O que vou contar pra vocês, até hoje me parece impossível...
Mas, 10 anos depois, ainda vivo isso
Tinha 19 anos, fazia seis meses que tinha casado, depois de 5 anos de namoro.
A uma quadra do nosso apartamento, tinha um bar, e como em todos os bares, na frente se juntava uma turma de vagabundos tomando cerveja. (nesse caso eram 8 ou 9, 2 ou 3 mulatos e 4 ou 5 negros... todos uns nojentos).
-Desculpem minha linguagem, mas naquela época eu ainda era uma garota fina e delicada...
Quase todo dia, comprava ali os cigarros pro meu marido. E claro, toda vez que me viam, não perdiam a chance de me encher o saco. Uma noite, depois de comprar cigarros, saí andando pra casa... e ao passar na frente deles, um falou...
-¡¡¡Que pedaço de buceta você tem, gostosa!!!...
É verdade que eu, apressada e distraída, não tinha trocado os shorts escandalosos que usei durante a tarde pro meu marido. Mas isso, no fim das contas, não autorizava aqueles negos sujos a falarem as porcarias que tavam falando pra mim.
— Olha isso!!! Olha como o short parte a bunda dela no meio...
Eu ignorei e continuei andando, mas ouvi um deles dizer...
— Essa gostosa, depois que eu partir o cuzinho dela na porrada de pica, vocês vão ver que puta ela vai ficar...
Me virei e consegui ver qual deles tinha sido. Devia ter adivinhado, exatamente o pior da gangue, um nego de mais de 2 metros, sempre desleixado e com barba de dois ou três dias... Não me engano se digo que era o líder da turma, e ainda por cima um bandido que já tinha ido pra cadeia...
Atravessei a rua e entrei na parte mais escura do meu caminho, aqueles 40 metros até a minha entrada, um breu total...
De repente, ouvi a voz do nego, ele tinha vindo atrás de mim... e começou a falar as maiores putarias e grosserias que eu já tinha ouvido.
— Tô com a pica dura, puta, você me enlouquece rebolando essa bunda desse jeito...
— Parece uma puta de rua procurando pica...
— E... Você vai acabar encontrando...
Eu andava como se não tivesse ouvindo nada...
— De repente, ele me dizendo... — Até amanhã, puta de bunda grande... Ele se despediu sem vergonha nenhuma...
Nunca tinha sido tratada de forma tão vulgar, mas o nego me tratar como se eu fosse qualquer uma, e falar tanta putaria e grosseria...
Por mais que me doa admitir, me deixou excitada...
Por sorte, meu marido tava dormindo e não acordou... Porque se ele me tocasse, teria notado que eu tava encharcada...
Faço uma pausa pra fazer uns comentários.
Nos 5 anos de namoro, nunca transamos, porque meu marido achava que eu devia chegar virgem no casamento...
Aceitei porque era a religião dele, a crença dele... Às vezes, quando ficávamos um tempo sozinhos, nos pegando e apalpando... Quando ele ia embora, eu ficava bem excitada, mas eu me virava fazendo umas punhetas do caralho, tirando leite na base de pepinos, berinjelas ou bananas.
Com a questão da religião dele, eu nunca tinha visto a rola, e na noite de núpcias, quando chegou o momento esperado, a verdade é que levei um susto do cacete, porque ele tinha uma coisinha minúscula, era
como meu dedo indicador...
Eu não conhecia outra e achei que com aquilo ia me bastar...
Mas o que nunca pensei foi que, depois da primeira semana, meu marido começasse a deixar passar cada vez mais dias entre uma noite de sexo e outra...
Ele era muito carinhoso, mas a verdade é que, mesmo sendo tão pequenininha, depois de experimentar, eu queria mais, e tantos dias entre uma e outra me deixavam com muito tesão acumulado...
Bem, continuo
Dois dias depois do meu encontro com o negão, meu marido teve que viajar, a trabalho, pra um povoado a 200 km da capital, me deixando sozinha a semana toda.
Perto das 10 da noite, lembrei que meu marido tinha deixado um dinheiro pra eu levar pro seu Pedro, o dono do bar, não sei por qual motivo... nem me importa...
Me apressei pra chegar antes do seu Pedro fechar e corri pra levar o dinheiro...
Ao entrar, passei pela fileira de vagabundos no balcão, entreguei o dinheiro pro seu Pedro e, me despedindo dele, saí do boteco rumo à minha casa...
Quando entrei na boca de lobo que eram os 40 metros mais escuros do meu caminho, de novo, ouvi a voz do negão...
–É isso aí, gata!!!... –Continua andando assim... putinha, que vou bater uma punheta olhando você rebolando essa bunda monstra que você tem!!!
Me virei pra ver se o negão era capaz de se masturbar no meio da rua... e sim!!!...
O negão tinha tirado uma pica bruta pra fora e caminhava atrás de mim batendo uma no meio da rua!!!
Nunca acreditei que existissem paus daquele tamanho, achava que era exagero dos vídeos pornô...
Aquela situação, e principalmente o pedaço de rola que o negão degenerado tinha, fizeram meus mamilos incharem e ficarem duros de tesão... Então, sem pensar muito... Com minha buceta toda molhada e os bicos dos peitos durinhos como pedra... Comecei a andar mais devagar e muito mais provocante do que antes, o negão safado percebeu e me disse...
- Que delícia que você tá, gatinha!!! - Nesses 10 dias que seu maridinho não está...
- Você vai virar minha putinha... - Vou te ter enfiada de manhã até a noite...
- E quando eu não tiver a fim, vou te fazer dar pra meus amigos ou te botar na rua pra dar por dinheiro...
As coisas que ele me dizia e, principalmente, aquela pica enorme, que não saía da minha cabeça... Me deixaram com um tesão como nunca antes...
Continuei andando, nessa altura já sabia como aquilo ia terminar...
Pela primeira vez, ia dar pra outro homem, meu marido tinha sido até agora o primeiro e único na minha vida...
O negão caminhava tão perto de mim que eu sentia a respiração dele na minha nuca, de repente as mãos dele seguraram minha cintura, me puxaram pra perto e encostaram na minha bunda aquela peça enorme de carne dura e quente...
- Como um reflexo condicionado, comecei a levantar a bunda...
O negão, passando a mão na minha bunda com o pau dele, me disse...
- Olha só, putinha... - Você quer ele, né?...
Sentindo aquela pirocona se esfregando na minha bunda... Não me segurei e olhei pra ele...
Meu... Deus!!! Que pica tremenda, nunca teria acreditado!!!
- Vai, faz uma punheta pra mim... - ele disse...
- Você é louco - respondi...
- Vai, não seja chata... aqui tá escuro... faz uma punheta pra mim... - ele insistiu...
Vendo que ele realmente queria que eu batesse uma pra ele na rua... Com um tesão do caralho e já totalmente puta naquela altura, falei...
- Para... Negão filho da puta, pra que arriscar na rua, se eu tô sozinha no apartamento...
Espero que vocês me entendam, com o tesão absurdo que eu tava naquela hora, apalpada por todo lado pelo negão e segurando na minha mão aquela pica preta enorme, grossa, comprida, quente e pulsando...
Como pensar nas possíveis consequências...
E foi assim que aconteceu, no fim das contas, aquilo que todo mundo já deve ter adivinhado.
Subi com o negão pro meu apartamento... Naquela hora devia ser umas 10 e meia da noite...
No elevador ele começou a me chupar, tentei evitar com medo dos vizinhos, mas não consegui.
Quando chegamos no meu andar, eu já tava com os peitos de fora e toda arregaçada...
Assim que entramos, ele perguntou onde era o quarto, apontei e ele praticamente me arrastou.
Ao entrar, começou a tirar minha roupa, quando fiquei pelada me jogou na cama e pediu:
— Fica de quatro, putinha, que vou arrebentar essa bunda divina...
Ele montou por trás, cuspiu no meu cu e apoiou a cabeça da pica dura e quente na minha racha...
— Mas tinha uma coisa que o negão não sabia: minha racha era virgem... Meu marido nunca tinha pedido e eu muito menos oferecido...
— Meu amor! Você tem o cu bem fechadinho—
— Não, por favor... pelo cu não, não seja mau... nunca fiz por ali... por favor!!!
O negão me perguntou:
— O idiota do seu marido não come seu cu?...
— Não... ele nunca pediu minha racha... — respondi,
— Você tem a melhor bunda da cidade e seu marido não te fode? —
— Não, nunca fez por trás!!!
— Que puta de um otário!!!...
— Então você tem o cu virgem?...
— Siiim... respondi quase sussurrando... Sou virgem de cu.
Foi só ele me ouvir dizer isso que imediatamente se ajoelhou na minha frente, me fez abrir bem as pernas e começou a chupar minha buceta...
Fiquei com vergonha de dizer que isso também meu marido não fazia...
O negão tava metendo forte, a língua comprida, grossa e áspera batia com força no meu clitóris e em alguns momentos sugava tão forte que parecia que eu ia enlouquecer.
Enquanto isso, os dedos dele começaram a brincar com meu corpo e, aos poucos, eu sentia eles passando pelo meu cu.
Todas aquelas sensações eram totalmente novas pra mim, nunca tinham chupado minha buceta daquele jeito, ou melhor, nunca tinham chupado ela.
Eu me sentia em... Mãos de um homem, de um jeito tão primitivo, tão animal, que pela primeira vez na vida eu estava totalmente entregue a um macho e o beneficiado era o negão...
Não demorou muito quando, com minhas pernas tremendo e as costas arqueadas, tive um orgasmo enorme, nunca antes sentido...
Vendo, atônita, um jato surpreendente sair da minha pepita...
Depois da minha gozada mais louca, acho que não desmaiei, mas perdi a noção de tudo.
Não sei quanto tempo passou, de repente reagi e o Arnoldo, comigo nos braços, estava me fazendo girar na cama...
-Fica de quatro, ele disse... E abre as nádegas.
Eu obedeci e ele enfiou na minha buceta aquele pedaço descomunal de pau e começou a me dar umas pancadas brutais...
Não podia acreditar, aquela pica enorme tinha entrado fácil...
Cada enfiada do negão me fazia soltar bufadas como se eu fosse uma gostosa, enquanto continuava jorrando gozo...
De novo ele mudou minha posição e me fez sentar em cima daquele pau.
O negão era como uma máquina me comendo. Sentia que a buceta virava do avesso de tão grosso que era o pau dele.
Depois de tirar de mim não sei quantas gozadas imponentes. O negão deu uma pausa.
Pouco depois, com o negão pelado na minha cama de casal...
Eu, também pelada... Acariciava o pinto dele e (confesso)... Fazia comparações...
Só ali lembrava do meu pobre marido... Quando comparava...
De comprimento, eram 13 ou 14 cm contra 28 ou 29... E de grossura, nem se fala...
E além disso... Que macho!!!
Tinha gozado 5 ou 6 vezes... E me feito gozar outras tantas...
Pensar quantas vezes fingi orgasmos pro meu marido, pra ele não se sentir mal...
Nunca tinha sentido tanto prazer, tinha a buceta dilatada e inchada.
Num momento em que o negão foi ao banheiro, peguei nela, abri e vi como ainda escorria gozo.
Me senti uma puta e gostei, o negão tinha me mostrado um jeito de gozar que eu não conhecia... queria continuar fodendo.
O negrão voltou do banheiro e dava pra ver claramente a minha tesão e a vontade de continuar...
Ele perguntou: — Você gostou?...
Eu, entregue e completamente puta.
Respondi: — O que você acha?.
Então o negrão me disse...
— Beleza, slut..., se você gostou, acho que agora vai se animar...
— Me animar pra quê?...
— Não se faz de sonsa. — Vem pro chão e fica de quatro... Ordenou...
Eu, morrendo de medo, obedeci, desci da cama e no chão fiquei de quatro com a bunda bem levantada...
O negrão enfiou o polegar no meu cu e começou a trabalhar pra me dilatar...
Pedi pra ele me deixar subir na cama porque o chão tava muito frio...
Subi na cama e ele nem precisou falar nada, sozinha voltei a ficar de quatro...
O filho da puta cuspiu e começou a cutucar minha bunda com o pauzão dele, quando a cabeça entrou, eu, por instinto, levantei bem a bunda...
— Você se anima?... Ele perguntou de novo...
E eu, com medo, mas entregue, respondi
— Sim — Vai fundo...
E aí sim, o negrão não esperou mais e começou a me comer...
Longe de me tratar com cuidado, começou a empurrar com força, cada vez com mais firmeza, tentando abrir minha buceta do cu pela primeira vez...
— Devagar, por favor... — Pedi
O negrão, desesperado e cada vez mais violento, empurrou e empurrou até que senti um ferro, comprido, grosso e quente, que chegava até minhas tripas, depois saía quase todo, e voltava a entrar batendo no fundo... Tava me arrombando o cu...
— Não tão forte, não, dói muito!!.. Falei...
O negrão tirou, mas, ainda insatisfeito, na hora se deitou de barriga pra cima, com aquele pauzão, bem duro, apontando pro céu como a haste de uma bandeira e disse...
— Vai, senta, e eu desesperada sentei nele...
Era uma piroca do caralho, sentia como se meu cu tivesse se abrindo, ardia e doía, mas a verdade é que eu tava gostando.
Sentada de cavalo na vara, gozei mais um tesão gostoso pelo cu e nessa altura já tava pedindo que não vai parar...
—Quero mais pica, mais pica no cu... falei pra ele.
O negão filho da puta, antes de me usar, me perguntou...
—O que que tu tem, puta, o que tu quer?
—Quero mais pica, muita pica no meu cu, respondi babando de tesão.
—Como assim, não tava doendo muito?..
—Tava, mas eu gosto...
—E gosto de soltar porra pelo cu...
Diante dessa confissão, o negão se cansou de me meter pica no cu.
Enquanto teve força, ficou me dando pica, me comeu tanto tempo e me enrabou tão forte, que tirou sangue do meu cu.
Mas também me fez gozar duas ou três vezes de um jeito incrível, que eu nem acreditava que dava pra ter com o cu...
Depois o negão dormiu... Quando eram sete da manhã, eu sei porque ouvi o caminhão do lixo... Ele acordou, me virou de novo de bruços...
E pulando em cima de mim, me comeu o cu, não sei se pela quarta ou quinta vez. E como desde o começo, sem pena nenhuma. Só que agora, eu pedia mais e mais pica.
Até que o negão, de novo, encheu meu cu de porra e dormiu de novo...
O filho da puta dormia escarrapachado e pelado, na nossa cama de casal...
Onde eu tinha chupado o pauzão dele até me cansar... Onde mamei toda a porra que ele me dava...
Nossa cama de casal, com manchas de sangue que saíram do meu cu, quando deixei desvirgar o rabo pelo negão de pica grossa.
Enfim, na nossa cama de casal...
Onde pela primeira vez...
Ele me comeu...
UM HOMEM!!!...
Depois eu continuo e conto pra vocês...
Tchauuu
Um Beijo
Tatiana... Tati “A Dada”
(Protagonista dessa história)
Agradeço seus comentários e lembro que se quiserem
me contatar, meu email é
emputecidaporelorto@gmail.com
Mas Por Favor não me tratem com respeito, Sou uma puta...
SE ME ESCREVEREM, PODEREI DIZER ONDE ENCONTRAM MEUS RELATOS ILUSTRADOS
Mas, 10 anos depois, ainda vivo isso
Tinha 19 anos, fazia seis meses que tinha casado, depois de 5 anos de namoro.
A uma quadra do nosso apartamento, tinha um bar, e como em todos os bares, na frente se juntava uma turma de vagabundos tomando cerveja. (nesse caso eram 8 ou 9, 2 ou 3 mulatos e 4 ou 5 negros... todos uns nojentos).
-Desculpem minha linguagem, mas naquela época eu ainda era uma garota fina e delicada...
Quase todo dia, comprava ali os cigarros pro meu marido. E claro, toda vez que me viam, não perdiam a chance de me encher o saco. Uma noite, depois de comprar cigarros, saí andando pra casa... e ao passar na frente deles, um falou...
-¡¡¡Que pedaço de buceta você tem, gostosa!!!...
É verdade que eu, apressada e distraída, não tinha trocado os shorts escandalosos que usei durante a tarde pro meu marido. Mas isso, no fim das contas, não autorizava aqueles negos sujos a falarem as porcarias que tavam falando pra mim.— Olha isso!!! Olha como o short parte a bunda dela no meio...
Eu ignorei e continuei andando, mas ouvi um deles dizer...
— Essa gostosa, depois que eu partir o cuzinho dela na porrada de pica, vocês vão ver que puta ela vai ficar...
Me virei e consegui ver qual deles tinha sido. Devia ter adivinhado, exatamente o pior da gangue, um nego de mais de 2 metros, sempre desleixado e com barba de dois ou três dias... Não me engano se digo que era o líder da turma, e ainda por cima um bandido que já tinha ido pra cadeia...
Atravessei a rua e entrei na parte mais escura do meu caminho, aqueles 40 metros até a minha entrada, um breu total...
De repente, ouvi a voz do nego, ele tinha vindo atrás de mim... e começou a falar as maiores putarias e grosserias que eu já tinha ouvido.
— Tô com a pica dura, puta, você me enlouquece rebolando essa bunda desse jeito...
— Parece uma puta de rua procurando pica...
— E... Você vai acabar encontrando...
Eu andava como se não tivesse ouvindo nada...
— De repente, ele me dizendo... — Até amanhã, puta de bunda grande... Ele se despediu sem vergonha nenhuma...
Nunca tinha sido tratada de forma tão vulgar, mas o nego me tratar como se eu fosse qualquer uma, e falar tanta putaria e grosseria...
Por mais que me doa admitir, me deixou excitada...
Por sorte, meu marido tava dormindo e não acordou... Porque se ele me tocasse, teria notado que eu tava encharcada...
Faço uma pausa pra fazer uns comentários.
Nos 5 anos de namoro, nunca transamos, porque meu marido achava que eu devia chegar virgem no casamento...
Aceitei porque era a religião dele, a crença dele... Às vezes, quando ficávamos um tempo sozinhos, nos pegando e apalpando... Quando ele ia embora, eu ficava bem excitada, mas eu me virava fazendo umas punhetas do caralho, tirando leite na base de pepinos, berinjelas ou bananas.
Com a questão da religião dele, eu nunca tinha visto a rola, e na noite de núpcias, quando chegou o momento esperado, a verdade é que levei um susto do cacete, porque ele tinha uma coisinha minúscula, era
como meu dedo indicador...
Eu não conhecia outra e achei que com aquilo ia me bastar...
Mas o que nunca pensei foi que, depois da primeira semana, meu marido começasse a deixar passar cada vez mais dias entre uma noite de sexo e outra...
Ele era muito carinhoso, mas a verdade é que, mesmo sendo tão pequenininha, depois de experimentar, eu queria mais, e tantos dias entre uma e outra me deixavam com muito tesão acumulado...
Bem, continuo
Dois dias depois do meu encontro com o negão, meu marido teve que viajar, a trabalho, pra um povoado a 200 km da capital, me deixando sozinha a semana toda.
Perto das 10 da noite, lembrei que meu marido tinha deixado um dinheiro pra eu levar pro seu Pedro, o dono do bar, não sei por qual motivo... nem me importa...
Me apressei pra chegar antes do seu Pedro fechar e corri pra levar o dinheiro...
Ao entrar, passei pela fileira de vagabundos no balcão, entreguei o dinheiro pro seu Pedro e, me despedindo dele, saí do boteco rumo à minha casa...
Quando entrei na boca de lobo que eram os 40 metros mais escuros do meu caminho, de novo, ouvi a voz do negão...
–É isso aí, gata!!!... –Continua andando assim... putinha, que vou bater uma punheta olhando você rebolando essa bunda monstra que você tem!!!
Me virei pra ver se o negão era capaz de se masturbar no meio da rua... e sim!!!...
O negão tinha tirado uma pica bruta pra fora e caminhava atrás de mim batendo uma no meio da rua!!!
Nunca acreditei que existissem paus daquele tamanho, achava que era exagero dos vídeos pornô...
Aquela situação, e principalmente o pedaço de rola que o negão degenerado tinha, fizeram meus mamilos incharem e ficarem duros de tesão... Então, sem pensar muito... Com minha buceta toda molhada e os bicos dos peitos durinhos como pedra... Comecei a andar mais devagar e muito mais provocante do que antes, o negão safado percebeu e me disse...
- Que delícia que você tá, gatinha!!! - Nesses 10 dias que seu maridinho não está...
- Você vai virar minha putinha... - Vou te ter enfiada de manhã até a noite...
- E quando eu não tiver a fim, vou te fazer dar pra meus amigos ou te botar na rua pra dar por dinheiro...
As coisas que ele me dizia e, principalmente, aquela pica enorme, que não saía da minha cabeça... Me deixaram com um tesão como nunca antes...
Continuei andando, nessa altura já sabia como aquilo ia terminar...
Pela primeira vez, ia dar pra outro homem, meu marido tinha sido até agora o primeiro e único na minha vida...
O negão caminhava tão perto de mim que eu sentia a respiração dele na minha nuca, de repente as mãos dele seguraram minha cintura, me puxaram pra perto e encostaram na minha bunda aquela peça enorme de carne dura e quente...
- Como um reflexo condicionado, comecei a levantar a bunda...
O negão, passando a mão na minha bunda com o pau dele, me disse...
- Olha só, putinha... - Você quer ele, né?...
Sentindo aquela pirocona se esfregando na minha bunda... Não me segurei e olhei pra ele...
Meu... Deus!!! Que pica tremenda, nunca teria acreditado!!!
- Vai, faz uma punheta pra mim... - ele disse...
- Você é louco - respondi...
- Vai, não seja chata... aqui tá escuro... faz uma punheta pra mim... - ele insistiu...
Vendo que ele realmente queria que eu batesse uma pra ele na rua... Com um tesão do caralho e já totalmente puta naquela altura, falei...
- Para... Negão filho da puta, pra que arriscar na rua, se eu tô sozinha no apartamento...
Espero que vocês me entendam, com o tesão absurdo que eu tava naquela hora, apalpada por todo lado pelo negão e segurando na minha mão aquela pica preta enorme, grossa, comprida, quente e pulsando...
Como pensar nas possíveis consequências...
E foi assim que aconteceu, no fim das contas, aquilo que todo mundo já deve ter adivinhado.
Subi com o negão pro meu apartamento... Naquela hora devia ser umas 10 e meia da noite...
No elevador ele começou a me chupar, tentei evitar com medo dos vizinhos, mas não consegui.
Quando chegamos no meu andar, eu já tava com os peitos de fora e toda arregaçada...
Assim que entramos, ele perguntou onde era o quarto, apontei e ele praticamente me arrastou.
Ao entrar, começou a tirar minha roupa, quando fiquei pelada me jogou na cama e pediu:
— Fica de quatro, putinha, que vou arrebentar essa bunda divina...
Ele montou por trás, cuspiu no meu cu e apoiou a cabeça da pica dura e quente na minha racha...
— Mas tinha uma coisa que o negão não sabia: minha racha era virgem... Meu marido nunca tinha pedido e eu muito menos oferecido...
— Meu amor! Você tem o cu bem fechadinho—
— Não, por favor... pelo cu não, não seja mau... nunca fiz por ali... por favor!!!
O negão me perguntou:
— O idiota do seu marido não come seu cu?...
— Não... ele nunca pediu minha racha... — respondi,
— Você tem a melhor bunda da cidade e seu marido não te fode? —
— Não, nunca fez por trás!!!
— Que puta de um otário!!!...
— Então você tem o cu virgem?...
— Siiim... respondi quase sussurrando... Sou virgem de cu.
Foi só ele me ouvir dizer isso que imediatamente se ajoelhou na minha frente, me fez abrir bem as pernas e começou a chupar minha buceta...
Fiquei com vergonha de dizer que isso também meu marido não fazia...
O negão tava metendo forte, a língua comprida, grossa e áspera batia com força no meu clitóris e em alguns momentos sugava tão forte que parecia que eu ia enlouquecer.
Enquanto isso, os dedos dele começaram a brincar com meu corpo e, aos poucos, eu sentia eles passando pelo meu cu.
Todas aquelas sensações eram totalmente novas pra mim, nunca tinham chupado minha buceta daquele jeito, ou melhor, nunca tinham chupado ela.
Eu me sentia em... Mãos de um homem, de um jeito tão primitivo, tão animal, que pela primeira vez na vida eu estava totalmente entregue a um macho e o beneficiado era o negão...
Não demorou muito quando, com minhas pernas tremendo e as costas arqueadas, tive um orgasmo enorme, nunca antes sentido...
Vendo, atônita, um jato surpreendente sair da minha pepita...
Depois da minha gozada mais louca, acho que não desmaiei, mas perdi a noção de tudo.
Não sei quanto tempo passou, de repente reagi e o Arnoldo, comigo nos braços, estava me fazendo girar na cama...
-Fica de quatro, ele disse... E abre as nádegas.
Eu obedeci e ele enfiou na minha buceta aquele pedaço descomunal de pau e começou a me dar umas pancadas brutais...
Não podia acreditar, aquela pica enorme tinha entrado fácil...
Cada enfiada do negão me fazia soltar bufadas como se eu fosse uma gostosa, enquanto continuava jorrando gozo...
De novo ele mudou minha posição e me fez sentar em cima daquele pau.
O negão era como uma máquina me comendo. Sentia que a buceta virava do avesso de tão grosso que era o pau dele.
Depois de tirar de mim não sei quantas gozadas imponentes. O negão deu uma pausa.
Pouco depois, com o negão pelado na minha cama de casal...
Eu, também pelada... Acariciava o pinto dele e (confesso)... Fazia comparações...
Só ali lembrava do meu pobre marido... Quando comparava...
De comprimento, eram 13 ou 14 cm contra 28 ou 29... E de grossura, nem se fala...
E além disso... Que macho!!!
Tinha gozado 5 ou 6 vezes... E me feito gozar outras tantas...
Pensar quantas vezes fingi orgasmos pro meu marido, pra ele não se sentir mal...
Nunca tinha sentido tanto prazer, tinha a buceta dilatada e inchada.
Num momento em que o negão foi ao banheiro, peguei nela, abri e vi como ainda escorria gozo.
Me senti uma puta e gostei, o negão tinha me mostrado um jeito de gozar que eu não conhecia... queria continuar fodendo.
O negrão voltou do banheiro e dava pra ver claramente a minha tesão e a vontade de continuar...
Ele perguntou: — Você gostou?...
Eu, entregue e completamente puta.
Respondi: — O que você acha?.
Então o negrão me disse...
— Beleza, slut..., se você gostou, acho que agora vai se animar...
— Me animar pra quê?...
— Não se faz de sonsa. — Vem pro chão e fica de quatro... Ordenou...
Eu, morrendo de medo, obedeci, desci da cama e no chão fiquei de quatro com a bunda bem levantada...
O negrão enfiou o polegar no meu cu e começou a trabalhar pra me dilatar...
Pedi pra ele me deixar subir na cama porque o chão tava muito frio...
Subi na cama e ele nem precisou falar nada, sozinha voltei a ficar de quatro...
O filho da puta cuspiu e começou a cutucar minha bunda com o pauzão dele, quando a cabeça entrou, eu, por instinto, levantei bem a bunda...
— Você se anima?... Ele perguntou de novo...
E eu, com medo, mas entregue, respondi
— Sim — Vai fundo...
E aí sim, o negrão não esperou mais e começou a me comer...
Longe de me tratar com cuidado, começou a empurrar com força, cada vez com mais firmeza, tentando abrir minha buceta do cu pela primeira vez...
— Devagar, por favor... — Pedi
O negrão, desesperado e cada vez mais violento, empurrou e empurrou até que senti um ferro, comprido, grosso e quente, que chegava até minhas tripas, depois saía quase todo, e voltava a entrar batendo no fundo... Tava me arrombando o cu...
— Não tão forte, não, dói muito!!.. Falei...
O negrão tirou, mas, ainda insatisfeito, na hora se deitou de barriga pra cima, com aquele pauzão, bem duro, apontando pro céu como a haste de uma bandeira e disse...
— Vai, senta, e eu desesperada sentei nele...
Era uma piroca do caralho, sentia como se meu cu tivesse se abrindo, ardia e doía, mas a verdade é que eu tava gostando.
Sentada de cavalo na vara, gozei mais um tesão gostoso pelo cu e nessa altura já tava pedindo que não vai parar...
—Quero mais pica, mais pica no cu... falei pra ele.
O negão filho da puta, antes de me usar, me perguntou...
—O que que tu tem, puta, o que tu quer?
—Quero mais pica, muita pica no meu cu, respondi babando de tesão.
—Como assim, não tava doendo muito?..
—Tava, mas eu gosto...
—E gosto de soltar porra pelo cu...
Diante dessa confissão, o negão se cansou de me meter pica no cu.
Enquanto teve força, ficou me dando pica, me comeu tanto tempo e me enrabou tão forte, que tirou sangue do meu cu.
Mas também me fez gozar duas ou três vezes de um jeito incrível, que eu nem acreditava que dava pra ter com o cu...
Depois o negão dormiu... Quando eram sete da manhã, eu sei porque ouvi o caminhão do lixo... Ele acordou, me virou de novo de bruços...
E pulando em cima de mim, me comeu o cu, não sei se pela quarta ou quinta vez. E como desde o começo, sem pena nenhuma. Só que agora, eu pedia mais e mais pica.
Até que o negão, de novo, encheu meu cu de porra e dormiu de novo...
O filho da puta dormia escarrapachado e pelado, na nossa cama de casal...
Onde eu tinha chupado o pauzão dele até me cansar... Onde mamei toda a porra que ele me dava...
Nossa cama de casal, com manchas de sangue que saíram do meu cu, quando deixei desvirgar o rabo pelo negão de pica grossa.
Enfim, na nossa cama de casal...
Onde pela primeira vez...
Ele me comeu...
UM HOMEM!!!...
Depois eu continuo e conto pra vocês...
Tchauuu
Um Beijo
Tatiana... Tati “A Dada”
(Protagonista dessa história)
Agradeço seus comentários e lembro que se quiserem
me contatar, meu email é
emputecidaporelorto@gmail.com
Mas Por Favor não me tratem com respeito, Sou uma puta...
SE ME ESCREVEREM, PODEREI DIZER ONDE ENCONTRAM MEUS RELATOS ILUSTRADOS
5 comentários - Juro Que Me Emputecí por culpa de Mi Marido 1