Me chamo Facu, hoje tô na casa dos 30 e poucos, e essa história que vou contar rolou em 2010, quando acompanhei minha namorada, Cami, na primeira consulta dela com o ginecologista. Vamos contar alguns detalhes, às vezes eu, às vezes a Cami, dependendo da vontade e se vocês curtirem as histórias... Sou um cara normal, magro, cabelo curto, barbinha, naquela época eu malhava firme mas nunca fui bombado. Dá pra dizer que sou bonitão, mas não me acho nada demais. Cami, minha namorada na época, esposa hoje, é uma gata: naquele tempo tinha 19 anos, novinha, com uma cinturinha fina que deixa qualquer um doido, uns peitos normais mas firmes, redondinhos como pêssegos, e uns olhos verdes que matam. Sempre adorei a cintura bem marcada dela e, como toda novinha de 19, os peitos, como falei, não eram o ponto forte, mas eram perfeitos, bem empinadinhos, mamilos lindos... A gente já namorava há alguns meses, e mesmo já tendo transado algumas vezes (ela era tímida, ainda não se soltava totalmente), essa coisa de ir no médico tava deixando ela morrendo de medo. Era a primeira vez dela, em todos os sentidos, então ela não se sentia muito segura. “Facu, vem comigo, por favor, tô com medo de ir sozinha”, ela disse com aqueles olhinhos, e claro que eu falei que sim. Pensei que ia ser um trâmite rápido, mas aquele dia ficou tão intenso que até hoje eu lembro e fico meio assim.
Era uma terça-feira de outubro, com um sol que batia gostoso em Mendoza. A Cami estava nervosa desde o dia anterior, não parava de me perguntar se o médico ia ser um velho esquisito ou se ia doer. Eu soltava piadas, mas ela me dizia: Não seja otário, não vou... Eu, tentando acalmá-la, dizia: “amor, é só um check-up, não acontece nada, eu tô com você e são coisas de saúde que você tem que fazer sim ou com certeza”. Ela estava simples mas linda: uma camiseta cinza justa que marcava os peitos (sem sutiã, porque ela dizia que apertava), uma saia plissada azul que chegava na metade da coxa, e o cabelo castanho preso num rabo de cavalo bem alto, com uma mecha solta que caía sobre um olho. Eu estava com uma camiseta preta lisa, jeans, e tênis gastos, um cara normal tentando segurar a barra pela namorada.
Chegamos na clínica no centro, rua San Lorenzo pra quem conhece, um lugar meio chique com paredes brancas e zero cheiro de clínica. Nos sentamos na sala de espera, tinha umas gostosas grávidas, umas novinhas com as mães e mais um ou dois casais com a mesma cara de ansiedade que a gente. A Cami não parava de apertar minha mão, balançando a perna como se tivesse um motor. "Calma, gordi, é um minutinho e a gente vaza", eu falei, mesmo eu estando meio inquieto também, não sei por quê. Depois de um tempo, uma secretária nos chamou e nos levou pra uma salinha pequena: uma maca com um lençol branco, uma mesa com papéis, e uns aparelhos que me davam um certo receio. A Cami sentou numa cadeira, eu fiquei em pé do lado, e esperamos o médico.
Entrou o Dr. Lozano (nome falso pra não queimar ninguém), e de cara percebi que ele não era qualquer um. Devia ter uns 40 anos, alto, cabelo curto com alguns fios grisalhos que davam um charme, barba aparada, camisa azul clara que marcava os braços malhados e uma calça marrom clarinho bem justa. Ele falava com uma segurança que fazia você sentir que ele tinha tudo sob controle. “Camila, né? Prazer, sou o Dr. Lozano”, disse, cumprimentando a Cami com um aperto de mão e um sorriso que era pura confiança. Pra mim, deu um aperto forte e perguntou: “E você é…?”. “Facu, o namorado”, respondi, tentando não parecer intimidado. “Que bom que veio acompanhá-la, Facu, isso fala bem de você”, disse, com um tom amigável mas com algo que me deixou em alerta.
Cami estava toda corada, olhando pro chão, e o doutor sentou na mesa, cruzando as pernas como se tivesse num barzinho. Começou com as perguntas de rotina: se tomava pílula, se sentia dores, quando foi a última menstruação. Cami respondia baixinho, com a voz trêmula, e eu segurava a mão dela pra dar apoio. Mas aí, o doutor mudou o tom, como querendo deixá-la mais à vontade. “Camila, me conta, você se sente bem com seu corpo? Porque você parece saudável, mas às vezes as meninas da sua idade têm dúvidas, né?”. Cami, tímida, disse: “É, acho que sim... tô bem, mas às vezes tenho vergonha de me mostrar”. Eu olhei pra ela, surpreso, porque na intimidade ela se soltava, mesmo que com timidez. O doutor concordou e falou: “Isso é normal, mas olha, você tem um corpo lindo, não tem nada a temer. O Facu te fala isso, né?”. Eu confirmei: “Claro, ela é uma gostosa”. Cami sorriu, ainda corada, e relaxou um pouco.
“Tá bom, Camila, vamos começar com o exame dos seios. Pode deitar na maca e tirar a blusa, por favor”, disse o doutor, com uma calma que parecia profissional mas tinha algo a mais.
Eu fiquei gelado, tipo, logo de cara achei estranho, sem jaleco nem nada? "Gorda, acho que o jaleco tá ali", falei, tentando soar tranquilo. O doutor me olhou com aquele sorriso dele e disse: "Não precisa, Facu, é mais rápido assim. É só um controle rápido". A Cami me olhou, como pedindo permissão, e eu, não querendo deixar ela mais nervosa, não falei mais nada. Mas por dentro, alguma coisa não tava fechando.
Cami, com as mãos tremendo, tirou a camiseta lentamente, deixando seus peitos ao ar. Eram normais, mas perfeitos como eu disse: firmes, redondos, com mamilos rosados que ficaram um pouco eretos por causa do frio do consultório. Eu engoli seco, e notei que o doutor ficou olhando um segundo a mais, mesmo mantendo a cara de profissional. "Perfeito, Camila, sente-se bem reta", disse, colocando umas luvas de látex. Cami obedeceu, e seus peitos tremeram um pouco ao se endireitar, fazendo o ar ficar pesado. Eu estava ao lado, tentando não olhar fixo, mas era impossível.
O doutor começou a apalpar os peitos dela, com movimentos lentos, como se estivesse procurando algo. "Tudo em ordem, Camila, você tem uns seios muito saudáveis", disse, mas enquanto apalpava, começou a fazer perguntas que na hora não me pareceram estranhas... "Camila, você toca nos seus peitos às vezes? É importante para conhecer seu corpo, prevenir problemas". A Cami ficou vermelha que nem um tomate e balbuciou: "Eh... sim, às vezes, mas não muito". Eu sentia meu rosto queimando, mas não disse nada. O doutor continuou: "Isso é bom, é saudável se explorar. E você sente algum tipo de dor ou incômodo ou só prazer quando se toca? Ou quando o Facu te toca?". A Cami me olhou, morrendo de vergonha, e falou baixinho: "Não, não dói... com o Facu também não, pelo contrário". Eu não sabia onde enfiar a cara, mas o cara não parou. "Bom, isso é ótimo! Ser tocada com suavidade ou um pouco mais forte e ir descobrindo seu ponto de sensibilidade, todas as mulheres são diferentes..., Se sentir alguma dor tem que vir me ver imediatamente".
Ela, quase sussurrando, disse: "Tá... mas sei lá, me dá uma coisa de me tocar". O doutor sorriu e disse: "Tudo bem, tem que se conhecer aos poucos e é saudável se tocar, como te falo pra evitar problemas antes da hora... mas vejo que sua sensibilidade é boa". "Aproveita no banho, quando estiver tranquila, termina de se ensaboar e se toca devagar" e aí, ele termina de dizer isso e eu vejo como os mamilos da Cami estavam super duros, os peitos mais túrgidos, reagindo aos poucos ao toque do doutor... Eu já não sabia mais se ele estava dando conselhos de saúde ou de punheta.
Facu, você sabe como tocar ela, né?" Ele me olhou com aquela cara de filho da puta, e eu, tentando não ficar pra trás, disse: "Claro, sim, sim, trato bem, nada brusco..." Enquanto dizia isso, o cara ainda mantinha a mão no peito direito da Cami, com os dedos na lateral e o polegar levemente apoiado no mamilo.
O exame continuava, e os dedos do médico se moviam pelos peitos da Cami com uma lentidão que me deixava nervoso. Em um momento, ele colocou a palma da mão bem no meio dos peitos e disse: "Respire fundo algumas vezes". O peito da Cami afundava um pouquinho, prendendo a mão um pouco entre os seios, e depois se expandia... "Calma", o médico dizia, mas ela respirava cada vez mais rápido, e seus mamilos estavam mais duros que antes. Eu sentia um nó no estômago, mas também percebia que meu pau começava a apertar contra o jeans. Cami me olhava, e seus olhinhos verdes tinham um brilho que não era só de nervosismo. O médico, como se nada, disse: "Camila, você está muito saudável, mas vamos continuar com o exame pélvico. Tire a saia e a calcinha, por favor". Foi aí que notei uma coisa: o médico ajustou a calça, e juro que vi um volume que não deixava dúvidas. O cara estava de pau duro, ou pelo menos parecia. Cami me olhou, com os olhos bem abertos, e eu disse: "Calma, amor, estou aqui". Mas por dentro, queria perguntar ao cara que porra era aquela, não parecia o exame ginecológico normal.
Cami se levantou, baixou a saia, deixando à vista uma calcinha fio-dental branca e pequena que marcava sua buceta depilada. As tirinhas marcavam perfeitamente sua cintura... naquele momento pensei "por que caralho ela não veio com uma calcinha mais tranquila", mas quando ela terminou de tirar a saia e se virou de leve para começar a tirar o fio-dental, vi como o médico olhava toda sua bunda e aquele pensamento sumiu, meu pau já não me deixava pensar direito. Cami hesitou um segundo, olhou para o médico, depois para mim, e tirou o fio-dental, ficando pelada. Sua pele branca brilhava sob a luz do consultório, e aquela cinturinha fina me deixava louco. O médico disse: "Deite na maca e coloque as pernas nos estribos".
Cami obedeceu, abrindo as pernas, e eu senti o ar ficar pesado. O médico colocou uma luva nova, passou lubrificante nos dedos e começou a tocar a buceta dela, mas não como em um exame normal. Seus movimentos eram lentos, quase como se estivesse acariciando, e Cami soltou um suspiro baixinho, quase inaudível. Eu fiquei gelado, mas meus olhos não desgrudavam da cena.
“Camila, relax, isso é normal”, disse o doutor, enquanto seus dedos abriam devagar os lábios da sua buceta e se moviam lentamente. Ela me olhou, quase com medo, eu diria, e aí o médico percebeu e nos disse: “Tudo bem, é o primeiro exame e muitos namorados vêm porque para as meninas é como estar mais à vontade… chega mais perto, Facu, se quiser”. Eu não queria me mexer muito para não deixar na cara que já estava com o pau duro que nem ferro, mas como pude, disfarçando, fiquei ao lado da Cami, mas meio afastado da maca, não queria me intrometer muito ou atrapalhar, ela esticou o braço, me agarrou e apertou minha mão com força. Aí notei que a respiração dela acelerou. “Está sentindo algo estranho?”, perguntou o cara, mas a voz dele tinha um tom que não me agradou. “Não… está tudo bem”, disse Cami, com a voz trêmula, e seus olhinhos verdes estavam brilhando de um jeito que me deixou sem reação. Eu, parado ao lado, sentia meu pau duro como pedra, e me odiei por isso, mas não conseguia evitar. O médico continuou movendo os dedos, e mesmo não sendo óbvio, algo no rosto da Cami me dizia que ela estava sentindo mais do que um simples exame. Suas bochechas estavam vermelhas, seus peitos subiam e desciam rápido, e suas pernas tremiam um pouco nos estribos.
“Facu, chega mais perto se quiser, segura a mão dela pra que ela se sinta confortável”, disse o doutor, e eu obedeci, mesmo com a cabeça uma bagunça. Cami me olhou, e seus olhos tinham uma mistura de vergonha e algo mais, como se estivesse lutando contra a tesão. “Tá bem, amor?”, sussurrei, e ela acenou, mas sua mão apertava a minha com força. O doutor, sem parar, disse: “Camila, você está muito saudável, mas está um pouco tensa. O Facu te ajuda a relaxar em casa?”. A pergunta caiu como um balde de água fria, mas a Cami, quase sem voz, disse: “Sim… quando dá”. “Ok, tenho que te abrir um pouquinho, pode sentir um incômodo, mas tenho que te examinar bem, Cami”, soltou o cara… “Vai sentir algo frio”. Cami fez uma cara de dor, sem reclamar mas apertou minha mão… O cara tirou o aparelho, limpou e tirou a luva, mas antes de terminar disse “Quase esqueço… você tem boa sensibilidade aí embaixo, Cami?” e voltou a aproximar a mão, dessa vez sem a luva. Ele roçou a parte interna da coxa dela e continuou antes que a Cami pudesse responder “O clitóris tem uma pequena capinha que se retrai, quando você está excitada ou pode fazer você mesma assim…” E aí a Cami abriu os olhos e fechou um pouco as pernas. “Calma”, disse o cara… “assim você pode medir a intensidade”. Eu sentia que o consultório estava virando outra coisa, e o volume na calça do doutor estava cada vez mais evidente. A Cami estava corada e eu tinha uma mistura de raiva e tesão. O cara queria comer ela ali mesmo…
Mas isso durou segundos... O exame terminou, e o médico tirou os dedos, deixando a Cami tremendo na maca. "Tudo perfeito, Camila, fica tranquila que não tem nada de estranho e você está em ótimas condições. Pode voltar em seis meses" e se sentou na escrivaninha para fazer algumas receitas. Ele estendeu a mão com o papel e, com aquele sorriso que me arrepiou todo, nos disse "Para que se cuidem, pessoal, aproveitem ao máximo que estão na melhor idade", e passou a receita da pílula anticoncepcional. Cami terminou de arrumar a roupa rápido, ainda corada, e eu não sabia o que dizer. Saímos do consultório em silêncio, os dois com a cabeça em qualquer lugar. Caminhamos assim algumas quadras até o ponto do ônibus.
Quando chegou, subimos e nos sentamos no fundo. Notei que Cami estava inquieta, mexendo as pernas. Quando se acomodou, levantou uma perna no assento, o que desarrumou a saia, e fazendo de bobo vi sua calcinha fio dental branca: estava molhada, não havia dúvidas. Meu pau, que não tinha baixado muito desde o consultório, estava marcando no jeans, e ela percebeu. "O que tá olhando, safado", soltou... "Facu... você tá de pau duro?", me sussurrou, com os olhos bem abertos e fazendo-se de surpresa. Eu, vermelho como ela, disse: "Ufff, amor... mas é porque tô vendo sua calcinha... e você?" Apontando pra ela, "não vai me dizer que não ficou excitada lá dentro?". Ela baixou o olhar, mordendo o lábio, e concordou. "Juro que não sei o que deu em mim... estava nervosa, mas... me deu uma coisa, não sei. É um filho da puta!".
Não aguentei mais. O ônibus estava quase vazio, e a tesão estava nos matando. “Ei... calma, você não precisa me explicar nada”, eu disse, e coloquei minha mão na sua coxa, puxando sua calcinha de lado devagarinho. Ela estava encharcada, e quando toquei sua buceta bem devagar, ela soltou um gemido baixo. “Shh, calma”, eu disse, e comecei a acariciá-la, enfiando os dedos pela borda da calcinha. “Você tá muito molhada, filha da puta... te deixou com tesão que eu apalpei seus peitos, não foi?” Ela não disse nada, olhou pra todos os lados e, tremendo, desabotoou meu jeans e começou a tirar meu pau da cueca, duro como nunca. “Facu… eu te quero”, ela sussurrou, e começou a puxar minha pele pra trás, deixando a cabeça aparecer bem devagar, enquanto eu enfiava um dedo na sua buceta e com o outro massageava suavemente seu clitóris, sentindo como ela ficava mais molhada. A gente se olhava, com a respiração ofegante, tentando não fazer barulho. Continuamos assim por mais umas duas quadras mais ou menos... tudo com movimentos bem lentos pra ninguém perceber. Ela gozou primeiro, apertando minha mão contra sua buceta, e eu, beijei ela com língua e dois segundos depois, enchi a mão dela de porra, que ela limpou com um lenço, toda corada mas sorrindo.
Chegamos em casa em silêncio, mas naquela noite transamos como nunca, com a Cami mais solta, como se o consultório tivesse despertado algo nela. Nunca mais voltamos naquele médico, mas aquele dia nos marcou. Hoje, já nos 30 e tantos, ainda lembramos e rimos daqueles caras que não sabiam como lidar com a situação, mas não me arrependo, aquilo marcou o começo de um tesão que ainda nos acompanha. Se quiserem mais histórias, deem like e comentem que a gente lê tudo...
Era uma terça-feira de outubro, com um sol que batia gostoso em Mendoza. A Cami estava nervosa desde o dia anterior, não parava de me perguntar se o médico ia ser um velho esquisito ou se ia doer. Eu soltava piadas, mas ela me dizia: Não seja otário, não vou... Eu, tentando acalmá-la, dizia: “amor, é só um check-up, não acontece nada, eu tô com você e são coisas de saúde que você tem que fazer sim ou com certeza”. Ela estava simples mas linda: uma camiseta cinza justa que marcava os peitos (sem sutiã, porque ela dizia que apertava), uma saia plissada azul que chegava na metade da coxa, e o cabelo castanho preso num rabo de cavalo bem alto, com uma mecha solta que caía sobre um olho. Eu estava com uma camiseta preta lisa, jeans, e tênis gastos, um cara normal tentando segurar a barra pela namorada.
Chegamos na clínica no centro, rua San Lorenzo pra quem conhece, um lugar meio chique com paredes brancas e zero cheiro de clínica. Nos sentamos na sala de espera, tinha umas gostosas grávidas, umas novinhas com as mães e mais um ou dois casais com a mesma cara de ansiedade que a gente. A Cami não parava de apertar minha mão, balançando a perna como se tivesse um motor. "Calma, gordi, é um minutinho e a gente vaza", eu falei, mesmo eu estando meio inquieto também, não sei por quê. Depois de um tempo, uma secretária nos chamou e nos levou pra uma salinha pequena: uma maca com um lençol branco, uma mesa com papéis, e uns aparelhos que me davam um certo receio. A Cami sentou numa cadeira, eu fiquei em pé do lado, e esperamos o médico.
Entrou o Dr. Lozano (nome falso pra não queimar ninguém), e de cara percebi que ele não era qualquer um. Devia ter uns 40 anos, alto, cabelo curto com alguns fios grisalhos que davam um charme, barba aparada, camisa azul clara que marcava os braços malhados e uma calça marrom clarinho bem justa. Ele falava com uma segurança que fazia você sentir que ele tinha tudo sob controle. “Camila, né? Prazer, sou o Dr. Lozano”, disse, cumprimentando a Cami com um aperto de mão e um sorriso que era pura confiança. Pra mim, deu um aperto forte e perguntou: “E você é…?”. “Facu, o namorado”, respondi, tentando não parecer intimidado. “Que bom que veio acompanhá-la, Facu, isso fala bem de você”, disse, com um tom amigável mas com algo que me deixou em alerta.
Cami estava toda corada, olhando pro chão, e o doutor sentou na mesa, cruzando as pernas como se tivesse num barzinho. Começou com as perguntas de rotina: se tomava pílula, se sentia dores, quando foi a última menstruação. Cami respondia baixinho, com a voz trêmula, e eu segurava a mão dela pra dar apoio. Mas aí, o doutor mudou o tom, como querendo deixá-la mais à vontade. “Camila, me conta, você se sente bem com seu corpo? Porque você parece saudável, mas às vezes as meninas da sua idade têm dúvidas, né?”. Cami, tímida, disse: “É, acho que sim... tô bem, mas às vezes tenho vergonha de me mostrar”. Eu olhei pra ela, surpreso, porque na intimidade ela se soltava, mesmo que com timidez. O doutor concordou e falou: “Isso é normal, mas olha, você tem um corpo lindo, não tem nada a temer. O Facu te fala isso, né?”. Eu confirmei: “Claro, ela é uma gostosa”. Cami sorriu, ainda corada, e relaxou um pouco.
“Tá bom, Camila, vamos começar com o exame dos seios. Pode deitar na maca e tirar a blusa, por favor”, disse o doutor, com uma calma que parecia profissional mas tinha algo a mais.
Eu fiquei gelado, tipo, logo de cara achei estranho, sem jaleco nem nada? "Gorda, acho que o jaleco tá ali", falei, tentando soar tranquilo. O doutor me olhou com aquele sorriso dele e disse: "Não precisa, Facu, é mais rápido assim. É só um controle rápido". A Cami me olhou, como pedindo permissão, e eu, não querendo deixar ela mais nervosa, não falei mais nada. Mas por dentro, alguma coisa não tava fechando.
Cami, com as mãos tremendo, tirou a camiseta lentamente, deixando seus peitos ao ar. Eram normais, mas perfeitos como eu disse: firmes, redondos, com mamilos rosados que ficaram um pouco eretos por causa do frio do consultório. Eu engoli seco, e notei que o doutor ficou olhando um segundo a mais, mesmo mantendo a cara de profissional. "Perfeito, Camila, sente-se bem reta", disse, colocando umas luvas de látex. Cami obedeceu, e seus peitos tremeram um pouco ao se endireitar, fazendo o ar ficar pesado. Eu estava ao lado, tentando não olhar fixo, mas era impossível.
O doutor começou a apalpar os peitos dela, com movimentos lentos, como se estivesse procurando algo. "Tudo em ordem, Camila, você tem uns seios muito saudáveis", disse, mas enquanto apalpava, começou a fazer perguntas que na hora não me pareceram estranhas... "Camila, você toca nos seus peitos às vezes? É importante para conhecer seu corpo, prevenir problemas". A Cami ficou vermelha que nem um tomate e balbuciou: "Eh... sim, às vezes, mas não muito". Eu sentia meu rosto queimando, mas não disse nada. O doutor continuou: "Isso é bom, é saudável se explorar. E você sente algum tipo de dor ou incômodo ou só prazer quando se toca? Ou quando o Facu te toca?". A Cami me olhou, morrendo de vergonha, e falou baixinho: "Não, não dói... com o Facu também não, pelo contrário". Eu não sabia onde enfiar a cara, mas o cara não parou. "Bom, isso é ótimo! Ser tocada com suavidade ou um pouco mais forte e ir descobrindo seu ponto de sensibilidade, todas as mulheres são diferentes..., Se sentir alguma dor tem que vir me ver imediatamente".
Ela, quase sussurrando, disse: "Tá... mas sei lá, me dá uma coisa de me tocar". O doutor sorriu e disse: "Tudo bem, tem que se conhecer aos poucos e é saudável se tocar, como te falo pra evitar problemas antes da hora... mas vejo que sua sensibilidade é boa". "Aproveita no banho, quando estiver tranquila, termina de se ensaboar e se toca devagar" e aí, ele termina de dizer isso e eu vejo como os mamilos da Cami estavam super duros, os peitos mais túrgidos, reagindo aos poucos ao toque do doutor... Eu já não sabia mais se ele estava dando conselhos de saúde ou de punheta.
Facu, você sabe como tocar ela, né?" Ele me olhou com aquela cara de filho da puta, e eu, tentando não ficar pra trás, disse: "Claro, sim, sim, trato bem, nada brusco..." Enquanto dizia isso, o cara ainda mantinha a mão no peito direito da Cami, com os dedos na lateral e o polegar levemente apoiado no mamilo.
O exame continuava, e os dedos do médico se moviam pelos peitos da Cami com uma lentidão que me deixava nervoso. Em um momento, ele colocou a palma da mão bem no meio dos peitos e disse: "Respire fundo algumas vezes". O peito da Cami afundava um pouquinho, prendendo a mão um pouco entre os seios, e depois se expandia... "Calma", o médico dizia, mas ela respirava cada vez mais rápido, e seus mamilos estavam mais duros que antes. Eu sentia um nó no estômago, mas também percebia que meu pau começava a apertar contra o jeans. Cami me olhava, e seus olhinhos verdes tinham um brilho que não era só de nervosismo. O médico, como se nada, disse: "Camila, você está muito saudável, mas vamos continuar com o exame pélvico. Tire a saia e a calcinha, por favor". Foi aí que notei uma coisa: o médico ajustou a calça, e juro que vi um volume que não deixava dúvidas. O cara estava de pau duro, ou pelo menos parecia. Cami me olhou, com os olhos bem abertos, e eu disse: "Calma, amor, estou aqui". Mas por dentro, queria perguntar ao cara que porra era aquela, não parecia o exame ginecológico normal.
Cami se levantou, baixou a saia, deixando à vista uma calcinha fio-dental branca e pequena que marcava sua buceta depilada. As tirinhas marcavam perfeitamente sua cintura... naquele momento pensei "por que caralho ela não veio com uma calcinha mais tranquila", mas quando ela terminou de tirar a saia e se virou de leve para começar a tirar o fio-dental, vi como o médico olhava toda sua bunda e aquele pensamento sumiu, meu pau já não me deixava pensar direito. Cami hesitou um segundo, olhou para o médico, depois para mim, e tirou o fio-dental, ficando pelada. Sua pele branca brilhava sob a luz do consultório, e aquela cinturinha fina me deixava louco. O médico disse: "Deite na maca e coloque as pernas nos estribos".
Cami obedeceu, abrindo as pernas, e eu senti o ar ficar pesado. O médico colocou uma luva nova, passou lubrificante nos dedos e começou a tocar a buceta dela, mas não como em um exame normal. Seus movimentos eram lentos, quase como se estivesse acariciando, e Cami soltou um suspiro baixinho, quase inaudível. Eu fiquei gelado, mas meus olhos não desgrudavam da cena.
“Camila, relax, isso é normal”, disse o doutor, enquanto seus dedos abriam devagar os lábios da sua buceta e se moviam lentamente. Ela me olhou, quase com medo, eu diria, e aí o médico percebeu e nos disse: “Tudo bem, é o primeiro exame e muitos namorados vêm porque para as meninas é como estar mais à vontade… chega mais perto, Facu, se quiser”. Eu não queria me mexer muito para não deixar na cara que já estava com o pau duro que nem ferro, mas como pude, disfarçando, fiquei ao lado da Cami, mas meio afastado da maca, não queria me intrometer muito ou atrapalhar, ela esticou o braço, me agarrou e apertou minha mão com força. Aí notei que a respiração dela acelerou. “Está sentindo algo estranho?”, perguntou o cara, mas a voz dele tinha um tom que não me agradou. “Não… está tudo bem”, disse Cami, com a voz trêmula, e seus olhinhos verdes estavam brilhando de um jeito que me deixou sem reação. Eu, parado ao lado, sentia meu pau duro como pedra, e me odiei por isso, mas não conseguia evitar. O médico continuou movendo os dedos, e mesmo não sendo óbvio, algo no rosto da Cami me dizia que ela estava sentindo mais do que um simples exame. Suas bochechas estavam vermelhas, seus peitos subiam e desciam rápido, e suas pernas tremiam um pouco nos estribos.
“Facu, chega mais perto se quiser, segura a mão dela pra que ela se sinta confortável”, disse o doutor, e eu obedeci, mesmo com a cabeça uma bagunça. Cami me olhou, e seus olhos tinham uma mistura de vergonha e algo mais, como se estivesse lutando contra a tesão. “Tá bem, amor?”, sussurrei, e ela acenou, mas sua mão apertava a minha com força. O doutor, sem parar, disse: “Camila, você está muito saudável, mas está um pouco tensa. O Facu te ajuda a relaxar em casa?”. A pergunta caiu como um balde de água fria, mas a Cami, quase sem voz, disse: “Sim… quando dá”. “Ok, tenho que te abrir um pouquinho, pode sentir um incômodo, mas tenho que te examinar bem, Cami”, soltou o cara… “Vai sentir algo frio”. Cami fez uma cara de dor, sem reclamar mas apertou minha mão… O cara tirou o aparelho, limpou e tirou a luva, mas antes de terminar disse “Quase esqueço… você tem boa sensibilidade aí embaixo, Cami?” e voltou a aproximar a mão, dessa vez sem a luva. Ele roçou a parte interna da coxa dela e continuou antes que a Cami pudesse responder “O clitóris tem uma pequena capinha que se retrai, quando você está excitada ou pode fazer você mesma assim…” E aí a Cami abriu os olhos e fechou um pouco as pernas. “Calma”, disse o cara… “assim você pode medir a intensidade”. Eu sentia que o consultório estava virando outra coisa, e o volume na calça do doutor estava cada vez mais evidente. A Cami estava corada e eu tinha uma mistura de raiva e tesão. O cara queria comer ela ali mesmo…
Mas isso durou segundos... O exame terminou, e o médico tirou os dedos, deixando a Cami tremendo na maca. "Tudo perfeito, Camila, fica tranquila que não tem nada de estranho e você está em ótimas condições. Pode voltar em seis meses" e se sentou na escrivaninha para fazer algumas receitas. Ele estendeu a mão com o papel e, com aquele sorriso que me arrepiou todo, nos disse "Para que se cuidem, pessoal, aproveitem ao máximo que estão na melhor idade", e passou a receita da pílula anticoncepcional. Cami terminou de arrumar a roupa rápido, ainda corada, e eu não sabia o que dizer. Saímos do consultório em silêncio, os dois com a cabeça em qualquer lugar. Caminhamos assim algumas quadras até o ponto do ônibus.
Quando chegou, subimos e nos sentamos no fundo. Notei que Cami estava inquieta, mexendo as pernas. Quando se acomodou, levantou uma perna no assento, o que desarrumou a saia, e fazendo de bobo vi sua calcinha fio dental branca: estava molhada, não havia dúvidas. Meu pau, que não tinha baixado muito desde o consultório, estava marcando no jeans, e ela percebeu. "O que tá olhando, safado", soltou... "Facu... você tá de pau duro?", me sussurrou, com os olhos bem abertos e fazendo-se de surpresa. Eu, vermelho como ela, disse: "Ufff, amor... mas é porque tô vendo sua calcinha... e você?" Apontando pra ela, "não vai me dizer que não ficou excitada lá dentro?". Ela baixou o olhar, mordendo o lábio, e concordou. "Juro que não sei o que deu em mim... estava nervosa, mas... me deu uma coisa, não sei. É um filho da puta!".
Não aguentei mais. O ônibus estava quase vazio, e a tesão estava nos matando. “Ei... calma, você não precisa me explicar nada”, eu disse, e coloquei minha mão na sua coxa, puxando sua calcinha de lado devagarinho. Ela estava encharcada, e quando toquei sua buceta bem devagar, ela soltou um gemido baixo. “Shh, calma”, eu disse, e comecei a acariciá-la, enfiando os dedos pela borda da calcinha. “Você tá muito molhada, filha da puta... te deixou com tesão que eu apalpei seus peitos, não foi?” Ela não disse nada, olhou pra todos os lados e, tremendo, desabotoou meu jeans e começou a tirar meu pau da cueca, duro como nunca. “Facu… eu te quero”, ela sussurrou, e começou a puxar minha pele pra trás, deixando a cabeça aparecer bem devagar, enquanto eu enfiava um dedo na sua buceta e com o outro massageava suavemente seu clitóris, sentindo como ela ficava mais molhada. A gente se olhava, com a respiração ofegante, tentando não fazer barulho. Continuamos assim por mais umas duas quadras mais ou menos... tudo com movimentos bem lentos pra ninguém perceber. Ela gozou primeiro, apertando minha mão contra sua buceta, e eu, beijei ela com língua e dois segundos depois, enchi a mão dela de porra, que ela limpou com um lenço, toda corada mas sorrindo.
Chegamos em casa em silêncio, mas naquela noite transamos como nunca, com a Cami mais solta, como se o consultório tivesse despertado algo nela. Nunca mais voltamos naquele médico, mas aquele dia nos marcou. Hoje, já nos 30 e tantos, ainda lembramos e rimos daqueles caras que não sabiam como lidar com a situação, mas não me arrependo, aquilo marcou o começo de um tesão que ainda nos acompanha. Se quiserem mais histórias, deem like e comentem que a gente lê tudo...
6 comentários - El inicio del morbo
Y muy bien contado
+10