Olá, amigos e amigas do poringa.net. Quero agradecer a todo mundo pela boa energia de sempre. Pelas milhares de mensagens pedindo pra contar a história de vocês.
Em breve vou ter novidades, tenham paciência.
A todos os novos seguidores, sejam bem-vindos e obrigado.
Hoje trago uma história tão quente quanto as anteriores.
Não é só uma das minhas leitoras, mas também uma grande amiga.
Pra continuar melhorando, e como sempre peço:
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Sem mais enrolação, vou deixar vocês com a protagonista.Antes de tudo, quero agradecer esse espaço que você me dá, Maury querido, pra contar minha história.
Tentei mil vezes e ele sabe disso.
Mas como não gostei, apaguei tudo.
Desde que a gente conversou, sempre quis que você me ajudasse, e finalmente vamos fazer isso.
Muito obrigada.
Olá, meu nome é Teresa, tenho 57 anos.
Sou morena. Uns quilinhos a mais, mas não me incomoda.
Gosto do formato do meu corpo.
Amo minhas tetas grandes e minha bunda gorda, e tenho 1,60m de altura.
Sempre fui de me vestir sexy e um pouco provocante.
Gosto que os homens na rua me digam coisas, quanto mais ousadas, melhor.
Aqui vai uma fotinha pra vocês me conhecerem um pouco mais.
Espero seus comentários, assim como os elogios que tanto gosto.
Se eu fosse dar um título pra essa história, seria assim:Por que eu amo tanto meu sobrinho?
Essa história começou há 20 anos atrás e lembro dela com muito amor.
Tudo começou quando meu sobrinho Nacho veio morar com a gente.
Antes dele chegar, minha vida era chata e monótona.
Meus filhos já eram grandes e não moravam mais com a gente.
Meu marido se chama Carlos. Um bom pai e um homem muito bom.
Grande amigo e parceiro.
Ele é gordinho, um pouco mais alto que eu. Meio desleixado. Com o cabelo grisalho e bagunçado.
Tinha 12 anos a mais que eu.
O sexo com meu marido antes era bom, mas com o tempo ficou muito tradicional e monótono.
Ele não era um bom amante, o que chamaríamos de um homem muito tradicional.
Na idade dele, o sexo não era prioridade na vida.
Às vezes ele nem chegava a ter um orgasmo.
Fui me acostumando com isso.
Além disso, por causa do trabalho dele como caminhoneiro de longa distância, ele ficava muito tempo fora de casa, me deixando sozinha por um bom tempo.
Eu tinha muitas ofertas sexuais por causa do meu jeito de ser, era simpática e me vestia de forma sexy.
Pensei mil vezes em botar chifre nele, mas...
Mas depois me arrependia ou não tinha coragem.
Minha solidão e a falta de sexo me levaram a me masturbar pra aliviar meu tesão e minhas ansiedades, lembrando dos velhos tempos.
Inventei um amante imaginário porque na minha cidadezinha ninguém me atraía.
Por isso, peguei um gosto especial por me masturbar.
Eu adorava me masturbar e aquela sensação que cada orgasmo me dava. Depois, aquela paz de satisfação e dormir tranquila ou começar as tarefas com mais vontade.
Mas numa ida à capital, ao passar por uma sex shop,
fiquei curiosa e resolvi entrar e comprar um brinquedo sexual.
Vi vários até que escolhi um de silicone, uns 16cm de comprimento e 5cm de largura.
Voltei pra cidade com meu consolo.
Já tava molhada de curiosidade pra saber qual era a sensação e se aquilo cabia em mim.
Porque pra mim era enorme comparado ao do meu marido.
Cheguei em casa toda tesuda.
Tirei da caixa e fui pro meu quarto.
Já que, como sempre, tava sozinha.
Tratei aquilo como um encontro com um amante.
Deixei na cama, dei um beijinho e fui tomar banho.
Tomei banho, vesti uma tanga, me perfumei e saí toda gostosa, pro meu amante de látex.
Beijei ele e passei a língua por todo o comprimento e largura.
Sentindo a textura, curti como se fosse uma pica de verdade.
Imaginando uma cena pornô.
Chupei como se fosse meu amante, curti e, sem pressa, fui preparando ele.
Passei lubrificante, encostei no chão.
Milhares de sensações meu corpo sentiu quando enfiei com gosto. Tive vários orgasmos e experimentei em todas as posições que sempre quis estar e meu marido não me deixava aproveitar.
Fui uma verdadeira puta pro meu consolo e adorei.
Fiquei viciada em me masturbar e enfiar o consolo até ficar exausta. Já nem ligava se meu marido queria ou não transar.
Não precisava pedir nem esperar, ele tava sempre pronto e duro pra mim.
Por alguns meses, essa era minha rotina.
Uma vez experimentei sexo anal com um ex-namorado e, mesmo doendo, eu gostei.
Mas meu marido não curtia.
Tendo meu novo amante, que topava tudo.
Com medo, mas decidida a me sentir completa de novo.
Lubrifiquei minha bunda e meu consolo, bem devagar fui enfiando e experimentando.
Senti aquela dor e aquele prazer de novo, que só o sexo anal dá. Isso trouxe de volta aquelas lembranças do sexo que eu tanto amava e que perdi com o tempo.
Bem lubrificada, meu corpo curtia e extraía o melhor, os orgasmos mais gostosos.
Um dia, meu marido me surpreendeu quando chegou com meu sobrinho Nacho. Ele era o filho mais novo da irmã dele.
No começo, eu não o conhecia direito.
Ele tinha arrumado um emprego pro sobrinho.
Contrataram ele numa empresa de caminhões como mecânico.
Os dois estavam felizes com a notícia.
Como em casa sobravam quartos, ele disse pra ele se mudar pra cá.
Foi assim que, sem pensar duas vezes, ele veio morar com a gente desde aquele dia.
Fazia uns meses que eu não via ele.
Nacho tinha mudado muito desde a última vez que o vi.
Ele era alto, ainda tinha cara de menino, mesmo sendo adolescente.
Mas o corpo era de um homem.
Ele me cumprimentou como sempre, com um sorriso e um abraço bem forte.
Deu pra perceber como os músculos dele estavam bem definidos.
Fiquei feliz porque teria companhia quando meu marido trabalhasse e sumisse por dias.
Não ia ficar tanto tempo sozinha.
Olha, eu não via ele como um homem, ele era mais novo que meus filhos.
Via ele como um filho e uma boa companhia.
Desde que meus filhos foram embora, me sinto muito sozinha.
Mas com o passar dos dias, aquele menino despertava umas coisas em mim que, no começo, eu não conseguia explicar.
Eles acordavam cedo e iam trabalhar.
Meu marido tinha viagens curtas, embora não gostasse porque pagava pouco.
Eu curtia mais ele em casa, e ele não viajava tanto.
Meu sobrinho trabalhava como mecânico, e eles voltavam juntos.
Meu sobrinho me surpreendia algumas noites com o jeito que cozinhava bem.
Ele era muito atencioso e tinha boas conversas.
Fazia eu curtir ele na minha cozinha.
Até cozinhávamos juntos e nos divertíamos.
Preciso confessar que a gente brincava com piadas de duplo sentido.
Muitas vezes ele me provocava, e eu provocava ele também.
Era só uma brincadeira entre nós dois e isso tava bem claro. Pelo menos a gente levava assim.
A brincadeira ficava cada vez mais ousada.
Com minhas saias curtas, percebi várias vezes como ele me olhava e, às vezes, sentia um toque ou uma encostada inocente.
Eram dias quentes e nós três andávamos com pouca roupa. E ninguém se importava.
Aí ele aproveitava pra ver mais de mim.
Me dava um tesão danado ver como ele ficava besta quando via minha bunda ou meus peitos. Sabia que era um jogo perigoso, mas tava segura — ele era um moleque e meu marido sempre tava em casa.
Aquele joguinho de sedução com o guri. Me excitava pra caralho.
Se eu não transava com meu marido, tinha meu brinquedo pra me acalmar e não fazer loucura.
Não era só eu que ele olhava — muitas vezes vi meu sobrinho escondendo algo que já me dava curiosidade.
Não importava o que vestisse, sempre dava pra notar um volume interessante.
Ele era uma companhia gostosa pra mim. Mas o volume dele me deixava cada vez mais curiosa.
Enquanto eles seguiam a rotina de trabalho, eu seguia a minha de me masturbar e cuidar da casa.
Depois de duas semanas de viagens curtas, chegou o dia que meu marido tanto esperava.
Uma viagem que ia deixá-lo longe de casa por uma semana.
Preparei a mala e tudo que ele precisava. Eram 4 da tarde, o Nacho chegou antes pra se despedir.
Meu marido subiu no caminhão com a carga e disse:
Carlos: — Então, moleque, cuida do trampo.
Se comporta e cuida da casa e da sua tia.
Nos vemos semana que vem.
A gente se despediu e ele foi embora feliz.
Tomamos uns mates e conversamos um pouco.
O calor tava insuportável. A noite chegou e fomos dormir como sempre.
Na manhã seguinte, encontro
Ao sair do meu quarto, o Nacho dormindo no sofá, era a primeira vez que eu via ele com pouca roupa.
Passou a noite toda dormindo no sofá.
Deitado no sofá com o torso nu e suado.Sem ver o rosto, parecia um macho que toda mulher queria tocar e beijar.
Mas não dava pra evitar ver o volume que se destacava por baixo do short esportivo dele.
Como se tivesse tentada pelo demônio, olhei com olhos maliciosos pela primeira vez pro meu sobrinho.
Uma sensação estranha percorreu meu corpo.
Deixei ele dormir mais um pouco e fui sem fazer barulho pra cozinha. Preparei uns mates e liguei a TV.
Enquanto preparava umas torradas.
Meu sobrinho chegou e me deu um beijo quase na comissura dos meus lábios.
Foi algo casual, ele meio dormindo e eu distraída.
Café da manhã e ele começou a conversar comigo.
Enquanto se troca pra trabalhar.
Teresa: Nossa, coração. Você tá morto, dormiu bem?
Nacho: Dormi um pouco, acabei dormindo na sala.
No quarto não dava pra ficar...
Teresa: Pois é, te vi dormindo, coração, na sala.
Ainda bem que seu tio colocou ar condicionado na sala e no quarto.
Nacho: Foi uma baita diferença.
Bom, tia, vou trabalhar, umas 4 horas volto.
Teresa: Ok, coração, se cuida e bebe muita água.
Nos despedimos e ele foi embora.
Eu continuei com minha rotina e fiz as compras.
Tomei um banho.
Como tava sozinha, fiquei só de roupa íntima.
Comecei a limpar a casa com música alta, como sempre.
Concentrada no que tava fazendo e com o som alto, não percebi que do outro lado da sala
meu sobrinho tava me olhando.
Os olhos dele percorriam minha bunda e minhas partes íntimas, só cobertas pela minha calcinha fio dental. Quando me dei conta, levei um susto.
Ele tentou disfarçar, mas o volume dele estava bem marcado.
Nacho: Desculpa, tia, te assustei?
Seu Davi nos deu permissão pra sair mais cedo. Tá muito calor na oficina, não te incomoda, né?
Teresa: Não se preocupa, é que eu te esperava mais tarde.
Vou me trocar, tô de roupa íntima.
Imagino o calor que tá lá.
Enquanto me troco, separo sua roupa e deixo na cama. Vai tomar um banho tranquilo. Deixa a roupa no cesto que depois eu lavo.
Nacho: Tia, com esse calor, fica assim mesmo.
Pra mim não tem problema... Até parece uma malha, de boa.
Valeu, vou tomar banho e preparar algo pra comer.
Eu vesti um vestido e separei a roupa dele.
Quando ele saiu do banho, a roupa já tava pronta na ponta da cama, como sempre faço com meu marido.
Sempre fui assim com meus filhos também.
Quando ele saiu, me disse:
Nacho: Tia, que tal uma salada e uns peitos de frango?
Sim... O que você quiser, meu bem. Respondi enquanto ia pro banheiro limpar.
Fui ao banheiro, tava tudo seco e limpo.
Coisa que o tio dele e nem meus filhos nunca fizeram.
Até lavou a cueca dele e pendurou no chuveiro.
Me surpreendeu e fui ajudá-lo na cozinha.
Teresa: Ah... Nachito, limpou o banheiro?
Não precisava, você vem cansado do trabalho.
Nacho: Tia, eu sempre faço isso, o problema é que o tio não... por isso não dá pra notar, hahaha.
É o mínimo que posso fazer, saí do chuveiro e já tinha roupa pronta.
Você levou a sério o que o tio me disse?
Teresa: Sabe que não precisa fazer nada.
Em que posso ajudar?
O que ele disse?
Nacho: Em nada, tia, você já limpou a casa toda. É o mínimo que posso fazer.
Que na ausência dele, eu era o homem da casa.
Mas o título é grande demais pra mim.
Teresa: Eu, homem, não posso ser, hahaha.
Então é melhor você ocupar esse lugar.
Mas gosto que você seja mais caprichoso que seu tio.
Coloquei uma toalha na mesa do fundo e comemos.
Conversamos e nos divertimos. Muito.
Ao me ver acalorada, ele insistiu de novo.
Tia, por que você não coloca um biquíni? — ele me disse.
No começo, eu disse que não. Que tava de boa, mas conforme a tarde passava, eu não aguentava mais de calor e coloquei um biquíni.
A gente viu TV e passou a tarde assim.
Ele me olhava e eu sentia o desejo dele.
As aproximações dele e o jeito fofo que ele tinha.
A gente brincava com piadas de duplo sentido, como sempre, e aquele jogo de olhares.
Pela inocência dele, tentei me controlar.
À noite,
a gente comeu fora de novo.
Um documentário que a gente sempre via começou, e a gente adorava. Mas tava quente demais pra ficar na cozinha.
Pra não perder, tive a ideia de ver no quarto, onde tem o ar-condicionado.
A gente viu o documentário os dois deitados na cama.
Até que o coitado dormiu.
Me deu pena acordar ele e deixar ele dormir desconfortável no sofá.
Então deixei ele dormir comigo.
Enquanto ele dormia, eu não conseguia.
Olhei TV por mais um tempo pra ver se pegava no sono.
Eu via ele dormindo, e de repente ele virou e dormiu em cima do meu peito.
Coitado do meu menino, tava cansado mesmo. Adormeci acariciando a cabeça dele e sentindo a respiração dele no meu peito.
Foi assim que peguei no sono.
No meio da noite, alguma coisa me acordou.
O pau duro dele tava enfiado na minha bunda.
Não falei nada, só fiquei de olho pra ver se ele tava dormindo.
Ele tava dormindo profundamente, enquanto eu não aguentei a tentação.
Sem acordar ele, brinquei um pouco pra sentir ele.
Sentir uma rola dura nas minhas nádegas tava me deixando muito excitada. Meu rabão imenso se esfregava na rola dura do meu sobrinho pequeno.
Minha buceta ficava molhada, mostrando que pra ela não existia parentesco e que queria provar aquela dureza jovem.
Minha sanidade falou mais alto e eu me afastei.
Tava com vontade de foder, mas não podia usar meu brinquedo com ele do meu lado.
Dormi super tesuda, esperando chegar a manhã e, quando ele fosse embora, me vingar com meu consolo por horas.
Quando amanheceu, acordei e não acreditei no que via.
Ele dormia profundamente de barriga pra cima.
Era algo que eu não esperava.
O lençol se levantava, formando uma barraca linda.
Não saía do meu espanto, meu sobrinho pequeno tava com o pau totalmente duro e, pelo que dava pra ver, pra fora da calça.Por cima do lençol, eu passei a mão e acariciei.
O pau dele duro me tentava demais, mas não tive coragem e levantei pra fazer o café da manhã.
Já na cozinha, ele se levantou e me cumprimentou como sempre.
Enquanto se preparava pra ir trabalhar, o volume dele tava normal.
Nacho: Oi, tia, como cê amanheceu?
Eu dormi demais ontem, valeu.
Teresa: Amanheci muito bem.
É, coração, cê tava bem cansadinho, fico feliz que tenha descansado.
Bem na hora que ele se prepara pra sair, o telefone toca.
Gritei da cozinha: Atende, coração?
Sim, tia, eu atendo... ele respondeu, e eu ouvi ele falar e depois desligar.
Ele chegou na cozinha.
Teresa: Quem era, coração...?
Nacho: Meu chefe, tia, hoje não tem trabalho.
Por causa do calor e tem queda de energia.
Teresa: Ah, que bom... espero que não corte a luz aqui.
Bom, aproveita pra descansar, coração.
Nacho: Não... descansar?
Com o bem que eu dormi, já não consigo descansar mais.
Em que posso ajudar, tia?
O que um homem da casa faria?
Teresa: Kkkkk... A verdade é que não sei.
Seu tio não faz nada...
Mas não sei, o que cê quer fazer?
Nacho: Não sei. Tem alguma coisa quebrada que eu possa arrumar?
Ou algo que um homem possa fazer pra deixar a mulher da casa feliz?
Teresa: Quebrada? Não, coração.
Não me vem nada na cabeça que cê possa arrumar.
Com essa atitude, com certeza seria um bom marido.
Ele ficou do meu lado com o pano de prato na mão.
Me disse:
Nacho: Enquanto penso no que fazer, vou te ajudar.
Eu lavava e ele secava.
Agradecida pela ajuda, eu indicava onde guardar as coisas.
Mas ao mesmo tempo sentia as esbarradas dele quando guardava as coisas no armário.
Me fazia de boba, mas sentia.
Não sabia como agir ou o que dizer.
Era como um jogo dos dois, de fazer sem passar do limite.
Mas pra minha surpresa, ele levantou a camisola e começou a passar a mão na minha bunda, encostando o volume dele em mim.
A mão dele acariciava minha bunda e brincava com minha calcinha fio dental. Surpresa, falei:
Teresa: Que isso, menino, tá maluco?
Não seja sem noção, cê quer o quê?...
Sou sua tia...
Nacho: Sou o homem da casa e imagino que é isso que vocês fazem, não é?
Como não acariciar essa sua bunda linda e enorme?...
Teresa: Não, Nacho, chega, isso não é brincadeira...
Não me toca e vai fazer outra coisa.
Você é um menino e meu sobrinho...
Seu tio vai nos matar.
Ele me virou com força, me deixando gelada.
Não pensei que ele tivesse tanta força.
Pegou minha mão e disse:
Nacho: Vamos, tia, eu pareço um menino pra você?
Além disso, meu tio não está aqui.
Enquanto pegava o pacotão dele, ele segurou minha mão e a levou até ele. Claro que eu resisti, tentei argumentar e ameacei pra ele não passar do limite.
Mas ele conseguiu levar minha mão até aquele volume dele.
Minha mão ficou no volume dele enquanto ele fazia eu acariciar. Conseguia sentir de novo o pauzão enorme dele.
Passei a mão do jeito que ele queria, dando um gostinho pra ele.
Mas fiquei séria e resolvi cortar, tirando minha mão.
Virei as costas e falei que chega.
Era uma loucura e era melhor parar com isso.
Teresa: Nacho, chega, não quero passar por isso.
Já te falei que não...
Me respeita, sou sua tia...
Dito isso, empurrei ele com suavidade, mas com firmeza, enquanto me afastava de costas.
Ele me pegou pela cintura e me colocou de novo na frente da ilha do café da manhã.
Fiquei entre a ilha e a bancada, com ele atrás de mim.
Tentei me soltar, empurrando com a bunda, e senti o pau duro dele entre minhas nádegas.
Isso amoleceu minhas pernas. Sem perder tempo e me deixando dominada,
ele enfiou a mão por baixo da minha camisola e acariciou um dos meus peitos, deixando ele de fora.
Fiquei muito excitada sentindo a mão dele me acariciando.
Me debatendo com a bunda, sentia ainda mais o pau do meu sobrinho, fazendo eu baixar a guarda.
Quase com um pouco de sanidade, falei pra ele parar.
Minha voz, quase orgásmica, dizia que não, mas minha boca beijou ele.
Não acreditava no que ele tava fazendo. Já não conseguia mais que ele se afastasse, só ficava quietinha, curtindo os beijos dele.
Sentir o pau dele entre minhas nádegas e as mãos dele tocando meus peitos me deixou louca.
Minha buceta ficava molhada e minha sanidade foi embora.
Ele beijava e tocava muito bem, dava pra ver que tinha experiência, apesar da idade.
Ele aproveitou meu estado e não perdeu tempo.
Ajoelhou atrás de mim, percorrendo minhas costas com beijos, me fazendo delirar.
Quando chegou na minha bunda, beijou minhas nádegas e, com toda delicadeza, levantou minha camisola e, de um puxão, baixou e tirou minha calcinha fio dental.
A língua dele percorreu toda a minha rachinha molhada.
A língua dele foi se abrindo caminho e entrou devagarinho na minha buceta.
Ele lambia e chupava minha buceta como um verdadeiro expert.
Eu fiquei deitada na bancada, aproveitando aquela chupada tão gostosa.
Suspiros de prazer e gozo saíam da minha boca. Era maravilhoso chupando, e com a língua e os dedos dele me faziam estremecer.
Não só se dedicou à minha buceta, mas também me estimulava a bunda, chupando e metendo a língua.
Não podia acreditar que aquele moleque conseguia fazer aquilo.
Parecia ler minha mente.
Teresa: Ufs... Deus... Neném...
Não seja mau, você tá me deixando louca...
Por favor, para... você vai me fazer gozar...
Ai... Deus... ui... não aguento...
Ha... Ah... Ai...
Tive um orgasmo como há muito tempo não tinha, enquanto ele me chupava e me comia com os dedos.
Nacho: Mmm... adoro seu sabor, tia...
usa a palavra: buceta é a melhor coisa que já provei na vida... Mmm...
Quero te comer... Mmm...
Me despi em segundos, quase nem percebi.
Ainda nas nuvens por causa daquele orgasmo do caralho.
Feito uma puta, me virei e ele só estava de calça.
Decidi ajudar e me ajoelhei.
Abri a cueca e a calça dele com muita paciência.
O pau dele saiu duro, ereto, na altura do meu rosto.
Fiquei pasmo quando vi, era mais larga e comprida que meu brinquedo. Com uns 6,5 cm de largura e uns incríveis 18 cm de comprimento.
Deixava meu brinquedo no chinelo, sem falar no meu marido.
Daquele pica lindo, a cabeça enorme em formato de cogumelo se destacava, e o tronco grosso cheio de veias. Fazia dela uma rola maravilhosa.
Sem dúvida, deixei ela brilhando de tanto lamber e beijar.
Ele gemia e curtia cada segundo.
Abri minha boca e comecei a chupar ela.
Sempre fantasiei com isso, mas nunca pensei que meu amante seria meu próprio sobrinho. Sempre quis um amante, mas isso era o melhor.
Nacho: Mmm... tia, que boquete gostoso, que sorte que meu tio tem... Mmm...
Ela deve te deixar assim o dia inteiro...
Teresa: Mmm... Seu pau é uma delícia e grande como sempre quis provar... Mmm...
Não me chama de tia... me faz sentir uma puta...
Nacho: Não se sinta assim... eu amo a sacanagem de falar isso...
Você é minha tia e eu te amo... E também quero que você seja minha puta...
Teresa: Mmm... não fala mais e me fode, gostoso...
Tô muito tesuda...
Eu levantei e ele me virou...
me colocou quase de quatro, eu esperava que ele me levasse pra cama.
Mas sem hesitar, ele meteu.
O pau dele entrou bem justinho e eu senti aquela sensação maravilhosa de ter a buceta toda preenchida.
Um suspiro de satisfação escapou da minha boca.
Mas adorei que ele perguntou se eu tava bem.
enquanto o pau dele me preenchia.
Ele me comia bem devagar, mas eu pedia mais até ele começar a me foder num ritmo sensacional.
Eu, louca de prazer, tava adorando e sentindo toda a energia dele que fazia minhas tetas balançarem.Nacho: Mmm... Sua buceta é bem pequenininha, gosto muito dela...
Tô sentindo você tão gostoso, Mmmm...
Teresa: Nem me fala, eu tô sentindo você ainda mais, coração...
Ufs... Nunca tive uma pica igual à sua dentro de mim...
Nossa conversinha foi interrompida por um orgasmo que me fez explodir como nunca.
Pedi pra ele parar, ele achou que eu precisava descansar.
Mas pra surpresa dele, peguei na mão dele e pedi pra irmos pro meu quarto.
Uma vez lá, pedi pra ele deitar, subi em cima e montei bem devagar.
Meu corpo cavalgava na pica dele, primeiro suave e depois mais forte.
Só parando pra enfiar bem no fundo e sentindo muito prazer.
Não me importava com nada, meu sobrinho era aquele amante que eu sempre sonhei.
Eu montei de mil jeitos diferentes, pedindo pra ele só me aguentar. Enquanto ele me acariciava.
Tava com medo de quebrar ele, mas tava tão tesuda que só pensava em aproveitar ao máximo.
Ele aguentava, como minha buceta devorava ele e meu ritmo.
Ele mostrava que tinha experiência comendo gostoso, coisa que eu amava.
Não saía do meu espanto com ele.
Já que meu marido já tinha brochado no começo.
Comia sem parar, buscando um orgasmo e falando "esse é o último", mas depois procurava outro.
Já tinha perdido a conta de quantos tive e da minha sanidade ao mesmo tempo.
Nacho: Ah... ui... Mmm... Tia, já não aguento mais, quero gozar...
Ufs... Você é uma máquina de foder, sabia?...
Teresa: Não faz tanto tempo que não te fodo tanto e tão bem...
Ah... coração, só aguenta mais um pouco, seu tio não me come há muito tempo como você.
Se aguentar, tenho uma surpresa pra você.
Mmm... Você me deixa muito puta...
Sem reclamar, ele aguentou mais um pouco.
Até que eu tirei ele da buceta e enfiei no cu.
Devagarzinho, fui me empalando com a pica jovem e poderosa dele.
Minha bunda se abria e eu sentia ele entrando.
Mas o melhor é a dor e aquela sensação que eu tanto gosto.
Nacho: Mmm... Sim, tia, que surpresa gostosa... Mmm...
Que bundinha apertada e deliciosa... Ufs...
Vou tentar aguentar mais um pouco pra nós dois aproveitarmos... Mmm...
Teresa: Sim, coração, adoro sua pica no meu cu...
Amo como entra tão justinho...
Vou meter mais forte...
Sim... ufs... ai... ha... ha... ha...
Fiquei um tempão cavalgando aquela rola longa e grossa com minha buceta, aberta e dolorida. Ele aguentava, sei lá como.
Nacho: Ai... tia, mete forte... mais forte... Mmmm...
Mmm... isso, tira toda a porra de mim... uh...
Vou encher você de porra... Ah......
Deus, que rabo lindo, uau.....
Consegui sentir cada espasmo e cada jato quente de porra na minha buceta.
Continuei montando ele sem tirar os olhos do rosto dele, vendo ele curtir a minha.
O peito dele ofegava, a boca dele arfava.
Até ele perder completamente a dureza.
Quando não aguentou mais, tive pena e me levantei.
Uma quantidade imensa de porra escorria do meu cu aberto. Me deitei ao lado dele, exaustos e suados.
Ele me contou, enquanto recuperávamos nossas energias:
tinha estreado com uma vizinha, e ela era até mais velha que eu.
Que foi por anos sua amante e ele aprendeu a foder assim, por causa dela.
Mas que depois ela o largou, sem dar explicação.
Tentando esquecê-la e se afastar dela, aceitou a oferta do meu marido.
Mas nunca imaginou que eu fosse uma mulher que o enlouquecesse.
Amo o tio, mas tia, estou apaixonado por você desde que te vi.
Por isso me comportei assim.
Teresa: Ai, meu amor... obrigada pelas coisas lindas que você me diz.
Mas você é novo e aquela mulher te fez mal.
Ela te largou e por isso você me diz isso.
Mas não posso ser como ela para você e não quero te machucar como ela.
Nacho: Não sei, você não me machucaria.
Eu gostava e curtia estar com ela.
Mas com você é diferente.
Ele me beijou e me surpreendeu.
Enquanto pensava: deveria odiá-la por machucá-lo e usá-lo como fez, mas ao mesmo tempo parabenizo aquela senhora por ter conseguido criar esse grande amante feito sob medida para mim.
Com a ausência do meu marido, não consegui parar.
Ele se tornou meu amante e eu o amei como ele me amou.
Sim, me apaixonei pelo meu sobrinho.
Minha vida mudou desde aquele momento; me sentia uma adolescente como ele.
Não conseguia me desgrudar dele, pensava nele o tempo todo.
Ele não só tomou conta do meu corpo, mas também da minha mente e do meu coração.
Talvez pareça boba, mas voltei a sentir aquelas borboletas no estômago que tanto falam.
A gente se beijava a todo momento.
Começava bem doce e eu adorava como me fazia sentir, e bem devagar com suas carícias me esquentava até eu perder a cabeça. Eu gostava do jeito que ele me levava pra cama, com beijos e carícias até chegar lá. Onde me despia e chupava cada parte do meu corpo.
Era muito doce, não perdendo nenhum detalhe. Sabia como me fazer sentir bem e como aproveitar.
Mas também amava quando me comia com toda a energia dele.
Aquele sexo selvagem que me fazia sentir uma puta.
Nunca minha cama tinha aguentado tanto maltrato, batendo o encosto na parede e gemendo como nunca.
Minhas fantasias eram muito parecidas com as que a senhora curtia com meu jovem amante. Como ela, começamos a foder em todos os cantos da casa.
Algo que sempre pedi pro meu marido e ele nunca quis.
Andávamos pelados e aproveitando o sexo.
Provei o gozo dele não só no cu. Mas também na minha buceta, algo que eu adorava, e com minhas trompas amarradas não tinha risco.
Amava gozar onde queria e eu feliz em dar os gostos pra ele.
Ele não precisava pedir nada.Quem pedia era eu.
Sempre me vinha alguma ideia. Tentando que ele não se entediasse.
Amava quando ele enfiava na minha buceta, tirava e enfiava no cu e repetia.
Isso me deixava louca e ele adorava.
Algo que sempre quis experimentar e nunca tive coragem de pedir pra ninguém. Era provar sêmen.
Mas não queria pedir porque, pelo que me contaram, a senhora não gostava.
Só que a verdade é que eu morria de vontade.
Um dia, enquanto ele me comia e antes que pedisse pra gozar.
Criei coragem e pedi.
Me ajoelhei e chupei ele até ele gozar.
Ele adorou, e eu sem saber que ele sempre quis fazer isso.
Ele era muito leiteiro, não só encheu minha boca, mas também meu rosto com seu sêmen gostoso e grosso.
O esperma grosso e branco dele espalhado na minha cara e boca foi algo que sempre quis experimentar, igual nos pornôs que já vi.O cheiro no meu nariz não se comparava ao gosto.
Era meio viscoso, mas aquele gosto tão peculiar me agradou.
Saboreei e descobri que é muito mais gostoso quentinho, saindo direto da pica, do que pegando do meu rosto e dos meus peitos.
A senhora enlouqueceu e machucou meu sobrinho, não tinha chance comigo e logo caiu no esquecimento.
Sendo a melhor pra ele, não só me amava, como também não conseguia ficar longe de mim.
A gente se sentia uma falta danada quando ele trabalhava.
Aproveitávamos o sexo como nunca, quando estávamos em casa.
Naqueles dias, fomos descuidados.
Não éramos só namorados dentro de casa, nos comportávamos assim em todo lugar.
Nem pensávamos que pudesse acabar.
Saíamos pra comprar ou passear de mãos dadas ou abraçados, sem nos importar com nada.
A juventude dele e a vontade dele me surpreendiam.
Sempre com a pica dura, não era raro ele me comer toda hora e onde me encontrasse.
Ele se aproximava com beijos e carícias e, quando eu tava a fim, metia a pica.
Fazendo até o banheiro ser um lugar bom pra gente se amar.
Amava quando, enquanto eu tomava banho, ele aparecia com o pau duro e pedia pra eu dar um jeito. Claro, como negar?
A gente se ensaboava e se beijava pra foder de novo enquanto a água escorria pelo corpo.
O sexo no chuveiro era gratificante e nos refrescava, e os ecos dos meus gritos de prazer soavam como um coro. Igualzinho ao choque dos nossos corpos.Assim passávamos 5 dias cheios de sexo e prazer.
Só nos restavam dois dias assim antes do meu marido chegar.
Na noite do dia 5,
meu sobrinho me comia bem gostoso.
Eu, mais puta do que nunca, gritava igual uma louca.
Teresa: Ai... amor, como eu te amo....
Que pau gostoso você tem, sim.... Me come bem forte....
Só você sabe fazer assim comigo.... Mmmm...
Ufs... Que delícia de transa....
Nacho: Também te amo, tia....
Como eu adoro te comer....
Quando você quiser, enfio no seu cu....
Mmm... sei que você gosta....
Teresa: Sim... me come o cu, amor....
Adoro que você me coma toda....
Entre o barulho da cama e as coisas que a gente falava, não ouvimos a porta.
Nem que meu marido entrou e estava na porta ouvindo tudo.
Enquanto meu sobrinho me penetrava, virei a cabeça e vi pelo vidro de um quadro. Meu marido parado na porta, segurando a cabeça, sem acreditar no que via.
Fiquei dura, paralisada.
Meu sobrinho viu, tirou o pau e, num pulo, vestiu a calça e disse:
Nacho: Tio... desculpa, eu posso explicar...
Por favor, não fica bolado.
Eu fiz o mesmo, me cobrindo com o lençol.
Tentei falar alguma coisa, mas não saiu nada. Nada.
Meu marido olhou pra gente com cara de ódio, só virou as costas e foi pra cozinha.
Me troquei e mandei meu sobrinho ir pro quarto dele.
Fui pra cozinha e tentei conversar com ele.
Ele me xingou, com razão, enquanto eu tentava explicar o inexplicável.
Pegou a bolsa, umas roupas e foi embora.
No dia seguinte, meu sobrinho disse que ele falaria com o tio.
Falou pra eu ficar tranquila, que ele assumiria a responsabilidade por tudo.
Juntou as coisas dele e foi trabalhar.
Eu fiquei sozinha, triste pelos meus erros.
Me senti um lixo. Dolorida por perder meu marido desse jeito e por perder meu namorado.
Passei dois dias sozinha, sem saber nada dos dois.
Esperando uma ligação ou mensagem pra saber.
No terceiro dia, meu marido voltou pra casa. Conversamos muito e ele entendeu o que aconteceu.
Embora nunca tenha me perdoado, voltamos a morar juntos.
Foram meses de merda.
Meu sobrinho arrumou outro emprego em outra cidade.
Eles nunca mais se falaram.
Nas costas do meu marido, continuei falando com meu sobrinho.
Era tanta a atração e o amor que eu sentia por ele e ele por mim,
que um dia fui vê-lo e a gente transou de novo.
Mas, quando voltei pra casa, peguei umas coisas e fui embora.
E nunca mais voltei.
Foi difícil no começo, mas não me arrependo de nada.
Por isso amo tanto meu sobrinho.
------Fim------
PS: Espero que vocês tenham gostado desse post.
Pra eu melhorar e publicar mais, espero seus comentários.
Vêm mais histórias com vocês. Desde já, muito obrigado.
Att: Maury-solo-yo.

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