(HISTÓRIA ALTERNATIVA) Depois de tudo que rolou na minha nova escola, até que me virei bem. O psicólogo não adiantou nada, e eu só ficava me perguntando: qual é o problema se é tão gostoso assim? Então comecei a trocar ideia com uns velhos tarados. Voltando pra minha família, minha prima, quando percebeu o que tinha acontecido, ficou mais grudada em mim, me mostrava uns vídeos e foi assim que entrei de cabeça no mundo do pornô. Eu mesma ficava procurando vídeos, eram lindos, até que vi duas mulheres transando. Fiquei louca naquilo e não parava mais de me masturbar.
Lembro que a gente se tratava como namoradas e era sério, eu amava ela, respeitava e tava sempre do lado dela, e ela de mim. Mesmo sendo primas, a gente fez uma promessa de sempre ter um relacionamento amoroso, de brincadeira virou verdade e, entre tantas coisas, minha primeira relação sexual lésbica aconteceu.
Ela me encurralou, me despiu e depois a gente se apalpou até cair no sono.
Passaram-se 3 anos. Nesses três anos, nunca mais soube do meu professor; achei que ele ainda estivesse na cadeia. Além disso, continuei transando com minha prima, e a gente até fantasiava em meter mais gente no meio. Uma semana antes de sair de férias e do terceiro ano do ensino médio, um garoto me mandou mensagem. Era alguém da minha escola anterior, onde aconteceu o incidente. Depois de um monte de conversa, descobri que ele era filho do meu professor. Ele me chamou pra dizer que o pai tinha acabado de sair da prisão e que iam se mudar pra perto da minha casa. Fiquei realmente animada, aquele tesão voltou a percorrer meu corpo e resolvi contar pra minha prima. Os dias passaram e finalmente era sexta-feira, o último dia de aula. Minha prima sabia que eu tava eufórica e, como era o último dia, ela sugeriu que eu fosse sem calcinha pra festa de formatura. Achei essa ideia incrível.
Já na festa, um cara alto e moreno chegou perto de mim, era o filho do meu professor. Ele e os amigos dele tinham se infiltrado na festa. Resolvi ficar com eles. Quando chegou a hora de comer, tive que ir ao banheiro... não aguentava mais o tesão. Quando voltei pra mesa e terminei de comer, esqueci completamente de tudo. Só tenho uma lembrança meio borrada e, quando me dei conta, tava pelada e molhada, num quarto branco. Foi aí que apareceu o filho do meu professor.
Não sabia o que tava rolando, ainda tava tonta, meu corpo todo excitado. O filho do meu professor me beijou e depois abriu minhas pernas pra meter tudo de uma vez, o pau dele era enorme. Tentei resistir, mas não consegui, minha buceta tava muito apertada e o pau dele era largo demais, ele empurrava até o fundo da minha buceta.
Depois que liguei a tela do quarto e apareceu o vídeo do meu professor, entre gemidos e investidas, tive meu primeiro orgasmo.
O filho do meu professor percebeu que eu tava excitada demais vendo a gravação e me ajustou numa posição melhor. Agora eu sentia a virilha dele quicando na minha bunda e as bolas batendo no meu clitóris, e como cereja do bolo, o pau dele penetrava mais fundo. Só lembrava da vez que meu professor tava abusando de mim.
Era uma lembrança linda. Lembro de ter passado a noite inteira na cama do filho do meu professor, tinha centenas de chamadas perdidas. Raramente eu estava tão despreocupada, saí do quarto só de calcinha esperando encontrar meu professor.
Lá estava ele, com o pau pra fora e, como a putinha obediente que sou, fui lembrá-lo do passado.
Senti falta do pau dele, das mãos ásperas, guardei essa tesão por anos e agora não era só a putinha dele, mas também do filho. E a partir daquele dia, ia na casa dele toda tarde, cada dia com uma roupa de puta diferente.
Sempre esperando pelo meu primeiro amante
Sempre curtindo, minha prima, minha namorada sempre ficava fascinada com as histórias que eu contava até que ela decidiu entrar na brincadeira.
Agora eu me sentia mais livre, até minha tia fez as pazes com meu professor. Assim ele vinha mais em casa e eu podia sair mais com ele.
Agora não só a gente transava na casa do meu professor, mas também na minha.
Essa conexão se fortaleceu até hoje... E atualmente meu professor deixou de ser meu amante.
Sempre fortalecíamos mais o nosso vínculo e agora sou parte do dia a dia dele, da família dele. Ele, o filho mais velho que tem a minha idade e os irmãos mais novos, que têm só uns doze anos ou menos, me querem como mãe. E graças a mim, agora a família é nudista e despreocupada igual à minha.
Agora moro com eles. No total, são 7 homens e eu, a única mulher, realizando os desejos sexuais da minha nova família...
Lembro que a gente se tratava como namoradas e era sério, eu amava ela, respeitava e tava sempre do lado dela, e ela de mim. Mesmo sendo primas, a gente fez uma promessa de sempre ter um relacionamento amoroso, de brincadeira virou verdade e, entre tantas coisas, minha primeira relação sexual lésbica aconteceu.
Ela me encurralou, me despiu e depois a gente se apalpou até cair no sono.
Passaram-se 3 anos. Nesses três anos, nunca mais soube do meu professor; achei que ele ainda estivesse na cadeia. Além disso, continuei transando com minha prima, e a gente até fantasiava em meter mais gente no meio. Uma semana antes de sair de férias e do terceiro ano do ensino médio, um garoto me mandou mensagem. Era alguém da minha escola anterior, onde aconteceu o incidente. Depois de um monte de conversa, descobri que ele era filho do meu professor. Ele me chamou pra dizer que o pai tinha acabado de sair da prisão e que iam se mudar pra perto da minha casa. Fiquei realmente animada, aquele tesão voltou a percorrer meu corpo e resolvi contar pra minha prima. Os dias passaram e finalmente era sexta-feira, o último dia de aula. Minha prima sabia que eu tava eufórica e, como era o último dia, ela sugeriu que eu fosse sem calcinha pra festa de formatura. Achei essa ideia incrível.
Já na festa, um cara alto e moreno chegou perto de mim, era o filho do meu professor. Ele e os amigos dele tinham se infiltrado na festa. Resolvi ficar com eles. Quando chegou a hora de comer, tive que ir ao banheiro... não aguentava mais o tesão. Quando voltei pra mesa e terminei de comer, esqueci completamente de tudo. Só tenho uma lembrança meio borrada e, quando me dei conta, tava pelada e molhada, num quarto branco. Foi aí que apareceu o filho do meu professor.
Não sabia o que tava rolando, ainda tava tonta, meu corpo todo excitado. O filho do meu professor me beijou e depois abriu minhas pernas pra meter tudo de uma vez, o pau dele era enorme. Tentei resistir, mas não consegui, minha buceta tava muito apertada e o pau dele era largo demais, ele empurrava até o fundo da minha buceta.
Depois que liguei a tela do quarto e apareceu o vídeo do meu professor, entre gemidos e investidas, tive meu primeiro orgasmo.
O filho do meu professor percebeu que eu tava excitada demais vendo a gravação e me ajustou numa posição melhor. Agora eu sentia a virilha dele quicando na minha bunda e as bolas batendo no meu clitóris, e como cereja do bolo, o pau dele penetrava mais fundo. Só lembrava da vez que meu professor tava abusando de mim.
Era uma lembrança linda. Lembro de ter passado a noite inteira na cama do filho do meu professor, tinha centenas de chamadas perdidas. Raramente eu estava tão despreocupada, saí do quarto só de calcinha esperando encontrar meu professor.
Lá estava ele, com o pau pra fora e, como a putinha obediente que sou, fui lembrá-lo do passado.
Senti falta do pau dele, das mãos ásperas, guardei essa tesão por anos e agora não era só a putinha dele, mas também do filho. E a partir daquele dia, ia na casa dele toda tarde, cada dia com uma roupa de puta diferente.
Sempre esperando pelo meu primeiro amante
Sempre curtindo, minha prima, minha namorada sempre ficava fascinada com as histórias que eu contava até que ela decidiu entrar na brincadeira.
Agora eu me sentia mais livre, até minha tia fez as pazes com meu professor. Assim ele vinha mais em casa e eu podia sair mais com ele.
Agora não só a gente transava na casa do meu professor, mas também na minha.
Essa conexão se fortaleceu até hoje... E atualmente meu professor deixou de ser meu amante. Sempre fortalecíamos mais o nosso vínculo e agora sou parte do dia a dia dele, da família dele. Ele, o filho mais velho que tem a minha idade e os irmãos mais novos, que têm só uns doze anos ou menos, me querem como mãe. E graças a mim, agora a família é nudista e despreocupada igual à minha.
Agora moro com eles. No total, são 7 homens e eu, a única mulher, realizando os desejos sexuais da minha nova família...
1 comentários - Minha introdução ao sexo, pt 2 (história alternativa)