Alejandro e Gimena: Irmã Protetora

Venho de uma família com muito dinheiro, o que me permitiu ter acesso à famosa pílula Gender Bender. É um tratamento experimental que me permitiu me transformar na mulher que sempre fui por dentro. Meu novo corpo é de uma mulher muito gostosa, do tipo que todo mundo quer comer só de olhar. Meu rosto é bem feminino, meus lábios são carnudos e de um vermelho paixão, meu olhar é uma combinação perfeita entre doçura e safadeza kkkk. Meu corpo é macio, delicado e firme. Minhas curvas são largas, combinando com minha cintura fina. Meus peitos e bunda são médios e perfeitos, macios e firmes. Óbvio que malho e me cuido pra continuar ainda mais gostosa. Depois da transformação, graças à minha família e ao status deles, comecei a trabalhar como modelo, um sonho que sempre tive mas nunca tive coragem de seguir. Hoje sou a mulher mais desejada do país.Alejandro e Gimena: Irmã ProtetoraUm dia, enquanto eu estava em casa no telefone, meu irmão (Tobias) chegou todo machucado e chorando. — O que aconteceu, Tobi? Perguntei preocupada. — Gemi... me bateram e humilharam. Ele disse chorando. — Quem te bateu, Tobi? Perguntei. — Ale. Ele disse enquanto chorava e foi para o quarto dele chorando. No dia seguinte, puta da vida com o Ale por ter batido e humilhado meu irmão. Então fui na casa dele encarar ele e ver quem era a pessoa que tinha machucado meu irmão. Cheguei na casa dele e bati na porta. Abriu a porta um homem gostoso. Era um cara com um corpo atraente e um olhar dominante, me olhou com aquele olhar de predador, tipo um caçador olhando pra presa. — Sim. Ele perguntou com uma voz séria e dominante. Esperei que o homem que acabou de abrir a porta não fosse o Alejandro. — Oi, você é o Ale? Perguntei, meio excitada e intimidada. — Sim, você é a Gimena, né? Ele perguntou. — Sim, sou irmã do Tobias, a pessoa que você bateu e humilhou. Falei com raiva. — Ah, entra aqui que a gente conversa de boa. Ele disse com uma voz segura, dominante e meio arrogante. Entrei na casa dele, era uma casa bem arrumada e limpa. — Olha, vamos direto ao ponto. Falei. — Ok, o que você quer? Ele disse. — Olha, quero que você deixe meu irmão em paz. Falei enquanto me aproximava dele. — E o que eu ganho com isso? Ele perguntou se aproximando de mim. — O que você quer? Perguntei. Pensei que ele ia pedir dinheiro ou algo muito valioso e material. — Mmm... Quero você. Ele disse enquanto me olhava de cima a baixo, me senti meio intimidada e excitada pela segurança dele e aquele olhar dominante. — O quê? Perguntei. — Quero que você seja minha putinha pessoal. Ele disse enquanto se aproximava. Começou a me agarrar pela cintura e me puxou pra perto dele. Começou a me beijar de um jeito que já tava me deixando excitada. Enfiou a língua dele dentro da minha boca e começou a brincar com a minha língua. Era o primeiro homem que tinha a língua dele dentro da minha boca. Nunca tinha ficado com um homem como o Ale. O mais perto que... que tinha estado com um homem, era com meu namorado, mas mal nos demos as mãos, combinamos que a primeira vez de nós dois seria na nossa noite de núpcias e agora o Ale tinha a língua dentro da minha boca, acariciando e apertando minha bunda e me puxando pra perto dele. Eu tava meio puta, mas intrigada e excitada pela confiança que ele tinha. Afastei ele de mim. — Você me promete que vai deixar minha irmã em paz? Perguntei, excitada e meio ofegante. — Deixo ela com a condição de você ser minha putinha pessoal. Ele falou com um sorriso arrogante. — Ok. Falei. Vim com o objetivo de defender meu irmão e fazer pararem de encher o saco dele. Não pensei que iam me comer e muito menos me transformar numa putinha. Na putinha da pessoa que bateu e humilhou meu irmão. — Veste isso, putinha. Ele disse enquanto me dava uma lingerie muito linda e muito sexy. Coloquei, verdade seja dita, como modelo já vesti um monte de lingerie. Sempre adoro ver meu corpo novo de lingerie. — Assim, Ale, você gosta? Perguntei. — Perfeito. Ele falou, me olhando de cima a baixo.ArgentinaEla se aproximou de mim. E voltou a devorar minha boca. Aos poucos, eu tava começando a gostar e a ficar com tesão. Ela tava chupando minha boca de um jeito que me fez querer saber se ela era tão boa fudendo quanto beijando. — Vem comigo. Ela disse. Mal dei o primeiro passo. — O que cê tá fazendo, cachorra? Anda de quatro. Ela falou com uma cara arrogante. — Desculpa, assim, meu dono. Eu disse. Não sei por que me saiu chamar ela de dono, foi sem pensar. — Vamos, slutty. Ela falou. Enquanto caminhava devagar pra eu ir do lado dela como a putinha dela.experienciaMe fez subir as escadas de quatro. Meus joelhos estavam doloridos. Ele parou e pegou uma coleira e uma guia de cachorro. Se virou e me olhou de cima enquanto eu estava de quatro. Olhei pra ele da minha posição. — Tá faltando alguma coisa na minha putinha. Ele disse enquanto começava a colocar a coleira em mim. Ele segurou a guia. — Vamo continuar. Falou enquanto caminhava com a guia. Eu me sentia agora totalmente como a putinha dele, a putinha pessoal dele. Ele abriu a porta do quarto e me mandou subir na cama. Me colocou na beira da cama. Começou a desabotoar a calça e puxou o pau dele. Muitas perguntas passaram pela minha cabeça. Como será o pau dele? Será muito grande? Vai caber na minha boca? Ou será um pau pequeno igual ao meu? E muitas outras perguntas. Ele puxou o pau dele. Porra, é enorme. O tamanho do pau dele me surpreendeu. Era um pau grosso e comprido ao mesmo tempo. Engoli seco. Não pensei que seria assim. — Abre a boca. Ele disse enquanto colocava o pau a centímetros do meu rosto. — Sim, Ale. Eu falei. — Amo, me chama. Ele disse. — Desculpa, sim, amo. Respondi. No fundo, me excitou o tom e como ele me mandou. Ele deixou o pau na minha boca. Senti o peso e o gosto do pau dele. Era a primeira vez pra mim, espero que ele não tenha percebido que é minha primeira vez com um homem, seria muito humilhante pra mim. — Começa a chupar. Ele disse. Comecei a mexer a cabeça e passar minha língua em volta do pau dele.humilhacaoAle me agarrou pela cabeça e começou a me empurrar pra baixo. — Até o fundo, puta. Ele disse enquanto empurrava minha cabeça, me fazendo engolir o pau inteiro. Comecei a babar toda pela boca.mudanca de sexoDepois de uns 30 minutos me comendo e me afogando com a pica grande dele. Tirei a pica dele da minha boca, tava toda lubrificada com minha baba. — Olha como você deixou ela, putinha. Ele falou rindo. Me pegou pela cintura e me virou. Minha bunda ficou apontada pra ele. — Vou te comer gostoso. Ele disse enquanto me deu um tapa na bunda. Me puxou pelo cabelo e colocou a pica na minha buceta. — Por favor... devagar... nunca estive com... nenhum homem. Falei meio assustada e curiosa pra saber como era transar e ter a pica dele dentro de mim. Ele começou a enfiar a pica devagar. Soltei um gemido forte de prazer e dor, já que era minha primeira vez. — Tá gostando, putinha? Ele falou enquanto aos poucos começava a acelerar. — Siim... me dá mais forte... amor. Falei entre gemidos e com a voz trêmula.valentaoTirei o sutiã e meus peitos começaram a balançar no ritmo das investidas dele. Enquanto ele me comia e aumentava as estocadas, meu corpo e minha mente entraram no automático e eu me deixei levar. Comecei a gritar mais alto e gemer. — Me dá mais... mais... forteeee. Eu falava gritando. Ele colocou a mão na minha boca. — Não grita tão alto, putinha. Falou com arrogância e dando risada.irma piranhaEle colocou a mão nas minhas costas, fazendo eu levantar mais a bunda e enfiar o rosto nos lençóis. Ele tirava o pau até a cabeça e enfiava tudo de novo, uma vez e outra. Eu não parava de gemer. Eu não parava de gozar, esperando que ele não percebesse o quanto eu tava adorando, e meu corpo também não mentia.troca de generoTirei a pica de dentro da minha buceta dolorida. Um gemido escapou sem querer, de prazer e alívio. Ele se deitou na cama. — Quero que você monte. Ele disse. Subi em cima dele. Encaixei a pica de novo dentro da minha buceta. — Começa a cavalgar, putinha. Ele disse com um olhar arrogante. — Não consigo, não tenho mais forças. Falei, meio cansada e ofegante. — Sem problema. Ele disse. A próxima coisa que ele fez foi começar a me levantar e me usar como um brinquedo sexual. Ele me segurou assim uns 20 minutos. — Pronto, começa a cavalgar, já te deixei descansar. Ele disse enquanto ria e dava tapas na minha bunda. Comecei a cavalgar, minhas pernas já estavam um pouco melhores, mas minha buceta ainda estava dolorida e se acostumando com o ambiente e o formato da pica dele.vadia pessoal— Deixa descansar... minha buceta... tá muito dolorida... você tem ela muito grande. Falei entre gemidos e ofegante. — Vou continuar até ficar satisfeito. Ele respondeu. — Por favor... amo... Falei quase implorando. — Tá bom. Ele disse. Me senti aliviada até ele me colocar de quatro. — O que você tá fazendo? Perguntei. — Já que sua buceta tá tão dolorida e eu ainda não tô satisfeito, vou te comer pelo cu. Ele disse. — Não... por favor... tem piedade de mim, amo. Falei. Ele abriu meu cu. Enfiou a língua dentro e começou a chupar meu cu. — Ahh... que gostoso. Escapei de tão gostoso que ele tava chupando. — Que cu delicioso que você tem, puta. Ele disse enquanto continuava lubrificando meu cu. Eu só gemia e aproveitava. — Essa é toda a piedade que você vai ter de mim. Ele disse enquanto ria.De homem pra mulherDepois de comer minha buceta, ele me colocou na beira da cama e me fez ficar de quatro. — Tá pronta, putinha. Ele disse enquanto enfiava o pau dentro de mim. — Devagar, por favor, é apertado. Falei. — Era. Ele respondeu enquanto metia o pau inteiro no meu cu de uma vez só. Assim ele me comeu por uma hora, eu não parava de gemer e gozar uma atrás da outra. — Quem é teu dono, putinha. Ele dizia com arrogância. — Eu... sou... sua cadela. Respondia sem fôlego.Harem do AlejandroMe agarro numa perna e levantou ela. — Olha como vou arrebentar essa sua buceta. Falava enquanto aumentava a velocidade. — Ah... porra... que gostosa. Dizia com a cara enfiada nos lençóis, olhando como ele me arrebentava toda.Alejandro e Gimena: Irmã ProtetoraDepois de uma hora de me arrebentar toda. Minha buceta e meu cu exaustos. Minha mente ficou em branco e me deixei levar pelo prazer. — Usa minha boca, senhor, por favor. Falei implorando, já exausta. — Ajoelha. Ele disse enquanto tirava o pau do meu cu. Fez um som molhado e de sucção, parecia que meu cu não queria soltar. — Chupa ou vou arrebentar seu cu de novo. Ele falou enquanto me olhava de cima. Comecei a chupar ele por um bom tempo. Comecei a sentir um líquido forte e grosso dentro da minha boca. Ele tava gozando dentro de mim. Me segurou pela cabeça e enfiou o pau na minha boca. Quando tirou, grande parte do sêmen escorreu da minha boca e caiu nos meus peitos, sujando toda a minha cara e meu corpo. — Engole tudo que tem na boca. Ele ordenou. Eu fiz, quando pensei que ia acabar. Ele pegou o celular. — Sorri pro seu irmão, putinha. Ele disse enquanto me gravava com a cara toda suja e lambuzada de sêmen dele. Senti que estava marcada pelo gozo dele.Argentina

Le pedí a Ale_alfa3 que hagamos una colaboración que sus relato me exitan. Y si llegamos a 150 puntos cada uno subiremos la continuación. Tenemos pensado en una despedida de soltera y la boda. Espero que les haya gustado y disfrutaran.
Si les gusta este tipo de relato asi y les gusto la colaboración seguire mas relatos con Ale_alfa3
Post de Ale_alfa3:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimana-Hermana-Protectora.html

2 comentários - Alejandro e Gimena: Irmã Protetora

wow !!! me dejaste super exitada !!! me hizo enojar a la vez porque nunca e sido de las que se dejan dominar, al contrario soy la que parte el. queso... esperare. la secuela
Ya esta la secuela es alejandro y gimena: la despedida de soltera en el perfil de Ale_alfa3 lo podes encontrar o en el mio también depende de que punto de vista querés ver
En el post que subí recién está la segunda parte espero que lleguemos a la tercera parte la boda
que bien no ttendre que esperar!!! es hora de desempolvar a Andrej mi fiel. vibrador para continuar con mi lectura, gracias