Bom, depois do boquete que dei no meu cunhado, minha mãe, irmã e tia chegaram. E como vocês sabem, minha irmã e minha mãe trabalham à noite, já era hora de ir embora, e minha irmã entrou no meu quarto. HRM – Ei, dá comida pro meu bebê, e minha tia vai ficar com ele pra você dormir bem hoje. A gente se vê amanhã. EU – Ah, ok, tudo bem. Desci pra sala e meu cunhado tava se despedindo da minha irmã com beijos. Minha tia tava vendo TV com as crianças. Fui pra cozinha preparar a comida do meu sobrinho, aí meu cunhado entrou, me agarrou as nádegas, apertou forte. Só olhei brava pra ele 😡, ele tomou água e foi pro quarto dele. Eu dei comida pro meu sobrinho, e quando terminei, minha tia pegou ele no colo. TIA – Bom, crianças, vamos descansar. Você também vai descansar, né? EU – Sim, descanse, tia. Subiram pro quarto da minha mãe, que é do lado do meu. Entrei no meu quarto e coloquei uma camisa comprida que mal cobria minha bunda, e sem sutiã, porque nunca usava pra dormir. Me deitei na cama, liguei a TV, com a intenção de pegar no sono, como sempre fazia. Não sei exatamente que horas foram, mas acordei por causa de alguma coisa, e quando abri os olhos, vi meu cunhado sentado do meu lado, com o pau completamente duro. Minha camisa tava levantada até o pescoço, então meus peitos estavam à mostra. Ele tapou minha boca com a mão. CUNHADO – Quietinha, que sua tia tá do lado e pode acordar. Era meio óbvio, mas eu tinha esquecido completamente que minha tia, sobrinho, irmão e prima dormiam do meu lado, separados só por uma parede fina. Fiquei angustiada pensando no que ia acontecer se eles acordassem e nos vissem naquela situação. Depois, ele colocou a boca no meu peito direito, enquanto a mão direita dele cuidava do meu peito esquerdo. Ele focava em tocar meu mamilo rosadinho e durinho. A boca dele sugava meu peito, a língua acariciava e os lábios apertavam firme meu mamilo. Era uma delícia, e meu corpo se contorcia de prazer, ele repetia isso sem parar. Eu queria bater uma punheta ali mesmo, mas me segurei. Meu cunhado se afastou dos meus peitos. CUÑ - Fica de quatro e empina essa bunda. Foi excitante demais, ser descoberta pela minha tia me deixou ainda mais com tesão. EU - Ok, mas vai devagar que se doer, vou gritar. CUÑ - Não se preocupa, minha princesa. Enchi meu cu de cuspe e vi ele cuspir na cabeça do pau dele. CUÑ - Isso, que buceta gostosa, que cu apertado e rosa!! EU - Devagar, por favor! CUÑ - Uf, que delícia, ah! EU - Ah, devagar, agh!! CUÑ - Uf, que apertado, mal cabe a cabeça, uf! EU - Meu Deus, ah, devagar!!! CUÑ - Uf, lá vai, lá vai!! EU - Ah, meu cu! Já tinha enfiado mais da metade, ele tirou rápido pra depois meter de uma vez. Eu reagi mordendo e apertando o travesseiro, porque senão teria gritado que nem uma louca. Ele dava risada e falava no meu ouvido. CUÑ - Quer que eu pare, gostosa? EU - Ah, não, não para, meu amor! Ele acelerou os movimentos, sentir aquilo mexendo tudo por dentro me excitava. Na verdade, eu mesma comecei a me empurrar contra o pau dele, o que arrancou uns gemidos gostosos dele. Quando vi, comecei a rebolar forte, queria que ele gozasse. Depois, ele me deitou na cama, pegou minhas pernas e apoiou no peito dele. Minhas costas e cabeça continuavam deitadas na cama, e eu fiquei num ângulo de 90 graus. O pau do meu cunhado, bem duro, estava entre minhas pernas. Ele cuspiu na mão direita duas vezes e passou a saliva no pau, começando pela cabeça e espalhando pelo tronco. Enfiou a mão esquerda entre o colchão e minhas costas, levantou meu corpo alguns centímetros, até deixar minha buceta na altura do membro dele, que ele segurava com a mão direita. Ajeitou na entrada da minha buceta, e eu senti a cabeça me penetrando. Meu corpo estava no ar, só minha cabeça continuava deitada. CUÑ - Tapa a boca com o travesseiro. Esse comentário me preocupou, mas eu continuei relaxada. Tampei o rosto todo com o travesseiro. Sem aviso, senti o pau dele investindo com muita força, tentando me penetrar. Ele tirou. E ele me penetrou de novo, doía, mas eu estava conseguindo, o pau dele estava mais fundo. Tentei pensar em outra coisa, pra não gemer alto enquanto mordia o travesseiro, mas a cada estocada eu voltava à realidade. Foi uma atrás da outra, tentei contar, mas perdi as contas, foram mais de 15 até ele conseguir enfiar tudo até o fundo, sentia como se estivesse queimando por dentro. (Eu tinha medo que ouvissem ou que de repente alguém abrisse a porta do meu quarto, mas esse mesmo pensamento me excitou pra caralho.) Ele demorou uns segundos, até começar a puxar pra fora, quando chegou na metade, enfiou de novo até o fundo numa estocada só, minha cabeça bateu na cabeceira da cama. Ele repetiu isso uma vez e outra, embora minha buceta já o reconhecesse, já estivesse se adaptando à grossura do pau do meu cunhado, e ele começou a puxar até deixar só a cabeça dentro, e enfiar de novo até o fundo. Tinha que fazer com força, porque se não enfiasse com violência, ficava pelo caminho, e foi assim, uma vez e outra. De vez em quando, ele beijava e lambia meus pés, o que me dava cócegas, entre o prazer e a dor. Minha cabeça batia sem parar na cabeceira da cama. EU: — Devagar, vão nos ouvir 😡 Ficamos assim por um bom tempo. De repente, as mãos dele me apertaram muito forte, e senti uma quantidade enorme de porra encher minha buceta. Ele ficou exausto e respirava ofegante. O olhar dele estava perdido. Fiquei olhando pra ele enquanto sentia o membro dele encolher dentro da minha buceta. Quando perdeu completamente a ereção, se deixou cair ao meu lado. Ficamos olhando pro teto, enquanto nos recuperávamos. CUNHADO: — Gostou, minha menina? EU: — Sempre gosto, mesmo que sempre doa no começo, mas adoro. Ele apoiou a mão na minha barriga e disse: CUNHADO: — Imagina se aí dentro já estiver meu segundo bebê 🥰 EU: — Nãao! Vão nos matar, por isso é melhor usar camisinha, às vezes esqueço de tomar a pílula. CUNHADO: — Vou indo, antes que acordem. Ele me deu um beijo na Bochecha, ela se levantou e pegou minha calcinha fio-dental. Fiquei olhando enquanto ela ia embora. Não consegui dormir de novo. Nem me limpei, só me cobri com os lençóis. Não liguei. Fiquei bem dolorida, desde meus peitos, costas, buceta e o cu.
Bom, depois do boquete que dei no meu cunhado, minha mãe, irmã e tia chegaram. E como vocês sabem, minha irmã e minha mãe trabalham à noite, já era hora de ir embora, e minha irmã entrou no meu quarto. HRM – Ei, dá comida pro meu bebê, e minha tia vai ficar com ele pra você dormir bem hoje. A gente se vê amanhã. EU – Ah, ok, tudo bem. Desci pra sala e meu cunhado tava se despedindo da minha irmã com beijos. Minha tia tava vendo TV com as crianças. Fui pra cozinha preparar a comida do meu sobrinho, aí meu cunhado entrou, me agarrou as nádegas, apertou forte. Só olhei brava pra ele 😡, ele tomou água e foi pro quarto dele. Eu dei comida pro meu sobrinho, e quando terminei, minha tia pegou ele no colo. TIA – Bom, crianças, vamos descansar. Você também vai descansar, né? EU – Sim, descanse, tia. Subiram pro quarto da minha mãe, que é do lado do meu. Entrei no meu quarto e coloquei uma camisa comprida que mal cobria minha bunda, e sem sutiã, porque nunca usava pra dormir. Me deitei na cama, liguei a TV, com a intenção de pegar no sono, como sempre fazia. Não sei exatamente que horas foram, mas acordei por causa de alguma coisa, e quando abri os olhos, vi meu cunhado sentado do meu lado, com o pau completamente duro. Minha camisa tava levantada até o pescoço, então meus peitos estavam à mostra. Ele tapou minha boca com a mão. CUNHADO – Quietinha, que sua tia tá do lado e pode acordar. Era meio óbvio, mas eu tinha esquecido completamente que minha tia, sobrinho, irmão e prima dormiam do meu lado, separados só por uma parede fina. Fiquei angustiada pensando no que ia acontecer se eles acordassem e nos vissem naquela situação. Depois, ele colocou a boca no meu peito direito, enquanto a mão direita dele cuidava do meu peito esquerdo. Ele focava em tocar meu mamilo rosadinho e durinho. A boca dele sugava meu peito, a língua acariciava e os lábios apertavam firme meu mamilo. Era uma delícia, e meu corpo se contorcia de prazer, ele repetia isso sem parar. Eu queria bater uma punheta ali mesmo, mas me segurei. Meu cunhado se afastou dos meus peitos. CUÑ - Fica de quatro e empina essa bunda. Foi excitante demais, ser descoberta pela minha tia me deixou ainda mais com tesão. EU - Ok, mas vai devagar que se doer, vou gritar. CUÑ - Não se preocupa, minha princesa. Enchi meu cu de cuspe e vi ele cuspir na cabeça do pau dele. CUÑ - Isso, que buceta gostosa, que cu apertado e rosa!! EU - Devagar, por favor! CUÑ - Uf, que delícia, ah! EU - Ah, devagar, agh!! CUÑ - Uf, que apertado, mal cabe a cabeça, uf! EU - Meu Deus, ah, devagar!!! CUÑ - Uf, lá vai, lá vai!! EU - Ah, meu cu! Já tinha enfiado mais da metade, ele tirou rápido pra depois meter de uma vez. Eu reagi mordendo e apertando o travesseiro, porque senão teria gritado que nem uma louca. Ele dava risada e falava no meu ouvido. CUÑ - Quer que eu pare, gostosa? EU - Ah, não, não para, meu amor! Ele acelerou os movimentos, sentir aquilo mexendo tudo por dentro me excitava. Na verdade, eu mesma comecei a me empurrar contra o pau dele, o que arrancou uns gemidos gostosos dele. Quando vi, comecei a rebolar forte, queria que ele gozasse. Depois, ele me deitou na cama, pegou minhas pernas e apoiou no peito dele. Minhas costas e cabeça continuavam deitadas na cama, e eu fiquei num ângulo de 90 graus. O pau do meu cunhado, bem duro, estava entre minhas pernas. Ele cuspiu na mão direita duas vezes e passou a saliva no pau, começando pela cabeça e espalhando pelo tronco. Enfiou a mão esquerda entre o colchão e minhas costas, levantou meu corpo alguns centímetros, até deixar minha buceta na altura do membro dele, que ele segurava com a mão direita. Ajeitou na entrada da minha buceta, e eu senti a cabeça me penetrando. Meu corpo estava no ar, só minha cabeça continuava deitada. CUÑ - Tapa a boca com o travesseiro. Esse comentário me preocupou, mas eu continuei relaxada. Tampei o rosto todo com o travesseiro. Sem aviso, senti o pau dele investindo com muita força, tentando me penetrar. Ele tirou. E ele me penetrou de novo, doía, mas eu estava conseguindo, o pau dele estava mais fundo. Tentei pensar em outra coisa, pra não gemer alto enquanto mordia o travesseiro, mas a cada estocada eu voltava à realidade. Foi uma atrás da outra, tentei contar, mas perdi as contas, foram mais de 15 até ele conseguir enfiar tudo até o fundo, sentia como se estivesse queimando por dentro. (Eu tinha medo que ouvissem ou que de repente alguém abrisse a porta do meu quarto, mas esse mesmo pensamento me excitou pra caralho.) Ele demorou uns segundos, até começar a puxar pra fora, quando chegou na metade, enfiou de novo até o fundo numa estocada só, minha cabeça bateu na cabeceira da cama. Ele repetiu isso uma vez e outra, embora minha buceta já o reconhecesse, já estivesse se adaptando à grossura do pau do meu cunhado, e ele começou a puxar até deixar só a cabeça dentro, e enfiar de novo até o fundo. Tinha que fazer com força, porque se não enfiasse com violência, ficava pelo caminho, e foi assim, uma vez e outra. De vez em quando, ele beijava e lambia meus pés, o que me dava cócegas, entre o prazer e a dor. Minha cabeça batia sem parar na cabeceira da cama. EU: — Devagar, vão nos ouvir 😡 Ficamos assim por um bom tempo. De repente, as mãos dele me apertaram muito forte, e senti uma quantidade enorme de porra encher minha buceta. Ele ficou exausto e respirava ofegante. O olhar dele estava perdido. Fiquei olhando pra ele enquanto sentia o membro dele encolher dentro da minha buceta. Quando perdeu completamente a ereção, se deixou cair ao meu lado. Ficamos olhando pro teto, enquanto nos recuperávamos. CUNHADO: — Gostou, minha menina? EU: — Sempre gosto, mesmo que sempre doa no começo, mas adoro. Ele apoiou a mão na minha barriga e disse: CUNHADO: — Imagina se aí dentro já estiver meu segundo bebê 🥰 EU: — Nãao! Vão nos matar, por isso é melhor usar camisinha, às vezes esqueço de tomar a pílula. CUNHADO: — Vou indo, antes que acordem. Ele me deu um beijo na Bochecha, ela se levantou e pegou minha calcinha fio-dental. Fiquei olhando enquanto ela ia embora. Não consegui dormir de novo. Nem me limpei, só me cobri com os lençóis. Não liguei. Fiquei bem dolorida, desde meus peitos, costas, buceta e o cu.
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