Pia tinha 18 anos, estudava arquitetura na particular, ia pra faculdade de carro novo, as amigas dela eram patricinhas que nem ela e os namorados que tinha tido até agora eram playboys. Não era virgem, mas nunca tinha dado o cu pra ninguém, falaram que doía, então nunca tentou. Ia pra todas as festas eletrônicas porque tão na moda agora, e o que aconteceu numa delas mudou a vida dela.
Elas se preparam com as amigas pra ir pra festa, se juntam todas na casa da Pili, lá experimentaram vários looks possíveis várias vezes até ficarem prontas pra sair. O look era bem patricinha como elas: minissaia de couro, botas, top, barriga de fora. A Pia tinha colocado algo mais ousado, em vez de minissaia de couro, uma saia transparente, então dava pra ver a tanguinha enfiada na bunda dela. Outra amiga também tava igual, era algo normal.
Foram buscar elas e foram pra festa, claro que tinham vip. Entraram e tomaram algo no bar, tavam num grupo grande e de repente chega um cara de uns 50 anos, cumprimenta um dos caras e ele apresenta: "Esse é o Júlio, sócio do meu pai". Ele cumprimenta todo mundo e quando cumprimenta a Pia, pega ela pela cintura e fala no ouvido dela, olhando pra bunda dela: "Essa noite vou te comer o cu, gata". A Pia não disse nada, mas aquilo ficou na cabeça dela. Não era uma opção, ainda mais com um cara mais velho. Continuaram conversando, num momento um dos caras distribuiu os comprimidos de cada um, a Pia pegou o dela e todos tomaram metade, a outra metade era pra mais tarde. Começaram a dançar e a Pia já tinha esquecido daquela cena estranha.
Depois de 30 minutos, a bala começou a bater e eles entraram na onda. Dançavam entre elas, no vip a maioria era gostosa que nem ela, então não se sentia superior, era um lugar seguro. Num momento, ela lembra de novo do que o Júlio falou, já não como rejeição, mas com um pouco de curiosidade. Nenhum dos namorados dela tinha dado confiança suficiente pra ela tentar, e ela achava que era meio putaria transar pelo cu, mas a ideia... Começou a esquentar. Júlio aparece de novo com outros amigos e eles se juntam ao grupo pra dançar com elas. Vieram com umas minas bem putinhas e piranhas que nem elas, isso é normal em festa eletrônica. Caras mais velhos com grana atraem umas piranhas que tão atrás de sugar daddy ou só de alguém pra bancar a farra. Todo mundo continua dançando. Um dos tincho passa um M pra elas darem um dedo, todas tomam, e a coisa vai ficando melhor. Pia já tava dançando com uma amiga de um jeito carinhoso, até que uma hora uma das amigas mete um beijo nela e Pia corresponde, se pegando gostoso pra caralho. O resto percebe, todo mundo faz gesto de incentivo. Depois de uns minutos, voltam a dançar. Pia não era de fazer essas coisas, tava mais solta que o normal. Num momento, Pia vai no banheiro e quando sai encontra o Júlio, que também tava saindo. "Como vai, Pia? Tudo bem?" "Sim, de boa. Você é um sem noção." "Por causa do que te falei?" "Sim, não te conheço, como vai me falar uma parada dessas?" "Você tem uma bunda linda, qualquer homem ia querer comer ela. Nunca te falaram isso?" Ninguém nunca tinha falado assim com ela. Sabia que a bunda dela era motivo de admiração, mas ninguém tinha sido tão direto. Os ex-namorados dela até tentaram, mas ela nunca deixou. "Você é muito mais velho que eu, podia ser meu pai." "É, isso me excita mais ainda, gatinha. Por isso venho nessas festas onde tem umas putinhas que nem você, que vêm dançar com a bunda de fora e se ofendem quando a gente fala alguma coisa." "Eu posso me vestir do jeito que eu quiser e não tenho que aturar seus comentários machistas." "Olha aqui, gatinha, no fundo você sabe que morre de vontade de ter alguém que saiba arrombar essa sua buceta." Algo aconteceu naquele momento. Pia sentiu que tava ficando molhada só de pensar naquilo. Não ia admitir pro Júlio que ele tinha razão. "Vou embora com minhas amigas." E foi embora, começou a dançar com as amigas. Mas, mesmo sem querer, tava cada vez mais molhada. Não entendia o que tava rolando. Sentia a calcinha fio dental enfiada no cu e se imaginava sendo comida por aquele cara mais velho, e tava cada vez mais molhada. Pia era alta, quase 1,72, pesava 45 quilos, peitinhos pequenos. Medianas, barriga chapada, pernas longas e uma bunda redondinha que todo mundo deseja, mas só esse cara teve coragem de ir tão longe. Num momento, já no meio da festa, todo mundo tomou a outra metade da bala, a coisa continuava, e tipo meia hora depois, Pia deu um beijo numa amiga e todas começaram a se beijar entre si. De repente, ela percebe que Júlio tá na frente dela, pega ela pelo braço e fala "vamos". Ela não sabe por que obedeceu. Júlio diz "vamos buscar bebida", e eles saíram do grupo. Num instante, estavam num canto da festa perto de uma árvore. Ela pergunta "o que a gente tá fazendo aqui?" e Júlio dá um beijo nela. Ela corresponde, e ele desce a mão até a buceta e nota que ela tá encharcada. Ele fala "então você tá toda molhadinha, sua puta". Ela não diz nada. Ele enfia um dedo na buceta, depois dois. Ela continua calada. Aí ele vira ela de costas e encosta na árvore, mete a língua no cu dela e dá uma chupada que Pia nunca tinha sentido. Entre a bala, o MD e o tesão, ela fica ainda mais molhada. Ele enfia três dedos na buceta e com os sucos dela lubrifica o cuzinho, e fala "agora vou te comer, sua puta". Ela não falava nada. Ele coloca a pica na entrada do cu e começa a meter. Tava bem apertado aquele cu. "Então você é virgem do cu, sua puta". Ela continuava calada. Em pouquinho tempo, tinha entrado tudo, e Júlio metia devagar no começo. Isso durou um bom tempo. Ela começou a soltar gemidos. Pia tava gozando como nunca. Júlio masturbava ela enquanto comia ela, e com a outra mão, apertava um pouco o pescoço dela. Ficaram uns 15 minutos, e Júlio gozou no cu dela com uma quantidade de porra descomunal. Depois, Júlio fala "agora chupa ela, sua puta". Pia diz "mas você acabou de me comer pelo cu". "Por isso mesmo", Júlio responde. Ele enfiou a pica na boca dela, e ela chupou. No começo, meio sem vontade, depois com entusiasmo. Não era ela, era uma parte dela que ela não conhecia. Num momento, Júlio começou a literalmente comer a boca dela, metia bem forte. Ela tava com tanto tesão que não conseguia resistir, até que ele gozou na boca dela. boca. Pia engoliu tudo, se arrumou e foi pro banheiro. Júlio voltou com um balde de gin e logo depois Pia voltou, ele chegou perto do ouvido dela e disse: "Viu que ia arrebentar sua buceta, sua puta? E amanhã você vai vir na minha casa que a gente vai continuar." Deu o cartão pra ela e não falou mais com ela a noite toda.
Pia tava satisfeita e envergonhada por ter gozado várias vezes sendo tratada como uma puta, nunca tinham comido ela daquele jeito.
Continua...
Elas se preparam com as amigas pra ir pra festa, se juntam todas na casa da Pili, lá experimentaram vários looks possíveis várias vezes até ficarem prontas pra sair. O look era bem patricinha como elas: minissaia de couro, botas, top, barriga de fora. A Pia tinha colocado algo mais ousado, em vez de minissaia de couro, uma saia transparente, então dava pra ver a tanguinha enfiada na bunda dela. Outra amiga também tava igual, era algo normal.
Foram buscar elas e foram pra festa, claro que tinham vip. Entraram e tomaram algo no bar, tavam num grupo grande e de repente chega um cara de uns 50 anos, cumprimenta um dos caras e ele apresenta: "Esse é o Júlio, sócio do meu pai". Ele cumprimenta todo mundo e quando cumprimenta a Pia, pega ela pela cintura e fala no ouvido dela, olhando pra bunda dela: "Essa noite vou te comer o cu, gata". A Pia não disse nada, mas aquilo ficou na cabeça dela. Não era uma opção, ainda mais com um cara mais velho. Continuaram conversando, num momento um dos caras distribuiu os comprimidos de cada um, a Pia pegou o dela e todos tomaram metade, a outra metade era pra mais tarde. Começaram a dançar e a Pia já tinha esquecido daquela cena estranha.
Depois de 30 minutos, a bala começou a bater e eles entraram na onda. Dançavam entre elas, no vip a maioria era gostosa que nem ela, então não se sentia superior, era um lugar seguro. Num momento, ela lembra de novo do que o Júlio falou, já não como rejeição, mas com um pouco de curiosidade. Nenhum dos namorados dela tinha dado confiança suficiente pra ela tentar, e ela achava que era meio putaria transar pelo cu, mas a ideia... Começou a esquentar. Júlio aparece de novo com outros amigos e eles se juntam ao grupo pra dançar com elas. Vieram com umas minas bem putinhas e piranhas que nem elas, isso é normal em festa eletrônica. Caras mais velhos com grana atraem umas piranhas que tão atrás de sugar daddy ou só de alguém pra bancar a farra. Todo mundo continua dançando. Um dos tincho passa um M pra elas darem um dedo, todas tomam, e a coisa vai ficando melhor. Pia já tava dançando com uma amiga de um jeito carinhoso, até que uma hora uma das amigas mete um beijo nela e Pia corresponde, se pegando gostoso pra caralho. O resto percebe, todo mundo faz gesto de incentivo. Depois de uns minutos, voltam a dançar. Pia não era de fazer essas coisas, tava mais solta que o normal. Num momento, Pia vai no banheiro e quando sai encontra o Júlio, que também tava saindo. "Como vai, Pia? Tudo bem?" "Sim, de boa. Você é um sem noção." "Por causa do que te falei?" "Sim, não te conheço, como vai me falar uma parada dessas?" "Você tem uma bunda linda, qualquer homem ia querer comer ela. Nunca te falaram isso?" Ninguém nunca tinha falado assim com ela. Sabia que a bunda dela era motivo de admiração, mas ninguém tinha sido tão direto. Os ex-namorados dela até tentaram, mas ela nunca deixou. "Você é muito mais velho que eu, podia ser meu pai." "É, isso me excita mais ainda, gatinha. Por isso venho nessas festas onde tem umas putinhas que nem você, que vêm dançar com a bunda de fora e se ofendem quando a gente fala alguma coisa." "Eu posso me vestir do jeito que eu quiser e não tenho que aturar seus comentários machistas." "Olha aqui, gatinha, no fundo você sabe que morre de vontade de ter alguém que saiba arrombar essa sua buceta." Algo aconteceu naquele momento. Pia sentiu que tava ficando molhada só de pensar naquilo. Não ia admitir pro Júlio que ele tinha razão. "Vou embora com minhas amigas." E foi embora, começou a dançar com as amigas. Mas, mesmo sem querer, tava cada vez mais molhada. Não entendia o que tava rolando. Sentia a calcinha fio dental enfiada no cu e se imaginava sendo comida por aquele cara mais velho, e tava cada vez mais molhada. Pia era alta, quase 1,72, pesava 45 quilos, peitinhos pequenos. Medianas, barriga chapada, pernas longas e uma bunda redondinha que todo mundo deseja, mas só esse cara teve coragem de ir tão longe. Num momento, já no meio da festa, todo mundo tomou a outra metade da bala, a coisa continuava, e tipo meia hora depois, Pia deu um beijo numa amiga e todas começaram a se beijar entre si. De repente, ela percebe que Júlio tá na frente dela, pega ela pelo braço e fala "vamos". Ela não sabe por que obedeceu. Júlio diz "vamos buscar bebida", e eles saíram do grupo. Num instante, estavam num canto da festa perto de uma árvore. Ela pergunta "o que a gente tá fazendo aqui?" e Júlio dá um beijo nela. Ela corresponde, e ele desce a mão até a buceta e nota que ela tá encharcada. Ele fala "então você tá toda molhadinha, sua puta". Ela não diz nada. Ele enfia um dedo na buceta, depois dois. Ela continua calada. Aí ele vira ela de costas e encosta na árvore, mete a língua no cu dela e dá uma chupada que Pia nunca tinha sentido. Entre a bala, o MD e o tesão, ela fica ainda mais molhada. Ele enfia três dedos na buceta e com os sucos dela lubrifica o cuzinho, e fala "agora vou te comer, sua puta". Ela não falava nada. Ele coloca a pica na entrada do cu e começa a meter. Tava bem apertado aquele cu. "Então você é virgem do cu, sua puta". Ela continuava calada. Em pouquinho tempo, tinha entrado tudo, e Júlio metia devagar no começo. Isso durou um bom tempo. Ela começou a soltar gemidos. Pia tava gozando como nunca. Júlio masturbava ela enquanto comia ela, e com a outra mão, apertava um pouco o pescoço dela. Ficaram uns 15 minutos, e Júlio gozou no cu dela com uma quantidade de porra descomunal. Depois, Júlio fala "agora chupa ela, sua puta". Pia diz "mas você acabou de me comer pelo cu". "Por isso mesmo", Júlio responde. Ele enfiou a pica na boca dela, e ela chupou. No começo, meio sem vontade, depois com entusiasmo. Não era ela, era uma parte dela que ela não conhecia. Num momento, Júlio começou a literalmente comer a boca dela, metia bem forte. Ela tava com tanto tesão que não conseguia resistir, até que ele gozou na boca dela. boca. Pia engoliu tudo, se arrumou e foi pro banheiro. Júlio voltou com um balde de gin e logo depois Pia voltou, ele chegou perto do ouvido dela e disse: "Viu que ia arrebentar sua buceta, sua puta? E amanhã você vai vir na minha casa que a gente vai continuar." Deu o cartão pra ela e não falou mais com ela a noite toda.
Pia tava satisfeita e envergonhada por ter gozado várias vezes sendo tratada como uma puta, nunca tinham comido ela daquele jeito.
Continua...

2 comentários - Milipili virou puta com o novo namorado