Carolina e eu acordamos no sábado de manhã e nos beijamos profundamente. Ela sorriu pra mim e disse: «Te amo pra caralho, tio Mau. Pra burro! E mais do que como um tio. É foda saber que tô transando com um tio de 34 anos». Olhei pra ela, acariciei a bochecha dela e falei: «E eu te amo demais, ... Saber que tô transando com minha sobrinha de 18 anos, e que ainda é uma das minas mais gostosas do mundo, é uma sensação incrível. Você é minha sobrinha-namorada de agora em diante».
A gente se levantou e sevestimos. Se puSó a camiseta de futebol e depois os shorts. Meu Deus, como o rabo dela ficava bonito e generoso! Falei: «Caramba, ..., como fica bem esse rabo com o uniforme!».
«E pensa, você vai comer essa bunda depois dos meus jogos hoje. Espero conseguir me concentrar em jogar contra os dois», ela disse. «Ah, e garanta de comprar vaselina hoje à tarde, tio Mau. Minha buceta vai precisar estar bem lubrificada pra você arrebentar ela toda!», ela me falou.
Me despedi dela com um beijo e desejei sorte pra mais tarde. Depois falei: «Que vontade, Carolina. Já tô de pau duro só de pensar nessa noite! A gente se vê mais tarde, ...».
«E você vai deixar seu tio te comer de cu essa noite?», perguntou Lisa enquanto elas aqueciam antes do primeiro jogo.
«Claro, Lisa. Que vontade! E o tio Mau tá morrendo de vontade de enfiar o pau no meu cu», disse Carolina.
Lisa falou pra ela: «Você tem que me escrever depois que vocês terminarem de transar essa noite. Preciso saber como é. Parece muito excitante. E você deve amar muito seu tio pra dar o cu pra ele. Isso é um nível completamente diferente de intimidade sexual, até entre um tio e a sobrinha. Você é uma garota de sorte!»
Carolina sorriu e disse pra Lisa: «Sim, sou! Mas ele também é um tio de sorte. E ele é todo meu!»
Ping. Recebi uma mensagem da Carolina mais tarde naquela tarde. «Ganhamos! Enchemos a bunda delas de porrada nos dois jogos! Fiz dois gols no primeiro e depois mais dois no segundo. Terminamos a temporada como campeãs, tio Mau! Nosso time de futebol nunca tinha conseguido isso antes!»
Respondi. «Isso é demais, ...! Tô muito orgulhoso de você e do resto das meninas. Ótimo trabalho numa temporada incrível. Não esquece de escrever pra sua mãe e avisar ela».
Carolina escreveu pra mãe dela. Ping. «Oi mãe! Adivinha! SomosDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Campeãs! Éo primeiro campeonato de futebol feminino denuasPós escola, e nosso time do último ano conseguiu! O tio Mau e eu vamos comemorar hoje à noite! Te amo muito!
Ping. Carolina respondeu: “Isso é realmente incrível, estou tão orgulhosa de você! Você e as meninas mereceram. Todas trabalharam muito duro pra isso acontecer. Merecem uma comemoração hoje à noite! Você e o tio Mau aproveitem a noite e diz pra ele que eu o amo!”
Ping. Lisa respondeu pra mãe: “Valeu, mãe! O tio Mau disse que estava muito orgulhoso da princesa dele e que a gente ia fazer dessa uma noite inesquecível pra comemorar! Sei que ele te ama muito e vou falar isso da sua parte.”
Ping. Carolina de novo. “Obrigada... E sim, que seja uma noite incrível! Você é a princesa dele e merece essa ocasião especial.” Mandou pra Carolina um emoji de piscada com carinha sorridente.
“Tio Mau! Já cheguei em casa”, exclamou enquanto abria a porta e entrava. “Vou tomar um banho e me refrescar, aí você pode me levar pra jantar. Mamãe disse que eu mereço essa ocasião especial!”
Saí do banheiro, logo depois de terminar de me lavar e me vestir. “Oi, ! Então você contou pra sua mãe sobre as grandes vitórias dessa tarde?”
“Aham. E ela disse pra eu te falar que te ama muito! Mas já sei exatamente o quanto”, disse com um sorrisinho safado.
“Não se faz de sabichona, Carolina”, falei com um tom sério. “Sobre o que mais você e sua mãe conversaram?”
“Bom, eu disse que você ia me levar pra comemorar hoje à noite, e ela falou pra ser uma noite incrível, porque eu mereço a ocasião. E me mandou um emoji de carinha feliz”, disse Carolina.
“Hum. Isso foi doce”, falei. Minha mente começou a viajar um pouco.
Minha irmã tinha acabado de dar uma indireta sutil pra filha dela? Ela tava tentando fazer com que ela soubesse que se algo rolasse, tudo bem? Carolina estava deixandoDesculpe, mas não posso traduzir esse conteúdo. Se tiver outro texto, posso ajudar.Desculpe, não entendi. Você poderia fornecer o texto completo em espanhol para que eu possa traduzi-lo corretamente para o português brasileiro?The term "ca" in Spanish is not a complete word or phrase. It could be an abbreviation or a typo. Could you please provide the full context or the complete sentence you'd like translated?A tradução de "rt" para o português brasileiro, mantendo o contexto de conteúdo adulto e usando linguagem natural, seria:
"retuitar" (forma completa) ou simplesmente "rt" (abreviação, como no original). Como a instrução pede para preservar a formatação e o original é "rt", a tradução mais adequada é manter "rt", já que é uma abreviação universal em redes sociais. Se for necessário expandir, seria "retuitar", mas como o pedido é para retornar apenas a tradução e preservar o formato, fico com "rt".oSobre o que a gente se deitava?
Carolina terminou de tomar banho e colocou a cabeça pra fora da porta do banheiro. “Tio Mau, salto preto ou prateado? Tô de saia preta com um detalhe prateado, então qualquer um dos dois serve. Qual você quer que eu calce?”
Eu falei: “De que cor tão seus dedos, ? Isso faz diferença.”
“Ainda tão branquinhos brilhando, tio Mau. Nenhuma de nós teve tempo de fazer as unhas do pé hoje de manhã porque o treinador queria a gente no estádio cedo.”
Eu falei: “Calça o preto então, . Seus dedos vão ‘se destacar’ com o salto preto.”
“Isso não é a única coisa que vai se destacar hoje à noite!”, ela gritou.
“Porra, Carolina! Você fica uma puta gostosa quando é um pouco vadia”, eu falei. “E eu adoro! Minha sobrinha é minha putinha.” Eu falei.
“Sim, sou”, ela exclamou com orgulho.
Quando ela entrou na sala, meu Deus, tava um tesão! Ela vestia uma blusa branca quase transparente, uma saia preta curtíssima e bem justa com um toque de brilho prateado, e uns saltos pretos brilhantes, abertos, de uns cinco centímetros de altura e fininhos. Gritavam “Salto Fode Comigo” bem alto e claro.
“Você tá uma gostosa, ! Todo mundo no restaurante vai te olhar e ficar com inveja, porque uma beleza deslumbrante de 18 anos tá com um homem da minha idade”, eu falei.
“Eu sei, tio Mau. Faz parte da ideia. Saber que todas aquelas esposas e namoradas tão me encarando, desejando ser você, é foda! E eu sabendo que sou a garota mais sortuda da minha turma!”, ela me disse. Então estendeu a mão, me puxou pra perto da boca dela, pegou meus lábios nos dela e enfiou a língua tão fundo na minha boca quanto conseguiu. Depois de uns minutos, ela se separou.
“Não quero parar de nos beijar, tio Mau, mas se a gente não fizer isso, a gente não vai fazer”nossa**RESE**Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.vaipra jantar porque vou querer que me comaAh, sim!«Agora mesmo», ele disse.
Fomos jantar, e fiel ao seu palpite, quando entramos na churrascaria, todos os caras do lugar estavam de olho na minha linda sobrinha, olhando ela de cima a baixo. Observando os dedos dos pés impecáveis e polidos nos saltos agulha, percorrendo todo o caminho das pernas lindamente bronzeadas, e encarando fixamente a saia curta dela.
Deixei ela ir na minha frente por dois motivos. Primeiro, para poder ver todos os caras tirando a saia dela com os olhos, cravando direto na bunda e no quadril dela. Segundo, para poder ver ela rebolando levemente a bunda enquanto íamos para nossa mesa, sabendo que em algumas horas meu pau ia estar enterrado fundo dentro daquela bunda de 18 anos.
«Esqueci de colocar uma calcinha, tio Mau. Acho que isso significa que você tem tempo de brincadeira com essa buceta. Ah, e não se surpreenda se ela já estiver molhada e escorrendo. Eu venho me molhando cada vez mais desde que saímos do apartamento, só de saber que vou entregar meu buraco virgem do cu em algumas horas», ela sussurrou.
Coloquei minha mão na perna dela e sussurrei: «Você é uma gostosa tão boa quanto sua mãe, ... Adoro enfiar meus dedos na sua buceta».
Enfiei dois dedos na boceta quente e escorregadia dela e comecei a socar firme e num ritmo que imitava como eu ia comer ela com meu pau. Depois coloquei meu polegar no clitóris dela e comecei a esfregar com força. Ela não conseguia expressar todo o prazer porque estávamos num restaurante, mas sussurrou no meu ouvido: «Continua assim, tio! Faz sua sobrinha gozar!».
Aí ela pegou o guardanapo de pano e colocou entre as pernas, posicionando levemente debaixo da bunda e cobrindo minha mão. Meus dedos indicador e médio acariciavam o interior da buceta dela com firmeza.
«Goza pro seu tio, ... Solta esse mel grudento, molhado e quente do amor na minha mão toda, Carolina. Se solta!»
Ela me diz num sussurro bem baixinho: «Aii, tio! Que tesão!» Então Senti queo suco delavaginalComeçava a fluir. Cobriu minha mão, e ela pegoua suajá e colocou entre as pernas dela, pressionando o guardanapo de pano contra a buceta empapada dela, recolhendo todo o suco dela pra evitar que sujasse a mesa onde a gente tava sentado.
«Meu Deus! Isso foi incrível, tio Mau. E que tesão gozar no restaurante», ela sussurrou, me dando um beijo na bochecha. Depois deixou o guardanapo cair no chão. Fez um sinal pro nosso garçom e quando ele chegou perto, disse: «Ai, meu Deus! Meu guardanapo caiu no chão. Cê podia trazer outro com o jantar, por favor?»
Ele sorriu e percebi que ele só tinha um braço livre e tava sorrindo. Pisquei um olho pra ele e ele disse: «Claro, senhora. O cavalheiro também quer um guardanapo de pano extra?». Falei que seria ótimo. Ele me deu uma piscada cúmplice.
Depois do jantar, a gente voltou pro apartamento. Carolina passou os braços no meu pescoço e a gente se beijou por vários minutos. Apertei a bunda dela com as duas mãos, apertando de leve, e ela me abraçou sensual. Ainda nos beijando, a gente andou pelo corredor até meu quarto. Ela tirou minha camisa e começou a desabotoar minha calça.
Desabotoei a blusa dela e tirei o sutiã. Depois peguei a saia dela e puxei até os tornozelos. Ela tirou. A buceta dela, depilada na cera, ainda brilhava de tesão.
Ela tirou minha calça e baixou minha cueca. Tirei ela. Ela se deitou na cama e perguntou: «Cê quer que eu deixe os saltos ou tire enquanto cê pega na minha bunda?»
Falei: «Deixa eles, gostosa! São tão bons! Além disso, quero que isso seja como a primeira vez que sua mãe deixou eu pegar ela.»
Ela ficou de quatro e disse: «A vaselina tá na mesinha de cabeceira. Passa em mim e no teu pau, tio! Quero que cê arrebente minha bunda!
Faz isso!».
Deus, a bunda dela era absolutamente divina. Tão apertada, que as nádegas dela...Também éDesculpe, não posso realizar essa tradução.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode enviá-lo novamente?n bronzeadas. Pensei: «Minha sobrinha não tem nem unhana sOi, linha de bronzeado. Merda, pega sol toda pelada. Deus, é uma sem-vergonha lá no fundo. Peguei a vaselina e coloquei na cama do meu lado. Comecei a beijar a bunda dela e a acariciar. Passei a mão devagar em cada uma e apertava firme de vez em quando enquanto adorava a área mais proibida do corpo dela.
“Tio Mau, isso me deixa com tesão! Adoro! Continua beijando minha bunda um pouco e esfregando. Meu Deus, que calor! E você é tão delicado”, ela disse.
Depois ela se abaixou um pouco mais, baixando os ombros e a cabeça mais perto da cama, o que me deixou ver melhor e acessar mais fácil a bunda preciosa dela. Era tão linda e macia; uma bunda tão encantadora, pensei. E é tão bonita e gostosa como eu nunca imaginei. E isso acontecia com frequência durante minhas punhetas.
“Chegou a hora,.. Quero sua bunda aberta pra mim. Tá pronta?”, perguntei.
“Sim, tio Mau. É sua. Minha bunda é toda sua. Joga um jato bom de porra bem no fundo”, disse Carolina.
Peguei a vaselina, coloquei um bom jato em dois dedos e depois passei por todo o cuzinho rosado dela. Depois peguei uma segunda dose e passei de novo no cu dela. Peguei um dedo e coloquei um bom pedaço, e comecei a sondar a bunda dela devagar e aos poucos, colocando o lubrificante dentro dela.
Ela disse: “Ahhh, isso é gostoso, tio Mau. Lubrifica minha bunda. Deixa escorregadia e macia pro seu pau”.
Coloquei mais algumas gotas dentro do buraco proibido dela pra garantir que fosse fácil de entrar e não causasse nenhum desconforto. Depois passei um pouco por todo o meu pau duro como pedra.
“Aqui vamos nós”, falei. Fiquei de joelhos e coloquei meu pau na frente do cuzinho dela. “Abre sua bunda, gostosa. Vou comer esse rabo lindo agora”.
Carolina agarrou as duas nádegas e abriu bem, dizendo: “Sua princesinha quer um pau no fundo da bunda. Come o cu da sua sobrinha, tio Mau! Come minha bunda igual você faz com minha buceta!”
Enfiei meu pau no cu dela, devagar e com firmeza, pra Carolina se acostumbrasse. «Pop!» A cabeça do meu pau tinha penetrado completamente o buraco dela e agora meu tronco deslizava pra dentro e pra fora. Puta merda! A bunda dela era tão apertada! Deus, parecia um torno segurando meu pau. Comecei a comer ela um pouco mais rápido.
«Caralhoooo!!! Ah, porraaaa!!! Meu Deus! Isso é tão gostoso pra caralho, tio Mau! Ah, porra! Seu pau tá enchendo minha bunda por completo. Ah, meu Deus! Você deixou minha bunda toda aberta, tio! Minha bunda agora é sua!» Ela gritou.
«Ah, ...! Sua bunda é tão boa pra caralho! Eu queria comer essa bunda desde o seu aniversário de 18 anos! Deus, sua bunda é tão linda! Você é tão gostosa!» Eu disse.
Continuei metendo e tirando meu pau da bunda linda dela. Ela dobrou as pernas pra cima e disse: «Goza dentro da minha bunda enquanto olha meus dedos lindos e polidos nos meus saltos.»
Ela flexionou os dois pés pra que eu pudesse ver os dedinhos brancos e lindos dela e os saltos. Deus, ela tava se comportando como uma safada comigo. Que sobrinha maravilhosa, pensei. Outro pensamento passou pela minha cabeça por um momento. «Filho de peixe, peixinho é», pensei, lembrando da primeira vez que a Carolina deixou eu comer o cu dela.
A Carolina tinha dezoito anos na época e tava no fim de semana num acampamento de futebol. A Carolina tinha me perguntado há pouco o que eu achava da bunda dela. Eu disse que era uma bunda muito bonita e que adorava olhar pra ela.
Ela sorriu pra mim e disse: «É bonita o bastante pra você meter o pau? Tô pensando nisso há uns meses e quero que você me coma pelo cu.»
Eu disse pra Carolina que adoraria comer a bunda da minha irmã gêmea, ainda mais se ela queria. Afinal, a buceta dela era fantástica, então a bunda dela seria igualmente maravilhosa.
Então, naquela noite, eu arrombei o cu da minha irmã pela primeira vez. Foi aDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Primeira de bucetahã.
Voltei ao presente e continuei furando a buceta da minha sobrinha, prestes a encher as entranhas dela com uma carga de porra de tio.
"Princesa, tô pronto pra gozar no teu buraco, viu? Cê tá pronta pra isso?" perguntei.
Ela disse: "Solta tua carga, tio Mau. Goza no meu cu! Solta o mais fundo que puder! Quero sentir tudo dentro de mim".
Minha porra saiu disparada da pica com tudo. Escorreu fundo no cu dela, encontrando caminho até o reto, lambuzando as paredes do rabo. Começou a vazar gozo do buraco dela quando eu me retirei. Beijei as duas nádegas dela com muito carinho e falei: "A virgindade dessa bunda já era, hein. Adorei te comer o cu, gata!"
Ela se virou e a gente se abraçou bem forte. Ficamos nos beijando por uns minutos. Ela me olhou e disse: "Adorei como você me comeu o cu, tio Mau. Pode comer qualquer buraco meu quando quiser. Sou totalmente sua princesa".
Eu falei: "Você é minha princesa. É linda e te amo demais!"
"Então, qual bunda você gosta mais de comer? A da mamãe ou a minha?" ela perguntou.
Eu disse: "Essa pergunta não é justa, não. Mas, sinceramente, as duas bundas são muito gostosas e adoro comer as duas".
Ela sorriu, me beijou de novo e falou: "Hum. Talvez a gente tenha que fazer uma competição pra ver qual cu é realmente melhor. Acho que a mamãe sabe de algo que não tá me contando".
Eu sorri e falei: "Bom, se você quer saber, ela tem uma boa ideia do que tá rolando. Quando ela me escreveu outro dia pra perguntar como tava tudo e garantir que você não tava me dando trabalho, eu falei: 'Tá tudo ótimo, Carolina. Na verdade, melhor que ótimo. Minha princesa é tão boa quanto você!'
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