Una chica sencilla (38)

Eu tinha confessado ao meu namorado minha fascinação por ser submissa. Confiava nele e tinha plena certeza ao entregar toda minha vontade e poder de decisão para que ele usasse como quisesse.

Fomos explorando jogos sexuais maravilhosos a partir desse novo paradigma no nosso relacionamento.

Muitas vezes ele me fazia sair de saia e sem calcinha pela vida, com um plug no bumbum para fazer compras, ou acabava me comendo em qualquer lugar só por diversão e para mostrar que podia fazer se quisesse.

Nosso jogo também foi evoluindo para um sem-fim de fantasias que contávamos na cama, no puro tesão. Inclusive, devo confessar que muitas vezes tocamos no assunto da noite que passamos os três com a Bianca. Esse assunto deixava nós dois com muito tesão.

Num dia de semana que fiquei na casa dele, já quase no fim do ano, estava de joelhos chupando ele enquanto esperávamos o delivery. Tinha que matar o tempo.

Ele estava com a cabeça jogada para trás no sofá e eu de calcinha e uma camiseta básica massageando suas bolas enquanto minha língua percorria aqueles centímetros intermináveis de pau.

Acho que a "desculpa" que usei para não parecer tão puta foi que o vi cansado do trabalho e por isso estava dando um momento de relax.

Naquele momento, enquanto via como ele gemia e curtia meu boquete, me deu vontade de começar a contar uma das minhas noites com a Bianca, aproveitando seu pau ensalivado para masturbá-lo suavemente.

"Meu amor, acho que nunca te contei da vez que voltamos bêbadas com a Bian do bar quando ela se mudou"

Ele sabia que nada ia me deter e se limitou a curtir.

"Voltamos no taxi nos beijos, o pobre coitado mal conseguia dirigir, a gente na brisa nem ligava e ficávamos nos tocando como se estivéssemos em casa"

Entre minhas mãos, conseguia sentir as pulsações do pau quente dele que não parava de latejar. Percorria suavemente com meus dedos todo aquele pau e massageava a cabeça enquanto deixava cair uns fios de saliva nova para lubrificar.

"Nem bem, chegamos em casa, jogamos a roupa no chão e peladinhas fomos pro sofá continuar os beijos. Em dois minutos já estávamos percorrendo o corpo uma da outra com a linguinha.

Terminei minha frase com uma lambida no pau dele e um chupão na ponta. Fiz ele pular do sofá.

"Lembro que a Bian estava encharcada, demais, e além disso, não sei se você lembra, mas a buceta dela é uma delícia"

Apertei o pau dele com mais força enquanto apelava pra memória dele. Não parava de chupar nessa parte da história.

"Passei a língua toda na buceta dela e ela gemendo que nem louca, e ainda por cima ela fica super linda quando fica assim, né?"

Gon gemeu e, sem emitir som, com os olhos fechados, balançou a cabeça confirmando minha frase.

"Claro que me tentou tê-la tão perto, fui comer a bunda dela, o cuzão que ela tem é irresistível, adoro. Chupiei toda a bunda enquanto enfiava os dedos na buceta"

Senti a pressão do pau dele e uns jatos brancos e quentes atravessaram meus dedos e foram percorrendo todo o pijão dele, enquanto alguns conseguiam escapar das minhas mãos e cair na minha camiseta.

Não parei de punhetar nem cortei minha história. Sorrindo ao ver o que tinha conseguido, contei pra ele como ela estava molhadinha e, em seguida, com o pau dele todo melado assim, ele me levantou sobre ele, puxou minha calcinha e me enfiou.

Na minha cabeça, eu ainda lembrava das cenas com minha amiga, mas era impossível falar enquanto meu macho me comia. Tentei falar, mas da minha boca só saíam gritos de prazer.

As mãos dele me agarravam firme pela cintura e acompanhavam meu sobe e desce naquele lindo pau de carne.

Totalmente inoportuno, o interfone tocou.

Gon me agarrou pelo cabelo e me levou até o interfone. Contra a parede, ele continuou me comendo enquanto eu atendia o telefoninho perguntando...

"Quem... é... ééééé?" Tentando disfarçar que minha buceta estava sendo perfurada.

"Delivery!" Disse o cara e, em seguida, abri pra ele subir.

Uma das mãos dele ainda continuava... puxando meu cabelo enquanto a outra massageava meus peitos com euforia.

Ele não parou de me comer nem por um segundo, só parou quando ouviu um tímido "toc toc" do outro lado da porta, a poucos passos de onde estávamos.

Ele tirou o pau e foi embora, me deixando sozinha ali.

Ajeitei meu thong e tentei me arrumar como deu. Abri a porta só um pouco, mostrando meu torso e escondendo o resto do corpo.

O olhar do garoto foi sem disfarce. Era óbvio o que tinha acontecido, até arrisco achar que ele nos ouviu quando chegou.

Peguei a sacola que ele me entregou e senti o Gon chegar por trás, me dando dinheiro para a gorjeta. Fechei a porta o mais rápido que pude e lembrei das manchas de porra na minha blusa. Eu estava super molhada por causa do que tinha rolado.

A comida com certeza chegou quentinha, mas quando a gente parou de transar, a única coisa quentinha que eu tinha dentro de mim era a porra dele.

Essa experiência aumentou ainda mais nossas brincadeiras.

Faltavam duas semanas para o Natal, e Bian e eu voltamos para a cidade. A ideia era passar as festas com a família, logicamente, e o Gon ficaria em Buenos Aires com a dele.

Nunca tínhamos ficado tanto tempo sem transar desde que começamos a namorar, e o sexting era quase coisa de todo dia.

Na noite do dia 24, entre sidras e várias garrafas que circulavam, eu não pedia nada pro Papai Noel, mas pro meu namorado, sim: uma foto do pau dele apareceu na minha tela minutos antes do brinde.

Eu estava com um vestido vermelho solto por causa do calor, e o cabelo preso num rabo de cavalo bem alto.

Nada me salvava de sentir meu thong ficar molhado com aquela foto. Eu sabia que ele tinha se levantado da mesa da família pra me mandar aquela imagem, que me tentava mais do que toda a mesa de doces.

Entre a tesão, a falta de sexo, o álcool na veia e a impossibilidade de atravessar a tela pra chupar aquele pau, minha resposta foi um "se me deixar com tesão, eu desquito com a Bian, cuidado".

"Hoje é Natal, posso te dar de presente", foi a resposta dele.

Meu thong ficou encharcado só de imaginar a situação. Faltavam Faltavam só 3 minutos para a meia-noite e o tão esperado brinde, e eu tinha ido ao banheiro tirar uma foto da minha bunda pra ele. "Hoje minha amiga come ela"

Gon: "Que inveja das duas"

"Por que das duas?"

Gon: "Porque isso significa que você vai comer ela"

Pensei na minha resposta durante os abraços familiares. Tocava a música de fundo, os fogos de artifício e outro champanhe era aberto. Minha cabeça estava longe de conseguir se concentrar nos desejos e presentes que iam passando.

Quase meia hora depois voltei ao chat onde tinha um "feliz natal, linda".

"Você também, gostoso. Mais tarde te mando o presentinho"

E continuei aproveitando com a família, porém minha cabeça nunca abandonou a putaria que tava rolando.

Perto da 1h, meu irmão e eu fomos pra uma festa num terreno baldio. A única pessoa que eu queria ver naquele momento não demorou nada pra aparecer.

Bian tinha um vestido branco justo, bem curtinho, e os lábios pintados de um vermelho bem intenso. Pelo jeito que ela andava, dava pra ver o quanto tinha bebido.

Nos cumprimentamos e senti uma eletricidade percorrendo minha virilha só por ter o corpo dela colado no meu, meus peitos apertados contra os dela e as mãos dela na minha cintura.

Levei ela pra uma área mais escura e devorei sua boca.

Ela nem se surpreendeu, em questão de segundos já tava mordendo meus lábios como nos velhos tempos.

"Desculpa, juro que você tá divina" foi minha defesa pra tanta ousadia.

"Você também, como senti falta disso" ela conseguiu responder me olhando com cara de safada e voltou pro que tava fazendo antes.

Depois de um tempo nos beijando escondidas no terreno baldio, contei a verdade.

Mostrei o chat pra ela e, sorrindo, apontei onde mencionava "o presentinho" pela permissão da minha noite com ela.

Minha amiga a primeira coisa que fez foi, com o dedo, subir um pouco ao ver a foto anterior.

"Uai, veada, não pode ser tão gostosa assim essa buceta" a bebida soltou ela e esse comentário me fascinou. Queria comer ela ali mesmo, mas me segurei. e continuei mostrando o chat, deixei ela ver minha foto pelada e adorei ver como a excitação dela aumentava. Não sabia se ela ia se soltar mesmo estando namorando também.

"Então me usam pra se esquentar??" ela disse e se jogou em cima de mim. Baixou meu vestido e libertou meus peitos, começou a percorrê-los com a língua como se fosse a primeira vez.

Sentia falta dessa sensação, a maciez da pele dela. Como as mãos dela levantavam meu vestido para acariciar minha buceta. Na minha mão ainda estava o chat com o Gon que desencadeou isso.

"Ei Bian, e se a gente sair daqui?"

Ela parou de morder meu mamilo só para dizer "Sim, por favor".

Não precisamos de mais nada, por sorte ela estava de carro e pudemos ir pra casa dela que estava vazia (eu dirigi, ela estava bem bêbada).

Entramos, pegamos uma sidra que estava por ali e levamos pro quarto dela. Já dentro, não consegui me segurar mais. Me agachei e, apenas levantando o vestido dela, puxei sua calcinha fio-dental e percorri sua buceta com minhas lambidas.

Estava apaixonada pelo sabor dela, não sabia o quanto sentia falta até aquele momento em que seus fluidos percorriam minha boca.

Um flash na minha cara me tirou do transe. Não entendia o que estava acontecendo, mas vindo da Bian, não me preocupei. Continuei com minha tarefa apesar da luz que me cegava.

Ela com a mão enterrava meu rosto na sua virilha e eu feliz da vida por estar ali.

Desligou o que imaginei ser uma câmera e fomos pra cama.

Ela se ajeitou de quatro me dando uma imagem espetacular da sua bunda, continuei com minha tarefa e chupei tanto seu bum quanto sua buceta. Alternei com meus dedos e consegui que ela gozasse na minha boquinha como nos velhos tempos.

Chegou minha vez, ela me virou e voltou a chupar meus peitos. Dois dedos se cravaram dentro de mim enquanto ela continuava enterrando seu rostinho nos meus seios.

Veio um terceiro dedo e acompanhou com a língua, eu estava delirando de prazer e contorcia meu corpo sem conseguir controlar meus movimentos.

Não consegui me segurar e gozei naqueles lábios que já não tinham nada de vermelho além da cor natural. Todo o batom tinha Fui direto para os meus peitos. Agora a única coisa com que estavam pintados eram meus fluidos. Eu sei porque a próxima coisa que ele fez foi vir comer minha boca em um beijo que tinha o gosto da nossa amizade.

Bian me mostrou o celular dela. E tinha uma conversa com o Gon. Com certeza vocês já deviam ter percebido, mas não foi o meu caso.

A primeira coisa que vi, sem nenhum cumprimento ou nada, foi um vídeo meu filmado de cima enquanto eu comia a buceta da minha amiga. Aquela luz que me cegou era de fato o flash da câmera dele. Nenhum detalhe foi perdido.

Gon respondeu: "As amiguinhas se reuniram, que tesão me deixam agora..."

Agora, em exclusividade, quem tinha recebido uma foto daquele pauzão era a Bianca. Isso estava longe de incomodá-la. A resposta foi diretamente uma selfie de quando ela estava de quatro, mostrando a língua e focando na minha cara enterrada na sua bunda. "Falta você", dizia no pé da imagem.

Minha amiga estava se dando pro meu namorado enquanto ele me comia. Me julguem, mas isso me deixou louca.

Gon mandou um vídeo se masturbando, que a Bian ainda não tinha visto, e assistimos juntas enquanto chupávamos os dedos uma da outra. Nenhuma de nós dizia nada para não quebrar aquele tesão que tinha se criado. Nenhuma das duas queria lembrar que ela tinha namorado e estava batendo uma enquanto mandava mensagens pro meu.

Mandamos um vídeo nos beijando, onde ela descia para chupar meus peitos. "Feliz Natal, meu amor" foi a frase com que fechei aquela noite.

4 comentários - Una chica sencilla (38)

¡Qué maravilla ese fuego desatado! Se suman y se suman delicias de placeres inmensos y múltiples.
bale06
que lindo leerte nuevamente! y que linda amistad con Bian
Hermoso!! Como nos tenes acostumbrados… espero que siga.
Besos ricos!