Desde o momento em que soubemos da gravidez, pegamos nossas coisas e fomos cada um pro nosso lado pra começar uma nova vida juntos. Alugamos um apartamentinho barato, que não tinha ar-condicionado, e com aqueles dias de muito calor, já dava pra esperar que eu visse minha mina com roupas mais larguinhas, que davam mais liberdade e um pouco de frescor pra lidar com o calor. Mas foi só num certo dia, já com seis meses de barriga, que cheguei do trampo e encontrei ela peladona na sala. Fiquei muito surpreso, vendo ela tão gostosa e excitante com aquele corpo de futura mamãe, que me deixou com muito tesão de ver ela assim.
Ela me olhou como se nada fosse e falou: "Desculpa, meu amor, é que não aguentei o calor e nem vi a hora passar." E eu respondi: "Relaxa, é bom te ver deslumbrante com esse corpo maravilhoso e esse serzinho que você carrega." Ela tentou se levantar pra se vestir, mas eu falei: "Nem precisa, se você tá confortável assim, não me incomoda." Ela soltou uma risadinha safada.
Quando fui pro quarto me trocar, fiquei pensando: "Por que não? Se ela tá confortável, eu também vou ficar." Aí saí do quarto peladão, e ela, surpresa, me olhou e disse: "Ah, então quer igualar as coisas?" E a gente caiu na risada como nunca. Com o passar dos dias, virou costume: quando o calor tava forte, a gente andava totalmente pelado pela casa. Às vezes, sem perceber, eu ficava de pau duro só de ver ela tão gostosa com aquela barriga, que fazia o rabão dela se destacar ainda mais, e os peitos de futura mamãe já aparecendo.
Com o tempo, a gente esqueceu completamente das roupas. Era normal se ver sem nada. Ela não perdia chance quando eu ficava de pau duro, e era uma maravilha: ela fazia questão de me comer, aproveitando cada vez que a gente transava. Às vezes, pegava ela de surpresa enquanto cozinhava ou fazia outra coisa. A gente costumava trepar onde desse na telha. Tanta era nossa putaria que, quando eu chegava do trabalho, já encontrava ela se masturbando com algum outro brinquedo que a gente tinha comprado, porque tinha dias que minha jornada era muito longa no serviço e eu sempre dava tudo que ela pedia. Já no nono mês, a gente regulou a atividade sexual por ordem do médico. Foi uma tortura, porque ver ela daquele jeito, com os peitões, a barriga enorme e aquele rabo lindo que ela tinha, já era de esperar que eu ficasse de pau duro o dia inteiro. E me vendo todo excitado, os líquidos vaginais escorriam pela perna dela. No próximo relato, vou contar como continua nossa vida depois do casamento.
Ela me olhou como se nada fosse e falou: "Desculpa, meu amor, é que não aguentei o calor e nem vi a hora passar." E eu respondi: "Relaxa, é bom te ver deslumbrante com esse corpo maravilhoso e esse serzinho que você carrega." Ela tentou se levantar pra se vestir, mas eu falei: "Nem precisa, se você tá confortável assim, não me incomoda." Ela soltou uma risadinha safada.
Quando fui pro quarto me trocar, fiquei pensando: "Por que não? Se ela tá confortável, eu também vou ficar." Aí saí do quarto peladão, e ela, surpresa, me olhou e disse: "Ah, então quer igualar as coisas?" E a gente caiu na risada como nunca. Com o passar dos dias, virou costume: quando o calor tava forte, a gente andava totalmente pelado pela casa. Às vezes, sem perceber, eu ficava de pau duro só de ver ela tão gostosa com aquela barriga, que fazia o rabão dela se destacar ainda mais, e os peitos de futura mamãe já aparecendo.
Com o tempo, a gente esqueceu completamente das roupas. Era normal se ver sem nada. Ela não perdia chance quando eu ficava de pau duro, e era uma maravilha: ela fazia questão de me comer, aproveitando cada vez que a gente transava. Às vezes, pegava ela de surpresa enquanto cozinhava ou fazia outra coisa. A gente costumava trepar onde desse na telha. Tanta era nossa putaria que, quando eu chegava do trabalho, já encontrava ela se masturbando com algum outro brinquedo que a gente tinha comprado, porque tinha dias que minha jornada era muito longa no serviço e eu sempre dava tudo que ela pedia. Já no nono mês, a gente regulou a atividade sexual por ordem do médico. Foi uma tortura, porque ver ela daquele jeito, com os peitões, a barriga enorme e aquele rabo lindo que ela tinha, já era de esperar que eu ficasse de pau duro o dia inteiro. E me vendo todo excitado, os líquidos vaginais escorriam pela perna dela. No próximo relato, vou contar como continua nossa vida depois do casamento.
0 comentários - Viramos nudistas com minha mina grávida