121📑Mi Primera Vez con Natasha

121📑Mi Primera Vez con NatashaAlex tinha 18 anos, magro mas definido, com um sorriso tímido que escondia uma certa inexperiência com mulheres. Morava com a mãe num bairro tranquilo, onde a rotina não trazia muitas surpresas… até Natasha começar a visitar com mais frequência. Amiga da mãe dele há anos, Natasha era uma milf escandalosa: quadril largo, peitões enormes que pareciam querer escapar do decote, lábios vermelhos, risadas atrevidas e um perfume doce que ficava pairando no ar mesmo depois que ela ia embora. Num dia de calor, enquanto a mãe dele saía para fazer compras, Natasha apareceu em casa com uma blusa branca sem sutiã, uma calça jeans justa… — Sua mãe me disse que não está — falou sorrindo. — Se importa se eu ficar um pouquinho esperando por ela? — Não, claro. Entra… Ela sentou cruzando as pernas, Alex tentava olhar para outro lado. Mas Natasha percebeu. E adorou. — Sabe, Alex? Você ficou um gostoso. Não é à toa que tem todas as meninas atrás de você. Ele riu, sem graça. — Na real… não sou muito bom nisso. Nunca fiquei com muitas… bom, com nenhuma, na verdade. O silêncio ficou pesado. Natasha encarou ele. — Como assim, com nenhuma? — Eh… deixa pra lá. Ela se levantou devagar. Caminhou até ele com o quadril rebolando no ritmo. Parou na frente dele, segurou o queixo dele e disse: — Nunca comeu uma mulher? Alex engoliu seco. Balançou a cabeça. Ainda não. Natasha sorriu, sem vergonha nenhuma. — E se eu te oferecer para ser eu a te estrear? — O quê? — Isso mesmo, Alex. Você me excita. E muito. E se você vai perder a virgindade… melhor que seja com uma mulher que saiba te dar tudo. E eu sei te dar TUDO. — Você quer? Porque eu quero. Tô molhada desde que te vi crescer. E hoje quero que você me encha. Ele mal conseguiu concordar. Ela se ajoelhou na frente dele. Desabotoou a calça dele, puxou a cueca para baixo. E ao ver o pau dele já duro, pegou com as duas mãos. — Hummm… pra ser virgem, você é bem dotado. Vou te ensinar como se trata uma mulher com tesão. E enfiou na boca. Devagar. Molhado. Até a garganta. Alex Ela se jogou pra trás, tremendo. —Natasha...! —Shhh... aproveita. Ela mamou com maestria, fazendo barulhos sujos, babando tudo, acariciando os ovos dele. Depois se levantou, baixou a calça jeans e a fio dental... e montou em cima dele, sem avisar. —Sua primeira transa, bebê. E vai ser inesquecível. Enfiou de uma vez só na buceta dele. —Porra... você é tão apertado! E já tá me enchendo, virgem gostoso. Ela cavalgou com força. Com fúria. Apertou os mamilos dele, mordeu, usou ele como brinquedo. —Assim! Aprende como se geme! Como se sente uma buceta de verdade! Ele não aguentou muito. Gozou gritando, dentro dela, agarrado na cintura dela. Natasha também gozou, com espasmos, tremendo, suada e satisfeita. Ficou em cima dele, ofegante, com um sorriso perverso. —Parabéns, bebê. Não é mais virgem. E se quiser repetir... a mamãe Natasha pode te ensinar muitas, muitas coisas mais.vadiaDepois daquela primeira vez explosiva na casa da mãe dela, Natasha não voltou a visitá-los… pelo menos por uns dias. Mas uma tarde, ela mandou uma mensagem no WhatsApp:

> “Se quiser repetir, tô sozinha. Mas só vem se realmente quiser…”

Alex não demorou nem um minuto pra responder.

> “Quero sim. Você é uma gostosa. Me deixa louco. E… adoro suas tetas.”

Natasha deixou no visto, mas não respondeu com palavras. Só mandou uma foto de lingerie preta, onde as tetonas dela mal cabiam no sutiã.

E embaixo, um texto simples:

> “Então vem brincar com elas, bebê.”

Vinte minutos depois, Alex tava parado na porta dela, com o coração batendo forte.

Ela abriu. Tava com um robe vermelho, semiaberto. A pele brilhando. Sem calcinha. Sem frescura.

— Oi, bebê. Veio pelas minhas tetas?

Ele riu, nervoso.

— Na real… sim. Amo elas. São… perfeitas.

— Então vai ter elas a tarde inteira — falou, puxando de leve a camiseta dele pra fazer ele entrar.

A casa tava perfumada, com velas suaves e música sensual. Natasha fez ele sentar no sofá e, sem demora, se ajoelhou na frente dele.

— Hoje, você vai aprender a adorar elas do jeito certo.

Ela tirou o robe na frente dele. As tetas caíram livres, pesadas.

Alex olhava, besta.primeira vez— Quer tocar?
— Por favor…
Ela aproximou os seios ao rosto dele, esfregando-os contra a boca.
— Chupa. Sem medo.
Ele beijou, lambeu, chupou com devoção. Natasha gemia baixinho, acariciando o cabelo dele.
— Isso… assim que eu gosto. Como um bom menino viciado nas tetas da sua mamãe gostosa.
Enquanto ele se entregava ao prazer, Natasha abaixou a calça dele. O pau já estava duro, pronto pra mais.
— Seu pau me deixa louca, Alex. Mas hoje vou te ensinar uma coisa nova.
Ela encaixou o pau entre os peitos e começou a fazer uma punheta com eles, apertando de leve no meio do canal, esfregando de cima pra baixo enquanto olhava nos olhos dele.
— Tá gostando? Sente como aperta entre minhas tetas?Relatos eroticos—Sim! Deus… Natasha! Ela cuspiu nele pra lubrificar mais. Subia e descia, fazendo um som sujo, viciante. —Goza pra mim. Enche meus peitos. Me dá tudo, bebê! Alex não aguentou mais. Gozou com um gemido, o leite dele cobrindo os peitos dela. Natasha esfregou eles com um sorriso selvagem. —Muito bem. E sentou com as pernas abertas, mostrando o caminho. —Você tá muito gostoso molhadinho —disse, mordendo o lábio. Ele se aproximou tímido, mas ela parou ele com um gesto. —Agora é minha vez de brincar com seu pau, bebê. —Adoro. É tão duro… tão quente. E é só meu, né? —Sim… todo seu —ofegou Alex. Ela empurrou ele devagar na cama e rastejou pelo corpo dele, beijando a barriga, descendo lento, com a língua morna. Agarrou o pau dele com uma mão firme, lambeu devagar da base até a ponta, beijou, enfiou aos poucos… e depois engoliu inteiro de uma vez, fazendo Alex arquear as costas. —Ahh Natasha… por favor! —Shhh… deixa eu te mimar —sussurrou, sem parar de se mexer. Chupou ele com gosto, usando as mãos, a saliva, as bochechas. Olhava nos olhos dele, de boca cheia, mostrando que não tinha limites. Quando ele tava perto de gozar, soltou, olhou com fogo no olhar e disse: —Agora… é sua vez de me aguentar. Pulou em cima dele, pegou o pau com a mão e enfiou inteiro na buceta dele de uma sentada só, soltando um gemido profundo. —Deus, sim! Que gostoso você me enche, bebê! E começou a montar ele com fúria, quicando forte, com ritmo selvagem. Agarrou os pulsos dele, apertou o peito, beijou com língua enquanto o corpo dela devorava ele sem pena. —Assim! Me aguenta! Enche outra vez se aguentar! Alex tava em transe, preso entre as pernas dela, molhado pelo calor dela, os peitos dela pulando na cara dele. Lambeu um enquanto ela gemia em cima. —Mais! Não para, mamãe! Natasha cavalgou ele até ele não aguentar mais. Gozou com espasmos, agarrando ela forte, se perdendo dentro dela.muito gostosaEla não parou. Se moveu devagar por mais alguns segundos, e então se deixou cair sobre o peito dele, ofegante, suada, extasiada.
—Gostou da experiência, bebê? —sussurrou no ouvido dele, acariciando o cabelo.
—Foi… incrível.
—Perfeito —disse com um sorriso perverso—.
Porque agora começa a aula avançada.
E o beijou, enquanto a mão dela já descia de novo entre as pernas dele, procurando acordá-lo mais uma vez.

Era sexta-feira à tarde quando Alex decidiu surpreendê-la.
Tinham passado vários dias sem se ver. Na última vez, Natasha tinha dito que sentia falta dele… com aquela voz que sabia esquentar o sangue.
Ele levou uma sacola com um pouco de comida, e caminhou nervoso até a porta dela. Não bateu. Conhecia ela bem. Sabia que se estivesse sozinha, receberia ele com entusiasmo.

Mas naquele dia ela não estava sozinha.
A porta entreaberta deixava ver o interior. E o que viu o congelou.
Natasha, completamente nua, montava outro cara no sofá. Mais novo, mais musculoso, talvez mais jovem que ele.
Os quadris dela se moviam com a mesma intensidade com que tinha cavalgado ele. Os gemidos eram iguais, ou piores.
Ela ria, falava umas putarias.
E Alex sentiu algo se quebrar dentro do peito.

Deixou a sacola no chão, virou as costas e foi embora sem dizer nada.
Não respondeu as mensagens dela. Não atendeu as ligações.

Mas Natasha não era de ficar na dúvida.
Dois dias depois, bateu na porta dele.
Alex abriu, seco, sério.
Ela vestia como se nada tivesse acontecido: jeans apertados, uma blusa sem sutiã, e aquele sorriso carregado de veneno doce.
—Tá puto comigo?
—Tá me perguntando sério?
Ela entrou sem permissão, como sempre. Sentou na cama dele, cruzou as pernas e olhou pra ele.
—Te vi.
—Já imaginava.
—E?
—E o quê? —respondeu ela, dando de ombros—.
Sou assim, Alex. Gosto de sexo. Gosto de caras novos.
Mas você é meu favorito. O que mais me excita. O que me deixa pensando na pica dele no chuveiro.
O único que deixo me chamar de "mami".

Ele não soube o que dizer. A dor ainda ardia. Mas o corpo… também. Ela se aproximou, tocou o rosto dele. —Só não se apaixona, tá? Aproveita. Não complica algo que pode ser puro prazer. Alex olhou pra ela. Respirou fundo. E algo nele se quebrou… ou despertou. Ele pegou ela pelo pulso, levou pra cama, virou ela de bruços e, sem dizer uma palavra, puxou a calça jeans dela devagar, deixando as nádegas à mostra. Ela nem resistiu. —O que cê tá fazendo, bebê? —Cala a boca —ele disse, com voz firme—. Isso é um castigo. Deu um tapa forte numa nádega, fazendo ela soltar um gemido que não era de dor. —Ficou bravo, meu amor? Ficou com ciúme? Outra palmada. Mais forte. Elena arqueou as costas e gemeu, mordendo o lençol. —Isso! Assim! Me castiga! Juro que pensei em você enquanto ele me comia… Ele deu outra palmada, e mais uma, vendo a pele dela ficar vermelha, como ela se mexia como se pedisse mais. —Sabe o quê? —ele disse, baixando a calça—. Agora você vai sentir que comigo não se brinca. Ela sorriu, virando o rosto, ofegante. —É isso que eu quero, bebê. Me faz sua, você é quem me faz tremer melhor. E ele comeu ela por trás, com raiva, com desejo, com o coração em chamas. Não por ciúme. Não por posse. Mas porque a dor, o desejo e a paixão às vezes vêm do mesmo lugar.relatos pornoO ar no quarto ainda estava pesado. Os corpos ainda nus, o calor do castigo e do sexo recente vibrando no ambiente. Alex estava deitado ao lado dela, suado, com o olhar fixo no teto. Foi então que Natasha quebrou o silêncio.

—Sei que sou uma puta, bebê…
—Não fala isso —ele respondeu, sem olhar pra ela.
Ela virou, se aninhou contra o peito dele e subiu a perna sobre o corpo dele.
—Mas é verdade. Brinco com os caras, esquento eles fácil… e não costumo repetir. Mas com você… Não sei o que acontece. Você me atrai. Pra caralho.

Alex olhou pra ela. Tinha ternura nos olhos dele, mesmo tentando esconder atrás daquela voz safada que ele sempre usava.
—E isso significa o quê?

Ela sorriu. Acariciou o peito dele e desceu a mão devagar pela barriga.
—Significa que quero te dar algo especial. Mas não aqui.
—Onde?
—Na minha casa. Hoje à noite. Quero que você vá. Sem pressa. Sem vergonha. E te prometo que você vai lembrar dela pelo resto da vida.

Ele hesitou por um segundo, mas o corpo dele já estava respondendo ao toque da mão dela, ao jeito que Natasha sussurrava entre carícias.
—Algo especial como?

Ela se inclinou sobre ele, beijando a orelha dele.
—Uma entrega completa, bebê. Sem limites. Hoje… você vai me ter de todos os jeitos. Mas não só meu corpo. Vou te dar algo que não dou pra qualquer um…
—O quê?

Ela olhou pra ele, com os olhos brilhando.
—Meu carinho.

E embora tenha dito baixinho, foi o que mais o excitou. Porque por trás daquela mulher ardente, escandalosa e sem freio… tinha alguém que começava a sentir.

A casa de Natasha cheirava a jasmim e vinho tinto. As luzes baixas, a música suave, e a mulher mais gostosa que Alex já tinha conhecido, vestida com um conjunto preto de renda que mal cobria as curvas dela, esperava por ele no centro da cama.

—Deita —ela disse com aquele sorriso que podia derreter aço—. Essa noite é longa. Não quero que você me apresse. Hoje você vai me saborear por inteiro.

Ele obedeceu, já nu, com a respiração acelerada. Ela subiu em cima do corpo dele com calma, como Se cada segundo fosse um jogo, uma provocação. Começou beijando ele do pescoço até a cintura. Lambeu as coxas dele, mordeu de leve, olhou nos olhos dele com safadeza… e enfiou o pau dele na boca sem aviso. Alex gemeu alto. Ela lambia como se fosse uma sobremesa, sujo e delicado ao mesmo tempo. Quando ele estava quase gozando, ela parou. — Não, bebê. Dessa vez… vou te espremer inteiro. Subiu e enfiou o pau dele na buceta devagar, apertando com toda a umidade dela. Montou nele com sensualidade, depois com intensidade. Segurava as mãos dele, mordia, cavalgava devagar e depois como uma besta faminta. — Isso! Assim, Alex! Meu garoto favorito! Me dá tudo, bebê! Tudo! Montou até deixar ele ofegante, virou ele, cavalgou de costas, colocou de lado, usou cada ângulo, cada posição, cada parte do corpo dela pra deixar ele louco. Beijava o peito dele, as bolas, o pescoço. E quando Alex não aguentava mais, ela gozou gritando, tremendo em cima dele, com uma mão entre as pernas dela.milf peitudaFicaram suados, exaustos, com os lençóis uma bagunça. Um tempo depois, em silêncio, ela olhava pela janela. Nua. Gostosa. Com aquela calma que vem quando o corpo tá completamente satisfeito. Alex olhou pra ela, sentado na cama, ainda meio tremendo. — Isso… acabou? Natasha sorriu, sem virar. — Bebê… Já te ensinei tudo que você precisava. Como beijar. Como tocar. Como dominar. Como adorar uma mulher e também como castigar ela. Ela virou pra ele, andando nua, com aquela segurança que só as mulheres que se conhecem por dentro e por fora têm. — Agora é sua vez de encontrar uma puta que seja sua. Que trema com suas mãos. Que derreta com suas palavras. Que se apaixone como eu não me deixo. Alex baixou o olhar. Natasha beijou a testa dele, com carinho. — Mas se uma noite você não aguentar… se tiver a pica dura, vontade de foder e a mente cheia de lembranças… pode bater na minha porta. — E o que vai acontecer se eu fizer isso? Ela piscou um olho e sussurrou no ouvido dele: — Vou abrir de roupão… e sem calcinha. E assim, Alex foi embora naquela manhã com o coração pegando fogo e o corpo tremendo, sabendo que a primeira vez dele nunca seria só uma história de sexo. Ela tinha sido sua professora. Seu fogo. Sua prova. E seu segredo pra sempre.milf gostosa


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