Primeiro Encontro

Bom, como eu disse, fiquei sem celular por um tempo e peço desculpas por não postar nada, mas já estou de volta para contar o que aconteceu nesse período. Depois da última vez que contei, passaram alguns dias e eu continuei conversando com o Carlos, tudo normal nesse aspecto. Bom, a gente só se via alguns minutinhos à tarde, mas só conversávamos e nada mais. Na verdade, eu sentia o Carlos distante e meio frio, então quando perguntei por que ele estava assim, ele disse que ia se mudar para outro prédio e que a gente não ia mais se ver de jeito nenhum. Essa notícia me deixou muito triste e, bom, não pude fazer nada. Alguns dias depois, o Carlos foi embora e depois fiquei sem celular. Eu me entediava muito em casa até que um dia chegou o dono dos apartamentos, chamado Luis. Um senhor alto, com uns 1,85m mais ou menos, meio gordo, já que dá pra ver a barriga grande dele, bem peludo nos braços e mãos, moreno e com cabelo grisalho, já que tem 43 anos. Naquele dia, ele veio cobrar o aluguel, minha mãe pagou e, antes de ir embora, ele me disse que precisava de ajuda na academia dele para organizar algumas coisas e perguntou se eu podia ir ajudá-lo. Como não tinha nada pra fazer, aceitei ir. Saí com ele e chegamos andando em uns 20 minutos. Quando chegamos, não tinha muita gente e fomos direto para o depósito para arrumar colchonetes, caixas de sabão e papel, águas e outras coisas. Quase terminando de arrumar as últimas coisas, que eram dois pacotes de garrafas, aconteceu uma coisa muito estranha: eu me abaixei para pegar as garrafas e, quando me levantei, senti o senhor Luis se encostar atrás de mim, colocando a virilha dele na minha bunda. Eu me virei quando senti isso e o senhor se desculpou, mas notei que ele estava nervoso. Fingi que nada tinha acontecido e terminamos de arrumar tudo. O senhor me levou ao escritório dele para me pagar pela ajuda. Notei que ele não parava de olhar para meus peitos e que até parecia fazer gestos ao vê-los, mas enfim. Ele se ofereceu para me acompanhar e eu disse que sim. No caminho, ele continuou me olhando de um jeito muito fixo nos peitos e na bunda, até que finalmente falou comigo e disse que eu estava muito... linda e que agradecia muito minha ajuda, respondi normalmente agradecendo o elogio e ele voltou a me dizer mais coisas bonitas, atrevidas mas sem ser muito óbvio. Eu decidi começar a flertar com ele e falar mais docemente também, me insinuando sem parecer muito óbvia. Luis logo percebeu porque subiu um pouco o tom do que me dizia. Ficamos assim a maior parte do caminho e, ao chegar no prédio, ele pediu meu número de telefone caso precisasse da minha ajuda. Quando disse que não tinha telefone, ele perguntou os horários de trabalho da minha mãe. Eu disse e ele respondeu que me veria depois. No dia seguinte, minha mãe foi trabalhar e eu fiquei sozinha desde cedo. Eram mais ou menos 10 horas, eu tinha acabado de tomar banho, quando o senhor Luis chegou. Abri a porta e ele disse que precisava falar comigo sobre algo importante. Fomos para a sala e ele confessou que se sentia atraído por mim e que, apesar da diferença de idade, gostaria de ter um relacionamento comigo. Essa situação me pegou muito desprevenida e fiquei sem palavras, não sabia como responder. Mas então Luis disse que entenderia se eu não quisesse e que só não contasse para minha mãe. Na verdade, fiquei alguns segundos pensando até que disse que também me sentia atraída por ele, e isso o alegrou muito. Também disse que sim, que gostaria de ficar com ele. Luis, muito feliz, sentou ao meu lado e agradeceu pela oportunidade que dei a ele. Depois disso, me aproximei dele e fechei os olhos, para então sentir como ele começou a me beijar devagar. Seus lábios eram muito grandes e, depois de alguns segundos, ele começou a comer minha boca com sua língua, que era muito grande. Ele a metia por toda minha boca e me beijava. Para ficarmos mais confortáveis, subi em cima dele, colocando meus peitos quase em seu rosto. Continuamos nos beijando até que ele me pediu permissão para comer meus peitos. Hesitei um momento, mas aceitei e deixei. Imediatamente, ele abaixou minha blusa, que era a única coisa que eu estava usando, e começou a chupar, morder e lamber minhas tetas. Ele fazia isso muito rápido e gostoso, enquanto comia uma teta, apertava a outra e... assim, ele também passava o rosto por todo meu peito e se enfiava entre meus peitosPrimer citaA verdade é que ele estava fazendo tudo tão gostoso, mas parou e disse que tinha que ir resolver uns problemas. Mesmo assim, demorou pra sair, porque não parava de brincar com os meus peitos até dar um beijo em cada um e se levantar. Ele disse que a gente se via no dia seguinte e eu aceitei. Com os peitos ainda pra fora, acompanhei ele até a porta, e ele lembrou o quanto adorava ver meus peitos balançando enquanto eu andava. Pra me despedir direito, dei uns pulinhos e ele voltou a chupar meus peitos mais um pouco, até me beijar e ir embora.

Quando fiquei sozinha, logo comecei a me masturbar e contei tudo pro meu melhor amigo, que é gay – tudo isso por telefone fixo. Meu amigo, chamado Rafael, veio me ver na hora, já que ele morava a meia hora daqui a pé. Quando chegou, contei tudo detalhadamente. Ele me disse pra ter cuidado e eu disse que sim. A gente continuou conversando até que eu pedi pra ele me chupar, porque eu precisava de prazer, e quase obriguei ele a fazer.peitosFoi assim que meu amigo me segurou por alguns minutos até eu terminar de gozar, depois disso tudo voltou ao normal e meu amigo foi embora algumas horas depois de continuarmos conversando. A verdade é que adorei tudo e, bom, ainda falta a parte do Carlos, mas isso fica pra depois, claro, se vocês curtirem esse post. Obrigada por lerem, bbs 💖🫶🏻

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