Os gemidos abafados da Tatiana ecoavam pelo porão. Uma pica enchia a garganta dela até as lágrimas enquanto outra metia forte por trás.
O Mestre a segurava pela cintura, empurrando com força, curtindo cada espasmo involuntário daquela bunda obediente.
O terceiro homem, que até então só observava, deu um passo à frente. Com um sorriso cruel, acariciou a bochecha dela, molhada de lágrimas e saliva.
—Coitadinha… ainda cabe mais uma pica nessa bunda.
Sem esperar resposta, baixou a mão e encaixou o pau no cu da sissy. A estocada foi certeira, afundando na entrada apertada da sissy.
Tatiana soltou um grito abafado, presa entre as três investidas.
O corpo dela estava aberto ao limite: garganta e cu usados sem piedade.
As investidas eram descoordenadas, brutais, reduziam ela a uma boneca sacudida pela força dos caras.
O Mestre ria com um tom grave, observando sua pequena escrava ser devorada pelas pirocas.
—Assim que eu gosto… cheia por todos os lados, reduzida a um simples recipiente. Me diz, puta, será que tu não tá curtindo isso?
Tatiana tentou negar, mas um espasmo de prazer a traiu. O cu dela pulsava em volta do invasor, o cu dela ardia a cada estocada, e a saliva escorria da boca dela enquanto era usada como um buraco vivo.
—Olha ela… —disse o Mestre, segurando-a pelo cabelo pra que os outros vissem a cara dela toda desfeita—. Gemidos de puta… lágrimas de puta… e daqui a pouco, a gozada de todo mundo dentro dela.
Um dos homens grunhiu, empurrando com força desmedida até gozar na garganta dela. O jato quente a sufocou, obrigando-a a engolir entre tosses e ânsias de vômito.
O Mestre não parou, continuou metendo na bunda dela enquanto o outro acelerava o ritmo no cu dele.
—Vai fundo, puta, ainda falta muito… —sussurrou o Mestre, apertando mais o quadril dela e fodendo com fúria.
Os outros dois homens não demoraram pra chegar ao clímax. O primeiro jorrou um torrão grosso que encheu ela por dentro, fazendo ela tremer ao sentir aquela inundação.
Depois, o Mestre enterrou até o fundo o pau dele e derramou o esperma quente bem no fundo do cu dela.
Tatiana ficou tremendo, escorrendo fluidos de todos os buracos, ofegante e com os olhos embaçados de lágrimas e prazer. Os homens se afastaram, deixando o corpo dela desabar no chão frio do porão.
O Mestre a observou, satisfeito.
—Hoje você aprendeu seu lugar, sissy. E estamos só começando.
O Mestre a segurava pela cintura, empurrando com força, curtindo cada espasmo involuntário daquela bunda obediente.
O terceiro homem, que até então só observava, deu um passo à frente. Com um sorriso cruel, acariciou a bochecha dela, molhada de lágrimas e saliva.
—Coitadinha… ainda cabe mais uma pica nessa bunda.
Sem esperar resposta, baixou a mão e encaixou o pau no cu da sissy. A estocada foi certeira, afundando na entrada apertada da sissy.
Tatiana soltou um grito abafado, presa entre as três investidas.
O corpo dela estava aberto ao limite: garganta e cu usados sem piedade.
As investidas eram descoordenadas, brutais, reduziam ela a uma boneca sacudida pela força dos caras.
O Mestre ria com um tom grave, observando sua pequena escrava ser devorada pelas pirocas.
—Assim que eu gosto… cheia por todos os lados, reduzida a um simples recipiente. Me diz, puta, será que tu não tá curtindo isso?
Tatiana tentou negar, mas um espasmo de prazer a traiu. O cu dela pulsava em volta do invasor, o cu dela ardia a cada estocada, e a saliva escorria da boca dela enquanto era usada como um buraco vivo.
—Olha ela… —disse o Mestre, segurando-a pelo cabelo pra que os outros vissem a cara dela toda desfeita—. Gemidos de puta… lágrimas de puta… e daqui a pouco, a gozada de todo mundo dentro dela.
Um dos homens grunhiu, empurrando com força desmedida até gozar na garganta dela. O jato quente a sufocou, obrigando-a a engolir entre tosses e ânsias de vômito.
O Mestre não parou, continuou metendo na bunda dela enquanto o outro acelerava o ritmo no cu dele.
—Vai fundo, puta, ainda falta muito… —sussurrou o Mestre, apertando mais o quadril dela e fodendo com fúria.
Os outros dois homens não demoraram pra chegar ao clímax. O primeiro jorrou um torrão grosso que encheu ela por dentro, fazendo ela tremer ao sentir aquela inundação.
Depois, o Mestre enterrou até o fundo o pau dele e derramou o esperma quente bem no fundo do cu dela.
Tatiana ficou tremendo, escorrendo fluidos de todos os buracos, ofegante e com os olhos embaçados de lágrimas e prazer. Os homens se afastaram, deixando o corpo dela desabar no chão frio do porão.
O Mestre a observou, satisfeito.
—Hoje você aprendeu seu lugar, sissy. E estamos só começando.
0 comentários - ✨ Relato – “La Sissy del Sótano” (parte 2) ✨