Depois de ver o que aconteceu no churrasqueiro entre minha irmã e o namorado dela, eu e Florencia decidimos sair de casa e dar uma volta pra não atrapalhar. Nos dias seguintes, minha irmã e eu mal tivemos contato. Ela passava a maior parte do tempo na casa do namorado ou na do pai dela, e quando a gente se encontrava em casa, nossas interações eram rápidas e distantes. Ela não parecia querer conversar nem ter nada a ver comigo. Isso continuou por mais uma semana ou uns dez dias, mais ou menos.
Percebi que Laura e a mãe dela, Gabriela, tinham uma relação tensa, tinha alguma coisa rolando entre elas, e logo descobri, graças ao meu pai que me contou, que o motivo era a bolsa de estudos que Laura e o namorado tinham ganhado pra estudar em Barcelona. Gabriela era contra a ideia da filha ir morar na Espanha por dois anos, enquanto Laura tava toda animada pra aproveitar a oportunidade e viver com o namorado no exterior. Esse parecia ser o ponto de discórdia entre elas. Pra mim, isso me incomodou um pouco, mas foi uma coisa que deixei pra lá.
Parecia que o relacionamento de Laura com o namorado não era tão perfeito quanto parecia. Mesmo ele tratando ela como se fosse uma princesa de contos de fadas. Em várias ocasiões, pude ver que eles discutiam feio, e Laura ficava tão puta que até deixava ele do lado de fora de casa. As brigas sempre terminavam com Laura gritando com o namorado, que só baixava a cabeça e levava a bronca sem se defender. Era óbvio quem mandava na relação, e se me perguntarem, também quem tinha as bolas... e o bumbum.
Uma das últimas vezes que presenciei uma dessas discussões foi numa sexta à noite, perto das onze. Era tarde e eu era o único em casa, então pude escutar claramente Laura gritando com o namorado. Fiquei me perguntando o que tava rolando no relacionamento deles pra deixar as coisas tão tensas entre eles. A discussão foi pesada e Laura descontou tudo no namorado, que tentou acalmar ela sem sucesso. Depois de Batendo a porta na cara dele, Laura entrou em casa e foi direto para o bar, pegando uma garrafa de licor do meu pai. Enquanto falava no telefone com as amigas, planejavam sair sozinhas à noite, o que me fez pensar se ela estava tentando escapar da sua situação. Subiu as escadas para o quarto, bebendo direto da garrafa e xingando o namorado. Mesmo sem entender exatamente o que ela dizia, seu tom e atitude deixavam claro que estava muito puta da vida.
Tranquei-me no meu quarto e fui jogar no computador, tentando ignorar a situação e não me meter. Nossa relação com Laura já estava tensa, então não queria jogar mais lenha na fogueira. Deixei que ela resolvesse a situação com o namorado do jeito dela. Do meu quarto, dava para ver o quarto de Laura no primeiro andar e ouvir a música no último volume. Ela cantava desesperadamente enquanto bebia da garrafa. O que teria levado ela a esse estado? Parecia que estava tentando extravasar. Parecia estar procurando algo e não encontrava, jogava roupas pra todo lado. Olhou pela janela e me viu. E sumiu da minha vista. Alguns minutos depois, entrava descontrolada no meu quarto.Laura:Seu pervertido de merda, você roubou minhas calcinhas de novo. Você gosta tanto assim de mim que não consegue me deixar em paz? - ela já estava visivelmente bêbada e puta da vida, com um tapa derrubou um quadro com meus pais e alguns jogos que estavam na mesa do computador.
Fernando:O que foi, doida, seu namorado te deixou insatisfeita de novo e vem descarregar em mim?Laura:Filho da puta, pervertido de merda. – Ele tentou me dar um tapa, que eu desviei, isso estava virando rotina entre a gente.Fernando:Se você quer que eu monte um macho de verdade, é só pedir, e para com esses espetáculos.Laura:O que mais você queria? – disse, batendo no meu peito com o dedo.Fernando:Eu te quero tanto quanto você me deseja. Nossos rostos já estavam muito próximos.
Não parávamos de nos olhar, e eu dirigia meu olhar para seus olhos e lábios, e ela fazia o mesmo. Mas por um segundo recuperei a sanidade, ela ia sair, e eu a segurei pelo braço, puxando-a para mim. Não pensava em deixá-la escapar desta vez. Ela se virou para me bater, eu agarrei seu braço e a beijei. Ela me mordeu com força e eu fiz o mesmo, me arrisquei e enfiei minha língua em sua boca, e sua língua se enroscou na minha, se massageavam, era um combate oral. Já estava farto desses jogos entre nós, não pensava em deixá-la ir tão fácil assim. Peguei suas nádegas firmemente, as apertei forte, a levantei e a sentei na mesa do computador, ela não parou de me beijar em nenhum momento. Ela se separou de mim e não sabia o que poderia fazer, se iria embora e me deixaria novamente com vontade, mas me olhou fixamente nos olhos e dava para ver fogo em seus lindos olhos, não parava de ofegar com a boca aberta, de uma só mão puxou minha calça de ginástica e cueca ao mesmo tempo.
Laura:Vamos ver se você realmente consegue satisfazer uma mulher.
Ela disse isso pegando meu pau e puxando com força, parece que ela não gostava de coisas suaves e delicadas. Eu ataquei seu pescoço e uma das minhas mãos se perdeu sob seu vestido, encontrando sua calcinha completamente encharcada. Acariciei sua vulva por cima da calcinha, enquanto ela não parava de dar puxões no meu pau como se quisesse arrancá-lo. Ela pegou minha nuca, me puxou até sua boca e me deu o beijo do campeonato — não faltou nada: língua, mordidas, troca de saliva. A única coisa que faltava era ar; a gente só se separava para respirar. Que tesão que a gente estava! Laura, num arrebato, rasgou minha camiseta — era velha, mas ela usou bastante força — e passou as mãos e unhas pelo meu peito e abdômen. Eu não ia ficar por baixo: já tinha acariciado bastante sua buceta e a sentia muito quente e molhada. Também rasguei sua calcinha e joguei de lado. Tirei seu vestido pela cabeça e ficamos os dois nus, nos olhando ofegantes. Ela nunca tinha soltado meu pau.Laura:Agora sim. - ela me lançou um olhar desafiador.
Nos encontramos novamente e nos beijamos, ela guiou meu pau até sua buceta e começou a esfregar. Enquanto isso, com uma das mãos eu massageava um de seus seios e acabava beliscando seu mamilo, e com a outra apertava sua bunda, porque ela estava fazendo com muita força. A cócegas que eu sentia na cabeça do meu pau cada vez que ele passava entre seus lábios vaginais era muito gratificante, tudo quentinho e molhado. Em um determinado momento, guiado pela tesão, eu a levantei, segurando firmemente suas nádegas, ela entendeu tudo, me abraçou pela nuca e cruzou as pernas, me prendendo com elas. Coloquei meu pau na entrada de seu buraco quente, mas não foi o suficiente - ela fez um movimento de quadril que me desestabilizou e quase caímos, mas ela conseguiu enterrá-lo por completo.
Levei-a contra a parede e lá a encaixei e penetrei com mais força, um som gutural escapou como um gemido. Com meus dedos eu podia percorrer a área perto de sua vagina e sentir meu pau entrando e saindo, também coletar seus fluidos abundantes, que eu também sentia escorrer, suas gotas molhavam minhas pernas.
Tomei uma decisão e achei que estava certa: untei dois dedos e comecei a esfregar seu cu. Ela tinha a cabeça apoiada no meu ombro e seus gemidos aumentaram com essa ação, de vez em quando ela dava beijos no meu pescoço, mas já havia cravado as unhas nas minhas costas. Ambos estávamos em um ponto sem retorno, nossa tesão estava no máximo, minhas bolas já estavam fervendo. Quando percebi que ela estava prestes a gozar, por assalto enfiei dois dedos em seu ânus - o grito que ela soltou deve ter sido ouvido até na lua. A desesperação a pegou e ela mordeu meu ombro, seu ânus e vagina começaram a se contrair, enquanto ela começou a expelir fluidos sob pressão de sua vagina. Eu não aguentei mais, foi muita estimulação junta e me descarreguei no fundo dela. A depositei na cama, ela respirava forte.
Quando se acalmou e voltou a si, parece que ela percebeu tudo. Ela pegou as roupas e tentou sair correndo do meu quarto, tentei impedir, mas ela me xingou e me empurrou, então deixei ela ir. Quinze minutos depois, ela saiu de casa batendo a porta. Fiquei preocupado com ela e com o estado em que estava, e mandei uma mensagem.Fernando:Como você está, Laura? Precisamos conversar, mas o importante é que você esteja bem agora.
Ela só me respondeu lá pelas quatro da madrugada, mal dava pra entender, completamente bêbada, com música tocando e acho que dava pra ouvir a voz de uma das amigas dela.Laura:Você e eu não podemos ficar juntos, como eu te digo, somos muito parecidos, e se a gente se junta é tipo dinamite e bum. – Ele falava de um jeito bem engraçado. – Somos energias muito fortes, não somos compatíveis, só temos essa atração sexual, e já sacamos a vontade, que foi bom, sim. – Ele respirou fundo e continuou, esticando bem as palavras. – Não foi bom, na verdade foi o melhor sexo da minha vida, mas não pense que por ter um pauzão e saber usar, ou ser tão sexy, enigmático ou ser bonito, que eu vou me apaixonar por você, não senhor, vou morar com meu namorado em Barcelona.
Bom, acho que consegui tirar mais da Laura num áudio bêbada do que desde que a conheci. A mensagem da Laura me fez perceber várias coisas importantes. Eu gostava dela e a atração era mútua, mas ela também estava apaixonada pelo namorado e tinha planos de ir pra Barcelona. Isso me gerou um conflito interno, já que eu tinha certeza dos meus sentimentos pela Florencia e dos meus planos de estudar e ficar no país. A situação estava ficando cada vez mais complicada.
Talvez a Laura tivesse razão em pensar que nossos temperamentos poderiam colidir por causa da energia masculina excessiva que ambos tínhamos. E eu não ia deixar ser dominado. Com a Florencia, o relacionamento fluía porque ela tinha uma energia mais feminina e era submissa comigo. Da mesma forma, a Laura parecia dominar o namorado, que era mais tímido, submisso e quieto. Isso me fez refletir se a gente tivesse algo, íamos acabar colidindo.
Eu estava trabalhando num projeto empolgante com meus amigos nerds, criando um programa que usava ferramentas de inteligência artificial pra segurança e monitoramento de câmeras. O objetivo era detectar situações anormais e suspeitas, e alertar o operador pra prevenir problemas e ameaças. Isso reduzia os tempos e fazia com que qualquer usuário fosse muito mais eficiente. Meu pai, que trabalha com segurança, estava me ajudando muito, fornecendo dados e informações valiosas pro projeto. Isso me permitiu combinar minhas habilidades com as dos meus amigos e aprender com a experiência do meu pai.
Precisávamos de uma injeção de capital, já que o programa precisava se expandir e começar com os testes. Depois de buscar várias alternativas, meus pais finalmente nos ajudaram. O investimento deles foi crucial para colocar nosso projeto em movimento. Minha mãe e meu pai foram os principais investidores, e o apoio financeiro deles nos permitiu avançar. Até me ofereci para vender minha caminhonete para contribuir, mas eles insistiram que o investimento era para o meu futuro. Com o apoio deles, colocamos a mão na massa e trabalhamos duro para tirar o projeto do papel.
Quando Florencia voltou da viagem, marquei de encontrar com ela para contar tudo que tinha acontecido com a Laura. Mesmo sabendo que ela não teria problemas, queria ver a reação dela. No começo, ela pareceu um pouco chateada, e me disse que achava que a gente ia fazer as coisas juntas, que a gente ia fazer um ménage, mas que se eu tinha me divertido, ficava feliz por mim. Já sabia que não ia faltar oportunidade para você trazer outra para o relacionamento. Fiquei quieto e não quis falar mais nada, veria como as coisas iam se desenrolar.
Depois da conversa, Florencia pareceu esquecer do assunto e nosso relacionamento seguiu em frente sem problemas. Comecei a me sentir parte da família dela, o pai dela me tratava como um filho e me convidava para atividades como ver boxe ou dias de campo. Do mesmo jeito, minha família incluía a Florencia em todas as nossas atividades. Até descobri que Florencia e minha mãe tinham uma comunicação direta no WhatsApp, embora Florencia não quisesse me contar sobre o que elas falavam, dizendo que eram coisas de mulher. Não quis insistir e ser invasivo com a Florencia sobre a relação dela com minha mãe, pensando que se tivesse algo importante ela me contaria.
Quanto à Laura, nosso relacionamento ficou praticamente nulo. Ela parecia fugir de mim e não respondia minhas mensagens. Ficava me perguntando se ela estava com vergonha por causa do áudio que... ela tinha me enviado por causa do que aconteceu entre a gente, ou se ela tava estressada pela viagem dela pra Barcelona. Eu queria conversar com ela e esclarecer as coisas, mas parecia que ela não tava a fim de trocar ideia. Tentei descobrir como ela tava através das amigas dela, já que elas frequentavam a casa dos meus amigos nerds. Mesmo meus amigos tendo ficado próximos delas e alguns até terem tido uns rolos com alguma, não consegui muita informação sobre o estado da Laura. A única coisa que consegui sacar é que ela tava confusa e sentindo um monte de emoções por causa da viagem e do relacionamento com o namorado.
Minha casa tava cheia de tensão e sentimentos confusos. Minha madrastra Gabriela tava muito alterada com a partida da Laura, o que era compreensível. Meu pai evitava ficar em casa pra não ter um atrito com ela, e a Laura me evitava e discutia constantemente com a mãe dela. Isso criava um clima pesado toda vez que a gente tava os quatro juntos. Era como se a casa tivesse em convulsão e cada um tava lidando com as próprias emoções e conflitos.
A Florencia tinha virado a namorada perfeita, sempre atenta e disposta a me apoiar nos meus projetos e interesses. Até se interessava pelo meu problema com a Laura e conversava com as amigas dela pra tentar entender melhor a situação. Eu gostava de ver ela interagindo com meus amigos e as minas, ela tava mais sociável e parecia curtir a companhia. Ela tinha mudado muito desde que conheci. Já não era a mina tímida e solitária que se mostrava vulnerável. Agora ela tava mais segura e sociável, parecia ter encontrado a confiança dela, até o pai dela fez um comentário sobre isso, tipo um elogio pela transformação da filha desde que tava comigo.
O projeto tinha tomado um rumo inesperado e emocionante. Uma agência de segurança do governo tinha se interessado pelo nosso trabalho e ofereceu financiar parte do projeto. Eu sabia que minha mãe podia estar por trás isso, já que ela tinha conexões no meio governamental. Com essa contribuição, nosso projeto estava prestes a decolar e nossa pequena empresa poderia ter um futuro promissor. Só faltavam alguns detalhes para finalizar o software e estaríamos prontos para lançar nosso produto.
Um mês depois do que aconteceu com Laura, eu estava mergulhado no trabalho e na faculdade. Laura parecia ter voltado à normalidade com o namorado, pelo menos na aparência. Eu a via mais frequentemente com ele, e pareciam ter encontrado um ponto de equilíbrio na relação. Agora estavam planejando ir embora, eu via Gabriela, a mãe dela, resignada e triste. No entanto, Laura tinha o apoio do pai, e a viagem parecia ser uma decisão tomada.
Voltei para casa por volta das sete da noite, vindo da faculdade, tinha que me trocar e iria para a casa do Pedro, lá me encontraria com o Tomas para continuar com o projeto, a gente tinha adotado aquela base. Atrás da casa do Pedro tinham construído uma casa menor, para a avó dele viver os últimos anos de vida, e quando ela faleceu, nós nos apoderamos do lugar e instalamos nossa empresa lá. Estava saindo de casa quando meu celular tocou, era minha madrastra.Gabriela:Fer, amor, você tá em casa.Fernando:Oi Gabi, em que posso te ajudar? - era estranho minha madrastra me ligar, então devia ser por algo.Gabriela:Laura ficou na loja, escolhendo roupas para levar pra Espanha. Esqueci de avisar que o sistema automático fecha as persianas às oito, a gente mudou isso recentemente. Tô ligando pra minha filha, mas ela não atende. Se a persiana descer, eu posso abrir com o controle remoto, mas trouxe ele comigo e tá no meu carro. Se ela ficar trancada agora, não dá pra eu ir porque tô do outro lado da cidade, prestes a entrar numa reunião. Você pode pegar a cópia das chaves que tá em casa e ir avisar ela? Por favor.Fernando:Sim, claro, sem problemas, fica no caminho de onde vou. - Mentira, mas era uma oportunidade de ver a Laura.
Cheguei no local e estava tudo na penumbra, com pouquíssimas luzes. Em cima do balcão estava a bolsa da Laura. Fiquei chamando por ela enquanto procurava pelo local e não a via. Toquei o celular dela e estava dentro da bolsa. Lembrei que o local tinha um porão que era usado como depósito. Desci as escadas e a luz estava acesa, e chamei pela Laura, ouvi ela pedindo ajuda chorando. Nisso senti as persianas começando a descer, estávamos trancados.Laura:Preciso de ajuda, por favor, estou trancada aqui, não aguento mais, me ajuda, sofro de claustrofobia.
O porão tinha um quartinho com espelhos, Laura tinha entrado nele e algumas caixas com roupas caíram bloqueando a porta, a ponto de ser impossível abrir de onde ela estava. Pelo que a Gabriela me contou, calculo que ela já estava lá trancada há mais de uma hora e meia.Fer:Calma, já vou te tirar daí.Laura:Fer, acho que vou morrer.
Consegui abrir a porta depois de empurrar as caixas pesadas que estavam bloqueando. Mas o que vi me surpreendeu, Laura estava chorando descontroladamente, com a maquiagem toda borrada pelas lágrimas. Assim que me viu, correu na minha direção e me abraçou, chorando no meu peito e me agradecendo.
Tentei consolá-la da melhor forma que pude, dizendo palavras tranquilizadoras para acalmá-la. Mas era evidente que ela estava tendo um ataque de claustrofobia, algo que eu não sabia que ela tinha. Seu corpo tremia e estremecia, e eu conseguia sentir sua ansiedade e medo. Quis ajudá-la a se sentir melhor, mas era difícil vê-la naquele estado, ela não reagia e estava histérica, tinha os sintomas de um ataque de pânico.
Tentei tirá-la daquele estado de pânico e a fiz reagir dizendo algo que a deixasse com raiva.Fer:Parece que você se apaixonou por mim depois que foi minha.Laura:Você é um imbecil, imaturo. – Mesmo continuando a chorar, sua expressão mudou e ela me olhou com raiva. – Não pense que foi tudo isso.
O corpo dela ainda tremia, mas pelo menos havia reagido. Percebi que meu comentário tinha sido um pouco brusco, mas funcionou.Fer:O melhor sexo da sua vida, acho que foi o que você me disse.Laura:Sexo casual, posso conseguir com um garoto de programa também, se quiser eu pago.Fer:Interessante, você quer repetir e me pagar.
Não deixei ela reagir e a beijei. Ela ficou surpresa no início, mas quando se recuperou, colaborou totalmente, com um beijo possessivo onde cada um queria impor suas reglas: chupar mais, lamber mais os lábios, ou enfiar mais a língua. Nos separamos e ficamos nos olhando, e voltamos à mesma coisa: nos beijar, nos esfregar, passar a mão por onde dava. Ela apertava minha bunda contra ela, enquanto eu fazia o mesmo. Peguei seu pescoço e continuei beijando, embora ela não se deixasse controlar e pegou meu cabelo, como querendo se impor. Nos separamos de novo.Fer:Admíhotel, nosso tesão é enorme.Laura:Desde que te ajude com sua namorada, não paro de pensar nisso. Justo nesse momento ouvimos a persiana subir, e meu pai nos chamar.Fer:Me dá uma noite antes de você ir embora.
Ela não disse nada, correu até o espelho para arrumar a maquiagem. Eu subi e expliquei ao meu pai o que tinha acontecido. A Gabriela também chegou e se dedicou a ajudar a filha. Subi na caminhonete para ir me encontrar com o Pedro e o Tomás, enquanto dirigia recebi uma mensagem da Laura.Laura:Obrigado por me resgatar.
- e alguns segundos depois, outra mensagem.
- só uma noite.
Percebi que Laura e a mãe dela, Gabriela, tinham uma relação tensa, tinha alguma coisa rolando entre elas, e logo descobri, graças ao meu pai que me contou, que o motivo era a bolsa de estudos que Laura e o namorado tinham ganhado pra estudar em Barcelona. Gabriela era contra a ideia da filha ir morar na Espanha por dois anos, enquanto Laura tava toda animada pra aproveitar a oportunidade e viver com o namorado no exterior. Esse parecia ser o ponto de discórdia entre elas. Pra mim, isso me incomodou um pouco, mas foi uma coisa que deixei pra lá.
Parecia que o relacionamento de Laura com o namorado não era tão perfeito quanto parecia. Mesmo ele tratando ela como se fosse uma princesa de contos de fadas. Em várias ocasiões, pude ver que eles discutiam feio, e Laura ficava tão puta que até deixava ele do lado de fora de casa. As brigas sempre terminavam com Laura gritando com o namorado, que só baixava a cabeça e levava a bronca sem se defender. Era óbvio quem mandava na relação, e se me perguntarem, também quem tinha as bolas... e o bumbum.
Uma das últimas vezes que presenciei uma dessas discussões foi numa sexta à noite, perto das onze. Era tarde e eu era o único em casa, então pude escutar claramente Laura gritando com o namorado. Fiquei me perguntando o que tava rolando no relacionamento deles pra deixar as coisas tão tensas entre eles. A discussão foi pesada e Laura descontou tudo no namorado, que tentou acalmar ela sem sucesso. Depois de Batendo a porta na cara dele, Laura entrou em casa e foi direto para o bar, pegando uma garrafa de licor do meu pai. Enquanto falava no telefone com as amigas, planejavam sair sozinhas à noite, o que me fez pensar se ela estava tentando escapar da sua situação. Subiu as escadas para o quarto, bebendo direto da garrafa e xingando o namorado. Mesmo sem entender exatamente o que ela dizia, seu tom e atitude deixavam claro que estava muito puta da vida.
Tranquei-me no meu quarto e fui jogar no computador, tentando ignorar a situação e não me meter. Nossa relação com Laura já estava tensa, então não queria jogar mais lenha na fogueira. Deixei que ela resolvesse a situação com o namorado do jeito dela. Do meu quarto, dava para ver o quarto de Laura no primeiro andar e ouvir a música no último volume. Ela cantava desesperadamente enquanto bebia da garrafa. O que teria levado ela a esse estado? Parecia que estava tentando extravasar. Parecia estar procurando algo e não encontrava, jogava roupas pra todo lado. Olhou pela janela e me viu. E sumiu da minha vista. Alguns minutos depois, entrava descontrolada no meu quarto.Laura:Seu pervertido de merda, você roubou minhas calcinhas de novo. Você gosta tanto assim de mim que não consegue me deixar em paz? - ela já estava visivelmente bêbada e puta da vida, com um tapa derrubou um quadro com meus pais e alguns jogos que estavam na mesa do computador.
Fernando:O que foi, doida, seu namorado te deixou insatisfeita de novo e vem descarregar em mim?Laura:Filho da puta, pervertido de merda. – Ele tentou me dar um tapa, que eu desviei, isso estava virando rotina entre a gente.Fernando:Se você quer que eu monte um macho de verdade, é só pedir, e para com esses espetáculos.Laura:O que mais você queria? – disse, batendo no meu peito com o dedo.Fernando:Eu te quero tanto quanto você me deseja. Nossos rostos já estavam muito próximos.
Não parávamos de nos olhar, e eu dirigia meu olhar para seus olhos e lábios, e ela fazia o mesmo. Mas por um segundo recuperei a sanidade, ela ia sair, e eu a segurei pelo braço, puxando-a para mim. Não pensava em deixá-la escapar desta vez. Ela se virou para me bater, eu agarrei seu braço e a beijei. Ela me mordeu com força e eu fiz o mesmo, me arrisquei e enfiei minha língua em sua boca, e sua língua se enroscou na minha, se massageavam, era um combate oral. Já estava farto desses jogos entre nós, não pensava em deixá-la ir tão fácil assim. Peguei suas nádegas firmemente, as apertei forte, a levantei e a sentei na mesa do computador, ela não parou de me beijar em nenhum momento. Ela se separou de mim e não sabia o que poderia fazer, se iria embora e me deixaria novamente com vontade, mas me olhou fixamente nos olhos e dava para ver fogo em seus lindos olhos, não parava de ofegar com a boca aberta, de uma só mão puxou minha calça de ginástica e cueca ao mesmo tempo.
Laura:Vamos ver se você realmente consegue satisfazer uma mulher.
Ela disse isso pegando meu pau e puxando com força, parece que ela não gostava de coisas suaves e delicadas. Eu ataquei seu pescoço e uma das minhas mãos se perdeu sob seu vestido, encontrando sua calcinha completamente encharcada. Acariciei sua vulva por cima da calcinha, enquanto ela não parava de dar puxões no meu pau como se quisesse arrancá-lo. Ela pegou minha nuca, me puxou até sua boca e me deu o beijo do campeonato — não faltou nada: língua, mordidas, troca de saliva. A única coisa que faltava era ar; a gente só se separava para respirar. Que tesão que a gente estava! Laura, num arrebato, rasgou minha camiseta — era velha, mas ela usou bastante força — e passou as mãos e unhas pelo meu peito e abdômen. Eu não ia ficar por baixo: já tinha acariciado bastante sua buceta e a sentia muito quente e molhada. Também rasguei sua calcinha e joguei de lado. Tirei seu vestido pela cabeça e ficamos os dois nus, nos olhando ofegantes. Ela nunca tinha soltado meu pau.Laura:Agora sim. - ela me lançou um olhar desafiador.
Nos encontramos novamente e nos beijamos, ela guiou meu pau até sua buceta e começou a esfregar. Enquanto isso, com uma das mãos eu massageava um de seus seios e acabava beliscando seu mamilo, e com a outra apertava sua bunda, porque ela estava fazendo com muita força. A cócegas que eu sentia na cabeça do meu pau cada vez que ele passava entre seus lábios vaginais era muito gratificante, tudo quentinho e molhado. Em um determinado momento, guiado pela tesão, eu a levantei, segurando firmemente suas nádegas, ela entendeu tudo, me abraçou pela nuca e cruzou as pernas, me prendendo com elas. Coloquei meu pau na entrada de seu buraco quente, mas não foi o suficiente - ela fez um movimento de quadril que me desestabilizou e quase caímos, mas ela conseguiu enterrá-lo por completo.
Levei-a contra a parede e lá a encaixei e penetrei com mais força, um som gutural escapou como um gemido. Com meus dedos eu podia percorrer a área perto de sua vagina e sentir meu pau entrando e saindo, também coletar seus fluidos abundantes, que eu também sentia escorrer, suas gotas molhavam minhas pernas.
Tomei uma decisão e achei que estava certa: untei dois dedos e comecei a esfregar seu cu. Ela tinha a cabeça apoiada no meu ombro e seus gemidos aumentaram com essa ação, de vez em quando ela dava beijos no meu pescoço, mas já havia cravado as unhas nas minhas costas. Ambos estávamos em um ponto sem retorno, nossa tesão estava no máximo, minhas bolas já estavam fervendo. Quando percebi que ela estava prestes a gozar, por assalto enfiei dois dedos em seu ânus - o grito que ela soltou deve ter sido ouvido até na lua. A desesperação a pegou e ela mordeu meu ombro, seu ânus e vagina começaram a se contrair, enquanto ela começou a expelir fluidos sob pressão de sua vagina. Eu não aguentei mais, foi muita estimulação junta e me descarreguei no fundo dela. A depositei na cama, ela respirava forte.
Quando se acalmou e voltou a si, parece que ela percebeu tudo. Ela pegou as roupas e tentou sair correndo do meu quarto, tentei impedir, mas ela me xingou e me empurrou, então deixei ela ir. Quinze minutos depois, ela saiu de casa batendo a porta. Fiquei preocupado com ela e com o estado em que estava, e mandei uma mensagem.Fernando:Como você está, Laura? Precisamos conversar, mas o importante é que você esteja bem agora.
Ela só me respondeu lá pelas quatro da madrugada, mal dava pra entender, completamente bêbada, com música tocando e acho que dava pra ouvir a voz de uma das amigas dela.Laura:Você e eu não podemos ficar juntos, como eu te digo, somos muito parecidos, e se a gente se junta é tipo dinamite e bum. – Ele falava de um jeito bem engraçado. – Somos energias muito fortes, não somos compatíveis, só temos essa atração sexual, e já sacamos a vontade, que foi bom, sim. – Ele respirou fundo e continuou, esticando bem as palavras. – Não foi bom, na verdade foi o melhor sexo da minha vida, mas não pense que por ter um pauzão e saber usar, ou ser tão sexy, enigmático ou ser bonito, que eu vou me apaixonar por você, não senhor, vou morar com meu namorado em Barcelona.
Bom, acho que consegui tirar mais da Laura num áudio bêbada do que desde que a conheci. A mensagem da Laura me fez perceber várias coisas importantes. Eu gostava dela e a atração era mútua, mas ela também estava apaixonada pelo namorado e tinha planos de ir pra Barcelona. Isso me gerou um conflito interno, já que eu tinha certeza dos meus sentimentos pela Florencia e dos meus planos de estudar e ficar no país. A situação estava ficando cada vez mais complicada.
Talvez a Laura tivesse razão em pensar que nossos temperamentos poderiam colidir por causa da energia masculina excessiva que ambos tínhamos. E eu não ia deixar ser dominado. Com a Florencia, o relacionamento fluía porque ela tinha uma energia mais feminina e era submissa comigo. Da mesma forma, a Laura parecia dominar o namorado, que era mais tímido, submisso e quieto. Isso me fez refletir se a gente tivesse algo, íamos acabar colidindo.
Eu estava trabalhando num projeto empolgante com meus amigos nerds, criando um programa que usava ferramentas de inteligência artificial pra segurança e monitoramento de câmeras. O objetivo era detectar situações anormais e suspeitas, e alertar o operador pra prevenir problemas e ameaças. Isso reduzia os tempos e fazia com que qualquer usuário fosse muito mais eficiente. Meu pai, que trabalha com segurança, estava me ajudando muito, fornecendo dados e informações valiosas pro projeto. Isso me permitiu combinar minhas habilidades com as dos meus amigos e aprender com a experiência do meu pai.
Precisávamos de uma injeção de capital, já que o programa precisava se expandir e começar com os testes. Depois de buscar várias alternativas, meus pais finalmente nos ajudaram. O investimento deles foi crucial para colocar nosso projeto em movimento. Minha mãe e meu pai foram os principais investidores, e o apoio financeiro deles nos permitiu avançar. Até me ofereci para vender minha caminhonete para contribuir, mas eles insistiram que o investimento era para o meu futuro. Com o apoio deles, colocamos a mão na massa e trabalhamos duro para tirar o projeto do papel.
Quando Florencia voltou da viagem, marquei de encontrar com ela para contar tudo que tinha acontecido com a Laura. Mesmo sabendo que ela não teria problemas, queria ver a reação dela. No começo, ela pareceu um pouco chateada, e me disse que achava que a gente ia fazer as coisas juntas, que a gente ia fazer um ménage, mas que se eu tinha me divertido, ficava feliz por mim. Já sabia que não ia faltar oportunidade para você trazer outra para o relacionamento. Fiquei quieto e não quis falar mais nada, veria como as coisas iam se desenrolar.
Depois da conversa, Florencia pareceu esquecer do assunto e nosso relacionamento seguiu em frente sem problemas. Comecei a me sentir parte da família dela, o pai dela me tratava como um filho e me convidava para atividades como ver boxe ou dias de campo. Do mesmo jeito, minha família incluía a Florencia em todas as nossas atividades. Até descobri que Florencia e minha mãe tinham uma comunicação direta no WhatsApp, embora Florencia não quisesse me contar sobre o que elas falavam, dizendo que eram coisas de mulher. Não quis insistir e ser invasivo com a Florencia sobre a relação dela com minha mãe, pensando que se tivesse algo importante ela me contaria.
Quanto à Laura, nosso relacionamento ficou praticamente nulo. Ela parecia fugir de mim e não respondia minhas mensagens. Ficava me perguntando se ela estava com vergonha por causa do áudio que... ela tinha me enviado por causa do que aconteceu entre a gente, ou se ela tava estressada pela viagem dela pra Barcelona. Eu queria conversar com ela e esclarecer as coisas, mas parecia que ela não tava a fim de trocar ideia. Tentei descobrir como ela tava através das amigas dela, já que elas frequentavam a casa dos meus amigos nerds. Mesmo meus amigos tendo ficado próximos delas e alguns até terem tido uns rolos com alguma, não consegui muita informação sobre o estado da Laura. A única coisa que consegui sacar é que ela tava confusa e sentindo um monte de emoções por causa da viagem e do relacionamento com o namorado.
Minha casa tava cheia de tensão e sentimentos confusos. Minha madrastra Gabriela tava muito alterada com a partida da Laura, o que era compreensível. Meu pai evitava ficar em casa pra não ter um atrito com ela, e a Laura me evitava e discutia constantemente com a mãe dela. Isso criava um clima pesado toda vez que a gente tava os quatro juntos. Era como se a casa tivesse em convulsão e cada um tava lidando com as próprias emoções e conflitos.
A Florencia tinha virado a namorada perfeita, sempre atenta e disposta a me apoiar nos meus projetos e interesses. Até se interessava pelo meu problema com a Laura e conversava com as amigas dela pra tentar entender melhor a situação. Eu gostava de ver ela interagindo com meus amigos e as minas, ela tava mais sociável e parecia curtir a companhia. Ela tinha mudado muito desde que conheci. Já não era a mina tímida e solitária que se mostrava vulnerável. Agora ela tava mais segura e sociável, parecia ter encontrado a confiança dela, até o pai dela fez um comentário sobre isso, tipo um elogio pela transformação da filha desde que tava comigo.
O projeto tinha tomado um rumo inesperado e emocionante. Uma agência de segurança do governo tinha se interessado pelo nosso trabalho e ofereceu financiar parte do projeto. Eu sabia que minha mãe podia estar por trás isso, já que ela tinha conexões no meio governamental. Com essa contribuição, nosso projeto estava prestes a decolar e nossa pequena empresa poderia ter um futuro promissor. Só faltavam alguns detalhes para finalizar o software e estaríamos prontos para lançar nosso produto.
Um mês depois do que aconteceu com Laura, eu estava mergulhado no trabalho e na faculdade. Laura parecia ter voltado à normalidade com o namorado, pelo menos na aparência. Eu a via mais frequentemente com ele, e pareciam ter encontrado um ponto de equilíbrio na relação. Agora estavam planejando ir embora, eu via Gabriela, a mãe dela, resignada e triste. No entanto, Laura tinha o apoio do pai, e a viagem parecia ser uma decisão tomada.
Voltei para casa por volta das sete da noite, vindo da faculdade, tinha que me trocar e iria para a casa do Pedro, lá me encontraria com o Tomas para continuar com o projeto, a gente tinha adotado aquela base. Atrás da casa do Pedro tinham construído uma casa menor, para a avó dele viver os últimos anos de vida, e quando ela faleceu, nós nos apoderamos do lugar e instalamos nossa empresa lá. Estava saindo de casa quando meu celular tocou, era minha madrastra.Gabriela:Fer, amor, você tá em casa.Fernando:Oi Gabi, em que posso te ajudar? - era estranho minha madrastra me ligar, então devia ser por algo.Gabriela:Laura ficou na loja, escolhendo roupas para levar pra Espanha. Esqueci de avisar que o sistema automático fecha as persianas às oito, a gente mudou isso recentemente. Tô ligando pra minha filha, mas ela não atende. Se a persiana descer, eu posso abrir com o controle remoto, mas trouxe ele comigo e tá no meu carro. Se ela ficar trancada agora, não dá pra eu ir porque tô do outro lado da cidade, prestes a entrar numa reunião. Você pode pegar a cópia das chaves que tá em casa e ir avisar ela? Por favor.Fernando:Sim, claro, sem problemas, fica no caminho de onde vou. - Mentira, mas era uma oportunidade de ver a Laura.
Cheguei no local e estava tudo na penumbra, com pouquíssimas luzes. Em cima do balcão estava a bolsa da Laura. Fiquei chamando por ela enquanto procurava pelo local e não a via. Toquei o celular dela e estava dentro da bolsa. Lembrei que o local tinha um porão que era usado como depósito. Desci as escadas e a luz estava acesa, e chamei pela Laura, ouvi ela pedindo ajuda chorando. Nisso senti as persianas começando a descer, estávamos trancados.Laura:Preciso de ajuda, por favor, estou trancada aqui, não aguento mais, me ajuda, sofro de claustrofobia.
O porão tinha um quartinho com espelhos, Laura tinha entrado nele e algumas caixas com roupas caíram bloqueando a porta, a ponto de ser impossível abrir de onde ela estava. Pelo que a Gabriela me contou, calculo que ela já estava lá trancada há mais de uma hora e meia.Fer:Calma, já vou te tirar daí.Laura:Fer, acho que vou morrer.
Consegui abrir a porta depois de empurrar as caixas pesadas que estavam bloqueando. Mas o que vi me surpreendeu, Laura estava chorando descontroladamente, com a maquiagem toda borrada pelas lágrimas. Assim que me viu, correu na minha direção e me abraçou, chorando no meu peito e me agradecendo.
Tentei consolá-la da melhor forma que pude, dizendo palavras tranquilizadoras para acalmá-la. Mas era evidente que ela estava tendo um ataque de claustrofobia, algo que eu não sabia que ela tinha. Seu corpo tremia e estremecia, e eu conseguia sentir sua ansiedade e medo. Quis ajudá-la a se sentir melhor, mas era difícil vê-la naquele estado, ela não reagia e estava histérica, tinha os sintomas de um ataque de pânico.
Tentei tirá-la daquele estado de pânico e a fiz reagir dizendo algo que a deixasse com raiva.Fer:Parece que você se apaixonou por mim depois que foi minha.Laura:Você é um imbecil, imaturo. – Mesmo continuando a chorar, sua expressão mudou e ela me olhou com raiva. – Não pense que foi tudo isso.
O corpo dela ainda tremia, mas pelo menos havia reagido. Percebi que meu comentário tinha sido um pouco brusco, mas funcionou.Fer:O melhor sexo da sua vida, acho que foi o que você me disse.Laura:Sexo casual, posso conseguir com um garoto de programa também, se quiser eu pago.Fer:Interessante, você quer repetir e me pagar.
Não deixei ela reagir e a beijei. Ela ficou surpresa no início, mas quando se recuperou, colaborou totalmente, com um beijo possessivo onde cada um queria impor suas reglas: chupar mais, lamber mais os lábios, ou enfiar mais a língua. Nos separamos e ficamos nos olhando, e voltamos à mesma coisa: nos beijar, nos esfregar, passar a mão por onde dava. Ela apertava minha bunda contra ela, enquanto eu fazia o mesmo. Peguei seu pescoço e continuei beijando, embora ela não se deixasse controlar e pegou meu cabelo, como querendo se impor. Nos separamos de novo.Fer:Admíhotel, nosso tesão é enorme.Laura:Desde que te ajude com sua namorada, não paro de pensar nisso. Justo nesse momento ouvimos a persiana subir, e meu pai nos chamar.Fer:Me dá uma noite antes de você ir embora.
Ela não disse nada, correu até o espelho para arrumar a maquiagem. Eu subi e expliquei ao meu pai o que tinha acontecido. A Gabriela também chegou e se dedicou a ajudar a filha. Subi na caminhonete para ir me encontrar com o Pedro e o Tomás, enquanto dirigia recebi uma mensagem da Laura.Laura:Obrigado por me resgatar.
- e alguns segundos depois, outra mensagem.
- só uma noite.
2 comentários - Familia Complicada 10, sexo con mi Hermanastra