Minha mina me come na frente da amiga dela

Falando com um de vocês, relembrando vários momentos muito gostosos com a minha mina. Essa talvez não seja uma história tão longa, mas reflete na pele a beleza, a paixão, a tesão e o fogo de sair com uma mina – uma experiência sem dúvida impagável. Temos que voltar para o ano de 2010, um ano em que as minas cavalonas e gostosas dominavam o país inteiro. A Argentina já tinha ficado fora da Copa, mas isso não impedia que os bairros, fim de semana após fim de semana, virassem uma festa. Basicamente, não tinha uma casa que não estivesse rolando cumbia, Bonner, galera reunida, cheio de gente, cheio de trombadinha. Tinham virado moda as fotos pro Facebook, ou como a gente falava normalmente, "fotinho pro feis".

Nesse contexto, a gente se encontrava. Jesi, minha linda mina cavalona, tinha dado à luz o Dylan, nosso primeiro filho, nossa primeira benção, já fazia uns bons meses. Obviamente, ela tava recebendo todos os auxílios por filho que existiam e que iam existir, e também mais algum planinho que tava rolando por aí. E claro, como toda mina cavalona de lei, toda essa grana ela gastava em calcinha fio-dental, em fazer as unhas, os cílios e basicamente qualquer coisa que fosse pra ela, não pra benção.

O corpo tinha mudado, mas não necessariamente pra pior. Obviamente, são gostos. E mesmo que ela tivesse deixado pra trás um corpo magrinho e chamativo, ela tinha se transformado numa mulher com mais carne, mais peitos e com uma bunda que, por ter aumentado, fazia com que uma legging completamente marcando a calcinha ficasse um espetáculo. Como eu disse antes, ela não tinha parado de se produzir, já que tava com a grana do auxílio pra comprar roupa bonita, fazer as unhas, se arrumar sempre linda.

Além disso, a situação era muito quente pra mim, que vinha de fora, porque assim como eu acompanhava ela pra buscar a grana do auxílio, na volta pra casa ela já ia gastando parte passando na feira e trazendo duas calcinhas fio-dental, algum vestidinho de zíper que tava na moda, ou uma calça... brilhosa. De fato, uma das coisas que mais me deixava com tesão era, enquanto minha mina comprava calcinhas fio-dental com a grana do auxílio, falar só pra ouvir a resposta: "essa grana não era da bendição?" e Jesi, como toda mãe guerreira 4x4, me respondia: "é minha, quem pariu, eeee". Ou frases tipo: "ele divide com a mamãe e quer que a mamãe tenha roupa bonita". Do meu lado, já fazia vários meses que eu tava morando aqui na favela, me adaptei rápido demais pro que talvez se podia esperar. Acho que de algum jeito eu sonhava em ter uma mina assim e viver todas as experiências que naquela época eu tava vivendo. É verdade que o frio do inverno de 2010 tinha custado um pouco, porque o barraco era tipo dormir dentro de uma geladeira, mas noite após noite, tendo uma gostosa daquelas pelada o tempo todo do meu lado, tinha feito eu ir virando um malandro mais ainda. É difícil explicar, mas é como se você simplesmente agisse por reflexo, por instinto. É como se tomar a água podre da torneira de algum jeito mudasse seu sangue e, do nada, você tem atitudes e respostas como se tivesse vivido lá a vida toda. Por exemplo, mesmo parecendo uns detalhes bestas, eu percebi que tinha comprado um par de bonés — algo que se usava pra caramba na época —, que tinha comprado um casacão esportivo do San Lorenzo e até era eu quem aumentava o volume do som quando a gente se juntava com minhas cunhadas ou as amigas da Jesi pra tomar umas. Até numa confusão com os vizinhos, eu tava na frente junto com meus cunhados, pronto pra todo mundo se esculachar na porrada. Talvez o mais engraçado disso — e se quiserem eu conto a história — é que as minas, em vez de ficarem preocupadas com os murros que a gente trocava, pelo contrário, parecia que elas se divertiam e até ficavam excitadas. Porque depois daquela briga, a gente meteu um fodaço com a Jesi, mas do tipo insano, como se você tivesse fodendo com um campeão mundial. Bom, a questão é que naquela noite em particular a gente ia se encontrar com uma das amigas da Jesi que também tinha um bebê recém-nascido, mas o pai tinha sumido. Lembro que fomos a pé porque o Fiat 147 estava com problema e ainda não tinha conseguido consertar. Por sorte eram poucas quadras. Minha mina tava quase desfilando. Rebolando aquele rabão lindo que brilhava na escuridão da noite e nas poucas luzes do bairro, com uma calcinha preta brilhante que ficava bem justinha e um espetáculo perfeitamente pelado com um tangão branco que não só marcava tudo como também ficava transparente. Ela tinha colocado uma camiseta branca bem curtinha, deixando a barriguinha um pouco à mostra, para a alegria e deleite dos meus olhos, sem sutiã. Supostamente pra facilitar na hora de amamentar o bebê, mas a verdade é que ela fazia isso só pra provocar e deixar meu pau duro o tempo todo. Algo que, aliás, eu adorava. A Jesii levava na mão uma bolsinha minúscula cor rosa choque com as coisas dela. Eu, por outro lado, levava no colo a benção e uma sacola com um freeze azul, um gancia e um suco que havíamos comprado pra tomar com a amiga. Claro que a mãe guerreira, lutadora, lutona 4x4 não ia estragar as unhas rosa choque recém-feitas carregando a benção no colo. Chegamos na casinha da amiga e lembro que a primeira coisa que pensei foi: como é que o pai da benção meteu o pé se a gostosa tá tão gostosa assim? Já falei em mil relatos, mas as minas são um espetáculo. Eu tava com outro pauzão duro de novela, bem firme, em cima da Supergirl, como a Jesii naquele momento. Ela não era super bonita de rosto, mas não era nada mal. Além disso, tinha uns peitões bons. Se querem saber o porquê, eu acabei descobrindo naquela mesma noite: é porque o cara, o otário, tinha outra gostosa que também tava grávida, uma mina, claro. A melhor parte da noite, o que dá título a esse relato, a essa história, foi quando o Dylan, nossa benção, começou a chorar bastante. No começo, a mina nem deu bola, simplesmente continuou batendo papo com a amiga enquanto elas tomavam o freeze azul. eu ignorava completamente. eu estava bebendo com elas mas não participava muito da conversa. às vezes preferia deixá-las falar porque me dava muito tesão ouvi-las. principalmente quando falavam de transas. o fato de tê-la engravidado tão rápido e tão gostosa fez com que a Jesi automaticamente para qualquer outra mina me transformasse num ser de pica grande e excelente fodedor. então, faça a fama e deite-se. eu simplesmente recebia os elogios com prazer. aqui isso é lei e já me perguntaram por mensagem, posso garantir que é assim. não importa se você fode bem ou fode mal, se engravida uma mina antes de três meses de ficarem juntos, como foi o caso com a Jesi, automaticamente você tem a pica de ouro. se, pelo contrário, um casal passa mais de um ano sem ter uma benção, automaticamente o cara é um pau pequeno. aliás, e embora agora não tanto, naquela época também valia a mesma lei para a quantidade de bençãos. embora isso tenha um pouco mais de lógica. quer dizer, se você tem três, quatro ou cinco bençãos, supõe-se que você faz algo bem; pelo contrário, se tem só uma, pode ser que não haja tanta química no casal. mas voltando ao que estávamos falando, meia hora depois ambas as bençãos estavam gritando desesperadamente. a Jesi, que não queria cortar o fio da conversa, olhou para mim e disse: "olha que merda tá acontecendo com ele". enquanto eu verificava o Dylan, observava de lado as minas. ali sentadas as duas tomando freeze com aqueles rabos empinados, de calcinha fio-dental, que me deixavam louco. para piorar, na Jesi aparecia um pouco do fiozinho branco por cima da calça. eu estava pegando fogo. com a benção não tinha nada, simplesmente precisava trocar a fralda. então foi exatamente isso que eu disse para a Jesi. minha mina, com cara de "que cara chato", se levantou balançando a bunda para buscar a bolsinha fúcsia onde deveria ter uma fralda. eu via que ela estava demorando e me chamava a atenção, embora por dentro já imaginasse o que Tava rolando. Ela voltou andando, mas rebolando de frente, o que me deixava louco de ver aquela buceta bem marcada na legging e, como se não fosse nada, como se não fosse importante, sentou de volta com a amiga e disse: "Miga, esqueci as fraldas da criança". Perdão, mas não pude evitar que meu pau ficasse completamente duro. Era a prova irrefutável de ter engravidado a mina certa. Possivelmente, o melhor da conversa foi a resposta da amiga que, tirando a importância do assunto, respondeu: "Outro dia aconteceu a mesma coisa comigo" e ambas riram. As minas continuaram conversando como se nada, eu me sentei à mesa em silêncio com o pau estralando. Minha cabeça girava a mil por hora, a tesão de saber que uma mina tinha esquecido as fraldas, mas não o Freeze, me deixava louco. Como disse antes, a gente age por reflexo quando já é malandro, então, sem pensar duas vezes, peguei a mão da Jesi por baixo da mesa e coloquei sobre meu pau duro. Ela apertou forte e senti como um pequeno gemido de prazer. Enquanto falava com a amiga, deslizou a mão por baixo do meu moletom e, aproveitando que não uso cueca, começou a tocar meu pau. Isso durou alguns minutos, mas a adrenalina do momento era impressionante. Como se nada, minha mina disse à amiga: "Amiga, me empresta a cama que quero transar". Sem rodeios, direto ao ponto. A amiga soltou uma risadinha e, dizendo algo como "que vadia gostosa você é", apontou o quarto. Jesi se levantou e, me pegando pela mão, me levou para o quarto. A amiga ficou na mesa de bobeira e as crianças no chão brincando. Assim que entramos no quarto, bem sujo, por sinal, onde tinha garrafas no chão, um fio dental jogado e um pacote de biscoitos aberto, minha mina começou a me comer pela boca bem passional. Me beijava com loucura, com muita tesão, enquanto meu pau duro se encaixava na sua virilha. Era um fogo total. A situação, a tesão, a amiga do lado de fora do quarto, tudo a mil. ouvir tudo. Ainda de pé no quarto, desci sua calcinha e me deparei com aquela calcinha fio dental que mal continha sua buceta encharcada. Passei minha mão e fiquei todo molhado. Desci a calcinha fio dental até o chão e comecei a chupar sua buceta. Ela estava um pouco peludinha, bem molhada, e eu enfiava minha língua até o fundo. Quanto mais eu chupava, mais ela gemia de prazer. Como toda garota bem exagerada, a cada lambida em sua buceta ela soltava uns gritos de prazer bem altos para que a amiga ouvisse. Eu sentia todo seu fluxo, com aquele cheiro tão característico de buceta. Sentia meu pau quase explodir contra o moletom, então depois de uma boa chupada na buceta, enchendo minha boca de fluxo e no ritmo daqueles gritos de prazer, coloquei ela de quatro na cama da amiga. Com aquele bundinha pequena, firme e redonda na minha frente, dei um tapinha e depois outro. Minha garota gemeu duas vezes bem alto. Assim, sem camisinha, pele com pele, enfiei meu pau até o fundo. Minha garota gritou bem gostoso para ecoar por todo o quarto. Comecei a meter com força, sem me importar com absolutamente nada. A cama rangia loucamente. Meu pau duro, pele com pele, se encharcava de todo seu fluxo. Os gritos da minha garota me deixavam louco. Ainda de camiseta, dava para ver seus peitos balançando por estar sem sutiã. Continuei metendo com força. Peguei seu cabelo, puxei para mim e fiquei mais selvagem. Minha garota, feliz com uma foda daquelas, gritava como uma louca, como uma loba no cio. No ritmo da puxada de cabelo, dei mais dois tapas seguidos e, sabendo bem o que ela queria ouvir, disse: "Você é toda minha, putinha, toda minha". Minha garota, gozando com meu pau duro dentro dela, respondeu: "Toda sua, papi, arromba minha buceta, marca seu território". Esse final me deixou louco, me fez perder o controle. Tentei diminuir um pouco o ritmo para durar mais, mas minha garota começou a rebater com força sua bunda. contra meu pau. Como se ela forçasse meu pau a entrar e sair da sua buceta. Assim não tem turró original ou convertido que aguente. Então me deixei levar e enchi completamente a buceta dela de porra. Foi uma porra linda, incrível. Senti três jatos fodas de porra tudo dentro da buceta dela. Jesi gritou de prazer, curtindo pra caralho. Minha mina se limpou um pouco na buceta com uma parte dos lençóis da cama da amiga, deixando tudo completamente molhado. Ela vestiu a calcinha e a cabeça, mesmo com a calcinha encharcada, e saiu do quarto como se nada tivesse acontecido. Eu me vesti rápido e saí atrás. A amiga riu e disse: "Fuaaa, vão ter o segundo assim, HDP". Para aumentar meu ego, Jesi respondeu: "E esse me engravidou na hora, imagina outra bendi, na moral, eu morro". Eu sorri como o vencedor de um título mundial. Elas continuaram tomando frisé enquanto conversavam. As bendis no chão, brincando com a fralda cagada.Minha mina me come na frente da amiga dela
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4 comentários - Minha mina me come na frente da amiga dela

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Ldmo37
Que relato de mierda, van a volver esos tiempos si es que todavía nos llamamos Argentina, forro
Lsj_HH
Necesito más de estos relatos 🤤