140📑Desejo Ebony

140📑Desejo EbonyMartín tinha 42 anos, era um empresário de sucesso, casado há mais de 15 anos, pai de dois filhos e dono de uma mansão nos arredores. Sua vida, vista de fora, era perfeita. Mas por dentro... estava cheia de vazio, de rotina, de um fogo que ninguém acendia havia anos. Até que ela chegou.

Seu nome era Amara, uma jovem de 25 anos, morena como o cacau mais puro, curvas de uma deusa africana, e uma bunda que parecia esculpida pelo próprio desejo. Ela andava com graça, limpava em silêncio, mas quando se agachava ou subia uma escada, Martín sentia a fidelidade escorregar pelos seus dedos.

Amara notava, claro. Aqueles olhares demorados, os silêncios constrangedores quando se cruzavam no corredor, e principalmente, como os olhos dele se pregavam nela toda vez que ela se inclinava para limpar o chão.

Uma terça-feira de manhã, sua esposa saiu com as meninas para visitar a mãe. Martín ficou "trabalhando de casa". Mas mal ouviu a água correr na cozinha, soube que não conseguiria se concentrar.

Entrou sem fazer barulho. Amara estava de costas, lavando alguns pratos, com um shortinho apertado que cortava suas nádegas como se fosse um biquíni. Martín não aguentou mais.

Aproximou-se por trás, roçando nela levemente com o corpo. Ela ficou tensa, mas não se moveu.

— Você é um bombom de chocolate… — sussurrou ele, com voz grave, encostando os lábios em seu pescoço.

Ela virou o rosto só um pouco, com um sorriso tímido.

— Senhor Martín… isso não está certo…

— Não me chame assim. Hoje eu não sou seu patrão. Hoje você é minha.

Suas mãos grandes desceram e pegaram sua bunda, apertando sem vergonha. Amara soltou um suspiro entre gemido e surpresa. Ele puxou seu shortinho sem tirá-lo completamente, deixando à mostra aquelas nádegas morenas, firmes, provocantes.

Martín ajoelhou-se atrás dela e enterrou o rosto entre suas nádegas, beijando, mordendo, lambendo sem controle. Sua língua a saboreava como se estivesse provando algo proibido e divino. Ela se segurava na pia, tremendo, gemendo sem conseguir se conter.Negra—Deus… assim não, você vai me deixar louca…
—É isso que eu quero —rosnou ele, tirando o cinto e abaixando a calça.
Penetrou-a com uma única investida, na sua buceta molhada, quente, faminta.
—Ai…! —gritou Amara, agarrando-se com força à bancada— Sim, assim, duro!
Martín bombava com fúria, segurando-a pelos quadris, apertando seus peitos, batendo com força contra aquele bumbum gigantesco que se movia como uma tempestade sob suas mãos.
—Nunca imaginei que você seria tão puta —murmurou ele, ofegante—. Esse rabo é criminoso…
Ela apenas gemía, de olhos fechados, o corpo entregue ao prazer.
Então, sem aviso, Martín cuspiu entre suas nádegas e buscou o segundo buraco.
—Quero tudo de você, entendeu? Esse rabo, essa buceta, essa boca… tudo me pertence.
—Sim, papai! Tudo seu! Me dá mais!
E com força ele enfiou o pau na bunda dela, enquanto a outra mão descia para masturbá-la.
Os dois gozaram segundos depois, gritando de prazer, perdendo a cabeça, sabendo que haviam cruzado uma linha sem volta.
Quando terminou, Martín a pegou pela cintura, colando-a ao seu peito.
—Isso vai acontecer muitas vezes mais —disse ele no ouvido dela—. Você é meu vício, bombom de chocolate.
Amara apenas sorriu, ainda tremendo, e beijou seu pescoço.
—Quando quiser, patrão… quando não tiver ninguém.gostosaDesde aquela manhã na cozinha, nada mais foi o mesmo. Amara não só sabia o que provocava em Martín… agora usava isso a seu favor. Começou a limpar com roupas mais curtas. Se inclinava bem na hora que ele passava. Esfregava o peito nele "sem querer" ao entregar um copo. E quando sabia que a esposa não estava, atravessava a casa com a bunda balançando em câmera lenta, como se soubesse que tinha ele agarrado pela alma… e pelo pau. Martín já não dormia bem. Se masturbava no chuveiro pensando nela. Naquela bunda enorme, na pele escura e brilhante, naquela língua molhada percorrendo seu corpo.

Uma sexta-feira no meio da manhã, enquanto fingia revisar uns documentos, a viu passando em direção à lavanderia. Ela usava um vestido branco, sem sutiã nem calcinha. Quando se inclinou para abrir a máquina de lavar, o vestido subiu completamente.

Não tinha nada por baixo.

Ela olhou por cima do ombro, como se tivesse feito de propósito. Piscou um olho. E sorriu.

Foi tudo que ele precisou.

Martín levantou como uma fera solta, atravessou o corredor e fechou a porta da lavanderia atrás de si.

— Você tá louca, Amara?! — rosnou, com a respiração ofegante.

— Que foi, patrão? Não aguenta mais?

Ela se virou, ajoelhou na frente dele e puxou a calça para baixo de uma vez.

Seu pau saltou para fora, duro como pedra, pingando desejo contido.

— Mmm... Que delícia ele tá hoje… — murmurou, acariciando com a língua.

Enfiou ele inteiro na boca, chupando forte, fundo, babando sem vergonha. Seus lábios brilhavam de umidade, sua garganta engolia como se fosse seu vício.

— Porra, Amara! — gemeu ele, segurando seu cabelo —. Você vai me fazer gozar…

Ela olhou sem parar de chupar, com aqueles olhos escuros cheios de malícia. E quando percebeu que ele estava no limite, parou.

Levantou, ergueu o vestido e, sem dizer uma palavra, montou nele.

Sua buceta molhada o envolveu com facilidade, e ela começou a rebolar sobre ele como uma selvagem.

— Ai, isso! Assim, papi, me arrebenta todinha! — gemeu ela com as mãos apoiadas nos ombros dele, enquanto cavalgava com força —. Esse pau é só meu, entendeu?
Martín segurou sua cintura, beijou seus peitos, deu um tapa violento na sua bunda, sentindo aquele rabo gigante batendo contra sua pelve a cada investida.
— Você é uma deusa maldita… — ele ofegou —. Vou te encher até você ficar tremendo.
— Isso! Enche! Quero tudo dentro, papi!
A lavanderia tremia com os impactos, os gemidos enchiam o ar abafado, e as roupas recém-lavadas caíram no chão enquanto seus corpos colidiam sem parar.
Martín gozou dentro dela com um grunhido animal, segurando-a firme, enquanto ela estremecia sobre ele, mordendo os lábios, tremendo de puro prazer.
Ficaram abraçados, ofegantes, ainda entrelaçados.
Amara baixou a cabeça até seu ouvido e sussurrou:
— Isso só está começando, patrão… Hoje é minha vez de limpar o escritório.
E com um sorriso malicioso, desceu dele, pegou o vestido e saiu balançando o bumbum como se nada tivesse acontecido.
Martín sabia que estava perdido.
E adorava.empregada domesticaA casa estava em completo silêncio. Passava das três da madrugada, e Martín se revirava na cama, acordado, com uma ereção tão intensa que doía. Ao seu lado, sua esposa dormia profundamente. Mas sua mente, seu corpo, tudo nele estava possuído por uma única imagem: Amara, aquela deusa morena que tinha entrado em sua pele como um veneno doce. Ele não aguentava mais. Levantou-se com cuidado, caminhou na penumbra até o quarto de empregada, onde ela dormia. A porta estava entreaberta, a lua se infiltrava pela janela, e lá estava ela: de lado, nua, mal coberta por um lençol fino que marcava cada curva, cada centímetro daquele corpo que ele já conhecia e ainda o deixava louco. Ele se aproximou, inclinou-se sobre ela e sussurrou com voz rouca:

— Tava com vontade de algo doce… de um chocolate.

Amara abriu os olhos, já sorrindo, como se estivesse esperando por ele.

— Sério, patrão…? A essa hora?

Ele não respondeu. Entrou na cama e a beijou com fome. Em segundos, o lençol voou para o chão, e seu pau já duro roçava os lábios molhados da sua buceta. Ele enfiou sem esperar mais, empurrando forte, com uma paixão contida que se tornou selvagem.

— Ai, isso! — gemeu ela baixinho, abraçando-o com as pernas. — Me arrebenta todinha, papi…

Martín a embateu sem pausa, sua pelve batendo contra a dela, sua respiração descontrolada. Ele a virou de uma vez, e enquanto ela ficava de quatro na cama, cuspiu entre suas nádegas e mirou no cu.negra—Agora vou experimentar essa parte de novo —murmurou. Penetrou-a devagar no começo, depois com um ritmo forte, profundo, sem piedade. Ela cobria a boca para não gritar, enquanto sua bunda saltava a cada investida. —Isso é meu! —rosnou ele—. Essa bunda, essa buceta,… são minhas, Amara.negra de bunda grande—Isso, papai! Me usa como quiser! Quando sentiu que ia gozar, ele a virou e se ajoelhou na frente dela. —Abre a boca.

Ela pegou com vontade, chupando como uma puta faminta, lambendo, sugando, enquanto os peitos dela balançavam a cada sacudida. Ele gozou forte, jorrando na língua dela, nos lábios, e depois nos peitos morenos que ficaram brilhando de porra quente.

Ela engoliu, passou a língua nos lábios e sorriu. —Isso definitivamente tá fora do horário de trabalho… acho que mereço um bônus, patrão.

Martín olhou para ela ofegante, com um sorriso torto. —Você vai ter… com juros.

E a beijou de novo, dessa vez devagar, fundo, como se a madrugada nunca fosse acabar.

A manhã parecia normal. Martín tomava banho no banheiro do quarto de casal, deixando a água quente cair nas costas, tentando relaxar… mas a mente dele ainda estava na Amara.

Do corredor, ouviu a voz da esposa: —Amara, me faz um chá com limão, por favor.

—Na hora, senhora —ela respondeu com tom doce.

Martín fechou os olhos, sorrindo. Imaginou ela naquele shortsinho colado, aquele rabo impossível. Só de pensar nela na cozinha, andando perto da esposa dele, com o corpo ainda úmido do que tinham feito na noite anterior, ele ficou duro de novo.

Mas não precisou imaginar muito.

Minutos depois, a porta do banheiro se abriu.

Amara entrou em silêncio, com um roupão curto que deixou cair assim que passou da porta. Nua, entrou direto no chuveiro com ele.

—Você tá louca? —ele sussurrou. —A senhora tá tomando café lá fora…

—Shhh… —ela disse, colando nas costas dele, os peitos molhados esmagando contra ele. —Você que começou isso, papai. Eu só tô seguindo…

Pegou o pau já meio duro, acariciou com uma mão enquanto com a outra arranhava de leve o peito dele. Martín gemeu baixinho.

—Você tá querendo que a gente seja descoberto…

—Então não faz barulho —ela murmurou, descendo e se ajoelhando debaixo da água.

Enfiou na boca sem rodeios, molhada, intensa, chupando com força enquanto a água caía em seu rosto. Martín apoiou-se na parede com uma mão, a outra segurando seu cabelo molhado. —Deus… Amara… Ela o chupou devagar, provocante, deixando ele endurecer ao máximo em sua boca, até que ele não aguentou mais. A levantou, empurrou-a contra a parede do box e a ergueu pelas pernas. Penetrou sua buceta com uma única estocada. Ela abafou um gemido mordendo o lábio, fechando os olhos com força. —Caladinha, gostosa… ou você vai estragar tudo —sussurrou ele, metendo com força, enquanto a água escorria por seus corpos entrelaçados. Ele a tinha completamente à sua mercê, suas nádegas batendo contra sua pelve a cada golpe. Amara o abraçava pelo pescoço, tremendo de prazer, cravando as unhas em suas costas. —Vai, papi…! —sussurrou ela quase sem voz—. Me dá todo o seu leite quente… E quando Martín sentiu que ia gozar, a colocou de joelhos novamente, e acabou sobre seus peitos, ofegante, com o coração batendo como um tambor. Ela o olhou de baixo, a água limpando lentamente os rastros de seu pecado. —Agora sim —disse com um sorriso—. Pronta para servir o chá como se nada… E saiu do box, deixando o chão molhado, o ar pesado, e Martín… completamente entregue.negra vadiaAmara sabia. A patroa estava há dias com um tom distante. Mal falava com ela, dava tarefas mínimas e evitava deixá-la sozinha em casa. A tensão era palpável no ar. E naquela manhã, veio a confirmação: — Amara, obrigada pelo seu trabalho… mas não vamos renovar seu contrato. Você foi muito eficiente, mas tomamos outra decisão.

Não houve escândalo. Amara apenas sorriu com elegância, acenou com respeito… e esperou o final do dia chegar.

Ela sabia que não podia ir embora sem se despedir dele. Do seu "patrão".

Naquela noite, enquanto todos dormiam, ela entrou mais uma vez no quarto de Martín. Ele se assustou ao vê-la entrar em silêncio, vestindo uma blusinha transparente e um fio dental branco.

— O que você está fazendo aqui? — sussurrou ele, entre a surpresa e a excitação imediata.

— Vou embora amanhã. Queria me despedir direito. Como se despede de um bom patrão.

Ela se aproximou sem pressa, montou nele e o beijou com uma mistura de ternura e fogo que o deixou sem palavras.

O despiu com calma, acariciou-o com o olhar e depois o chupou como se fosse a última vez, devagar, fundo, deixando-o à beira do delírio.

— Vou sentir sua falta, meu bombom de leite condensado — murmurou entre risadas enquanto o cavalgava, apertando-o com sua buceta quente e faminta.

Cavalgou com força, gemendo baixinho para não acordar ninguém, movendo aquele rabo glorioso em círculos lentos até ele gozar com um gemido abafado.Relatos eroticosQuando tudo acabou, ela se aconchegou por um momento em seu peito e sussurrou:
—Foi uma honra. Você foi o melhor patrão que eu poderia ter… em todos os sentidos.
E foi embora antes do amanhecer, sem deixar rastro além do cheiro de sua pele nos lençóis.
Dois dias depois, Martín tomava café da manhã em silêncio, ainda melancólico, quando sua esposa entrou com um sorriso forçado.
—Querido, te apresento a nova empregada. Ela se chama Julieta. Dizem que é… muito eficiente.
Martín ergueu o olhar… e a viu.
Curvas exageradas, quadris largos, lábios grossos e sensuais. Julieta vestia uma blusa justa que deixava ver o início de uns seios que desafiavam as leis da gravidade. E quando olhou para ele, piscou um olho com descaramento.
Martín engoliu em seco. Sentiu um formigamento familiar entre as pernas.
E não pôde evitar pensar:
“Perdi uma puta… mas a vida te dá outra chance.”muito gostosa



relatos porno

1 comentários - 140📑Desejo Ebony