Com o Juan, meu primo, a gente trepa desde sempre. Nem lembro quando começou. Num galpão no fundo da minha casa, eu abaixava a calça e abria as nádegas, ele se ajoelhava, cuspia no pau e enfiava tudo. Doía, ardia, mas o que vinha depois era incrível. Juan me engravidava e aí era minha vez, trocávamos de posição e eu comia ele.
Luis era nosso colega na escola, mas morava a umas 6 ou 7 quadras do bairro. O padrasto dele, seu Carlos, era pedreiro e tinha feito serviços pra vários vizinhos, então nem o Luis nem o padrasto eram estranhos. Seu Carlos era magro, baixinho, de pele morena escura e falava e gesticulava meio estranho.
Um dia, o Juan veio na minha casa com o Luis. Não sei como ele o conquistou, mas claro, trouxe ele pra transar com a gente. Nós três fomos pro galpãozinho e começamos, um de cada vez de bruços no chão em cima dos nossos moletons, a dar pelo cu. Quando eu abri as nádegas do Luis, fiquei chocado, uau, que cu largo esse cara tem!!!, pensei. O cu dele era um túnel molhadinho e escuro. Meti sem esforço. Comi ele gostoso, depois o Juan me comeu, eu comi o Juan e o Juan comeu o Luis. O Luis falou pra gente: "hoje não tô a fim, na próxima vão se foder", então não provamos a pica dele. Quando ele foi embora, eu e o Juan ficamos nos tocando as picas sentados nuns caixotes velhos.
—Você gostou da sentada do Luis? — meu primo me perguntou.
—Sinceramente, fico com o seu. Viu como ela tem a buceta bem abertona?
-Siiim, aquele cara tá todo ferrado.
-Vai saber quem mete, mas com certeza tem uma pica grande.
—Enorme deve ter a rola.
Ficamos na dúvida: quem será que deixou a bunda do Luis desse jeito? Meu primo e uns outros amiguinhos comiam minha buceta toda semana, e meu cu continuava fechadíssimo. O cu do Juan comia minha pica toda semana, e quando eu abria as nádegas dele, via o cuzinho sempre fechado, tinha que fazer força pra minha pica entrar. Já no cu do Luis, a pica entrava de uma vez sem precisar fazer força. Quem será que comeu ele? Alguém maior?
Numa semana, a gente aproveitou um sábado que meus pais saíram pra visitar um parente e a gente trepou os três na cama dos meus pais. Hummm, ver a bunda branquíssima do meu primo na beirada da cama, do lado da bunda morena escura do Luís, tirar de um pra enfiar no outro, é uma coisa que nunca vou esquecer.
Mas eu e o Juan continuávamos intrigados. Quem será que tava arrombando a bunda do Luis daquele jeito? Será que ele enfiava coisas? Nada, uns dedos ou a escova de dente não iam deixar o cu daquele jeito. E, na nossa libido pré-adolescente, nem passava pela cabeça pensar em pepinos, cenouras ou bananas.
Um tempo depois, a fofoca chegou pra gente. Um dos caras mais velhos contou, pedindo "segredo", que o padrasto do Luis foi fazer uns serviços na casa dele, que deu um boquete daqueles e depois, quase chorando, implorou pra ele comer ele. E claro, ele comeu. E todos os dias que o cara foi na casa dele, ele comeu a bunda dele. Perguntar pro nosso amigo se o seu Carlos queria comer ele era inútil, mesmo que tivesse sido assim, ele teria negado. Então, será que o padrasto comia o Luis?
Quando o Luís fez aniversário, ele convidou eu e o Juan pra ir na casa dele, pra festinha de aniversário, os únicos da turma. A gente não conhecia ninguém. Tinha um cara loiro, magro, gostoso. Martín. Como ele era bonito, fiquei de olho nele. Me chamou a atenção o jeito que ele olhava pro Luís, com olhos de apaixonado. E o Luís, quando percebia que o Martín tava olhando, sorria e baixava os olhos. Falei isso pro Juan.
—Ei, viu como o Martín tava olhando pra ele?
—Vai ser o namorado, vai ser aquele que deixa a buceta dela aberta igual uma flor — respondeu o João com um sorriso cheio de sarcasmo.
Namorado? Essa palavra não cabia entre dois caras.
No primeiro ano a gente já não tava mais junto, mas mesmo assim eu ia de vez em quando "visitar" o Luis. O primeiro andar da casa dele tava em obra e lá eu baixava as calças dele e, encostado numa pilha de sacos de cimento, enchia o cu dele de porra. Às vezes, acostumado como eu tava no um a um com o Juan, sentia um certo peso na consciência porque nunca entregava o cu e pedia pro Luis me comer. Chupava ele até ficar bem duro, mas ele me comia um pouco e o pau dele amolecia.
Pouco tempo depois, a família dela se mudou e a gente parou de se ver. Passaram-se alguns anos.
Um verão, o Juan tinha ido pra praia de férias e já fazia duas semanas que eu vivia na base de punheta atrás de punheta. Mas nem bater uma nem enfiar os dedos me satisfazia mais. Eu precisava meter!!!!!
As redes eram uma punhetação, ou não rolavam, ou, quando eu falava minha idade, me diziam "passo". Sou grandão, podia mentir pra elas, mas naaa...
Me animei, fui num bar da Avenida C com a motinha pra ver se pegava alguém, tava nem aí pra quem, mas precisava ficar pelado com outro macho. Cheguei e vi ele. Numa mesa, o Martín tava com um grupo de amigos, me reconheceu e acenou. Fui pro balcão e pedi uma cerveja com amendoim japonês. Tudo muito de boa, nem uma gostosa chegou perto nem vi ninguém interessante. Daí a cerveja fez efeito e tive que mijar. Tava no mictório quando o Martín entrou no banheiro, me sorriu e foi mijar do meu lado. Olhei e ele tava olhando descaradamente pra minha piroca. Aquilo foi um sinal verde e comecei a olhar descaradamente pra dele.
— Cê gosta? — ela disse, se virando e mostrando de frente. Era ENORME. Peguei com uma mão e falei:
—Não, de jeito nenhum—, enquanto batia uma punheta devagarzinho pra ele e dava um sorriso.
— O Luis me contou uma parada sobre vocês, quer que eu...
—Vamos pra casa, se quiser.
—Mas..., cê tá sozinho?
—Meu velho trampa de noite e minha velha se entope de remédio pra dormir. Fica suave, a gente pode.
Aqueles 10 minutos na motinha, com o Martín sentado atrás de mim e a pica dele balançando contra minha bunda, não me deixaram a mil, me deixaram a dez mil!!!
Chegamos, só por precaução dei uma olhada no quarto da minha mãe, ela estava roncando pra caralho. O filho da puta me espremeu contra a porta do meu quarto e me apoiou com força. Eu teria baixado a roupa pra ele me meter ali mesmo, mas melhor fazer na minha cama, então abri a porta e, meio caindo, entre risadas, entramos.
Ficamos de frente. Antes que eu pudesse reagir, ela segurou meu rosto entre as mãos e enfiou a língua até o fundo da minha garganta. Não soube o que fazer, com Juan a gente nunca tinha se beijado. Fiquei com os braços caídos ao lado do corpo, afrouxei os lábios e deixei ela fazer. Minha mão foi até a calça dele, desabotoei e, com dificuldade, enquanto ela continuava devorando minha boca, puxei o pau gigante dele pra fora. Tentei me soltar pra me ajoelhar e começar a chupar.
—Não, para, tô muito tesuda, quero meter— Tirei a roupa na hora e fiquei de quatro na beirada da cama.
Senti as roupas dele caírem, olhei pra trás e vi aquela pica, era impossível que tudo aquilo entrasse no meu cu: uns 25 cm e grossa pra caralho. Claro!!, com certeza o Martín era o motivo do cu arrombado do Luisito. E agora o meu ia ficar igual, fiquei com um pouco de medo, mas como o Juan diz, pra ser viado tem que ser bem macho.
Fechei os olhos e esperei a cuspida. Não veio. Em vez disso, senti um carinho molhado e suave no meu cuzinho. De cima pra baixo, em círculos... O Martín tava me dando a primeira chupada de bunda da minha vida!! O Juan não quer, diz que isso é nojento, mas agora a língua do Martín fazia eu sentir aquilo e era lindo. Quando a pontinha da língua dele entrou no meu canalzinho, não consegui segurar o gemido, meu pau ficou duríssimo e comecei a vazar pré-gozo. Tava nas nuvens, a sensação na minha raba era a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. Mas tudo acaba, ele deu um tapinha, enfiou um dedo, enfiou dois e eu já tava morrendo de vontade de sentar. Esqueci que era enorme, esqueci que ia me arrebentar, só queria uma coisa.
Vai, Martin, me fode, arrebenta minha buceta, vai!
Senti a cabecinha dele na entrada da minha bucetinha, as mãos dele me seguraram firme na cintura e eu vi estrelas. Foi como se mil agulhas cravassem no meu cu, como se dez mil vespas picassem meu canalzinho, como se enfiassem um ferro quente em mim.
-Por favor, por favor tira ela, não aguento mais- falei entre lágrimas.
— Tem algum creme?
—É, dá uma olhada no banheiro que tem umas coisas da minha mãe, fica tranquilo, sai pelado mesmo que ela tá dormindo. Fiquei de quatro, ofegante e me recuperando da dor.
Em meio minuto, o Martín já tava de volta e eu senti o alívio do frescor do creme na minha pobre bunda. Senti o barulho da lambuzada no pau dele e, de novo, vi estrelas, galáxias, amores — agora não roçava, mas ainda assim tava me destruindo. Mordi o travesseiro, arranquei até um pedaço, mas centímetro por centímetro aquele míssil de carne foi entrando em mim. Finalmente, senti o calor do púbis dele contra minhas nádegas, passei a mão por baixo do meu períneo e toquei nele — as bolas dele estavam na entrada do meu cuzinho, ele tinha enfiado até o talo.
De pouquinho em pouquinho a dor foi passando e o Martín começou um vai e vem curto. E aos poucos meu corpo foi largando o chão pra flutuar numa nuvem de prazer que aquele míssil gostoso, morno, elétrico, enorme, que tava me comendo, me levava.
—Ai, Martín, nunca tira essa buceta de dentro de mim, tô no paraíso.
—E eu com você, Lucas, o calor da sua buceta me leva pro céu.
Comecei a gemer sem parar, cada estocada da vara dele arrancava um gemido, cada vez que ele tirava, outro. Minha voz começou a mudar, estranha, ficou mais aguda, tipo gemido de novinha, o que tava rolando comigo, minha bunda era uma buceta?, minha voz tava afinando?, aquela pica enorme tava me transformando numa mulher?, "foda-se!", pensei, com o tesão que eu tava sentindo na minha bunda-buceta, não ligava de ser uma puta, uma traveco, uma vagabunda, contanto que aquela porra de pau enorme abrisse minhas entranhas. Minha pica literalmente explodiu, sem nem tocar nela, jorrei litros de porra, faltava mais alguma coisa pra me sentir uma puta? Sim, e veio rapidinho. O pau dele engrossou ainda mais, Martín começou a gritar e minha buceta sentiu uma batida atrás da outra do míssil dele enquanto ele descarregava o leite dentro de mim. Aí aconteceu. Senti um calor invadindo meu períneo, senti meu esfíncter se fechar, ouvi o "hummm, que gostoso" do Martín e de repente meu cu se dilatou, um relaxamento enorme tomou conta de mim e eu caí de bruços na cama com Martín em cima das minhas costas. Tinha tido meu primeiro orgasmo vaginal na minha bunda!!
Os dois agitados, os dois suados.
— Lucas, o que aconteceu com você?
—Não sei, mas foi lindo, único, maravilhoso.
Ficamos em silêncio. O corpo dela aquecendo o meu. Dormimos, o pau dela foi saindo devagar da minha buceta.
Pouco depois, sinto uns beijos na minha bunda, acordei com um sorriso e uma sensação tão, mas tão especial no rabo, que eu não conseguia entender.
-Agora é sua vez, Lu, eu fico de quatro?
Eu sorri pra ela, lembrei da frase do Luis.
-Hoje não tô afim, na próxima te fodo.
—Essa frase eu conheço, Lu — Nós rimos.
—Você fodeu minha bunda, como é que ficou? — Martín tirou o celular, eu voltei a ficar de quatro e ele tirou uma foto.
—Nossa, me deixou mais quebrado que o Luis.
-Jajá, daqui a pouco fecha pra você.
Fiquei de quatro e comecei a sentir a porra escorrendo da minha buceta descendo pela minha coxa. — Tira outra foto minha — click click
Ver a foto da minha buceta escorrendo me deixou de novo a mil. Dessa vez sim. Me ajoelhei e comecei a chupar ele desesperado. Em dois minutos ele já tava duro de novo, não cabia, impossível, lambi ele todo, beijei, chupei, lambi a glande enorme dele, bebi gloriosamente o generoso pré-gozo e, já desesperado, me joguei na cama e levantei minhas perninhas.
Por mais que eu estivesse dilatada, doeu pra caralho, mas ele entrou de uma vez até o fundo e começou a meter furiosamente. A cama batia na parede, a gente gemia, gritava, minha bunda tava vermelha, minha buceta aberta como eu nunca imaginei, meus olhos babando vendo aquele pedaço enorme de carne entrando e saindo do meu cu. Gozei, enchi a cara e o peito dele de porra. Ele tirou. — Abre a boca — ele ordenou, se ajoelhou deixando minha cabeça entre as pernas dele e meteu o pau na minha boca, eu tossi, chorei, mas aguentei a foda e ganhei o prêmio, minha boca cheia da porra doce e quente dele. Engoli com felicidade e dessa vez fui eu que beijei ele pra compartilhar a gozada.
Tive que acordar cedo pra colocar os lençóis e minha cueca encharcada de tudo que saiu do meu cu durante a noite na máquina de lavar antes da minha mãe acordar. Tava com as pernas bambas, doía o canto da boca, sentia meu rabo aberto e molhado, mas nunca me senti tão feliz.
Naquela manhã, mandei uma mensagem pro João.
—Ô Juan, já descobri o motivo pelo qual o Luis tem a bunda tão arrombada.
—Sério mesmo? Me conta.
—Não, quando você voltar eu te mostro as provas.
Luis era nosso colega na escola, mas morava a umas 6 ou 7 quadras do bairro. O padrasto dele, seu Carlos, era pedreiro e tinha feito serviços pra vários vizinhos, então nem o Luis nem o padrasto eram estranhos. Seu Carlos era magro, baixinho, de pele morena escura e falava e gesticulava meio estranho.
Um dia, o Juan veio na minha casa com o Luis. Não sei como ele o conquistou, mas claro, trouxe ele pra transar com a gente. Nós três fomos pro galpãozinho e começamos, um de cada vez de bruços no chão em cima dos nossos moletons, a dar pelo cu. Quando eu abri as nádegas do Luis, fiquei chocado, uau, que cu largo esse cara tem!!!, pensei. O cu dele era um túnel molhadinho e escuro. Meti sem esforço. Comi ele gostoso, depois o Juan me comeu, eu comi o Juan e o Juan comeu o Luis. O Luis falou pra gente: "hoje não tô a fim, na próxima vão se foder", então não provamos a pica dele. Quando ele foi embora, eu e o Juan ficamos nos tocando as picas sentados nuns caixotes velhos.
—Você gostou da sentada do Luis? — meu primo me perguntou.
—Sinceramente, fico com o seu. Viu como ela tem a buceta bem abertona?
-Siiim, aquele cara tá todo ferrado.
-Vai saber quem mete, mas com certeza tem uma pica grande.
—Enorme deve ter a rola.
Ficamos na dúvida: quem será que deixou a bunda do Luis desse jeito? Meu primo e uns outros amiguinhos comiam minha buceta toda semana, e meu cu continuava fechadíssimo. O cu do Juan comia minha pica toda semana, e quando eu abria as nádegas dele, via o cuzinho sempre fechado, tinha que fazer força pra minha pica entrar. Já no cu do Luis, a pica entrava de uma vez sem precisar fazer força. Quem será que comeu ele? Alguém maior?
Numa semana, a gente aproveitou um sábado que meus pais saíram pra visitar um parente e a gente trepou os três na cama dos meus pais. Hummm, ver a bunda branquíssima do meu primo na beirada da cama, do lado da bunda morena escura do Luís, tirar de um pra enfiar no outro, é uma coisa que nunca vou esquecer.
Mas eu e o Juan continuávamos intrigados. Quem será que tava arrombando a bunda do Luis daquele jeito? Será que ele enfiava coisas? Nada, uns dedos ou a escova de dente não iam deixar o cu daquele jeito. E, na nossa libido pré-adolescente, nem passava pela cabeça pensar em pepinos, cenouras ou bananas.
Um tempo depois, a fofoca chegou pra gente. Um dos caras mais velhos contou, pedindo "segredo", que o padrasto do Luis foi fazer uns serviços na casa dele, que deu um boquete daqueles e depois, quase chorando, implorou pra ele comer ele. E claro, ele comeu. E todos os dias que o cara foi na casa dele, ele comeu a bunda dele. Perguntar pro nosso amigo se o seu Carlos queria comer ele era inútil, mesmo que tivesse sido assim, ele teria negado. Então, será que o padrasto comia o Luis?
Quando o Luís fez aniversário, ele convidou eu e o Juan pra ir na casa dele, pra festinha de aniversário, os únicos da turma. A gente não conhecia ninguém. Tinha um cara loiro, magro, gostoso. Martín. Como ele era bonito, fiquei de olho nele. Me chamou a atenção o jeito que ele olhava pro Luís, com olhos de apaixonado. E o Luís, quando percebia que o Martín tava olhando, sorria e baixava os olhos. Falei isso pro Juan.
—Ei, viu como o Martín tava olhando pra ele?
—Vai ser o namorado, vai ser aquele que deixa a buceta dela aberta igual uma flor — respondeu o João com um sorriso cheio de sarcasmo.
Namorado? Essa palavra não cabia entre dois caras.
No primeiro ano a gente já não tava mais junto, mas mesmo assim eu ia de vez em quando "visitar" o Luis. O primeiro andar da casa dele tava em obra e lá eu baixava as calças dele e, encostado numa pilha de sacos de cimento, enchia o cu dele de porra. Às vezes, acostumado como eu tava no um a um com o Juan, sentia um certo peso na consciência porque nunca entregava o cu e pedia pro Luis me comer. Chupava ele até ficar bem duro, mas ele me comia um pouco e o pau dele amolecia.
Pouco tempo depois, a família dela se mudou e a gente parou de se ver. Passaram-se alguns anos.
Um verão, o Juan tinha ido pra praia de férias e já fazia duas semanas que eu vivia na base de punheta atrás de punheta. Mas nem bater uma nem enfiar os dedos me satisfazia mais. Eu precisava meter!!!!!
As redes eram uma punhetação, ou não rolavam, ou, quando eu falava minha idade, me diziam "passo". Sou grandão, podia mentir pra elas, mas naaa...
Me animei, fui num bar da Avenida C com a motinha pra ver se pegava alguém, tava nem aí pra quem, mas precisava ficar pelado com outro macho. Cheguei e vi ele. Numa mesa, o Martín tava com um grupo de amigos, me reconheceu e acenou. Fui pro balcão e pedi uma cerveja com amendoim japonês. Tudo muito de boa, nem uma gostosa chegou perto nem vi ninguém interessante. Daí a cerveja fez efeito e tive que mijar. Tava no mictório quando o Martín entrou no banheiro, me sorriu e foi mijar do meu lado. Olhei e ele tava olhando descaradamente pra minha piroca. Aquilo foi um sinal verde e comecei a olhar descaradamente pra dele.
— Cê gosta? — ela disse, se virando e mostrando de frente. Era ENORME. Peguei com uma mão e falei:
—Não, de jeito nenhum—, enquanto batia uma punheta devagarzinho pra ele e dava um sorriso.
— O Luis me contou uma parada sobre vocês, quer que eu...
—Vamos pra casa, se quiser.
—Mas..., cê tá sozinho?
—Meu velho trampa de noite e minha velha se entope de remédio pra dormir. Fica suave, a gente pode.
Aqueles 10 minutos na motinha, com o Martín sentado atrás de mim e a pica dele balançando contra minha bunda, não me deixaram a mil, me deixaram a dez mil!!!
Chegamos, só por precaução dei uma olhada no quarto da minha mãe, ela estava roncando pra caralho. O filho da puta me espremeu contra a porta do meu quarto e me apoiou com força. Eu teria baixado a roupa pra ele me meter ali mesmo, mas melhor fazer na minha cama, então abri a porta e, meio caindo, entre risadas, entramos.
Ficamos de frente. Antes que eu pudesse reagir, ela segurou meu rosto entre as mãos e enfiou a língua até o fundo da minha garganta. Não soube o que fazer, com Juan a gente nunca tinha se beijado. Fiquei com os braços caídos ao lado do corpo, afrouxei os lábios e deixei ela fazer. Minha mão foi até a calça dele, desabotoei e, com dificuldade, enquanto ela continuava devorando minha boca, puxei o pau gigante dele pra fora. Tentei me soltar pra me ajoelhar e começar a chupar.
—Não, para, tô muito tesuda, quero meter— Tirei a roupa na hora e fiquei de quatro na beirada da cama.
Senti as roupas dele caírem, olhei pra trás e vi aquela pica, era impossível que tudo aquilo entrasse no meu cu: uns 25 cm e grossa pra caralho. Claro!!, com certeza o Martín era o motivo do cu arrombado do Luisito. E agora o meu ia ficar igual, fiquei com um pouco de medo, mas como o Juan diz, pra ser viado tem que ser bem macho.
Fechei os olhos e esperei a cuspida. Não veio. Em vez disso, senti um carinho molhado e suave no meu cuzinho. De cima pra baixo, em círculos... O Martín tava me dando a primeira chupada de bunda da minha vida!! O Juan não quer, diz que isso é nojento, mas agora a língua do Martín fazia eu sentir aquilo e era lindo. Quando a pontinha da língua dele entrou no meu canalzinho, não consegui segurar o gemido, meu pau ficou duríssimo e comecei a vazar pré-gozo. Tava nas nuvens, a sensação na minha raba era a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. Mas tudo acaba, ele deu um tapinha, enfiou um dedo, enfiou dois e eu já tava morrendo de vontade de sentar. Esqueci que era enorme, esqueci que ia me arrebentar, só queria uma coisa.
Vai, Martin, me fode, arrebenta minha buceta, vai!
Senti a cabecinha dele na entrada da minha bucetinha, as mãos dele me seguraram firme na cintura e eu vi estrelas. Foi como se mil agulhas cravassem no meu cu, como se dez mil vespas picassem meu canalzinho, como se enfiassem um ferro quente em mim.
-Por favor, por favor tira ela, não aguento mais- falei entre lágrimas.
— Tem algum creme?
—É, dá uma olhada no banheiro que tem umas coisas da minha mãe, fica tranquilo, sai pelado mesmo que ela tá dormindo. Fiquei de quatro, ofegante e me recuperando da dor.
Em meio minuto, o Martín já tava de volta e eu senti o alívio do frescor do creme na minha pobre bunda. Senti o barulho da lambuzada no pau dele e, de novo, vi estrelas, galáxias, amores — agora não roçava, mas ainda assim tava me destruindo. Mordi o travesseiro, arranquei até um pedaço, mas centímetro por centímetro aquele míssil de carne foi entrando em mim. Finalmente, senti o calor do púbis dele contra minhas nádegas, passei a mão por baixo do meu períneo e toquei nele — as bolas dele estavam na entrada do meu cuzinho, ele tinha enfiado até o talo.
De pouquinho em pouquinho a dor foi passando e o Martín começou um vai e vem curto. E aos poucos meu corpo foi largando o chão pra flutuar numa nuvem de prazer que aquele míssil gostoso, morno, elétrico, enorme, que tava me comendo, me levava.
—Ai, Martín, nunca tira essa buceta de dentro de mim, tô no paraíso.
—E eu com você, Lucas, o calor da sua buceta me leva pro céu.
Comecei a gemer sem parar, cada estocada da vara dele arrancava um gemido, cada vez que ele tirava, outro. Minha voz começou a mudar, estranha, ficou mais aguda, tipo gemido de novinha, o que tava rolando comigo, minha bunda era uma buceta?, minha voz tava afinando?, aquela pica enorme tava me transformando numa mulher?, "foda-se!", pensei, com o tesão que eu tava sentindo na minha bunda-buceta, não ligava de ser uma puta, uma traveco, uma vagabunda, contanto que aquela porra de pau enorme abrisse minhas entranhas. Minha pica literalmente explodiu, sem nem tocar nela, jorrei litros de porra, faltava mais alguma coisa pra me sentir uma puta? Sim, e veio rapidinho. O pau dele engrossou ainda mais, Martín começou a gritar e minha buceta sentiu uma batida atrás da outra do míssil dele enquanto ele descarregava o leite dentro de mim. Aí aconteceu. Senti um calor invadindo meu períneo, senti meu esfíncter se fechar, ouvi o "hummm, que gostoso" do Martín e de repente meu cu se dilatou, um relaxamento enorme tomou conta de mim e eu caí de bruços na cama com Martín em cima das minhas costas. Tinha tido meu primeiro orgasmo vaginal na minha bunda!!
Os dois agitados, os dois suados.
— Lucas, o que aconteceu com você?
—Não sei, mas foi lindo, único, maravilhoso.
Ficamos em silêncio. O corpo dela aquecendo o meu. Dormimos, o pau dela foi saindo devagar da minha buceta.
Pouco depois, sinto uns beijos na minha bunda, acordei com um sorriso e uma sensação tão, mas tão especial no rabo, que eu não conseguia entender.
-Agora é sua vez, Lu, eu fico de quatro?
Eu sorri pra ela, lembrei da frase do Luis.
-Hoje não tô afim, na próxima te fodo.
—Essa frase eu conheço, Lu — Nós rimos.
—Você fodeu minha bunda, como é que ficou? — Martín tirou o celular, eu voltei a ficar de quatro e ele tirou uma foto.
—Nossa, me deixou mais quebrado que o Luis.
-Jajá, daqui a pouco fecha pra você.
Fiquei de quatro e comecei a sentir a porra escorrendo da minha buceta descendo pela minha coxa. — Tira outra foto minha — click click
Ver a foto da minha buceta escorrendo me deixou de novo a mil. Dessa vez sim. Me ajoelhei e comecei a chupar ele desesperado. Em dois minutos ele já tava duro de novo, não cabia, impossível, lambi ele todo, beijei, chupei, lambi a glande enorme dele, bebi gloriosamente o generoso pré-gozo e, já desesperado, me joguei na cama e levantei minhas perninhas.
Por mais que eu estivesse dilatada, doeu pra caralho, mas ele entrou de uma vez até o fundo e começou a meter furiosamente. A cama batia na parede, a gente gemia, gritava, minha bunda tava vermelha, minha buceta aberta como eu nunca imaginei, meus olhos babando vendo aquele pedaço enorme de carne entrando e saindo do meu cu. Gozei, enchi a cara e o peito dele de porra. Ele tirou. — Abre a boca — ele ordenou, se ajoelhou deixando minha cabeça entre as pernas dele e meteu o pau na minha boca, eu tossi, chorei, mas aguentei a foda e ganhei o prêmio, minha boca cheia da porra doce e quente dele. Engoli com felicidade e dessa vez fui eu que beijei ele pra compartilhar a gozada.
Tive que acordar cedo pra colocar os lençóis e minha cueca encharcada de tudo que saiu do meu cu durante a noite na máquina de lavar antes da minha mãe acordar. Tava com as pernas bambas, doía o canto da boca, sentia meu rabo aberto e molhado, mas nunca me senti tão feliz.
Naquela manhã, mandei uma mensagem pro João.
—Ô Juan, já descobri o motivo pelo qual o Luis tem a bunda tão arrombada.
—Sério mesmo? Me conta.
—Não, quando você voltar eu te mostro as provas.
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