Oi bandido, posso te contar minha história de incesto na minha família, é sobre minha mãe e meu tio. Bom, isso aconteceu há uns 10 anos, por volta de 2015, acho. Então, minha mãe, que tinha 39 anos na época, sempre ia nas festas de família que rolavam e sempre a convidavam. Ela tem 2 irmãos e 1 irmã, meus 3 tios no total, mas ela sempre se deu bem com meu tio Alberto, que na época tinha 44 anos e é irmão dela. Ele sempre vinha em casa, passava o dia com a gente e à noite ia embora. Eu era bem novinho e, bom, às vezes não entendia por que minha mãe e meu tio se trancavam no quarto pra "conversar" supostamente e só saíam uma hora depois. Meu tio é um cara magro, bem alto, tem cabelo longo sempre teve e diziam que ele era pauzudo pelos rumores dos meus primos, já que viram ele pelado várias vezes. Ele era solteiro e ainda é, porque é um cara bebum, sem vontade de nada, vagabundo, mas tinha vantagem porque era muito pauzudo, suponho, pelo que falavam.
O outro irmão da minha mãe é o mais velho e nos convidou pro aniversário dele, na verdade convidou minha mãe e ela me levou também, éramos só nós dois mesmo. Meu pai nos largou quando minha mãe ficou grávida. A festa do aniversário do meu tio era num campo ou sítio, como quiser chamar, ele trabalhava no campo com a mulher e os filhos, e em outra parte do campo tinha outra casinha pequena onde meu outro tio Alberto dormia. Chegamos, tinha convidados, lembro que tava lotado, tinham aquelas mesas de madeira compridas típicas onde a gente se senta pra comer, bom, música, gritaria, risada, tinha de tudo. Chegamos de noite e já estava amanhecendo e eles ainda tavam na festa, e aos poucos os convidados foram indo embora. Foi ficando cada vez menos gente até que só ficaram meu tio com a mulher e meus priminhos, minha mãe, eu e meu outro tio Alberto. Não tinha lugar pra dormir, eu e minha mãe em outra cama, aí minha mãe me diz: "Vai dormir com seus priminhos e eu vou dormir no quartinho com meu irmão porque não tem espaço". Eu achei normal, tipo, minha... mamãe e meu tio, o que eu podia pensar? Então fui com meu outro tio e meus primos para a casa principal do sítio, enquanto via minha velha e meu outro tio completamente bêbados, quase caindo, andando por um caminho longo até chegar no quarto onde aquele velho atorrantão dormia. Deito e em menos de 15 minutos lembro que sempre dava um beijo na minha mãe antes de dormir, então levantei. Já estavam todos dormindo, porque estavam muito bêbados e cansados. Me levanto e vou até o quartinho pequeno do meu tio. Tava fazendo um frio da porra, lembro, enquanto ouvia as galinhas e as vacas que ficavam na frente do quartinho. Demorou um pouco e lembro que meu tio me abre a porta todo despenteado, porque ele tinha cabelo até os ombros. Me abre de cueca, com o pau duríssimo dobrado pro lado, lembro, mas ele se cobre com uma camiseta e me diz: "O que você quer, cara? Vai dormir". Eu disse que queria dar oi pra minha mãe, e ela se levanta e me dá uma bronca, falando a mesma coisa. Dou um beijo e vou embora, mas eu era um garoto muito manhoso e na verdade queria dormir com ela, era pequeno e odiava me separar da minha velha. Então fico do lado de fora e fico um tempinho com as vacas, olhando pra elas. Acho que eram umas 8 ou 9 da manhã, tava muito frio. Aí resolvo bater na porta de novo pra me deixarem entrar e dormir com eles. Quando me aproximo, ainda me soam os ecos das bolas daquele velho filho da puta do meu tio batendo. Na época não entendia o que tava ouvindo, mas lembrando hoje, posso dizer que era aquele barulhinho das bolas batendo com fúria, mais os gemidos da minha velha. Pensei que ele tava fazendo mal pra minha mãe e fiquei escutando pela porta de metal do quartinho. Os barulhos eram intensos, até tapa eu ouvia que meu tio dava na minha mãe. Lembro que depois de ficar tipo uma hora lá fora, os barulhos continuavam sem parar, não paravam de foder. E ouço minha velha dizer pro meu tio: "Devagar, você tá me arrebentando a buceta, filho da puta", com voz de sofrimento e o riso do meu... cara, quando ele disse isso minha mãe... rapidinho pro barulho e eu vou atrás do quartinho pra não levar bronca e escucho que abrem a porta que estava toda enferrujada e sai meu tio de cueca, umas brancas com listras pretas e minha mãe coberta com um lençol e eles começam a fumar e falar da vida até que minha mãe fala pra ele "não pode ter esse pau, irmão, você é um cavalo" ele ri e continua fumando, mas como sempre estragando tudo apareço eu e me arrependo porque talvez eles ainda estivessem transando e eu, de ser tão inocente, não tinha ideia de nada dos barulhos e coisas que eles falavam, apareço atrás deles e eles se assustam, meu tio mais que minha mãe, e ele vai pra dentro do quartinho, minha mãe me xingou um monte e me deu um tapa, lembro, mas me levou pra dormir com eles, o cheiro que tinha era horrível de cigarro, cerveja, a cama toda desmontada, os lençóis e tudo estava sujo, não entendia como meu tio podia ser tão sujo e nojento e como minha mãe deixou ele comer ela, mas como digo, o rumor de que ele era pauzudo e o que minha mãe disse pra ele naquele dia não deixa dúvida que ele tem grande e por isso consegue mulheres mesmo com mais de 50 anos que ele tem agora, continua, mas enfim, lembro tudo daquele dia, talvez tenha escapado algum detalhe, mas é legal que você compartilhe, bandido. Atualmente ele vem de vez em quando em casa, mas acho que não transaram mais porque eu fico o tempo todo atrás deles, um abraço. Se curtiu dá 10 pontos...
O outro irmão da minha mãe é o mais velho e nos convidou pro aniversário dele, na verdade convidou minha mãe e ela me levou também, éramos só nós dois mesmo. Meu pai nos largou quando minha mãe ficou grávida. A festa do aniversário do meu tio era num campo ou sítio, como quiser chamar, ele trabalhava no campo com a mulher e os filhos, e em outra parte do campo tinha outra casinha pequena onde meu outro tio Alberto dormia. Chegamos, tinha convidados, lembro que tava lotado, tinham aquelas mesas de madeira compridas típicas onde a gente se senta pra comer, bom, música, gritaria, risada, tinha de tudo. Chegamos de noite e já estava amanhecendo e eles ainda tavam na festa, e aos poucos os convidados foram indo embora. Foi ficando cada vez menos gente até que só ficaram meu tio com a mulher e meus priminhos, minha mãe, eu e meu outro tio Alberto. Não tinha lugar pra dormir, eu e minha mãe em outra cama, aí minha mãe me diz: "Vai dormir com seus priminhos e eu vou dormir no quartinho com meu irmão porque não tem espaço". Eu achei normal, tipo, minha... mamãe e meu tio, o que eu podia pensar? Então fui com meu outro tio e meus primos para a casa principal do sítio, enquanto via minha velha e meu outro tio completamente bêbados, quase caindo, andando por um caminho longo até chegar no quarto onde aquele velho atorrantão dormia. Deito e em menos de 15 minutos lembro que sempre dava um beijo na minha mãe antes de dormir, então levantei. Já estavam todos dormindo, porque estavam muito bêbados e cansados. Me levanto e vou até o quartinho pequeno do meu tio. Tava fazendo um frio da porra, lembro, enquanto ouvia as galinhas e as vacas que ficavam na frente do quartinho. Demorou um pouco e lembro que meu tio me abre a porta todo despenteado, porque ele tinha cabelo até os ombros. Me abre de cueca, com o pau duríssimo dobrado pro lado, lembro, mas ele se cobre com uma camiseta e me diz: "O que você quer, cara? Vai dormir". Eu disse que queria dar oi pra minha mãe, e ela se levanta e me dá uma bronca, falando a mesma coisa. Dou um beijo e vou embora, mas eu era um garoto muito manhoso e na verdade queria dormir com ela, era pequeno e odiava me separar da minha velha. Então fico do lado de fora e fico um tempinho com as vacas, olhando pra elas. Acho que eram umas 8 ou 9 da manhã, tava muito frio. Aí resolvo bater na porta de novo pra me deixarem entrar e dormir com eles. Quando me aproximo, ainda me soam os ecos das bolas daquele velho filho da puta do meu tio batendo. Na época não entendia o que tava ouvindo, mas lembrando hoje, posso dizer que era aquele barulhinho das bolas batendo com fúria, mais os gemidos da minha velha. Pensei que ele tava fazendo mal pra minha mãe e fiquei escutando pela porta de metal do quartinho. Os barulhos eram intensos, até tapa eu ouvia que meu tio dava na minha mãe. Lembro que depois de ficar tipo uma hora lá fora, os barulhos continuavam sem parar, não paravam de foder. E ouço minha velha dizer pro meu tio: "Devagar, você tá me arrebentando a buceta, filho da puta", com voz de sofrimento e o riso do meu... cara, quando ele disse isso minha mãe... rapidinho pro barulho e eu vou atrás do quartinho pra não levar bronca e escucho que abrem a porta que estava toda enferrujada e sai meu tio de cueca, umas brancas com listras pretas e minha mãe coberta com um lençol e eles começam a fumar e falar da vida até que minha mãe fala pra ele "não pode ter esse pau, irmão, você é um cavalo" ele ri e continua fumando, mas como sempre estragando tudo apareço eu e me arrependo porque talvez eles ainda estivessem transando e eu, de ser tão inocente, não tinha ideia de nada dos barulhos e coisas que eles falavam, apareço atrás deles e eles se assustam, meu tio mais que minha mãe, e ele vai pra dentro do quartinho, minha mãe me xingou um monte e me deu um tapa, lembro, mas me levou pra dormir com eles, o cheiro que tinha era horrível de cigarro, cerveja, a cama toda desmontada, os lençóis e tudo estava sujo, não entendia como meu tio podia ser tão sujo e nojento e como minha mãe deixou ele comer ela, mas como digo, o rumor de que ele era pauzudo e o que minha mãe disse pra ele naquele dia não deixa dúvida que ele tem grande e por isso consegue mulheres mesmo com mais de 50 anos que ele tem agora, continua, mas enfim, lembro tudo daquele dia, talvez tenha escapado algum detalhe, mas é legal que você compartilhe, bandido. Atualmente ele vem de vez em quando em casa, mas acho que não transaram mais porque eu fico o tempo todo atrás deles, um abraço. Se curtiu dá 10 pontos...
2 comentários - Mi tio se culiaba a mi mamá (confesion)