Uma noite, eu e meu marido chegamos de uma reunião, os dois já com uns drinks a mais. Entramos no quarto e, assim que passamos pela porta, ele arrancou literalmente o vestido vermelho justo que eu estava usando, deixando à mostra só uma calcinha fio-dental preta e um sutiã preto que mal segurava meus peitões enormes. Minha pele pálida, branquinha, fazia um contraste lindo com o preto. Ele mandou eu ficar quieta e, com força, enfiou a pica enorme dele na minha boquinha uma e outra vez. Não me deixava respirar. Eu fechava os lábios, mas ele dava um jeito de abrir caminho com aquela pica dura. Senti ele começar a lubrificar e soltei um protesto, mas o egoísta continuou com a vergonha na minha boca. Sentia ela chegando até minha garganta. Senti o gosto salgado e a textura pegajosa do esperma, e quando pensei que ele ia tirar pra meter na minha buceta, ele gozou a jato. Me puxou pelo cabelo e esvaziou tudo na minha cara. Ainda se deu ao luxo de puxar meus peitos pra fora e esfregar, lambuzando com o próprio esperma, sentindo muito prazer. Depois, me obrigou a chupar de novo, mesmo com a cabeça da pica cheia de porra. Ele disse: "Valeu, gatinha", e foi pra cama dormir. Fiquei ali no chão, frustrada, com tesão e encharcada de esperma. Quando levantei o olhar, vi uma sombra na porta do quarto. Reconheci meu enteado na hora. Não consegui nem me cobrir, porque não tinha nada à mão. Nossos olhares se encontraram, e ele, todo envergonhado, foi pro quarto dele. Eu ainda estava com tesão, então fui tomar um banho, mas tive que usar o banheiro perto do quarto do meu enteado, porque o do meu quarto estava quebrado. Tirei a calcinha e o sutiã. Foi um banho rápido, só pra limpar o esperma do meu marido egoísta. Quando saí do chuveiro, passei óleo de amêndoas no corpo pra relaxar. Enquanto espalhava um pouco nas pernas, a porta do banheiro se abriu de repente. Era o Ernesto, meu enteado, só de cueca boxer. Peguei uma toalha e me cobri, mas ele disse: "Por que você se cobre? O corpo humano é tão lindo, e o seu é tão gostoso." Fiquei toda sem graça. De qualquer forma, apago a luz do banheiro e me pego pela mão, não sei como, mas de repente estava no quarto dele, bem pertinho, sentindo o cheiro da loção juvenil gostosa dele. Ele me olhava com muito desejo, arrancou minha toalha (pensei: igualzinho ao pai). Suavemente, me pegou pela cintura e me colou no corpo dele, senti a ereção enorme dele. Tomou minha boca, foi um beijo longo, suave, quente, que me deixava tonta. De repente, senti uma das mãos dele numa das minhas tetas, meus bicos grandes se animaram rápido, estavam bem durinhos. Ele não parava de me beijar e da minha boca passou pro pescoço, do pescoço pros meus bicos, mordendo quase com força, parecia louco devorando minhas tetas e eu acariciava o cabelo dele, extasiada. Me empurrou na cama, abriu minhas pernas e enfiou a cara entre elas. Com a língua, percorreu toda a minha buceta, depois abriu meus lábios e continuou no meu clitóris. Deixou ele bem durinho, chupava magistralmente o botãozinho e me dizia: "que gostoso, você tem gosto de mel". Eu abafava meus gemidos, com medo do meu marido acordar. Ele se afastou, só pra me mandar ficar de quatro. O pau dele, já bem grande e grosso, se adivinhava por baixo da cueca. Antes de me virar, desci a peça devagar. Pulou na minha frente um pau grande, grosso, com a cabeça bem definida. Não consegui evitar, meti na boca e dei um boquete bem gostoso. Ele se contorcia e se arqueava, muito excitado. Senti de novo o sabor delicioso do esperma, mas Ernesto protestou: "não continua, não continua, quero sentir você". Ofereci minha bunda, ele acariciou, depois entrou sem piedade em mim. Senti como um ferro em brasa. A cabecinha do pau dele era tão grossa que tocava minhas dobras vaginais deliciosamente. Me virei um pouco pra ver ele e estava excitado, molhado de suor, com os olhos fechados, murmurando coisas cheias de erotismo e paixão. Acertou bem no ponto exato e me fez gozar muito forte e demorado. Pedi: "não para, Ernesto, não para". Ele continuou empurrando com força e eu gozei de novo. Senti meu coração desvairado e minha buceta muito molhada. molhada, Ernesto se inclinou sobre mim só pra falar no meu ouvido - gata, agora quero que você me dê sua bunda, ele tirou a pica enorme da minha buceta bem molhada e enfiou a cabeça na minha bunda, mmmm, dói, eu falei, e isso fez ele enfiar até a metade da pica, aí eu falei de novo - tá doendo, ele falou bem baixinho - quer que eu tire, gata? eu respondi nãooooo por favor nãooooo, ele empurrou a pica toda, não consegui segurar um gritinho, ele se empolgou e cavalgou que nem um selvagem no meu cu, tava me arrebentando, doía, mas o prazer era alucinante, os dedos delicados do Ernesto se abriram caminho na minha buceta e assim ele me fazia sentir duplo, e ali bem empalada, com a pica do meu enteado bem dentro do meu cu, gozei de novo, senti ele se derramar dentro de mim, senti o esperma dele inundando meu corpo, Ernesto soltou um grito de prazer que nunca vou esquecer, ele saiu de mim com a pica meio dura e muito gozo escorrendo do meu cu, me beijou na boca um tempão e murmurando no meu ouvido disse - que tesão comer a esposa do meu pai, e foi pro quarto dele.
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