Como me doeu saber que ele tava comendo minha namorada. É uma história longa, mas vou tentar resumir. Minha namorada Kass e eu estamos juntos desde o ensino médio, agora temos 23 anos os dois. Ela me traiu com o filho de uma amiga da minha mãe, que ela conheceu justamente numa festa de aniversário da minha mãe, onde ele e os pais foram convidados. Na festa, pelo menos eu não vi eles trocarem palavra por muito tempo, mas de alguma forma se conectaram e, bom, é isso. Isso da festa foi uns 4 meses atrás, mais ou menos. Depois daquele dia, comecei a ver minha namorada muito distraída com o celular, muito cuidadosa, mas também não sou do tipo que quer controlar tudo. O tempo foi passando até que, mais ou menos 1 mês atrás, um amigo me disse que viu minha namorada no meu carro, mas não só isso: outro homem tava dirigindo. Senti uma amargura que vocês não imaginam, ou talvez imaginem sim. Liguei pra ela, e ela sustentou a mentira por poucos minutos. Logo depois, chegou na minha casa chorando e pedindo perdão desde o primeiro momento. Me confessou tudo, absolutamente tudo, mas não só isso: disse que se arrependia, que tinha se confundido e que nunca mais ia acontecer. Disse que nem tinha sido bom sexo, falou até do tamanho do pau do cara, "nem perto do seu", ela disse. Eu não acreditava em nada do que ela falava, nem acho que tava prestando atenção nas palavras dela, tava muito puto. Ela ficou de joelhos o tempo todo pedindo perdão. Expulsei ela de casa e terminei com... ela. Mas eu tava mal. Pensei em ir atrás daquele cara, mas sabia que ia dar só problema que ia acabar em poucos dias. Tinha que foder ele de outro jeito, um jeito que ele nunca fosse esquecer. E então me veio a ideia: vou comer a mãe dele. Agora, a mãe dele, como já disse, é amiga da minha mãe, mas não só isso. Ela é uma daquelas mulheres que amam atenção masculina. No meu caso, sabia que ela curtia minha atenção porque, em mais de uma ocasião, me fez elogios e ficava toda animada quando eu retribuía. Ela é madura, uns 45-47 anos, gordinha, pernas... Grossas, morena de cabelo cacheado, peitão grande, bem gostosa pra caralho. Minha mãe costuma se reunir com as amigas a cada duas ou três semanas, quase sempre na minha casa, pra bater papo, jantar e essas coisas. Pra essa última reunião, que foi há duas semanas, eu sabia que era minha hora. Desde que a Martha chegou, a mãe do amante da minha namorada, eu me desmanchei em elogios pra ela. Quando chegou, já me abraçou forte e me apertou contra os peitos dela. Depois disso, me disse que eu tava muito bonito — eu tinha me arrumado pra ficar apresentável. Falei que ela tava linda, e meio surpresa com as palavras que usei, ela só agradeceu meu elogio. Depois disso, ela entrou comigo pra dentro, e eu fiquei olhando a bunda dela se mexer na minha frente.
A tarde toda fiquei por perto. Queria que ela me visse e me desse atenção. Não perdia chance de trocar olhares e sorrisos comigo. Foi tão na cara que minha irmã percebeu e me mandou me acalmar, que já tinha sacado tudo. Falei pra ela me deixar em paz, e ela respondeu perguntando como eu fazia isso se tinha namorada. Ela foi a primeira a saber que a gente não tava mais junto, mas não contei todos os detalhes — só o que precisava pra me deixar seguir em frente. Lá pelas 9, com todas lá no fundo de casa, a Martha entrou na cozinha e eu tava na sala. Quando vi ela, fui até lá com a desculpa de lavar meu copo. Ao me ver, ela sorriu. Já tava meio altinha, não bêbada, mas já no caminho. Passei por trás dela e fiquei olhando bem. Ela, sem perceber nada, falei que ela tava linda, e ela me chamou de cavalheiro. Quando passei por trás dela de novo, coloquei a mão nas costas dela e apertei de leve, com a intenção de fazer ela parar a bunda. Ela parou na hora — não sei se sem querer, mas parou. Depois disso, troquei um olhar com ela e fui pro meu quarto. Um tempo depois, umas 12 mais ou menos, ouvi movimento na sala. Quando saí, estavam todas sentadas na sala, eram 4 contando com minha mãe. Me aproximei e elas já tavam mais altinhas. Minha mãe falou que estavam esperando... que baixasse um pouco a água pra sair e pegar um táxi, falei que ia comprar comida e se elas queriam que eu trouxesse, minha mãe disse que sim e fui pro meu quarto, aqui é a parte onde meu plano começava a tomar forma, eu tenho uns comprimidos pra dormir que consegui com um amigo, peguei um comprimido, coloquei numa garrafa com água que claramente era muita mas também não queria deixar ela apagada até o dia seguinte, saí do quarto e subimos no meu carro, ...desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.... Martha ia sentada atrás, era interessante porque ela é a que mora mais perto de todas, falei que ela seria a última a deixar já que uma delas mora longe e argumentei que assim eu não voltaria sozinho de lá. Depois de deixar a segunda, ou seja, ficarmos sozinhos Martha e eu, vi ela sentada atrás quase deitada, perguntei se queria água para se recuperar um pouco e ela disse que sim, dei a água com o comprimido, não sei se foi a combinação com o álcool ou o quê, mas em 10 minutos ela já estava roncando, era minha hora. Dirigi rápido até o estacionamento alugado de um amigo que me deixa usar às vezes, enfiei o carro lá no fundo e desci, fui para trás e subi com Martha, ela estava completamente dormindo, mexi um pouco e ela reagia, mas não tinha forças para resistir. Deitei ela, ela estava de calça, tirei tudo, ela usava uma calcinha rosa de renda, o cheiro dela era forte mas delicado, meio perfumado. Tirei a calcinha e a buceta dela cheia de pelos ficou na minha frente, tirei o short que eu usava junto com a cueca, comecei a tocar ela e ela sem saber o que estava acontecendo, meu pau ficou muito duro e, sinceramente, fiquei muito excitado de ter ela assim. Passei saliva no meu pau e enfiei tudo, aí ela soltou um gemidinho, suave e curto, comecei a comer ela e foi aí que tive a ideia, peguei meu celular e coloquei para gravar no porta-copos. Metia com força enquanto ela começava a gemer cada vez mais, em certo momento ela abriu os olhos e me viu diretamente enquanto eu estava comendo ela. "O que você está fazendo? Martín, para, o que você está fazendo?", "O que você pediu, como assim?", respondi eu, "Eu pedi? Aiii que gostoso, eu pedi para você me comer?", perguntei de novo, "Sim, meu amor, pediu pau, disse que queria que eu te fizesse minha, não lembra?". Ela, já convencida de que tinha pedido, só se deixou levar, pedia mais e mais, gemidos fortes e sem censura, palavras bem intensas e explícitas dos pedidos dela. Passamos de sexo não consensual para... Uma fodida forte e muito gostosa, quis colocar ela de quatro mas ela não aguentava, tava toda entregue. Coloquei ela de barriga pra baixo e meti com força por trás, os gemidos dela eram intensos e ela começou a gozar. Ouvir ela gritar a plenos pulmões enquanto gozava foi a melhor parte. Gozei dentro dela com muito leite, fiquei vazio enquanto via um sorrisão no rosto dela, completamente satisfeita com meu pau ainda dentro dela. Quando tirei, ficamos lá atrás uns 15 minutos conversando, ela perguntou o que eu tinha dito e eu inventei uma história boa, aí entre uma coisa e outra ela mencionou... uma traição do marido dela e eu me agarrei nisso. Convenci ela de que tinha pedido meu pau por estar puta com o marido, ela acreditou em tudo. Depois disso nos vestimos e fomos pro banco da frente pra ir embora, levei ela em casa e bem antes dela descer, ela falou uma coisa que nunca vou esquecer: "Tá escorrendo todo o seu leite pela minha buceta". Me deu um beijo no rosto e desceu do carro. Aí desliguei o vídeo, não dava pra gravar porque ela ia perceber. O caminho inteiro ela veio sentada de frente pra mim, me olhando toda satisfeita. E foi assim que me vinguei, acho que cumpri meu objetivo. Que bom, na verdade saiu muito melhor do que eu imaginava, porque curiosamente desde semana passada tô conversando com ela e planejamos nos ver de novo no próximo fim de semana, ela quer ir jantar e depois transar. Minha namorada, por outro lado, continua aqui, tenho ela na minha mão, domino ela completamente. Só que agora quando como ela é de camisinha e sempre tento gozar fora, ela chora quando eu coloco, mas é o que ela merece por ser infiel.
A tarde toda fiquei por perto. Queria que ela me visse e me desse atenção. Não perdia chance de trocar olhares e sorrisos comigo. Foi tão na cara que minha irmã percebeu e me mandou me acalmar, que já tinha sacado tudo. Falei pra ela me deixar em paz, e ela respondeu perguntando como eu fazia isso se tinha namorada. Ela foi a primeira a saber que a gente não tava mais junto, mas não contei todos os detalhes — só o que precisava pra me deixar seguir em frente. Lá pelas 9, com todas lá no fundo de casa, a Martha entrou na cozinha e eu tava na sala. Quando vi ela, fui até lá com a desculpa de lavar meu copo. Ao me ver, ela sorriu. Já tava meio altinha, não bêbada, mas já no caminho. Passei por trás dela e fiquei olhando bem. Ela, sem perceber nada, falei que ela tava linda, e ela me chamou de cavalheiro. Quando passei por trás dela de novo, coloquei a mão nas costas dela e apertei de leve, com a intenção de fazer ela parar a bunda. Ela parou na hora — não sei se sem querer, mas parou. Depois disso, troquei um olhar com ela e fui pro meu quarto. Um tempo depois, umas 12 mais ou menos, ouvi movimento na sala. Quando saí, estavam todas sentadas na sala, eram 4 contando com minha mãe. Me aproximei e elas já tavam mais altinhas. Minha mãe falou que estavam esperando... que baixasse um pouco a água pra sair e pegar um táxi, falei que ia comprar comida e se elas queriam que eu trouxesse, minha mãe disse que sim e fui pro meu quarto, aqui é a parte onde meu plano começava a tomar forma, eu tenho uns comprimidos pra dormir que consegui com um amigo, peguei um comprimido, coloquei numa garrafa com água que claramente era muita mas também não queria deixar ela apagada até o dia seguinte, saí do quarto e subimos no meu carro, ...desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.... Martha ia sentada atrás, era interessante porque ela é a que mora mais perto de todas, falei que ela seria a última a deixar já que uma delas mora longe e argumentei que assim eu não voltaria sozinho de lá. Depois de deixar a segunda, ou seja, ficarmos sozinhos Martha e eu, vi ela sentada atrás quase deitada, perguntei se queria água para se recuperar um pouco e ela disse que sim, dei a água com o comprimido, não sei se foi a combinação com o álcool ou o quê, mas em 10 minutos ela já estava roncando, era minha hora. Dirigi rápido até o estacionamento alugado de um amigo que me deixa usar às vezes, enfiei o carro lá no fundo e desci, fui para trás e subi com Martha, ela estava completamente dormindo, mexi um pouco e ela reagia, mas não tinha forças para resistir. Deitei ela, ela estava de calça, tirei tudo, ela usava uma calcinha rosa de renda, o cheiro dela era forte mas delicado, meio perfumado. Tirei a calcinha e a buceta dela cheia de pelos ficou na minha frente, tirei o short que eu usava junto com a cueca, comecei a tocar ela e ela sem saber o que estava acontecendo, meu pau ficou muito duro e, sinceramente, fiquei muito excitado de ter ela assim. Passei saliva no meu pau e enfiei tudo, aí ela soltou um gemidinho, suave e curto, comecei a comer ela e foi aí que tive a ideia, peguei meu celular e coloquei para gravar no porta-copos. Metia com força enquanto ela começava a gemer cada vez mais, em certo momento ela abriu os olhos e me viu diretamente enquanto eu estava comendo ela. "O que você está fazendo? Martín, para, o que você está fazendo?", "O que você pediu, como assim?", respondi eu, "Eu pedi? Aiii que gostoso, eu pedi para você me comer?", perguntei de novo, "Sim, meu amor, pediu pau, disse que queria que eu te fizesse minha, não lembra?". Ela, já convencida de que tinha pedido, só se deixou levar, pedia mais e mais, gemidos fortes e sem censura, palavras bem intensas e explícitas dos pedidos dela. Passamos de sexo não consensual para... Uma fodida forte e muito gostosa, quis colocar ela de quatro mas ela não aguentava, tava toda entregue. Coloquei ela de barriga pra baixo e meti com força por trás, os gemidos dela eram intensos e ela começou a gozar. Ouvir ela gritar a plenos pulmões enquanto gozava foi a melhor parte. Gozei dentro dela com muito leite, fiquei vazio enquanto via um sorrisão no rosto dela, completamente satisfeita com meu pau ainda dentro dela. Quando tirei, ficamos lá atrás uns 15 minutos conversando, ela perguntou o que eu tinha dito e eu inventei uma história boa, aí entre uma coisa e outra ela mencionou... uma traição do marido dela e eu me agarrei nisso. Convenci ela de que tinha pedido meu pau por estar puta com o marido, ela acreditou em tudo. Depois disso nos vestimos e fomos pro banco da frente pra ir embora, levei ela em casa e bem antes dela descer, ela falou uma coisa que nunca vou esquecer: "Tá escorrendo todo o seu leite pela minha buceta". Me deu um beijo no rosto e desceu do carro. Aí desliguei o vídeo, não dava pra gravar porque ela ia perceber. O caminho inteiro ela veio sentada de frente pra mim, me olhando toda satisfeita. E foi assim que me vinguei, acho que cumpri meu objetivo. Que bom, na verdade saiu muito melhor do que eu imaginava, porque curiosamente desde semana passada tô conversando com ela e planejamos nos ver de novo no próximo fim de semana, ela quer ir jantar e depois transar. Minha namorada, por outro lado, continua aqui, tenho ela na minha mão, domino ela completamente. Só que agora quando como ela é de camisinha e sempre tento gozar fora, ela chora quando eu coloco, mas é o que ela merece por ser infiel.
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