Desde que meus pais se divorciaram, minha irmã e eu achávamos que tudo ia mudar, mas não foi bem assim. Papai e mamãe se separaram numa boa, sem briga, cada um seguiu seu rumo, algo que a gente não esperava. Até que, com o tempo, uma parada doentia aconteceu. Eu me dediquei mais a trabalhar do que a estudar, pra juntar grana pros meus gastos e os da casa, feito um pai de família. Só minha irmã Vanesa que tinha que estudar. De segunda a sábado, o trampo me consumia das 8h às 18h, mas eu adorava chegar tarde em casa, e domingo nem se fala, era pra descansar. Assim, eu não passava tempo em casa. Até que um dia eu caí de cama com dengue, e aí algo rolou. No primeiro dia de cama, minha irmã vivia indo no meu quarto ver se eu precisava de algo ou se ia continuar dormindo — claro que ia continuar dormindo. "Que gentil", eu pensava. Só que no terceiro dia, de madrugada, não aguentei a vontade de ir ao banheiro. Indo lá, caminhando devagar pelo corredor por causa da dor no corpo, ouvi risadas e barulhos vindo do quarto do papai. Tava com tanta pressa que ignorei. De manhã, quando minha irmã entrou pra ver como eu tava, perguntei: — Ei, Vane, conseguiu dormir ontem com o auê que o papai tava fazendo no quarto? — N... não, que auê? — respondeu ela, meio com medo e vermelha. Ignorei a cara dela e falei: — Tinha um barulho, mas ignorei, tive que ir ao banheiro. Que barulhos? O que você ouviu, hein? — perguntou ela com a voz alta. — Não sei, juro, ignorei — respondi. — Tá bem, maninho, vou pra escola. Peguei um dinheiro emprestado contigo — disse ela, saindo do quarto.
Vanesa, 21 anos. Durante o jantar, minha irmã ficou muito grudada no papai, a ponto de ele me perguntar como eu me sentia, se já podia me revelar brincando ou se continuaria dormindo como um velho. "Podem zoar, mas esse mal-estar tá me acabando, só quero descansar", respondi. "Se é o que você quer, não vou te incomodar hoje à noite, filho." "Nem eu", ela respondeu. Mais tarde, umas 11 da noite, uma luz forte bateu na minha cara. Quando levantei pra fechar a porta, vi o papai de cueca entrando no quarto da minha irmã. Foi tão inesperado que senti o ar faltar, o quarto parecia quente. Falei pra mim mesmo: "Isso deve ser outra coisa, não é nada, Raul. Não é nada, Raul. Vou dormir." Mas a noite inteira não consegui pregar o olho sem imaginar por que caralhos ele entrou no quarto dela. Foi tanta preocupação que, por duas noites seguidas, a mesma cena se repetiu: ele entrando no quarto da minha irmã. O tesão era tão grande que, desde o começo, eu já desconfiava que os dois faziam alguma coisa, mas queria ver com meus próprios olhos. E mais ainda quando peguei minha irmã se trocando no quarto dela. Puta que pariu, que corpaço essa desgraçada tem, falei pra mim mesmo.
Perdoa, não sabia que você tava trocando de roupa, fechei a porta, não, não tem problema, pode entrar — falou a sem-vergonha. "Você não ouviu nada estranho na casa?", perguntou ela. "Pra ser sincero, não, só tô descansando, do resto não sei de nada, por quê?", falei. "Por nada, só queria saber de você. Então, nada. Como vai a sua licença médica?" "Um pouco melhor, mas ainda me sinto cansado", respondi, desviando o olhar sem querer encará-la. "Você não quer olhar pra elas, mano?", ela disse. "Eee, não, não, como assim, jamais, Vane, que porra é essa, já vou, te vejo por aí", saí do quarto vermelho, vermelho de tesão, morrendo de vontade de ver os peitos dela, mas já tinha na cabeça o que queria ver. Só que foi naquela mesma noite, esperando o pai ir pro quarto, que fui espiar pela porta. Pontualmente às 11 da noite, quando ele entrou no quarto, minhas suspeitas foram confirmadas. Consegui ver como Vane e o pai tão transando sem controle. Na frente da porta, pela fresta da fechadura, vi ele com ela de quatro, segurando os braços dela, e ela gemendo de prazer. Vi Vane gemendo pro pai: "Ah, ah, ah, continua assim, cê gosta disso?" "Sim, sim, sim", ela respondia de tesão. A noite inteira os dois foderam sem parar, como ele beijava ela, acariciava os peitos e as pernas, lambia a buceta dela e ela gemia de prazer uma e outra vez, como ela fazia um boquete nele, chupando o pau como se fosse um pirulito, os dois se chamando de amor. Foi tanta satisfação em confirmar minha suspeita que tive que ir pra minha cama bater uma punheta com muito tesão, quase gozei antes de me acabar. E na noite seguinte, os dois repetiram a dose. Toda noite eles gemiam e rangiam a cama, pensando que eu ainda tava dormindo, enquanto eu era espectador de como os dois viravam amantes. "Me dá mais, mais, mais, sim, sim, sim, arromba meu cu", ela gritava. E trocavam de posição, ela montava nele e os peitos dela balançavam, e ela gemia e gemia. Foi assim até eu me sentir melhor e, por uns dias, eles não tiveram aventuras. Até que finalmente criei coragem e falei com minha irmã: "Ei, Vane, cê tem namorado?" Haha. Não, bom, um pretendente da faculdade, mas nada. Por que você tá interessado, por acaso? "Ah, não, por nada", respondi. Na real, a Vane foi sincera comigo, e eu vou ser sincero com qualquer pergunta que você quiser me fazer. Beleza, irmão, o que você quer saber? "Tá comendo o pai?" O quê? Fiquei tão surpresa que até tossi. "Que porra é essa que você tá falando, Raul?" "Bom, só perguntei porque vi vocês." Ela ficou tão vermelha que baixou o olhar. "Não é o que você tá pensando. Ele não me forçou nem nada, só me deixei levar, ou a gente se deixou levar." Aí eu perguntei: "Como aconteceu? Não tô bravo nem nada, só curioso." Ela me contou como foi: que o pai saía de noite pra tomar um ar fresco, que de alguma forma o divórcio tava afetando ele a longo prazo por causa da solidão. Aí eu assumi o papel de mulher e a gente começou a transar. "É a explicação mais absurda que já ouvi, Vane, mas de algum jeito tanto faz o que vocês dois fazem." Aí ela respondeu: "Então posso continuar trepando com ele? Você não vai interferir?" "Não, é mais fácil fingir que tô dormindo, mas não trancam a porta, me deixem ver um pouco do que tô perdendo." "Então, se é assim, irmão, quero te mostrar uma coisa." Ela entrou no quarto, se trocou e saiu assim.
E aí, e aí, que pedo, respondi, era pro pai, mas dá uma olhada primeiro, safado, não me diga que você tá sexy assim, quer fazer? O quê? Ela, - sim, você foi um irmão tão bom que vou deixar você me comer, caramba, você é gostosa, mas não me sinto confortável, falei, então quando quiser é só falar, irmãozinho, eu tava morrendo de vontade de ver chupar os peitos dela, mas sabia que tinha chance de comer ela, talvez não hoje, mas outro dia. Aliás, quer saber por que papai e mamãe se divorciaram? Quando ouvi isso, fiquei gelado, com o sangue fervendo, sem querer acreditar que foi pelo que tô pensando, mas o motivo foi pior, não me diga que foi por aquilo, haha, não, idiota, foi porque mamãe tinha, bem, tem um caso com o vovô. Que porra, então todo mundo aqui é incestuoso, por isso terminaram numa boa pra ninguém saber, mas só você e eu sabemos, respondeu ela piscando o olho, o que me deixou intrigado pra saber por que fez aquela cara. Com o tempo, ficou normal ouvir como a Vane e o papai transavam, enquanto esperava o dia de aceitar o convite de foder com minha irmã. Mas a história da mamãe fica pra outro dia, papai e minha irmã viciados em sexo, e eu seguindo minha vida como antes, sem desejar que ninguém pegue dengue. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Vanesa, 21 anos. Durante o jantar, minha irmã ficou muito grudada no papai, a ponto de ele me perguntar como eu me sentia, se já podia me revelar brincando ou se continuaria dormindo como um velho. "Podem zoar, mas esse mal-estar tá me acabando, só quero descansar", respondi. "Se é o que você quer, não vou te incomodar hoje à noite, filho." "Nem eu", ela respondeu. Mais tarde, umas 11 da noite, uma luz forte bateu na minha cara. Quando levantei pra fechar a porta, vi o papai de cueca entrando no quarto da minha irmã. Foi tão inesperado que senti o ar faltar, o quarto parecia quente. Falei pra mim mesmo: "Isso deve ser outra coisa, não é nada, Raul. Não é nada, Raul. Vou dormir." Mas a noite inteira não consegui pregar o olho sem imaginar por que caralhos ele entrou no quarto dela. Foi tanta preocupação que, por duas noites seguidas, a mesma cena se repetiu: ele entrando no quarto da minha irmã. O tesão era tão grande que, desde o começo, eu já desconfiava que os dois faziam alguma coisa, mas queria ver com meus próprios olhos. E mais ainda quando peguei minha irmã se trocando no quarto dela. Puta que pariu, que corpaço essa desgraçada tem, falei pra mim mesmo.
Perdoa, não sabia que você tava trocando de roupa, fechei a porta, não, não tem problema, pode entrar — falou a sem-vergonha. "Você não ouviu nada estranho na casa?", perguntou ela. "Pra ser sincero, não, só tô descansando, do resto não sei de nada, por quê?", falei. "Por nada, só queria saber de você. Então, nada. Como vai a sua licença médica?" "Um pouco melhor, mas ainda me sinto cansado", respondi, desviando o olhar sem querer encará-la. "Você não quer olhar pra elas, mano?", ela disse. "Eee, não, não, como assim, jamais, Vane, que porra é essa, já vou, te vejo por aí", saí do quarto vermelho, vermelho de tesão, morrendo de vontade de ver os peitos dela, mas já tinha na cabeça o que queria ver. Só que foi naquela mesma noite, esperando o pai ir pro quarto, que fui espiar pela porta. Pontualmente às 11 da noite, quando ele entrou no quarto, minhas suspeitas foram confirmadas. Consegui ver como Vane e o pai tão transando sem controle. Na frente da porta, pela fresta da fechadura, vi ele com ela de quatro, segurando os braços dela, e ela gemendo de prazer. Vi Vane gemendo pro pai: "Ah, ah, ah, continua assim, cê gosta disso?" "Sim, sim, sim", ela respondia de tesão. A noite inteira os dois foderam sem parar, como ele beijava ela, acariciava os peitos e as pernas, lambia a buceta dela e ela gemia de prazer uma e outra vez, como ela fazia um boquete nele, chupando o pau como se fosse um pirulito, os dois se chamando de amor. Foi tanta satisfação em confirmar minha suspeita que tive que ir pra minha cama bater uma punheta com muito tesão, quase gozei antes de me acabar. E na noite seguinte, os dois repetiram a dose. Toda noite eles gemiam e rangiam a cama, pensando que eu ainda tava dormindo, enquanto eu era espectador de como os dois viravam amantes. "Me dá mais, mais, mais, sim, sim, sim, arromba meu cu", ela gritava. E trocavam de posição, ela montava nele e os peitos dela balançavam, e ela gemia e gemia. Foi assim até eu me sentir melhor e, por uns dias, eles não tiveram aventuras. Até que finalmente criei coragem e falei com minha irmã: "Ei, Vane, cê tem namorado?" Haha. Não, bom, um pretendente da faculdade, mas nada. Por que você tá interessado, por acaso? "Ah, não, por nada", respondi. Na real, a Vane foi sincera comigo, e eu vou ser sincero com qualquer pergunta que você quiser me fazer. Beleza, irmão, o que você quer saber? "Tá comendo o pai?" O quê? Fiquei tão surpresa que até tossi. "Que porra é essa que você tá falando, Raul?" "Bom, só perguntei porque vi vocês." Ela ficou tão vermelha que baixou o olhar. "Não é o que você tá pensando. Ele não me forçou nem nada, só me deixei levar, ou a gente se deixou levar." Aí eu perguntei: "Como aconteceu? Não tô bravo nem nada, só curioso." Ela me contou como foi: que o pai saía de noite pra tomar um ar fresco, que de alguma forma o divórcio tava afetando ele a longo prazo por causa da solidão. Aí eu assumi o papel de mulher e a gente começou a transar. "É a explicação mais absurda que já ouvi, Vane, mas de algum jeito tanto faz o que vocês dois fazem." Aí ela respondeu: "Então posso continuar trepando com ele? Você não vai interferir?" "Não, é mais fácil fingir que tô dormindo, mas não trancam a porta, me deixem ver um pouco do que tô perdendo." "Então, se é assim, irmão, quero te mostrar uma coisa." Ela entrou no quarto, se trocou e saiu assim.
E aí, e aí, que pedo, respondi, era pro pai, mas dá uma olhada primeiro, safado, não me diga que você tá sexy assim, quer fazer? O quê? Ela, - sim, você foi um irmão tão bom que vou deixar você me comer, caramba, você é gostosa, mas não me sinto confortável, falei, então quando quiser é só falar, irmãozinho, eu tava morrendo de vontade de ver chupar os peitos dela, mas sabia que tinha chance de comer ela, talvez não hoje, mas outro dia. Aliás, quer saber por que papai e mamãe se divorciaram? Quando ouvi isso, fiquei gelado, com o sangue fervendo, sem querer acreditar que foi pelo que tô pensando, mas o motivo foi pior, não me diga que foi por aquilo, haha, não, idiota, foi porque mamãe tinha, bem, tem um caso com o vovô. Que porra, então todo mundo aqui é incestuoso, por isso terminaram numa boa pra ninguém saber, mas só você e eu sabemos, respondeu ela piscando o olho, o que me deixou intrigado pra saber por que fez aquela cara. Com o tempo, ficou normal ouvir como a Vane e o papai transavam, enquanto esperava o dia de aceitar o convite de foder com minha irmã. Mas a história da mamãe fica pra outro dia, papai e minha irmã viciados em sexo, e eu seguindo minha vida como antes, sem desejar que ninguém pegue dengue. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
1 comentários - Surpresa em família