Oi, meu nome é Clara, tenho 54 anos, fiz aniversário há poucos dias, sou casada, tenho três filhos, dois meninos e uma menina e trabalho como faxineira em um centro público. Fisicamente sou cheinha, embora digam que tenho uns peitões e uma bunda boa.
Quem leu meu relato anterior sabe como eu fiquei com o sobrinho do meu marido, que tinha acabado de atingir a maioridade, na piscina da casa dos meus cunhados. Tinha sido a primeira vez que traí meu marido, mas gostei tanto que era algo a que não estava disposta a renunciar. A verdade é que o marido da minha cunhada não me preocupava nada, sabia que mostrando minha calcinha poderia fazer o que quisesse com ele. Minha preocupação era que minha cunhada descobrisse o que fazia com o filho dela, mas as circunstâncias me ajudaram.
Uma semana havia se passado desde meu encontro com meu sobrinho. Ainda era agosto e o calor estava forte. Meus cunhados, em parte para ostentar a casa de campo, nos convidaram para um churrasco naquele fim de semana. Depois de comer, fomos todos para a piscina pegar sol. Do lado da família dos meus cunhados estavam o casal e meu adorado sobrinho. Do meu lado, meu marido, meus dois filhos, minha filha e eu.
Estávamos todos de roupa de banho, parecia uma reunião de família normal, mas, talvez porque quem é ladrão pensa que todos são da mesma condição, tive a sensação de que meu filho mais velho, Iván de 21 anos, estava olhando de um jeito especial para minha cunhada, que por sinal usava um biquíni minúsculo que deixava ver a maior parte de seus peitos impressionantes.
Naquela tarde não aconteceu nada, mas ao voltar para casa busquei uma forma de ficar a sós com meu filho e perguntei:
– Ver sua tia de biquíni te deixou com tesão? Entre meu filho e eu sempre houve muita confiança, inclusive sobre coisas do sexo. Fazia vários anos que eu comprava as camisinhas pra ele. A verdade é que ele é muito bonito, e pelo ritmo que ele pedia, parecia que ele tinha muito sucesso com as garotas. E de fato, ele me contava o que fazia com algumas das amigas dele. Eu incentivava ele a curtir, mas sempre alertando pra ter cuidado – não era questão de deixar alguém grávida e complicar a vida de todo mundo, começando pela dele. Diante da minha pergunta, ele ficou pensativo. Antes, meu filho já tinha me confessado que sentia atração pelas mães de alguns amigos dele. Aí eu cortava, com o argumento de que ele poderia ter problemas se tentasse seduzir mulheres mais velhas, e ainda por cima perder a amizade dos amigos. Mas depois do que rolou com meu sobrinho, eu sabia que não tinha moral pra recriminar nada se meu filho resolvesse seduzir alguma delas. Depois de refletir um pouco, meu filho me respondeu, meio envergonhado: – Desculpa, mãe, mas é que a tia Luisa, com aquele biquíni que ela tava usando, tava espetacular. Na real, não consegui evitar de pensar em foder com ela. Mas te prometo que não vou fazer nada com ela, além do mais ela é minha tia, seria incesto e isso é errado.
Parece que naquela hora meu filho era o adulto da família e eu a adolescente com os hormônios à flor da pele hahaha. Depois de um momento, respondi:
—Querido, não sei se estou ficando velha, já sou uma cinquentona e talvez isso esteja me fazendo ver a vida de outro jeito. Se você tem vontade de fazer algo com a tia Luisa, tenta. Não fique com a dúvida do que teria acontecido se você tivesse tentado. Se der errado e houver problemas, sua mãe vai te ajudar a sair deles. E digo o mesmo sobre as mães dos seus amigos: me conta quando quiser tentar algo, e sua mãe te ajuda.
E dizendo isso, dei um abraço nele. Tive a impressão de que nossa relação mãe e filho tinha ficado mais próxima.
Agora era só buscar as circunstâncias para que esse encontro entre tia e sobrinho acontecesse. Mas também não era tão complicado, já que eu tinha um espião na casa dos meus cunhados — refiro-me ao meu sobrinho, a quem não custou muito convencer de que nossa relação se consolidaria se a gente pegasse a mãe dele fazendo com o primo.
Pelo que ele me contou, o melhor horário para isso acontecer era de manhã. Meu cunhado estava trabalhando; nesses momentos, só estavam em casa minha cunhada e meu sobrinho. Então, falei pro meu filho, que estava de férias, que ele combinasse com o primo de manhã pra conversar na piscina.
Seguindo minhas instruções, meu sobrinho, pouco antes da chegada do meu filho, disse à minha cunhada que tinha conseguido uma entrevista de emprego. Depois, aproveitando que ela estava na outra parte da casa, fingiu que saía, mas discretamente foi pro quarto dele, que ficava no andar de cima.
Eu tinha dito ao meu filho que daria um jeito de o primo não estar em casa — na verdade, não dei muitos detalhes, e ele não pediu. A questão é que ele apareceu na casa da minha cunhada quando ela estava, pelo que eles achavam, sozinha. Ela o recebeu de bikini, já que estava um calor... normal, ela contou que o primo dele tinha que sair, mas que ele podia esperar em casa e usar a piscina. Naquele momento, ela podia acompanhá-lo, podia se trocar no banheiro que ficava no térreo do chalé.
Meu filho fez isso e os dois seguiram para a piscina, onde, uma semana antes, meu sobrinho e eu tivemos nosso encontro. Naquele momento, conforme combinado, meu sobrinho me avisou e eu, que estava nas proximidades, fui até o chalé. Meu sobrinho abriu a porta antes mesmo de eu bater e me levou ao andar de cima, de cujo quarto dava para ver a piscina e o casalzinho. Pouco depois, meu filho me contaria o que aconteceu, e eu conto exatamente como ele me relatou:
Chegamos na piscina e ficamos tomando sol. Eu disse para minha tia que ela estava uma gostosa, que o tio devia ser muito feliz com ela. Ela riu e disse que já estava velha, que não acreditava que inspirasse desejos. Eu desafiei ela: se realmente acreditava nisso, que tirasse o sutiã e deixasse os peitos ao ar. Minha tia hesitou um momento e tirou. Os dois peitos impressionantes dela ficaram livres diante dos meus olhos. Eu disse que ela tinha um par de peitões bons. Ela riu e agradeceu pelo elogio. Eu falei que não era elogio nenhum e, para provar, tirei minha sunga e deixei meu pau pra fora.
Acho que meu filho e minha cunhada achavam que estavam sozinhos, mas não era o caso. Dá pra ver perfeitamente a piscina e o que eles estavam fazendo de uma das janelas do quarto de cima, mesmo sem ouvir o que diziam. E lá estávamos eu e meu sobrino assistindo o espetáculo, mas deixo meu filho continuar contando.
Quando minha tia viu meu pau, ela disse:
— Que pirocão você tem, sobrinho! Quantas mulheres não gostariam de enfiar isso na buceta!
— Ele tá tão duro porque seus peitos deixam ele assim, falei.
— Mas eles são feios e velhos, disse ela.
Diante das palavras da minha tia, me joguei pra acariciá-los. Fiquei com medo que ela respondesse com um tapa, mas pra minha surpresa, ela deixou. Ficou um pouco passiva e depois, pra minha surpresa, começou a acariciar meu pau, que ficou duríssimo.
Fiquei ainda mais surpreso quando minha tia se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau. E tenho que reconhecer: minha tia chupa muito bem, melhor que qualquer garota da minha idade que já tinha me chupado antes. Apertei a cabeça dela contra mim, ela continuou chupando de um jeito incrível e não demorou muito pra me fazer gozar.
Mas antes que eu gozasse, ela com um gesto indicou que eu soltasse sua cabeça e tirou meu pau de sua boca, embora tenha chupado só o pouco que faltava para eu explodir. E, pela posição em que estava, toda a minha porra foi parar no corpo dela, especialmente nos peitos. Vê-los melados de sêmen dava um aspecto muito erótico. Naqueles momentos, senti uma grande inveja do marido dela, que sem dúvida aproveitava isso com certa frequência.
Eu sentia que estava devendo a ela, então empurrei até ela ficar deitada na grama, nos beijamos, eu estava com vontade de beijá-la e não me importei que sua boca estivesse impregnada com o gosto do meu pau. Depois abri bem suas pernas e aproximei minha boca da sua buceta, naquele close fiquei encantado, minha tia tem uma ppk linda, com pelos, mas muito bem cuidada, dá pra ver que ela se prepara pra ser admirada com frequência, e então enfiei minha língua dentro, ela começou a gemir, enquanto dizia:
– Que delícia, sobrinho, nunca tinham me chupado tão bem assim. Isso me excitou e me fez querer chupar com ainda mais vontade, senti ela gozar na minha boca, seus sucos me encantaram, continuei chupando até ela gozar de novo. E então, tomando a iniciativa, ela disse: – Sobrinho, você me chupou muito bem, mas acho que chegou a hora de te dar seu prêmio supremo. Deita agora na grama, com as pernas bem juntas.
Eu fiz o que ela pediu. Minha tia acariciou meu pau por um momento para ter certeza de que estava duro, e pôde comprovar que estava duríssimo. Então, ela se ajoelhou em cima de mim e posicionou sua buceta perto do meu pau, introduzindo-o dentro dela. A buceta da minha tia era a mais quente que eu já tinha provado, e ela começou a brincar com meu pau, movendo sua buceta num ritmo que me dava um prazer enorme. Ela era a mulher mais gostosa que eu já tinha experimentado.
Por cima eu via aquelas tetas esplêndidas se mexendo em cima de mim, a visão me deixava muito excitado, então levei minhas mãos até elas e comecei a acariciar, minha tia disse:
– Eu adoro o que você está fazendo, querido, continua tocando nelas. Mas eu queria algo mais, e levantando um pouco meu rosto aproximei minha boca dos peitos da minha tia e comecei a beijá-los, ela disse:
– Que delícia, sobrinho, ao cabrão do meu marido nunca ocorre fazer isso.
Eu continuava tocando neles e, por outro lado, meu pau experimentava o calor da sua buceta que o envolvia, nunca pensei que se pudesse gozar tanto com uma mulher.
Minha cunhada e meu filho estavam transando despreocupados, pensando que ninguém os observava, não lhes ocorria pensar que, do andar superior do chalé onde ficava a piscina, e onde ela morava, dois pares de olhos e a câmera de um celular estavam os observando.
Minha ideia era simplesmente observá-los, mas a verdade é que o espetáculo estava me deixando muito excitada, a ponto de não conseguir evitar. Sem perceber que meu sobrinho estava presente, levantei o vestido que estava usando, baixei a calcinha e comecei a enfiar meus dedos na buceta, estava muito molhada, me masturbei com raiva e gozei várias vezes, mas não era suficiente, até que de repente senti uma mão acariciando minha bunda. Foi nesse momento que percebi que meu sobrinho estava ao meu lado.
Enquanto eu não conseguia parar de olhar como a gostosa da minha cunhada cavalgava no pau do meu filho e como ele não parava de apertar os peitos dela como se fossem tetas de uma vaca leiteira, vamos deixar que seja meu filho quem continue contando.
Minha tia continuou cavalgando com muita paixão, eu continuava apalpando aquele par de tetas maravilhoso que ela tinha, ela me parecia uma verdadeira deusa, eu disse, de forma espontânea, sem nenhuma reflexão:
– Tia, te adoro.
Pelos gestos dela, dava pra ver que ela estava tendo vários orgasmos, continuou cavalgando em cima de mim, no ambiente da piscina com tanto frescor eu me sentia no paraíso, no final eu senti que ia gozar, e pedi pra ela sair, mas ela disse pra eu não me preocupar, que ela já não podia mais engravidar, então podíamos continuar transando com total liberdade.
Enquanto o casalzinho continuava transando na piscina, meu sobrinho, depois de apalpar minha bunda um pouco, esfregou o pau na minha bunda, parece que sem eu perceber ele tinha abaixado as calças, e além de ver o mesmo espetáculo quente que eu, estava vendo como eu me masturbava, talvez tudo junto explicasse por que ele estava com o pau mais duro que um mastro de bandeira.
Por tudo isso, depois de enfiar os dedos na minha buceta, para verificar que eu estava molhada, ele enfiou o pau na minha buceta e começou a se mover como se eu fosse a única mulher na terra, eu, entre a visão dos meus olhos e os movimentos do pau do meu sobrinho dentro de mim, me sentia nas nuvens, era incrível o que eu estava sentindo de prazer, enquanto meu sobrinho continuava me comendo.
Enquanto meu filho estava chegando ao limite com minha cunhada, segundo suas palavras: Eu estava tentando segurar o máximo que podia, não queria que nossa transa acabasse, mas finalmente não consegui me segurar e gozei. Minha tia, ao sentir como eu estava chegando ao clímax, me disse:
– Mas, querido, o que você tinha aí dentro, um rio?
E era verdade, da minha pica tinha saído um verdadeiro torrente de porra que encheu toda a sua buceta. Depois, ela se levantou sorridente – ela tem um sorriso lindo – e foi para o chuveiro que fica ao lado da piscina. Lá, abriu o registro e a água começou a escorrer pelo corpo enquanto ela se tocava com as mãos para se limpar. Vê-la daquele jeito me deixou muito excitado e, sem conseguir evitar, fui até ela e, sem dizer uma palavra, entrei no chuveiro e foram minhas mãos que acariciaram seu corpo.
Lá em cima, meu sobrino continuava brincando com o pau dele dentro da minha buceta, a verdade é que essa combinação da minha visão e do toque que eu sentia na minha buceta era extremamente prazerosa, meu sobrino tinha aprendido muito rápido e estava me levando ao êxtase, eu adorava aquele garoto, e por sua parte, pelos seus gemidos, dava pra perceber que ele estava prestes a gozar e foi o que ele fez, enchendo minha buceta com a porra dele.
Fomos um momento ao banheiro para nos limpar, quando voltamos o casalzinho estava de novo na grama transando, mas por outro lado eu já tinha o suficiente para responder caso minha cunhada descobrisse o que eu fazia com o filho dela, então tinha chegado a hora de irmos. Saí primeiro, tinha combinado com meu sobrinho de nos vermos de novo num bar a certa distância da casa dele. Enquanto minha cunhada e meu filho continuavam na deles, como meu filho me contou, tomar banho com minha tia e ela acariciar meu corpo fez meu pau ficar duro de novo, então eu disse: – Tia, vamos para a grama de novo. Ela deitou na grama e eu subi em cima dela e enfiei meu pau, de novo na sua buceta, minha tia começou a gemer enquanto me dizia:
– Amor, você está me deixando tão feliz, faz anos que não tenho uma transa dessas, você está me fazendo me sentir uma garotinha, eu te adoro. As palavras da minha tia estavam me deixando muito excitado, então continuei metendo nela, queria que ela aproveitasse ao máximo. No final, gozei de novo, e saiu, mais uma vez, uma porrada de porra.
Quando minha tia se levantou, em um determinado momento ela virou de costas para mim e pude contemplar uma bunda divina, e vendo que naquele dia tudo parecia possível, eu disse para ela:
– Tia, você tem uma bunda incrível. Ela me deu um daqueles sorrisos maravilhosos dela, eu me levantei, a envolvi com meus braços e a beijei apaixonadamente enquanto descia minhas mãos até que elas tocaram sua bunda, adorei acariciá-la, e muito animado com tudo que estava acontecendo, perguntei:
– Me deixa foder ela?
Ela sorriu, ficou de quatro e me disse:
– É todo seu, querido. Animado pelas suas palavras, me aproximei por trás e enfiei meu pau no seu cu, e comecei a meter, enquanto ela com seus gemidos me mostrava que eu tinha acertado no meu pedido, foi o último ato de um encontro maravilhoso.
Enquanto isso, eu cheguei no bar onde tinha combinado com meu sobrinho e começamos a conversar sobre o que tinha acontecido. Era melhor que ninguém soubesse da nossa aventura, mas se fosse a mãe dele quem descobrisse, teríamos como fazê-la calar a boca. Por outro lado, ele admitiu que espiá-los tinha dado muito tesão, talvez fosse algo a considerar para fazermos coisas juntos. Enquanto conversávamos, senti os dedos do pé do meu sobrinho encostando na minha perna e, aos poucos, subindo até a altura da minha calcinha, começando a acariciá-la com o pé. Por outro lado, estávamos em um lugar público, mas vimos que os banheiros ficavam no andar de baixo, e isso nos animou a ir juntos para o banheiro, onde soltamos a imaginação e demos vazão aos nossos desejos.
(Este relato pertence a klarisa em Contos Relatos)
Quem leu meu relato anterior sabe como eu fiquei com o sobrinho do meu marido, que tinha acabado de atingir a maioridade, na piscina da casa dos meus cunhados. Tinha sido a primeira vez que traí meu marido, mas gostei tanto que era algo a que não estava disposta a renunciar. A verdade é que o marido da minha cunhada não me preocupava nada, sabia que mostrando minha calcinha poderia fazer o que quisesse com ele. Minha preocupação era que minha cunhada descobrisse o que fazia com o filho dela, mas as circunstâncias me ajudaram.Uma semana havia se passado desde meu encontro com meu sobrinho. Ainda era agosto e o calor estava forte. Meus cunhados, em parte para ostentar a casa de campo, nos convidaram para um churrasco naquele fim de semana. Depois de comer, fomos todos para a piscina pegar sol. Do lado da família dos meus cunhados estavam o casal e meu adorado sobrinho. Do meu lado, meu marido, meus dois filhos, minha filha e eu.
Estávamos todos de roupa de banho, parecia uma reunião de família normal, mas, talvez porque quem é ladrão pensa que todos são da mesma condição, tive a sensação de que meu filho mais velho, Iván de 21 anos, estava olhando de um jeito especial para minha cunhada, que por sinal usava um biquíni minúsculo que deixava ver a maior parte de seus peitos impressionantes.
Naquela tarde não aconteceu nada, mas ao voltar para casa busquei uma forma de ficar a sós com meu filho e perguntei:
– Ver sua tia de biquíni te deixou com tesão? Entre meu filho e eu sempre houve muita confiança, inclusive sobre coisas do sexo. Fazia vários anos que eu comprava as camisinhas pra ele. A verdade é que ele é muito bonito, e pelo ritmo que ele pedia, parecia que ele tinha muito sucesso com as garotas. E de fato, ele me contava o que fazia com algumas das amigas dele. Eu incentivava ele a curtir, mas sempre alertando pra ter cuidado – não era questão de deixar alguém grávida e complicar a vida de todo mundo, começando pela dele. Diante da minha pergunta, ele ficou pensativo. Antes, meu filho já tinha me confessado que sentia atração pelas mães de alguns amigos dele. Aí eu cortava, com o argumento de que ele poderia ter problemas se tentasse seduzir mulheres mais velhas, e ainda por cima perder a amizade dos amigos. Mas depois do que rolou com meu sobrinho, eu sabia que não tinha moral pra recriminar nada se meu filho resolvesse seduzir alguma delas. Depois de refletir um pouco, meu filho me respondeu, meio envergonhado: – Desculpa, mãe, mas é que a tia Luisa, com aquele biquíni que ela tava usando, tava espetacular. Na real, não consegui evitar de pensar em foder com ela. Mas te prometo que não vou fazer nada com ela, além do mais ela é minha tia, seria incesto e isso é errado.
Parece que naquela hora meu filho era o adulto da família e eu a adolescente com os hormônios à flor da pele hahaha. Depois de um momento, respondi: —Querido, não sei se estou ficando velha, já sou uma cinquentona e talvez isso esteja me fazendo ver a vida de outro jeito. Se você tem vontade de fazer algo com a tia Luisa, tenta. Não fique com a dúvida do que teria acontecido se você tivesse tentado. Se der errado e houver problemas, sua mãe vai te ajudar a sair deles. E digo o mesmo sobre as mães dos seus amigos: me conta quando quiser tentar algo, e sua mãe te ajuda.
E dizendo isso, dei um abraço nele. Tive a impressão de que nossa relação mãe e filho tinha ficado mais próxima.
Agora era só buscar as circunstâncias para que esse encontro entre tia e sobrinho acontecesse. Mas também não era tão complicado, já que eu tinha um espião na casa dos meus cunhados — refiro-me ao meu sobrinho, a quem não custou muito convencer de que nossa relação se consolidaria se a gente pegasse a mãe dele fazendo com o primo.
Pelo que ele me contou, o melhor horário para isso acontecer era de manhã. Meu cunhado estava trabalhando; nesses momentos, só estavam em casa minha cunhada e meu sobrinho. Então, falei pro meu filho, que estava de férias, que ele combinasse com o primo de manhã pra conversar na piscina.
Seguindo minhas instruções, meu sobrinho, pouco antes da chegada do meu filho, disse à minha cunhada que tinha conseguido uma entrevista de emprego. Depois, aproveitando que ela estava na outra parte da casa, fingiu que saía, mas discretamente foi pro quarto dele, que ficava no andar de cima.
Eu tinha dito ao meu filho que daria um jeito de o primo não estar em casa — na verdade, não dei muitos detalhes, e ele não pediu. A questão é que ele apareceu na casa da minha cunhada quando ela estava, pelo que eles achavam, sozinha. Ela o recebeu de bikini, já que estava um calor... normal, ela contou que o primo dele tinha que sair, mas que ele podia esperar em casa e usar a piscina. Naquele momento, ela podia acompanhá-lo, podia se trocar no banheiro que ficava no térreo do chalé.
Meu filho fez isso e os dois seguiram para a piscina, onde, uma semana antes, meu sobrinho e eu tivemos nosso encontro. Naquele momento, conforme combinado, meu sobrinho me avisou e eu, que estava nas proximidades, fui até o chalé. Meu sobrinho abriu a porta antes mesmo de eu bater e me levou ao andar de cima, de cujo quarto dava para ver a piscina e o casalzinho. Pouco depois, meu filho me contaria o que aconteceu, e eu conto exatamente como ele me relatou:Chegamos na piscina e ficamos tomando sol. Eu disse para minha tia que ela estava uma gostosa, que o tio devia ser muito feliz com ela. Ela riu e disse que já estava velha, que não acreditava que inspirasse desejos. Eu desafiei ela: se realmente acreditava nisso, que tirasse o sutiã e deixasse os peitos ao ar. Minha tia hesitou um momento e tirou. Os dois peitos impressionantes dela ficaram livres diante dos meus olhos. Eu disse que ela tinha um par de peitões bons. Ela riu e agradeceu pelo elogio. Eu falei que não era elogio nenhum e, para provar, tirei minha sunga e deixei meu pau pra fora.
Acho que meu filho e minha cunhada achavam que estavam sozinhos, mas não era o caso. Dá pra ver perfeitamente a piscina e o que eles estavam fazendo de uma das janelas do quarto de cima, mesmo sem ouvir o que diziam. E lá estávamos eu e meu sobrino assistindo o espetáculo, mas deixo meu filho continuar contando.Quando minha tia viu meu pau, ela disse:
— Que pirocão você tem, sobrinho! Quantas mulheres não gostariam de enfiar isso na buceta!
— Ele tá tão duro porque seus peitos deixam ele assim, falei.
— Mas eles são feios e velhos, disse ela.
Diante das palavras da minha tia, me joguei pra acariciá-los. Fiquei com medo que ela respondesse com um tapa, mas pra minha surpresa, ela deixou. Ficou um pouco passiva e depois, pra minha surpresa, começou a acariciar meu pau, que ficou duríssimo.
Fiquei ainda mais surpreso quando minha tia se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau. E tenho que reconhecer: minha tia chupa muito bem, melhor que qualquer garota da minha idade que já tinha me chupado antes. Apertei a cabeça dela contra mim, ela continuou chupando de um jeito incrível e não demorou muito pra me fazer gozar.
Mas antes que eu gozasse, ela com um gesto indicou que eu soltasse sua cabeça e tirou meu pau de sua boca, embora tenha chupado só o pouco que faltava para eu explodir. E, pela posição em que estava, toda a minha porra foi parar no corpo dela, especialmente nos peitos. Vê-los melados de sêmen dava um aspecto muito erótico. Naqueles momentos, senti uma grande inveja do marido dela, que sem dúvida aproveitava isso com certa frequência.
Eu sentia que estava devendo a ela, então empurrei até ela ficar deitada na grama, nos beijamos, eu estava com vontade de beijá-la e não me importei que sua boca estivesse impregnada com o gosto do meu pau. Depois abri bem suas pernas e aproximei minha boca da sua buceta, naquele close fiquei encantado, minha tia tem uma ppk linda, com pelos, mas muito bem cuidada, dá pra ver que ela se prepara pra ser admirada com frequência, e então enfiei minha língua dentro, ela começou a gemir, enquanto dizia:
– Que delícia, sobrinho, nunca tinham me chupado tão bem assim. Isso me excitou e me fez querer chupar com ainda mais vontade, senti ela gozar na minha boca, seus sucos me encantaram, continuei chupando até ela gozar de novo. E então, tomando a iniciativa, ela disse: – Sobrinho, você me chupou muito bem, mas acho que chegou a hora de te dar seu prêmio supremo. Deita agora na grama, com as pernas bem juntas.Eu fiz o que ela pediu. Minha tia acariciou meu pau por um momento para ter certeza de que estava duro, e pôde comprovar que estava duríssimo. Então, ela se ajoelhou em cima de mim e posicionou sua buceta perto do meu pau, introduzindo-o dentro dela. A buceta da minha tia era a mais quente que eu já tinha provado, e ela começou a brincar com meu pau, movendo sua buceta num ritmo que me dava um prazer enorme. Ela era a mulher mais gostosa que eu já tinha experimentado.
Por cima eu via aquelas tetas esplêndidas se mexendo em cima de mim, a visão me deixava muito excitado, então levei minhas mãos até elas e comecei a acariciar, minha tia disse:
– Eu adoro o que você está fazendo, querido, continua tocando nelas. Mas eu queria algo mais, e levantando um pouco meu rosto aproximei minha boca dos peitos da minha tia e comecei a beijá-los, ela disse: – Que delícia, sobrinho, ao cabrão do meu marido nunca ocorre fazer isso.
Eu continuava tocando neles e, por outro lado, meu pau experimentava o calor da sua buceta que o envolvia, nunca pensei que se pudesse gozar tanto com uma mulher.
Minha cunhada e meu filho estavam transando despreocupados, pensando que ninguém os observava, não lhes ocorria pensar que, do andar superior do chalé onde ficava a piscina, e onde ela morava, dois pares de olhos e a câmera de um celular estavam os observando.
Minha ideia era simplesmente observá-los, mas a verdade é que o espetáculo estava me deixando muito excitada, a ponto de não conseguir evitar. Sem perceber que meu sobrinho estava presente, levantei o vestido que estava usando, baixei a calcinha e comecei a enfiar meus dedos na buceta, estava muito molhada, me masturbei com raiva e gozei várias vezes, mas não era suficiente, até que de repente senti uma mão acariciando minha bunda. Foi nesse momento que percebi que meu sobrinho estava ao meu lado.
Enquanto eu não conseguia parar de olhar como a gostosa da minha cunhada cavalgava no pau do meu filho e como ele não parava de apertar os peitos dela como se fossem tetas de uma vaca leiteira, vamos deixar que seja meu filho quem continue contando.
Minha tia continuou cavalgando com muita paixão, eu continuava apalpando aquele par de tetas maravilhoso que ela tinha, ela me parecia uma verdadeira deusa, eu disse, de forma espontânea, sem nenhuma reflexão: – Tia, te adoro.
Pelos gestos dela, dava pra ver que ela estava tendo vários orgasmos, continuou cavalgando em cima de mim, no ambiente da piscina com tanto frescor eu me sentia no paraíso, no final eu senti que ia gozar, e pedi pra ela sair, mas ela disse pra eu não me preocupar, que ela já não podia mais engravidar, então podíamos continuar transando com total liberdade.
Enquanto o casalzinho continuava transando na piscina, meu sobrinho, depois de apalpar minha bunda um pouco, esfregou o pau na minha bunda, parece que sem eu perceber ele tinha abaixado as calças, e além de ver o mesmo espetáculo quente que eu, estava vendo como eu me masturbava, talvez tudo junto explicasse por que ele estava com o pau mais duro que um mastro de bandeira.
Por tudo isso, depois de enfiar os dedos na minha buceta, para verificar que eu estava molhada, ele enfiou o pau na minha buceta e começou a se mover como se eu fosse a única mulher na terra, eu, entre a visão dos meus olhos e os movimentos do pau do meu sobrinho dentro de mim, me sentia nas nuvens, era incrível o que eu estava sentindo de prazer, enquanto meu sobrinho continuava me comendo.
Enquanto meu filho estava chegando ao limite com minha cunhada, segundo suas palavras: Eu estava tentando segurar o máximo que podia, não queria que nossa transa acabasse, mas finalmente não consegui me segurar e gozei. Minha tia, ao sentir como eu estava chegando ao clímax, me disse: – Mas, querido, o que você tinha aí dentro, um rio?
E era verdade, da minha pica tinha saído um verdadeiro torrente de porra que encheu toda a sua buceta. Depois, ela se levantou sorridente – ela tem um sorriso lindo – e foi para o chuveiro que fica ao lado da piscina. Lá, abriu o registro e a água começou a escorrer pelo corpo enquanto ela se tocava com as mãos para se limpar. Vê-la daquele jeito me deixou muito excitado e, sem conseguir evitar, fui até ela e, sem dizer uma palavra, entrei no chuveiro e foram minhas mãos que acariciaram seu corpo.

Lá em cima, meu sobrino continuava brincando com o pau dele dentro da minha buceta, a verdade é que essa combinação da minha visão e do toque que eu sentia na minha buceta era extremamente prazerosa, meu sobrino tinha aprendido muito rápido e estava me levando ao êxtase, eu adorava aquele garoto, e por sua parte, pelos seus gemidos, dava pra perceber que ele estava prestes a gozar e foi o que ele fez, enchendo minha buceta com a porra dele.
Fomos um momento ao banheiro para nos limpar, quando voltamos o casalzinho estava de novo na grama transando, mas por outro lado eu já tinha o suficiente para responder caso minha cunhada descobrisse o que eu fazia com o filho dela, então tinha chegado a hora de irmos. Saí primeiro, tinha combinado com meu sobrinho de nos vermos de novo num bar a certa distância da casa dele. Enquanto minha cunhada e meu filho continuavam na deles, como meu filho me contou, tomar banho com minha tia e ela acariciar meu corpo fez meu pau ficar duro de novo, então eu disse: – Tia, vamos para a grama de novo. Ela deitou na grama e eu subi em cima dela e enfiei meu pau, de novo na sua buceta, minha tia começou a gemer enquanto me dizia:
– Amor, você está me deixando tão feliz, faz anos que não tenho uma transa dessas, você está me fazendo me sentir uma garotinha, eu te adoro. As palavras da minha tia estavam me deixando muito excitado, então continuei metendo nela, queria que ela aproveitasse ao máximo. No final, gozei de novo, e saiu, mais uma vez, uma porrada de porra.
Quando minha tia se levantou, em um determinado momento ela virou de costas para mim e pude contemplar uma bunda divina, e vendo que naquele dia tudo parecia possível, eu disse para ela:
– Tia, você tem uma bunda incrível. Ela me deu um daqueles sorrisos maravilhosos dela, eu me levantei, a envolvi com meus braços e a beijei apaixonadamente enquanto descia minhas mãos até que elas tocaram sua bunda, adorei acariciá-la, e muito animado com tudo que estava acontecendo, perguntei: – Me deixa foder ela?
Ela sorriu, ficou de quatro e me disse:
– É todo seu, querido. Animado pelas suas palavras, me aproximei por trás e enfiei meu pau no seu cu, e comecei a meter, enquanto ela com seus gemidos me mostrava que eu tinha acertado no meu pedido, foi o último ato de um encontro maravilhoso.
Enquanto isso, eu cheguei no bar onde tinha combinado com meu sobrinho e começamos a conversar sobre o que tinha acontecido. Era melhor que ninguém soubesse da nossa aventura, mas se fosse a mãe dele quem descobrisse, teríamos como fazê-la calar a boca. Por outro lado, ele admitiu que espiá-los tinha dado muito tesão, talvez fosse algo a considerar para fazermos coisas juntos. Enquanto conversávamos, senti os dedos do pé do meu sobrinho encostando na minha perna e, aos poucos, subindo até a altura da minha calcinha, começando a acariciá-la com o pé. Por outro lado, estávamos em um lugar público, mas vimos que os banheiros ficavam no andar de baixo, e isso nos animou a ir juntos para o banheiro, onde soltamos a imaginação e demos vazão aos nossos desejos.
(Este relato pertence a klarisa em Contos Relatos)
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