita eu te contar. Os lábios dela percorrem meu Pescoço, ela morde de leve... e de repente se solta. A boca dela desce sem parar, chupa e morde cada canto do meu corpo, deixando marcas, enquanto desliza mais pra baixo, sussurrando entre gemidos: — Vou te devorar... mesmo que você me odeie
Levanto ela bruscamente, jogo ela na cama e me meto entre as pernas dela. Ela abre a buceta sem hesitar, me puxa com força e grita ao sentir meu pau duro e grosso.
Cada estocada é selvagem, a cama range, a voz dela se quebra em gemidos:
— Isso... mais forte... me marca... me faz tua
Viro ela, pego pela cintura e penetro ela de quatro. As costas arqueadas, o cabelo dela nas minhas mãos, os gritos abafados no travesseiro. Eu meto com fúria, como se cada golpe fosse um castigo. Ela treme, se estremece, e goza de novo. Eu vou junto, explodindo dentro dela com violência, até que todo o meu leite fique na buceta dela, escorrendo.
Ela me diz: você me arrebentou sem piedade... me encheu toda de porra e foi a coisa mais gostosa que já senti. continua...
2 comentários - Esposa (36) me es infiel y lo descubro - parte 2