Lembro como começou a história desse relato, porque foi no dia do 7 a 1 da Alemanha contra o Brasil. Naquela época, era muito comum no meu trabalho desbloquear netbooks do governo. Por segurança e praticidade, várias vezes na semana eu atendia clientes no café de um posto YPF na cidade de Mendoza.
Nesse dia em especial, fui encontrar vários clientes, e o café estava bem cheio por causa do jogo. Também tinha muitos jovens estudantes, que era comum se reunirem lá pra estudar. Várias vezes antes desse dia, era normal ver um grupo de meninas jovens, e uma delas me chamava a atenção pelo corpão que tinha. Ela sempre estava acompanhada por outra garota, então eu achava que era lésbica, porque andavam de mãos dadas direto.
No dia do jogo, vi essa garota chegando de mãos dadas com a amiga, como sempre, mas dessa vez não tinha muito lugar, então sentaram numa mesa pequena. Depois de um tempo, chegou um rapaz e sentou com elas. Não era um dos que sempre estavam com ela estudando.
Enquanto eu trabalhava, também olhava o jogo, e de repente começou uma discussão. Por causa dos gritos dos gols, não dava pra ouvir direito a briga. Era a garota discutindo em voz alta com o cara que tinha chegado. Chegou um ponto que muita gente no local parou de ver o jogo e ficou de olho na discussão.
De repente, a garota pegou a bolsa, tirou de dentro uns consolos e outros brinquedos sexuais, e jogou tudo em cima da mesa na direção do cara com quem estava discutindo. Enquanto ela chorava, ele tentava esconder as coisas, e um consolo caiu no chão. Quando ele se abaixou pra pegar, ela e a outra garota se levantaram e foram embora. Ele percebeu, saiu correndo atrás delas, deixando tudo em cima da mesa.
A maioria de nós perdeu o foco no jogo de tanto olhar a briga. Depois, todo mundo riu enquanto as moças da limpeza guardavam os brinquedos que ficaram na mesa. Depois desse dia, fiquei várias semanas sem ver as garotas. Até que um dia vejo elas entrarem na cafeteria e fiquei surpreso quando vieram direto na minha mesa. Era bem comum que o pessoal que frequentava o lugar soubesse do trampo que eu fazia ali, já que era normal me ver com clientes por lá. A mina, quando chegou na minha mesa, tirou um notebook da mochila e me pediu pra consertar. Pedi pra ela sentar e me explicar o problema. Aí ela contou que, depois de uma briga com o namorado, o notebook tinha caído e não ligava mais, porque ela achava que o cara tinha mudado a senha, já que ela tinha descoberto ele trocando ideia com outra mina no apartamento dele. Ela me perguntou quanto custava pra tirar a senha, porque precisava urgente pra estudar pra uma prova. Passei o preço e ela perguntou se dava pra fazer na hora. Falei que enquanto ela tomava um café, tava pronto. Quando fui ver, descobri que o problema não era a senha, mas sim que o disco tava danificado. Contei pra ela e expliquei que precisava trocar o disco e recuperar os dados do disco quebrado. Aí ela me pediu se eu podia tirar uns arquivos do disco pra ela estudar no computador da amiga. Depois que fiz o serviço, ela perguntou quanto custava a troca do disco. Naquela época, era um trampo bem caro. Ela se assustou com o preço e vi na cara dela uma decepção. Então, como já fiz várias vezes com muitos clientes, porque primeiro me importo que o cliente resolva o problema dele e depois a parte financeira, soltei uma frase comum que uso sem nenhum segundinho de malícia. Falei pra ela: — Troco o disco pra você. E DEPOIS A GENTE VÊ COMO A GENTE SE ACERTA. Nessa hora, a cara dela desandou toda e ela se olhou com a amiga. E na mesma hora ela me soltou: — O que te faz pensar que, por consertar meu computador, você vai me comer? Na hora, o sangue gelou, porque percebi que ela tinha interpretado errado o que eu falei e já tinha visto do que ela era capaz em público. Fiquei com medo de ela me denunciar. Agora eu fiquei... Desfiguro a cara do medo. Bem quando eu ia pedir desculpas, ela para de olhar pra amiga e me fala:
— Meia hora, uma transa, pelo conserto do notebook. Aliás, você não vai aguentar mais que 5 minutos comigo.
Minha surpresa se estampou na cara e acelerou o trampo quando perguntou pra quando tava pronto.
Falei que precisava levar o notebook e em 2 dias tava pronto.
Depois me passou o número dela e mandou eu chamar no WhatsApp pra ela me mandar o endereço onde eu ia levar o computador.
Quando tava se levantando pra ir embora, me fala:
— Vem bem lavado, não curto cheiro ruim.
Enquanto ela ia saindo, eu fiquei de olho colado naquele rabo perfeito que eu ia comer em 2 dias.
Ela caminhava rebolando como se soubesse que eu tava lambendo com os olhos.
Quando eu conserto um computador, geralmente não vejo a informação que tem por privacidade do cliente.
Mas essa mina me deixou doido.
Achei várias fotos pelada e outras transando com o cara que discutiu.
E outras transando com outros caras diferentes.
Quando chegou o dia da entrega, antes de ir na casa dela, tomei banho como ela pediu e bati uma punheta braba no chuveiro pra tentar aguentar mais de 5 minutos.
Mando uma mensagem avisando que tava chegando.
E ela respondeu que tava me esperando pronta.
Antes de chegar no carro, tomei um Viagra pra estar à altura de uma mina de 23 anos.
A localização que ela me mandou era uma porta com vários apartamentos.
O dela era o último do corredor.
Bati na campainha e pelo porteiro ela mandou eu empurrar a porta e ir até o fundo do corredor e entrar direto que a porta tava aberta.
Quando entrei no apartamento, na cozinha tava ela e a amiga.
Ao chegar na cozinha, me bateu um cheiro que odeio.
Fedia a maconha.
Era porque as duas tavam fumando um baseado.
Mal me cumprimentaram, tirei o computador e mostrei que agora funcionava bem.
Ela se surpreendeu e falou que tava muito mais rápida que antes.
Depois agradeceu com um beijo na... a bochecha e pego da geladeira uma garrafa de refrigerante e servi pra ela tomar. Enquanto eu explicava umas paradas do notebook dela, ela continuava fumando com a amiga. Me ofereceu um baseado e sentou na mesa pra me escutar. Tava vestindo uma regata esportiva branca e uma calça de futebol. O cabelo molhado, porque acho que tinha acabado de tomar banho, já que cheirava muito bem. Uma perna tava apoiada em cima da cadeira e pela folga da calça dava pra ver o final da coxa dela, onde aparecia só um pedacinho da calcinha. Quando terminaram o baseado, ela me fala: — Beleza, hora de pagar, vem comigo que você vai passar meu cartão de crédito. Me pegou pela mão e me levou pro quarto enquanto a amiga dela preparava uns mates. No caminho pro quarto, ela me diz: — Depois de fumar eu fico no tesão, então com certeza você vai ganhar uma gorjeta pelo trampo. Já no quarto, enquanto acende umas velas aromáticas e fecha as cortinas, ela pede pra eu tirar a roupa. Bem antes de eu tirar a cueca, ela chega perto de mim, segura meu rosto e começa a me beijar. A língua dela entrava fundo na minha boca, misturando um pouco o cheiro de maconha com um chiclete de menta que ela tava mascando. Enquanto a gente se beijava, íamos andando em direção à cama. Quando chegamos lá, tomei a iniciativa e virei ela de costas pra sentir aquele rabão dela na minha pélvis. Ela rebolava enquanto eu tirava a regata dela e depois apertava a bunda dela contra meu pau, que já tava explodindo. Segurava os peitos duríssimos dela pra manter ela entre a cama e meu pau. Aí me abaixei atrás dela e puxei a calça de futebol pra baixo, enfiando a cara na bunda dela. Chupei ela ainda com a calcinha, tentando afastar com a língua. Ela tinha um bocetão. Ela continuava rebolando a cintura e esticava a mão pra trás pra segurar minha cabeça, me mantendo pressionado dentro da bunda dela. Então puxei a calcinha dela bem devagar e apareceu a pussy rosada dela. Era tipo ter um biscoito merengue no nariz, bem rosadinha e esponjosa no meio. Ela não aguentou muito minha língua e gozou bem na hora que eu tava enfiando os dedos na buceta. Ela virou pra eu chupar a buceta dela por trás. Enquanto eu me deliciava com a buceta dela, ela fez uma coisa que eu odeio: puxou meu cabelo. Aí eu levantei e beijei ela com o gosto do fluxo do orgasmo dela na minha boca. Ela meio que tentou desviar do beijo. Então ela fala: — deita no meio da cama. Ela tirou minha cueca e começou a me punhetar devagar. Abriu bem minhas pernas e sentou na frente do meu pau, se inclinou pra frente e começou a chupar. Primeiro beijava a ponta do meu pau e depois tentava abrir minha uretra com a língua. Mordia meu prepúcio e esticava, e de repente enfiava o pau até a garganta. Aí esticou a mão, pegou um desses lubrificantes quentes e passou no meu pau e nas bolas. E na posição que tava, levou os pés até meu pau e começou a massagear minhas bolas e o pau com os pés. Enquanto com os dedos de um pé massageava minhas bolas, com os outros punhetava meu pau. De repente, sem tirar os pés do meu pau, se inclinou pra frente e começou a chupar meu pau. Essa mina tinha uma flexibilidade incrível. Ainda bem que eu tinha batido uma punheta antes, porque senão já tinha gozado faz tempo. Eu acompanhava o movimento com as mãos na cabeça dela. Ela ficou um tempão assim e passou mais lubrificante no meu pau e sentou de novo. Enquanto ela me punhetava com os pés, eu olhava pros peitos redondos dela, quase sem bico. Depois de um bom tempo, ela fala: — parabéns, poucos aguentam uma punheta com os pés. Ela esticou a mão, pegou uma camisinha e colocou no meu pau, que parecia maior do que nunca. Aí subiu em mim e enfiou na buceta bem devagar. Começou a cavalgada. Ela começou a pular no meu pau que nem um cavaleiro. Os gemidos e gritos dela, com certeza a amiga tava ouvindo. Não sei se era por causa do baseado. não tava com muita vontade de transar, mas a mina montou em mim como se a vida dela dependesse disso. De vez em quando, ela jogava o corpo dela em cima do meu e eu sentia os peitos dela no meu peito enquanto ela esticava os braços, enfiava uma mão na própria buceta e se esfregava no clitóris, e a outra mão levava até a bunda dela. Imagino que ela enfiava um dedo no cu. Ficava assim por um tempo, com meu pau pulsando dentro da pussy dela. Depois, se erguia de novo e voltava a cavalgar. Quero acreditar que ela tava muito excitada por mim, mas acho que era efeito do baseado que ela tinha fumado. De repente, bateu na porta. Era a amiga perguntando se tava tudo bem, porque os gritos e gemidos tavam muito altos. A gente riu junto, eu abracei ela e comecei a mexer minha pélvis no ritmo da rebolada dela. E foi assim que a gente gozou junto, quase sem fôlego. Ela ficou deitada em cima de mim por um bom tempo, e quando levantou o corpo e tirou meu pau ainda meio duro da pussy dela, a gente viu que a camisinha tava toda rasgada. Naquele momento, eu e ela perdemos toda a euforia que a gente tinha. Eu queria morrer, passei a vida inteira tomando cuidado pra não engravidar ninguém e justo acontece isso com uma mina de 23 anos. Ela ficou se tocando na pussy enquanto dizia: "Não acredito que você gozou dentro de mim." Como se eu tivesse como saber que a camisinha tinha rasgado. Enquanto tirava os pedaços de preservativo do meu pau, perguntei se ela tomava anticoncepcional. Ela respondeu que não, e aí perguntei quando foi a última menstruação. Fazendo as contas, ela tava no período mais fértil. Na hora, ofereci pra ir comprar a pílula do dia seguinte. Enquanto me higienizava, percebi que ainda tava com o pau cheio do lubrificante que eu tinha passado. Aí lembrei que não é bom usar camisinha se o pau tá com lubrificante. Então, isso, junto com a loucura da cavalgada que a mina deu em mim, pode ter rasgado a camisinha. Também pode ter sido as unhas dela quando ela se tocou enquanto se jogou em cima de mim. De qualquer forma, como diz o ditado, "é tarde pra se arrepender quando o pau já tá dentro". Agora tinha que resolver o problema rápido. Fui correndo numa farmácia e trouxe a pílula do dia seguinte. Por segurança, esperei ela tomar na minha frente. Depois disso, a gente conversou, junto com a amiga dela, sobre quais seriam os próximos passos. Minha preocupação era que naquela época não tinha um jeito legal de resolver se desse problema, como hoje. Daí em diante, passei várias semanas apertando o cu até receber a mensagem de que tinha descido e ela não tava grávida. Ela também pediu pra eu não escrever mais, porque eu tava sendo bem chato todo santo dia. E depois ainda fiquei um tempo preocupado até fazer uns exames e ver que não peguei nenhuma doença. Nunca mais vi as minas na YPF e perdi contato. Não vou mentir que, um tempo depois, passei várias vezes na casa dela pra ver se a via, tentar conversar e ver se a gente transava de novo. Já que nunca mais curti um oral enquanto fazem uma punheta com os pés.
Nesse dia em especial, fui encontrar vários clientes, e o café estava bem cheio por causa do jogo. Também tinha muitos jovens estudantes, que era comum se reunirem lá pra estudar. Várias vezes antes desse dia, era normal ver um grupo de meninas jovens, e uma delas me chamava a atenção pelo corpão que tinha. Ela sempre estava acompanhada por outra garota, então eu achava que era lésbica, porque andavam de mãos dadas direto.
No dia do jogo, vi essa garota chegando de mãos dadas com a amiga, como sempre, mas dessa vez não tinha muito lugar, então sentaram numa mesa pequena. Depois de um tempo, chegou um rapaz e sentou com elas. Não era um dos que sempre estavam com ela estudando.
Enquanto eu trabalhava, também olhava o jogo, e de repente começou uma discussão. Por causa dos gritos dos gols, não dava pra ouvir direito a briga. Era a garota discutindo em voz alta com o cara que tinha chegado. Chegou um ponto que muita gente no local parou de ver o jogo e ficou de olho na discussão.
De repente, a garota pegou a bolsa, tirou de dentro uns consolos e outros brinquedos sexuais, e jogou tudo em cima da mesa na direção do cara com quem estava discutindo. Enquanto ela chorava, ele tentava esconder as coisas, e um consolo caiu no chão. Quando ele se abaixou pra pegar, ela e a outra garota se levantaram e foram embora. Ele percebeu, saiu correndo atrás delas, deixando tudo em cima da mesa.
A maioria de nós perdeu o foco no jogo de tanto olhar a briga. Depois, todo mundo riu enquanto as moças da limpeza guardavam os brinquedos que ficaram na mesa. Depois desse dia, fiquei várias semanas sem ver as garotas. Até que um dia vejo elas entrarem na cafeteria e fiquei surpreso quando vieram direto na minha mesa. Era bem comum que o pessoal que frequentava o lugar soubesse do trampo que eu fazia ali, já que era normal me ver com clientes por lá. A mina, quando chegou na minha mesa, tirou um notebook da mochila e me pediu pra consertar. Pedi pra ela sentar e me explicar o problema. Aí ela contou que, depois de uma briga com o namorado, o notebook tinha caído e não ligava mais, porque ela achava que o cara tinha mudado a senha, já que ela tinha descoberto ele trocando ideia com outra mina no apartamento dele. Ela me perguntou quanto custava pra tirar a senha, porque precisava urgente pra estudar pra uma prova. Passei o preço e ela perguntou se dava pra fazer na hora. Falei que enquanto ela tomava um café, tava pronto. Quando fui ver, descobri que o problema não era a senha, mas sim que o disco tava danificado. Contei pra ela e expliquei que precisava trocar o disco e recuperar os dados do disco quebrado. Aí ela me pediu se eu podia tirar uns arquivos do disco pra ela estudar no computador da amiga. Depois que fiz o serviço, ela perguntou quanto custava a troca do disco. Naquela época, era um trampo bem caro. Ela se assustou com o preço e vi na cara dela uma decepção. Então, como já fiz várias vezes com muitos clientes, porque primeiro me importo que o cliente resolva o problema dele e depois a parte financeira, soltei uma frase comum que uso sem nenhum segundinho de malícia. Falei pra ela: — Troco o disco pra você. E DEPOIS A GENTE VÊ COMO A GENTE SE ACERTA. Nessa hora, a cara dela desandou toda e ela se olhou com a amiga. E na mesma hora ela me soltou: — O que te faz pensar que, por consertar meu computador, você vai me comer? Na hora, o sangue gelou, porque percebi que ela tinha interpretado errado o que eu falei e já tinha visto do que ela era capaz em público. Fiquei com medo de ela me denunciar. Agora eu fiquei... Desfiguro a cara do medo. Bem quando eu ia pedir desculpas, ela para de olhar pra amiga e me fala:
— Meia hora, uma transa, pelo conserto do notebook. Aliás, você não vai aguentar mais que 5 minutos comigo.
Minha surpresa se estampou na cara e acelerou o trampo quando perguntou pra quando tava pronto.
Falei que precisava levar o notebook e em 2 dias tava pronto.
Depois me passou o número dela e mandou eu chamar no WhatsApp pra ela me mandar o endereço onde eu ia levar o computador.
Quando tava se levantando pra ir embora, me fala:
— Vem bem lavado, não curto cheiro ruim.
Enquanto ela ia saindo, eu fiquei de olho colado naquele rabo perfeito que eu ia comer em 2 dias.
Ela caminhava rebolando como se soubesse que eu tava lambendo com os olhos.
Quando eu conserto um computador, geralmente não vejo a informação que tem por privacidade do cliente.
Mas essa mina me deixou doido.
Achei várias fotos pelada e outras transando com o cara que discutiu.
E outras transando com outros caras diferentes.
Quando chegou o dia da entrega, antes de ir na casa dela, tomei banho como ela pediu e bati uma punheta braba no chuveiro pra tentar aguentar mais de 5 minutos.
Mando uma mensagem avisando que tava chegando.
E ela respondeu que tava me esperando pronta.
Antes de chegar no carro, tomei um Viagra pra estar à altura de uma mina de 23 anos.
A localização que ela me mandou era uma porta com vários apartamentos.
O dela era o último do corredor.
Bati na campainha e pelo porteiro ela mandou eu empurrar a porta e ir até o fundo do corredor e entrar direto que a porta tava aberta.
Quando entrei no apartamento, na cozinha tava ela e a amiga.
Ao chegar na cozinha, me bateu um cheiro que odeio.
Fedia a maconha.
Era porque as duas tavam fumando um baseado.
Mal me cumprimentaram, tirei o computador e mostrei que agora funcionava bem.
Ela se surpreendeu e falou que tava muito mais rápida que antes.
Depois agradeceu com um beijo na... a bochecha e pego da geladeira uma garrafa de refrigerante e servi pra ela tomar. Enquanto eu explicava umas paradas do notebook dela, ela continuava fumando com a amiga. Me ofereceu um baseado e sentou na mesa pra me escutar. Tava vestindo uma regata esportiva branca e uma calça de futebol. O cabelo molhado, porque acho que tinha acabado de tomar banho, já que cheirava muito bem. Uma perna tava apoiada em cima da cadeira e pela folga da calça dava pra ver o final da coxa dela, onde aparecia só um pedacinho da calcinha. Quando terminaram o baseado, ela me fala: — Beleza, hora de pagar, vem comigo que você vai passar meu cartão de crédito. Me pegou pela mão e me levou pro quarto enquanto a amiga dela preparava uns mates. No caminho pro quarto, ela me diz: — Depois de fumar eu fico no tesão, então com certeza você vai ganhar uma gorjeta pelo trampo. Já no quarto, enquanto acende umas velas aromáticas e fecha as cortinas, ela pede pra eu tirar a roupa. Bem antes de eu tirar a cueca, ela chega perto de mim, segura meu rosto e começa a me beijar. A língua dela entrava fundo na minha boca, misturando um pouco o cheiro de maconha com um chiclete de menta que ela tava mascando. Enquanto a gente se beijava, íamos andando em direção à cama. Quando chegamos lá, tomei a iniciativa e virei ela de costas pra sentir aquele rabão dela na minha pélvis. Ela rebolava enquanto eu tirava a regata dela e depois apertava a bunda dela contra meu pau, que já tava explodindo. Segurava os peitos duríssimos dela pra manter ela entre a cama e meu pau. Aí me abaixei atrás dela e puxei a calça de futebol pra baixo, enfiando a cara na bunda dela. Chupei ela ainda com a calcinha, tentando afastar com a língua. Ela tinha um bocetão. Ela continuava rebolando a cintura e esticava a mão pra trás pra segurar minha cabeça, me mantendo pressionado dentro da bunda dela. Então puxei a calcinha dela bem devagar e apareceu a pussy rosada dela. Era tipo ter um biscoito merengue no nariz, bem rosadinha e esponjosa no meio. Ela não aguentou muito minha língua e gozou bem na hora que eu tava enfiando os dedos na buceta. Ela virou pra eu chupar a buceta dela por trás. Enquanto eu me deliciava com a buceta dela, ela fez uma coisa que eu odeio: puxou meu cabelo. Aí eu levantei e beijei ela com o gosto do fluxo do orgasmo dela na minha boca. Ela meio que tentou desviar do beijo. Então ela fala: — deita no meio da cama. Ela tirou minha cueca e começou a me punhetar devagar. Abriu bem minhas pernas e sentou na frente do meu pau, se inclinou pra frente e começou a chupar. Primeiro beijava a ponta do meu pau e depois tentava abrir minha uretra com a língua. Mordia meu prepúcio e esticava, e de repente enfiava o pau até a garganta. Aí esticou a mão, pegou um desses lubrificantes quentes e passou no meu pau e nas bolas. E na posição que tava, levou os pés até meu pau e começou a massagear minhas bolas e o pau com os pés. Enquanto com os dedos de um pé massageava minhas bolas, com os outros punhetava meu pau. De repente, sem tirar os pés do meu pau, se inclinou pra frente e começou a chupar meu pau. Essa mina tinha uma flexibilidade incrível. Ainda bem que eu tinha batido uma punheta antes, porque senão já tinha gozado faz tempo. Eu acompanhava o movimento com as mãos na cabeça dela. Ela ficou um tempão assim e passou mais lubrificante no meu pau e sentou de novo. Enquanto ela me punhetava com os pés, eu olhava pros peitos redondos dela, quase sem bico. Depois de um bom tempo, ela fala: — parabéns, poucos aguentam uma punheta com os pés. Ela esticou a mão, pegou uma camisinha e colocou no meu pau, que parecia maior do que nunca. Aí subiu em mim e enfiou na buceta bem devagar. Começou a cavalgada. Ela começou a pular no meu pau que nem um cavaleiro. Os gemidos e gritos dela, com certeza a amiga tava ouvindo. Não sei se era por causa do baseado. não tava com muita vontade de transar, mas a mina montou em mim como se a vida dela dependesse disso. De vez em quando, ela jogava o corpo dela em cima do meu e eu sentia os peitos dela no meu peito enquanto ela esticava os braços, enfiava uma mão na própria buceta e se esfregava no clitóris, e a outra mão levava até a bunda dela. Imagino que ela enfiava um dedo no cu. Ficava assim por um tempo, com meu pau pulsando dentro da pussy dela. Depois, se erguia de novo e voltava a cavalgar. Quero acreditar que ela tava muito excitada por mim, mas acho que era efeito do baseado que ela tinha fumado. De repente, bateu na porta. Era a amiga perguntando se tava tudo bem, porque os gritos e gemidos tavam muito altos. A gente riu junto, eu abracei ela e comecei a mexer minha pélvis no ritmo da rebolada dela. E foi assim que a gente gozou junto, quase sem fôlego. Ela ficou deitada em cima de mim por um bom tempo, e quando levantou o corpo e tirou meu pau ainda meio duro da pussy dela, a gente viu que a camisinha tava toda rasgada. Naquele momento, eu e ela perdemos toda a euforia que a gente tinha. Eu queria morrer, passei a vida inteira tomando cuidado pra não engravidar ninguém e justo acontece isso com uma mina de 23 anos. Ela ficou se tocando na pussy enquanto dizia: "Não acredito que você gozou dentro de mim." Como se eu tivesse como saber que a camisinha tinha rasgado. Enquanto tirava os pedaços de preservativo do meu pau, perguntei se ela tomava anticoncepcional. Ela respondeu que não, e aí perguntei quando foi a última menstruação. Fazendo as contas, ela tava no período mais fértil. Na hora, ofereci pra ir comprar a pílula do dia seguinte. Enquanto me higienizava, percebi que ainda tava com o pau cheio do lubrificante que eu tinha passado. Aí lembrei que não é bom usar camisinha se o pau tá com lubrificante. Então, isso, junto com a loucura da cavalgada que a mina deu em mim, pode ter rasgado a camisinha. Também pode ter sido as unhas dela quando ela se tocou enquanto se jogou em cima de mim. De qualquer forma, como diz o ditado, "é tarde pra se arrepender quando o pau já tá dentro". Agora tinha que resolver o problema rápido. Fui correndo numa farmácia e trouxe a pílula do dia seguinte. Por segurança, esperei ela tomar na minha frente. Depois disso, a gente conversou, junto com a amiga dela, sobre quais seriam os próximos passos. Minha preocupação era que naquela época não tinha um jeito legal de resolver se desse problema, como hoje. Daí em diante, passei várias semanas apertando o cu até receber a mensagem de que tinha descido e ela não tava grávida. Ela também pediu pra eu não escrever mais, porque eu tava sendo bem chato todo santo dia. E depois ainda fiquei um tempo preocupado até fazer uns exames e ver que não peguei nenhuma doença. Nunca mais vi as minas na YPF e perdi contato. Não vou mentir que, um tempo depois, passei várias vezes na casa dela pra ver se a via, tentar conversar e ver se a gente transava de novo. Já que nunca mais curti um oral enquanto fazem uma punheta com os pés.
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