Vou contar: sou baixinha, morena de pele e me considero gostosa. Tenho cabelo bem comprido, da cor preta. Uma vez um senhor que é nosso vizinho me disse que meu cabelo parece crina, que é como se chama a cabeleira dos cavalos. Meus peitos são pequenos, minhas cadeiras sinto que crescem mais a cada dia e o mesmo com minha bunda. Me vejo mais rabuda toda vez que me olho no espelho ou numa foto. E tenho pernas bonitas, grossas. Com minissaia ficam muito sexy e as calças ficam bem justinhas em mim.
Nesse dia coloquei uma blusa rosa (minha cor favorita) com um decote bem pronunciado e que deixa os ombros à mostra. É curtinha e também deixa meu estômago exposto, mostrando meu umbigo. Na frente tem um cordão que dá um nó e faz o tecido se ajustar aos meus peitos, apertando-os e fazendo eles parecerem maiores. Um par de colares no pescoço e pulseiras nas mãos. Uma minissaia cor bege e sapatos pretos de salto alto que me deixam mais alta. Uma bolsinha branca com um coraçãozinho vermelho. E claro, meu cabelo preto longo e solto, e mesmo que assim eu sinta mais calor, não importa porque me sinto mais gostosa. Sempre fazemos a mesma coisa, caminhamos um pouco juntos olhando as barracas, depois cada um segue seu caminho.
Meu irmão sempre sai pra caçar action figures da WWE e Marvel ou DVDs de séries e shows. Eu, bem, um pouquinho de tudo. Brincos, roupas, bolsas de mão. Aquelas coisinhas que a gente, mulheres, gosta.
Enquanto ficava olhando entre as barracas de venda, reparando em tudo que vendiam, vi: uma senhora tinha um monte de tangas da Target e Victoria's Secret com a etiqueta ainda pendurada. Cheguei perto pra olhar e perguntar os preços. Eram de renda, de seda, outras transparentes e todas muito fofas.
Eu sei que é roupa íntima de marca boa e que é bem cara. Não teria como eu comprar algo assim. Além do mais, no México não tem dessas lojas, ou onde eu moro não existe, né.
A senhora me garantiu que eram originais e o preço, nossa! Cabia no meu orçamento. Fiquei meio doida escolhendo tipos diferentes. Minha intenção era só olhar e segurar. Pegava com as duas mãos e virava pra ver bem, prestando atenção nos tamanhos pra saber se serviam em mim.
Sou pequena de corpo, tamanho petite, como dizem. Tinha umas que eram grandes demais pra mim, a maioria. Mas outras que, mesmo não sendo meu tamanho, pareciam que iam se ajustar no meu corpo. Sempre tinha sonhado em comprar e usar uma thong.
Tava tão empolgada com as tangas que nem tinha visto que uns homens mais velhos me observavam com muita atenção em tudo que eu fazia, com luxúria, como se estivessem imaginando como eu ficaria com elas vestidas.
Sentia o olhar deles. Eu mesma, pelo canto do olho, via; tipo, não perdiam um detalhe do que eu fazia.
A senhora me dizia quais iam ficar bem em mim e tirava mais do meio da pilha pra me passar e eu pegava pra examinar. Tinha umas transparentes, outras com desenhos e figuras muito fofas ou até infantis. Tinha uma amarela com estampas de Pikachu que gostei muito.
E todas eram só da parte de trás, nada mais que um fiozinho que entrava entre as nádegas. Nunca usei thong e não sei como me sinto, mas sempre tive muita curiosidade e essa era minha oportunidade.
A senhora vendia todo tipo de roupa, tanto masculina quanto feminina. Por isso mesmo, alguns homens imagino que aproveitaram isso para se aproximar da barraca e fingir que procuravam entre as roupas, mas disfarçadamente me lançavam olhares. Eu pegava as calcinhas e fazia como se as medisse no meu corpo, mas por cima da minha roupa. Peguei alguns sutiãs também e fazia o mesmo, segurando-os na frente dos meus seios. Fazia isso descaradamente, mas fingindo inocência e como se não percebesse os olhares dos homens. A senhora via tudo, mas imagino que, para vender, não dizia nada. Pouco a pouco senti minha buceta ficar molhada pela excitação de me sentir desejada.
"Essa vai me servir, dona?" perguntava à senhora sobre os tamanhos e os preços. Ela respondia muito gentilmente. Estive quase perguntando a mesma coisa para um dos homens, o que estava mais perto de mim, mas me segurei.
No final, peguei todas e deixei eles verem o que escolhia. Escolhi 4, ainda com medo de não conseguir pagar todas com o dinheiro que tinha. Mas eu queria todas! Eram lindas e justamente do meu tamanho.
Quando a senhora me deu o total, soube que não poderia pagar todas. Imagino que a expressão no meu rosto mostrou. Tentei escolher qual das 4 devolver, mas a verdade é que gostava de todas e queria levar as 4.
"Deixa, vou fazer uma ligação, me espera um pouquinho?" disse para a vendedora e me afastei um pouco da barraca. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para meu irmão dizendo minha localização. Minha ideia era comprar as calcinhas e ninguém em casa saber, mas não dava o dinheiro e, pela confiança que temos meu irmão e eu, sabia que podia contar com ele para me ajudar a pagar e, principalmente, guardar meu segredo.
"Precisa de dinheiro para pagar?", ouvi uma voz dizer atrás de mim. Virei a cabeça e estava lá um dos homens que me olhavam na barraca. Era o que estava mais perto de mim no mercado.
"Ehh... pois é", respondi nerviosa e, na verdade, com vergonha.
"Eu pago pra você, se quiser."
"Não, como pode! Obrigada, mas não", respondi e, na verdade, senti pena mesmo. A atrevida que mostrava as calcinhas sem pudor desapareceu e no lugar apareceu a Danae bobinha e inocente que no fundo ainda era.
O homem era um senhor de uns 45 anos, mais ou menos. Sou ruim pra calcular idades. Era um pouco mais velho que meu pai, acho. Moreno, um pouco gordinho e já com alguns cabelos brancos no cabelo e no bigode. Parecia ser boa pessoa e com certeza pai de família.
"Não é incômodo, não quero te ofender, de verdade. Me diz quanto você precisa e foda-se o que falta", ele disse.
"Então... e depois, como eu pago ou o quê?" São 4 que eu quero e só trouxe dinheiro pra 3.
"É que eu quero todas mesmo, mas fico com vergonha, haha", respondi já com risada nervosa.
"Pega as 4, eu pago pra você."
"Mas e depois, como eu pago, ou o quê? Você não me disse."
"Me dá seu número de telefone, e eu depois te mando mensagem pra combinar. Eu pago todas se quiser", ele disse e já tirou a carteira disposto a me dar dinheiro.
"E em troca de quê?", perguntei de novo, meio sabendo a resposta.
"Poderia te ver com elas?", ele disse de repente.
Fiquei pensando, em dúvida se aceitava a oferta do senhor, quando olhei disfarçada pra barraca de roupas e vi que a senhora estava nos olhando enquanto atendia outros clientes. Na verdade, me deu muita vergonha porque, tipo, não sou burra; a senhora sabia bem o que estava acontecendo mesmo sem conseguir ouvir nossa conversa.
Pra sorte ou azar, vi o David se aproximando de mim ainda a uma certa distância.
"Obrigada, de verdade, mas aí vem meu irmão e ele vai me dar dinheiro. Mas muito obrigada mesmo pela oferta", disse com um sorriso.
"Bom, tudo bem. Não te... Desculpa, mas tenho certeza que você vai ficar linda com sua..." Ele não terminou a frase, como se hesitasse em mencionar a palavra calcinha fio-dental.
"Com minha calcinha, haha!" completei a frase dando risada e, na verdade, já mais relaxada. "Você me diz como se chama?"
"Me chamo Danae!" Falei meu nome logo antes do meu irmão chegar, quase ao mesmo tempo que o senhor se afastou. Nem sequer soube o nome dele.
O que foi? "Tudo bem?", me perguntou David, e inventei que o senhor estava me perguntando por uma direção.
"Vamos indo então?"
"Hmm... na verdade preciso de um favor muito grande, David", disse com vergonha.
"O que foi, fala?"
"É que se você me ajudar a pagar uma coisa, é que não tenho dinheiro suficiente."
"Claro, não se preocupa. Vamos lá pagar."
"É que me dá vergonha, haha."
"Por quê? O que é? São coisas privadas de mulher?"
"Sim, isso. É roupa íntima."
"Ok, tranquilo. Me diz quanto você precisa."
Pensei em só pedir o dinheiro e ir pagar, mas o diabinho louco que habita dentro de mim me aconselhou outra coisa. Só de pensar nisso, senti minha buceta soltando mais gozo de novo.
Então você poderia vir comigo, pagar. Mas... você guarda segredo pra mim? — eu disse, mordendo o lábio inferior e fazendo cara de pidona. Pelo amor de Deus! Eu estava dando em cima do meu irmão, que gostosa safada!
Já fiquei curioso. 'Mas o que você quer comprar?', disse David.
'Haha, não é nada de ruim! É só que, bom, quero comprar umas calcinhas fio-dental, haha. É a primeira vez que compro algo assim. Por favor, guarda segredo; você sabe que a mamãe não me deixaria comprar nem usar isso. 'Tá bom?' eu disse de novo fazendo beicinho.
'Tá bom, deixa, foda-se o dinheiro.'
'Nããão, melhor vem comigo. 'Me ajuda a escolher!' eu disse de forma maliciosa.
'Não, você tá maluca. Como assim? 'Me dá vergonha.'
'Por quê? Vem, vem comigo. Vão pensar que você é meu namorado, e isso não deve ser estranho. Além do mais, eles não perguntam nada; se o que querem é vender, tanto faz quem compra e quem não compra.' 'Haha, você tá doidinha, Danae. Então tá, vamos. Mas você vai ficar me devendo, ok?'
'Siiiim, não importa. 'Eu te pago como você quiser, só me faz esse super favor!'
Quase saltaram os olhos de David ao ver as fio-dentais que eu tinha escolhido. Umas eram transparentes, outras de cetim, outras com desenhos e todas por trás eram só um pequeno fio que ia entrar bem fundo na minha bunda. Já estando lá, até me deu vergonha que meu irmão visse as calcinhas.
Principalmente as transparentes. Eram muito pequenas e iam deixar transparecer os pelos da minha buceta. Se eu estava pensando nisso, era óbvio que David também. Mas já era tarde para voltar atrás e me arrepender. Pelo contrário, no final deixei a de Pokémon e peguei outra que era mais transparente.
Meu irmão pagou pelas 4 e eu só me abracei nele e até dei um beijinho na bochecha. Apesar de a vendedora não me conhecer, achei melhor ideia ela pensar que éramos namorados em vez de irmãos.
Decidimos que já era hora de ir embora e assim abraçados como estávamos fomos caminhando até a saída, os dois num silêncio meio constrangedor. Decidi quebrar o gelo e perguntei o que ele tinha comprado.
'Uns DVD da série The Boys e uma figura de ação', me respondeu David.
'Mas essa série passa na TV, pra que você compra?'
'Bom... Eu gosto de ter ela em físico; são as 3 temporadas".
"E o que mais você comprou?", perguntei.
"Uma action figure do Cody Rhodes que eu tava procurando".
"Ah, que legal", respondi, abraçando-o mais forte. Me sentia feliz de ver meu irmão feliz.
"E você, o que comprou?", David disse rindo.
"Haha, não ri que eu fico com vergonha, haha! Você sabe bem o que eu comprei. Ou melhor, o que você me comprou. Obrigada, David".
"Você gosta desse tipo de roupa?"
"Bom, é a primeira vez que compro algo assim, mas sempre quis ter um fio dental".
"Bom, agora você tem 4. Só toma cuidado pra mãe não ver, você sabe como ela é exagerada com certas coisas".
"Eu sei. Obrigada, irmãozinho. Te amo. Obrigada por me mimar. Deu vergonha que você visse, pra ser sincera. Mas não queria perder a oportunidade". "Não se preocupa, apesar de que pra mim também foi estranho, haha. Elas são bem pequenininhas e vai dar pra ver tudo como se você não tivesse nada vestido, Danae".
"Haha, paraaa, não me fala isso", respondi divertida.
Pouco antes de chegar na saída, me veio uma ideia. Disse pro meu irmão que precisava ir no banheiro e, sem perder tempo, entrei nos banheiros públicos, entrei num cubículo e, sem hesitar, levantei minha minissaia, tirei a calcinha que estava usando e depois procurei entre os fios dentais que tinha comprado e escolhi um. Peguei um bem pequenininho, desses transparentes, e coloquei.
Nossa! Não conseguia acreditar na sensação de usar um fio dental pela primeira vez! Por trás era exatamente como eu tinha imaginado. O fio entrava entre minhas nádegas e pela frente mal cobria minha buceta e meus pelos saíam pelos lados sem deixar nada pra imaginação.
Guardei minha calcinha usada na bolsa e saí do banheiro onde David estava me esperando.
"Pronta, agora sim vamos embora!" disse ao meu irmão dando outro beijinho na bochecha. Isso era normal entre nós, éramos muito carinhosos.
Caminhamos para a saída e no caminho, a poucos passos de nós, esbarrei com o senhor que se ofereceu para pagar minhas calcinhas. Ele estava com a família. A esposa, um filho uns 2 anos mais velho que eu e uma filha mais ou menos da minha idade. Também estavam indo embora. Notei que ele ficou nervoso, mas eu só olhei e sorri para cumprimentar.
Me adiantei rapidamente do meu irmão e, me colocando na frente dele, comecei a subir os degraus. Eram fáceis, uns 5 degraus que me deixavam à frente dele (e do senhor e sua família), e por ser uma escada inclinada, tinha certeza que, por causa do tamanho curto da minha minissaia e da altura dos meus saltos, tanto meu irmão, o senhor, sua família e todas as pessoas que estavam subindo naquele momento podiam ver minha bunda sem problemas.
O fio da calcinha sumia entre minhas nádegas, então dava pra ver claramente os lados da minha bunda como se eu não estivesse usando nada. Sabia que estava mostrando minha raba pra todo mundo, e isso me deixou muito excitada.
Por falta de costume, era desconfortável sentir o fio dentro de mim a cada passo, mas só a sensação de saber que todos estavam me olhando, incluindo meu irmão, quase me fez ter um orgasmo ali mesmo nos degraus.
Sentia minha buceta e a calcinha encharcadas dos meus fluidos. Até fiquei nervosa pensando que iam escorrer pelas minhas pernas como se fosse xixi.
Quase chegando no final da escada, virei rápido pra olhar meu irmão. Ele vinha com os olhos arregalados que quase saltavam das órbitas, haha!
O senhor disfarçava como se não estivesse me olhando, mas óbvio que tava. E a esposa dele me encarava com um olhar de repúdio e desaprovação. O filho e a filha da minha idade também me olhavam. Ao passar do lado deles, sorri pra garota e ela sorriu de volta, tipo com cumplicidade.
Peguei meu irmão pelo braço de novo e nos afastamos em direção ao ponto de ônibus
Nesse dia coloquei uma blusa rosa (minha cor favorita) com um decote bem pronunciado e que deixa os ombros à mostra. É curtinha e também deixa meu estômago exposto, mostrando meu umbigo. Na frente tem um cordão que dá um nó e faz o tecido se ajustar aos meus peitos, apertando-os e fazendo eles parecerem maiores. Um par de colares no pescoço e pulseiras nas mãos. Uma minissaia cor bege e sapatos pretos de salto alto que me deixam mais alta. Uma bolsinha branca com um coraçãozinho vermelho. E claro, meu cabelo preto longo e solto, e mesmo que assim eu sinta mais calor, não importa porque me sinto mais gostosa. Sempre fazemos a mesma coisa, caminhamos um pouco juntos olhando as barracas, depois cada um segue seu caminho.
Meu irmão sempre sai pra caçar action figures da WWE e Marvel ou DVDs de séries e shows. Eu, bem, um pouquinho de tudo. Brincos, roupas, bolsas de mão. Aquelas coisinhas que a gente, mulheres, gosta.Enquanto ficava olhando entre as barracas de venda, reparando em tudo que vendiam, vi: uma senhora tinha um monte de tangas da Target e Victoria's Secret com a etiqueta ainda pendurada. Cheguei perto pra olhar e perguntar os preços. Eram de renda, de seda, outras transparentes e todas muito fofas.
Eu sei que é roupa íntima de marca boa e que é bem cara. Não teria como eu comprar algo assim. Além do mais, no México não tem dessas lojas, ou onde eu moro não existe, né.
A senhora me garantiu que eram originais e o preço, nossa! Cabia no meu orçamento. Fiquei meio doida escolhendo tipos diferentes. Minha intenção era só olhar e segurar. Pegava com as duas mãos e virava pra ver bem, prestando atenção nos tamanhos pra saber se serviam em mim.
Sou pequena de corpo, tamanho petite, como dizem. Tinha umas que eram grandes demais pra mim, a maioria. Mas outras que, mesmo não sendo meu tamanho, pareciam que iam se ajustar no meu corpo. Sempre tinha sonhado em comprar e usar uma thong.
Tava tão empolgada com as tangas que nem tinha visto que uns homens mais velhos me observavam com muita atenção em tudo que eu fazia, com luxúria, como se estivessem imaginando como eu ficaria com elas vestidas.
Sentia o olhar deles. Eu mesma, pelo canto do olho, via; tipo, não perdiam um detalhe do que eu fazia.
A senhora me dizia quais iam ficar bem em mim e tirava mais do meio da pilha pra me passar e eu pegava pra examinar. Tinha umas transparentes, outras com desenhos e figuras muito fofas ou até infantis. Tinha uma amarela com estampas de Pikachu que gostei muito.
E todas eram só da parte de trás, nada mais que um fiozinho que entrava entre as nádegas. Nunca usei thong e não sei como me sinto, mas sempre tive muita curiosidade e essa era minha oportunidade.
A senhora vendia todo tipo de roupa, tanto masculina quanto feminina. Por isso mesmo, alguns homens imagino que aproveitaram isso para se aproximar da barraca e fingir que procuravam entre as roupas, mas disfarçadamente me lançavam olhares. Eu pegava as calcinhas e fazia como se as medisse no meu corpo, mas por cima da minha roupa. Peguei alguns sutiãs também e fazia o mesmo, segurando-os na frente dos meus seios. Fazia isso descaradamente, mas fingindo inocência e como se não percebesse os olhares dos homens. A senhora via tudo, mas imagino que, para vender, não dizia nada. Pouco a pouco senti minha buceta ficar molhada pela excitação de me sentir desejada.
"Essa vai me servir, dona?" perguntava à senhora sobre os tamanhos e os preços. Ela respondia muito gentilmente. Estive quase perguntando a mesma coisa para um dos homens, o que estava mais perto de mim, mas me segurei.
No final, peguei todas e deixei eles verem o que escolhia. Escolhi 4, ainda com medo de não conseguir pagar todas com o dinheiro que tinha. Mas eu queria todas! Eram lindas e justamente do meu tamanho.
Quando a senhora me deu o total, soube que não poderia pagar todas. Imagino que a expressão no meu rosto mostrou. Tentei escolher qual das 4 devolver, mas a verdade é que gostava de todas e queria levar as 4.
"Deixa, vou fazer uma ligação, me espera um pouquinho?" disse para a vendedora e me afastei um pouco da barraca. Peguei meu celular e mandei uma mensagem para meu irmão dizendo minha localização. Minha ideia era comprar as calcinhas e ninguém em casa saber, mas não dava o dinheiro e, pela confiança que temos meu irmão e eu, sabia que podia contar com ele para me ajudar a pagar e, principalmente, guardar meu segredo.
"Precisa de dinheiro para pagar?", ouvi uma voz dizer atrás de mim. Virei a cabeça e estava lá um dos homens que me olhavam na barraca. Era o que estava mais perto de mim no mercado.
"Ehh... pois é", respondi nerviosa e, na verdade, com vergonha.
"Eu pago pra você, se quiser."
"Não, como pode! Obrigada, mas não", respondi e, na verdade, senti pena mesmo. A atrevida que mostrava as calcinhas sem pudor desapareceu e no lugar apareceu a Danae bobinha e inocente que no fundo ainda era.
O homem era um senhor de uns 45 anos, mais ou menos. Sou ruim pra calcular idades. Era um pouco mais velho que meu pai, acho. Moreno, um pouco gordinho e já com alguns cabelos brancos no cabelo e no bigode. Parecia ser boa pessoa e com certeza pai de família.
"Não é incômodo, não quero te ofender, de verdade. Me diz quanto você precisa e foda-se o que falta", ele disse.
"Então... e depois, como eu pago ou o quê?" São 4 que eu quero e só trouxe dinheiro pra 3.
"É que eu quero todas mesmo, mas fico com vergonha, haha", respondi já com risada nervosa.
"Pega as 4, eu pago pra você."
"Mas e depois, como eu pago, ou o quê? Você não me disse."
"Me dá seu número de telefone, e eu depois te mando mensagem pra combinar. Eu pago todas se quiser", ele disse e já tirou a carteira disposto a me dar dinheiro.
"E em troca de quê?", perguntei de novo, meio sabendo a resposta.
"Poderia te ver com elas?", ele disse de repente.
Fiquei pensando, em dúvida se aceitava a oferta do senhor, quando olhei disfarçada pra barraca de roupas e vi que a senhora estava nos olhando enquanto atendia outros clientes. Na verdade, me deu muita vergonha porque, tipo, não sou burra; a senhora sabia bem o que estava acontecendo mesmo sem conseguir ouvir nossa conversa.
Pra sorte ou azar, vi o David se aproximando de mim ainda a uma certa distância.
"Obrigada, de verdade, mas aí vem meu irmão e ele vai me dar dinheiro. Mas muito obrigada mesmo pela oferta", disse com um sorriso.
"Bom, tudo bem. Não te... Desculpa, mas tenho certeza que você vai ficar linda com sua..." Ele não terminou a frase, como se hesitasse em mencionar a palavra calcinha fio-dental.
"Com minha calcinha, haha!" completei a frase dando risada e, na verdade, já mais relaxada. "Você me diz como se chama?"
"Me chamo Danae!" Falei meu nome logo antes do meu irmão chegar, quase ao mesmo tempo que o senhor se afastou. Nem sequer soube o nome dele.
O que foi? "Tudo bem?", me perguntou David, e inventei que o senhor estava me perguntando por uma direção.
"Vamos indo então?"
"Hmm... na verdade preciso de um favor muito grande, David", disse com vergonha.
"O que foi, fala?"
"É que se você me ajudar a pagar uma coisa, é que não tenho dinheiro suficiente."
"Claro, não se preocupa. Vamos lá pagar."
"É que me dá vergonha, haha."
"Por quê? O que é? São coisas privadas de mulher?"
"Sim, isso. É roupa íntima."
"Ok, tranquilo. Me diz quanto você precisa."
Pensei em só pedir o dinheiro e ir pagar, mas o diabinho louco que habita dentro de mim me aconselhou outra coisa. Só de pensar nisso, senti minha buceta soltando mais gozo de novo.
Então você poderia vir comigo, pagar. Mas... você guarda segredo pra mim? — eu disse, mordendo o lábio inferior e fazendo cara de pidona. Pelo amor de Deus! Eu estava dando em cima do meu irmão, que gostosa safada!
Já fiquei curioso. 'Mas o que você quer comprar?', disse David.'Haha, não é nada de ruim! É só que, bom, quero comprar umas calcinhas fio-dental, haha. É a primeira vez que compro algo assim. Por favor, guarda segredo; você sabe que a mamãe não me deixaria comprar nem usar isso. 'Tá bom?' eu disse de novo fazendo beicinho.
'Tá bom, deixa, foda-se o dinheiro.'
'Nããão, melhor vem comigo. 'Me ajuda a escolher!' eu disse de forma maliciosa.
'Não, você tá maluca. Como assim? 'Me dá vergonha.'
'Por quê? Vem, vem comigo. Vão pensar que você é meu namorado, e isso não deve ser estranho. Além do mais, eles não perguntam nada; se o que querem é vender, tanto faz quem compra e quem não compra.' 'Haha, você tá doidinha, Danae. Então tá, vamos. Mas você vai ficar me devendo, ok?'
'Siiiim, não importa. 'Eu te pago como você quiser, só me faz esse super favor!'
Quase saltaram os olhos de David ao ver as fio-dentais que eu tinha escolhido. Umas eram transparentes, outras de cetim, outras com desenhos e todas por trás eram só um pequeno fio que ia entrar bem fundo na minha bunda. Já estando lá, até me deu vergonha que meu irmão visse as calcinhas.
Principalmente as transparentes. Eram muito pequenas e iam deixar transparecer os pelos da minha buceta. Se eu estava pensando nisso, era óbvio que David também. Mas já era tarde para voltar atrás e me arrepender. Pelo contrário, no final deixei a de Pokémon e peguei outra que era mais transparente.
Meu irmão pagou pelas 4 e eu só me abracei nele e até dei um beijinho na bochecha. Apesar de a vendedora não me conhecer, achei melhor ideia ela pensar que éramos namorados em vez de irmãos.
Decidimos que já era hora de ir embora e assim abraçados como estávamos fomos caminhando até a saída, os dois num silêncio meio constrangedor. Decidi quebrar o gelo e perguntei o que ele tinha comprado.
'Uns DVD da série The Boys e uma figura de ação', me respondeu David.
'Mas essa série passa na TV, pra que você compra?'
'Bom... Eu gosto de ter ela em físico; são as 3 temporadas".
"E o que mais você comprou?", perguntei.
"Uma action figure do Cody Rhodes que eu tava procurando".
"Ah, que legal", respondi, abraçando-o mais forte. Me sentia feliz de ver meu irmão feliz.
"E você, o que comprou?", David disse rindo.
"Haha, não ri que eu fico com vergonha, haha! Você sabe bem o que eu comprei. Ou melhor, o que você me comprou. Obrigada, David".
"Você gosta desse tipo de roupa?"
"Bom, é a primeira vez que compro algo assim, mas sempre quis ter um fio dental".
"Bom, agora você tem 4. Só toma cuidado pra mãe não ver, você sabe como ela é exagerada com certas coisas".
"Eu sei. Obrigada, irmãozinho. Te amo. Obrigada por me mimar. Deu vergonha que você visse, pra ser sincera. Mas não queria perder a oportunidade". "Não se preocupa, apesar de que pra mim também foi estranho, haha. Elas são bem pequenininhas e vai dar pra ver tudo como se você não tivesse nada vestido, Danae".
"Haha, paraaa, não me fala isso", respondi divertida.
Pouco antes de chegar na saída, me veio uma ideia. Disse pro meu irmão que precisava ir no banheiro e, sem perder tempo, entrei nos banheiros públicos, entrei num cubículo e, sem hesitar, levantei minha minissaia, tirei a calcinha que estava usando e depois procurei entre os fios dentais que tinha comprado e escolhi um. Peguei um bem pequenininho, desses transparentes, e coloquei.
Nossa! Não conseguia acreditar na sensação de usar um fio dental pela primeira vez! Por trás era exatamente como eu tinha imaginado. O fio entrava entre minhas nádegas e pela frente mal cobria minha buceta e meus pelos saíam pelos lados sem deixar nada pra imaginação.

Guardei minha calcinha usada na bolsa e saí do banheiro onde David estava me esperando."Pronta, agora sim vamos embora!" disse ao meu irmão dando outro beijinho na bochecha. Isso era normal entre nós, éramos muito carinhosos.
Caminhamos para a saída e no caminho, a poucos passos de nós, esbarrei com o senhor que se ofereceu para pagar minhas calcinhas. Ele estava com a família. A esposa, um filho uns 2 anos mais velho que eu e uma filha mais ou menos da minha idade. Também estavam indo embora. Notei que ele ficou nervoso, mas eu só olhei e sorri para cumprimentar.
Me adiantei rapidamente do meu irmão e, me colocando na frente dele, comecei a subir os degraus. Eram fáceis, uns 5 degraus que me deixavam à frente dele (e do senhor e sua família), e por ser uma escada inclinada, tinha certeza que, por causa do tamanho curto da minha minissaia e da altura dos meus saltos, tanto meu irmão, o senhor, sua família e todas as pessoas que estavam subindo naquele momento podiam ver minha bunda sem problemas.
O fio da calcinha sumia entre minhas nádegas, então dava pra ver claramente os lados da minha bunda como se eu não estivesse usando nada. Sabia que estava mostrando minha raba pra todo mundo, e isso me deixou muito excitada.Por falta de costume, era desconfortável sentir o fio dentro de mim a cada passo, mas só a sensação de saber que todos estavam me olhando, incluindo meu irmão, quase me fez ter um orgasmo ali mesmo nos degraus.
Sentia minha buceta e a calcinha encharcadas dos meus fluidos. Até fiquei nervosa pensando que iam escorrer pelas minhas pernas como se fosse xixi.
Quase chegando no final da escada, virei rápido pra olhar meu irmão. Ele vinha com os olhos arregalados que quase saltavam das órbitas, haha!
O senhor disfarçava como se não estivesse me olhando, mas óbvio que tava. E a esposa dele me encarava com um olhar de repúdio e desaprovação. O filho e a filha da minha idade também me olhavam. Ao passar do lado deles, sorri pra garota e ela sorriu de volta, tipo com cumplicidade.
Peguei meu irmão pelo braço de novo e nos afastamos em direção ao ponto de ônibus
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