Transando com Minha Irmã Real 100%

Fala, galera, beleza? Vou contar minha história com a minha irmã, que é 100% real, nada de ficção nem invenção. Somos três irmãos: eu, o mais velho, me chamo José; minha irmã, a do meio, se chama Yamila; e meu irmão mais novo, que não vou mencionar por vários motivos. Sou de Mendoza, Argentina, e isso aconteceu uns 10 anos atrás. Desde muito pequenos, tipo uns 11 anos, minha irmã e eu ouvíamos nossos velhos transando noite sim, noite não. Os quartos eram juntos, separados só por uma parede de madeira aglomerada que ficava bem encostada na cama do meu irmão mais novo. Tinha dois buracos, um em cima e outro embaixo da cama. Quando a gente dormia, fazia um silêncio do caralho, dava até pra ouvir o vento bem claro e a chuva, os vizinhos murmurando, enfim, dava pra escutar tudo se você prestasse atenção no barulho.


A gente ouvia nossos pais transando várias vezes, a gente escutava os rangidos da cama deles ou, às vezes, quando eles falavam baixinho, a gente ficava de olho conforme o momento. Minha irmã me avisava ou eu avisava ela. As camas eram uma do lado da outra, menos a do meu irmão, que ficava encostada na parede de madeira e aos pés das nossas. Não só a gente ouvia, mas sim, a gente podia ver pelo buraco em cima da cama do meu irmão. A gente se revezava pra ver eles. A verdade é que desde muito pequenos eles roubaram nossa inocência, vendo e ouvindo eles trepando. Com minha irmã, a gente começou a fazer essas coisinhas entre nós, claro, sem penetrar ela, porque éramos muito novos e meu medo era engravidar ela. Imagina, naquela idade, engravidar ela. Ela sempre subia em cima de mim e roçava a pica dela na minha buceta até fazer xixi, que eu achava que era isso na época. Eu já tinha descoberto a masturbação naquela época, e naquela idade era punheta e siririca todo dia, umas 5 ou 6 por dia. Uff, eu era um animal. O ruim é que as camas eram uma merda, você mexia e rangiam todas. Não eram de madeira, eram de metal. Então, como as camas eram juntas, a gente jogava no chão uns edredons que cada um tinha e fazia aquilo ali. A gente via eles se revezando e, enquanto a gente se tocava, a gente se beijava, no início beijos normais e depois de língua. A gente continuou assim. O mais louco é que meu pai, em cima do guarda-roupa, tinha uma coleção imensa de revistas pornográficas e, sem falar no cofre dele com fitas VHS de puro pornô. Ele pendurava as revistas no teto quando ia trabalhar, e minha mãe também. A gente dava um jeito de tirar elas de lá com minha irmã, olhar e, como sempre ficávamos sozinhos em casa até umas 6 ou 7 da tarde, a gente começava a fazer coisinhas de gente grande. Um desses dias, uma quarta-feira, se não me engano, meu pai esqueceu o chaveiro em casa e, por sorte, a minha chave, que eu tirei uma das 3 chaves do cofre, não podia acreditar na sorte que eu tive. Peguei ela. troquei por outra parecida que tinha na caixa de ferramentas dela pra aquela época. minha cabeça tava a mil, pensava nas coisas como ela sempre tinha me dito ou xingado, sempre fazia isso. "passei o fim de semana tranquilo e eu tinha aquele tesouro na minha posse. na segunda-feira, eles foram embora, meu irmão foi jogar com meus primos e ficamos só eu e minha irmã. mostrei pra ela o que eu tinha e subimos numa cadeira e num balde pra alcançar o cofre dela. quando consegui, tinha também revistas pornô, mas mais pesadas, coloridas e com material de vídeo muito bom. rapidamente tiramos tudo aos poucos, sem mudar a ordem pra ela não perceber, e peguei um vídeo pornô que se chamava "Meu Vizinho, o Negro". quando colocamos pra rodar, ficamos assistindo com cuidado pra ninguém chegar. vimos pela primeira vez um vídeo pornô com minha irmã, nós dois super excitados. eu me masturbei na frente dela e ela se tocava na buceta dela, com uns pelinhos, na minha frente, sem parar de se olhar e olhar pra TV. ouvimos barulhos do portão de entrada. rapidamente tirei o vídeo, coloquei na caixa, subi rápido e coloquei tudo no lugar, tranquei com chave e desci. limpei a cadeira e fingimos que estávamos jogando videogame. era minha mãe, que tinha saído mais cedo do trabalho. ela foi tomar banho e eu e minha irmã começamos a nos tocar e nos beijar. chupei a buceta dela e ela chupou meu pau. quando gozei, ela engasgou com o gosto. e em poucos minutos, minha velha saiu do banho. os dias passaram tranquilos, não conseguimos fazer nada porque meus pais começaram a chegar cedo, mas a gente ouvia e via eles transando no meio da noite.




desenvolvemos tão cedo o tesão e o desejo sexual com minha irmã. um dia, não lembro a data exata, ficamos sozinhos porque meu irmão estava com febre e levaram ele pro hospital. e sim, rapidinho quando meus pais fecharam a porta, eu e minha irmã nos despimos completamente e nos beijamos. chupei a buceta dela e ela gemia baixinho, mas claramente: haaaa sim mmmmmm jose, chupa ela mmmmmmm
eu: Yamila, chupa minha buceta agora.
Ela—. Sim, agora é a minha vez.
eu: mmmm sim, sua puta, você é mesmo uma vadia.
Ela, vamos fazer um 69:
eu: sim, dá-lhe, meu amor.


ela: mmmm sim jose sim haa ha ai coloca a língua mmm sim
Ficamos assim até eu gozar na boca dela. Ela cuspiu, nos lavamos e nos vestimos. Depois de um tempo, perguntei se ela queria chupar de novo. Nem lerda nem preguiçosa, ela já começou a me chupar enquanto eu apalpava os peitinhos que ela tinha. Nossos pais chegaram, nos informando que meu irmão estava bem. À noite, antes de dormir, combinamos com minha irmã de fingir de dormido e escutar eles transando, o que deu certo. Eles passaram pelo nosso quarto, acenderam a luz, e nós fingindo de dormido. Lembro que meu pai disse pra minha mãe: "Dá que os meninos tão dormindo". Levantamos com minha irmã e vimos meu pai tirar o pau dele. Era grosso, grande pra mim, naquela idade era um pau manso. Minha mãe pegou com a mão e começou a chupar, fazia caretas, parecia que não gostava muito, mas mesmo assim começou a chupar. Ele a despiu e subiu nela. Com minha irmã, a gente se tocava, se esfregava. Ela se abaixava de vez em quando pra me chupar, e eu também chupava a buceta dela. Minha mãe montava no meu pai, aqueles peitos que ela tinha, uma puta gostosa, me deixaram tão excitado que gozei rápido na buceta da minha irmã. Eles continuavam transando, minha mãe em cima dele, gemendo baixinho: "Mmm... ha ha haaa... siii... mmmmm... siii". Ela ficou de quatro e ele meteu pela buceta. A gente ouvia aquele som "plaf plaf". Meu pai metia forte, minha mãe gemia: "Mmmmm... siii, pai... siii... mmm... plaf plaf plaf". Ele agarrava os peitos dela e metia forte. Depois fizeram um 69, e acho que meu pai gozou na boca dela, porque minha mãe levantou e foi direto pro banheiro. Ficamos paralisados com minha irmã, pensando que iam falar alguma coisa, já que estávamos pelados. Rapidamente nos vestimos e deitamos, espaçados nas camas pra não fazer barulho.




Espero que tenham gostado, é meu primeiro relato. Tô meio enferrujado na escrita e nos detalhes, mas depois vou continuar contando como eu e minha irmã seguíamos transando, até hoje, já adultos, mas agora posso penetrar ela e gozar dentro. Só me deixem dar mais detalhes nos relatos. Essa história é real 100%, dez milhões. Deixem seus comentários, ajudas, sugestões e, se quiserem, pontos. Abraços e obrigado. P.S.: também tenho fotos dela.

10 comentários - Transando com Minha Irmã Real 100%

Ante todo buen relato, cosas que podrias mejorar en un futuro: pasar el texto por un word o algo que te corrija las faltas de ortografia, y hacelo mas extenso, mas descriptivo, menos a los bifes, tranquilamente con esta idea pudiste sacar 2 o 3 partes. Pero bien si es tu primer relato.
SUPER CALIENTE Y CON EL MORBO A TOPE CON SEMEJANTE RELATO!!
SEGUI CONTANDO Y CON FOTOS DE ELLA!!
+10
Transando com Minha Irmã Real 100%