A Inquilina do 5º Andar - Parte 2

113/2📑La Inquilina del Piso 5 - Parte 2— Alguma vez já te amarraram? — perguntou Rocío, deitada de bruços, balançando os pés no ar enquanto o olhava com um sorriso malicioso. Lucas ergueu uma sobrancelha da cozinha. — Que tipo de pergunta é essa? — Uma importante — respondeu, levantando-se, caminhando até ele de calcinha, descalça, deixando o roupão cair no chão. — Porque hoje à noite quero realizar uma fantasia que tenho há anos. — E que fantasia é essa? Rocío se aproximou até ficar bem na frente dele. Beijou-o devagar. Depois sussurrou no seu ouvido: — Quero te amarrar. Quero ter controle total. Te fazer implorar. Te ver se contorcendo. Que você não possa me tocar... mas sinta tudo. O coração de Lucas acelerou. — E se eu não deixar? — Então não te dou isso — disse, abaixando lentamente a calcinha fio dental na frente dele. — Nem isso — acrescentou, abrindo as pernas para que ele visse sua buceta. — Nem isso — completou, dando uma palmada suave na própria bunda. Lucas se rendeu. — Estou pronto. Minutos depois, ele estava amarrado às grades da cama. Punhos presos com gravatas, olhos vendados, nu, tenso. A respiração ofegante.vadia—Agora você é meu —sussurrou Rocío—. E vai obedecer.

O primeiro toque foi uma pena no peito. Depois, sua língua. Depois, suas unhas. Ela brincava com ele, acendendo cada parte de sua pele sem tocar no pau… até que ele suplicava por atenção.

—Quer que eu chupe seu pau?

—Sim… por favor…

—Não tão rápido —disse, e montou em seu rosto—. Primeiro, você me dá prazer.

Lucas se entregou. Lambeu sua buceta com fome, com desespero. Rocío gemeu e se moveu sobre ele, molhando-o completamente, se acariciando enquanto ele fazia todo o trabalho.

—Agora sim —disse, ofegante—. Você ganhou o prêmio.

Enfiou seu pênis inteiro na boca, úmido, quente, envolvendo-o com os lábios, movendo a língua em círculos. Não deixou que ele gozasse.

—Ainda não —sussurrou—. Agora vou montar em você. Mas você não vai gozar… até que eu diga.

Enfiou ele na buceta, devagar. Muito devagar. E então começou a cavalgá-lo com força, sem parar. Gemendo alto, suando, os peitos balançando, cravando as unhas em seu peito. Ela o tinha à sua mercê, e adorava isso.

Quando sentiu que ele estava prestes a gozar, tapou sua boca.

—Não —disse, firme—. Aguenta.

Ele se conteve. Uma. Duas. Três vezes. Até que Rocío não aguentou mais.

—Agora sim, Lucas! Me dá tudo!

E ele gozou dentro dela, profundo, intenso, enquanto ela se contorcia sobre seu corpo, gritando seu nome, tremendo.vadiaDepois, soltou suas mãos e o abraçou.
—Gostou da minha fantasia?
Lucas nem conseguia falar.
Só assentiu. E pensou que estava ferradamente apaixonado.

Alguns dias haviam passado desde a última vez que estiveram juntos. Rocío ainda pensava naquela noite, amarrando ele, cavalgando ele, fazendo ele ser dela. Mas algo em Lucas tinha mudado desde então. Mais confiante. Mais decidido.

Naquela tarde, ele a convidou para seu apartamento, com uma proposta.
—Dessa vez, eu que mando —disse assim que fechou a porta.
Rocío sorriu, intrigada.
—E o que você vai fazer comigo?
Lucas não respondeu com palavras. Só a beijou. Forte. Segurando seu pescoço, empurrando ela contra a parede, enquanto suas mãos levantavam sua saia. Não era um beijo suave. Era um beijo carregado de desejo contido. De domínio.

—Tira a roupa. Tudo —ordenou, olhando nos olhos dela.
Ela obedeceu, sem falar, excitada como nunca.
—Fica de joelhos —sussurrou.
Rocío se ajoelhou diante dele, com a respiração ofegante.
Lucas abaixou sua calça, deixando seu pau duro à mostra, roçando seus lábios.

—Adoro como você fica assim —disse—. Mas dessa vez, não é você quem manda. Agora você vai me satisfazer... como eu mandar.
Pegou seu cabelo, guiando ela. Ela o chupou com vontade, fundo, com língua, babando, gemendo contra ele, olhando-o de baixo. Lucas se conteve, segurando ela com força, marcando o ritmo, curtindo o poder.

—Chega —disse de repente, tirando da boca dela—. Vem comigo.
Levou ela para o quarto. Lá, já tinha tudo preparado.
Um lenço de seda. Óleo quente. Um espelho.

—Quero ver você enquanto te pego. Quero que você também se veja.
Deitou ela na cama de frente para o espelho. Amarrou seus pulsos acima da cabeça com o lenço. Depois, derramou óleo quente (só morno) sobre sua barriga, seus peitos, suas coxas. Rocío estremecia de prazer.

Lucas começou a beijá-la desde os tornozelos, subindo. Devagar. Até sua buceta. E ali parou.
Beijou, lambeu, enfiou dois dedos enquanto ela se contorcia, molhada, gemendo. —Queria saber minha fantasia? —sussurrou no ouvido dela, enquanto a penetrava lentamente—. É essa. Te ter completamente entregue. Te ver gemendo amarrada, sem poder me tocar, sem poder esconder o que está sentindo. E começou a comê-la com força.Relatos eroticosEla o observava pelo espelho. Sentia ele profundo, firme, selvagem. Ele a agarrava pelos quadris, virava ela de costas, erguia sua cintura. A comeu em pé, de joelhos, contra o espelho, contra o vidro da janela. Rocío não parava de gozar. Um. Dois. Três orgasmos. O quarto foi chorando, tremendo, dizendo o nome dele como súplica.

— Te amo, Rocío — disse ele, no meio do clímax.

— Eu também… Eu também, Lucas…

Os dois caíram exaustos, suados, abraçados.

E sabiam que aquilo não era só desejo.

Era algo mais.muito gostosaA noite estava tranquila. Lucas e Rocío estavam num bar de drinks suaves, risadas, carícias debaixo da mesa. Tudo ia bem… até que ela apareceu.
—Lucas? —disse uma voz feminina atrás dele.
Rocío se virou e viu uma mulher alta, de cabelo escuro, olhar felino e um vestido curto demais para ser casual.
—Nossa… não acredito que é você —a garota acrescentou, sorrindo—. Quanto tempo? Um ano?
Lucas se levantou, meio sem graça.
—Ah… é, Sofia. Faz um tempão. Te apresento a Rocío, minha… bom, a gente tá saindo.
Sofia estendeu a mão para Rocío com um sorriso tão falso quanto provocador.
—Prazer. Já ouvi coisas… interessantes sobre você.
—Ah é? —respondeu Rocío, apertando os lábios—. Que curioso. Já sobre você, não ouvi absolutamente nada.
Sofia riu com ar de superioridade. Pôs uma mão no braço de Lucas.
—Lembra das nossas escapadas pro sítio? Meu Deus, nem sei como a gente terminou, se o sexo era tão bom…
Rocío apertou o copo.
—Me desculpa, você tem alguma coisa pra dizer? Porque não precisa usar códigos.
—Ciúmes? —perguntou Sofia, inclinando a cabeça—. Calma… Lucas sempre gostou de variedade.
Foi demais. Minutos depois, Rocío estava por cima de Lucas no banco de trás do Uber, beijando-o com fome, como se precisasse marcá-lo. Depois, ao chegar no apartamento.
—Você tá bem? —perguntou ele, ofegante.
—Shhh —ela respondeu, abaixando sua calça—. Vou te lembrar por que você tá comigo agora. E vou te deixar tão seco que você não vai conseguir pensar em mais ninguém.
Rocío o empurrou contra a cama, se despiu lentamente e montou nele, molhada, dominante, pegando seu pau com as duas mãos, olhando-o com intensidade.
—Ela fazia isso com você? —perguntou, enquanto o enfiava devagar, sem parar de olhá-lo. Chupando com intensidade.
—Não… —ele gemeu.
—E isso?
Enfiou o pau na buceta e cavalgou com força, gemendo sem pudor, até fazê-lo gemer também. Depois desceu, enfiou na boca, chupou com raiva, deixou ele completamente encharcado. E quando ele já não aguentava mais, ela o virou.
—Agora… me come como se eu fosse a única mulher no mundo. Porque eu sou. Tá claro?
—Sim… Rocío…
—Então, prova.
Ele a pegou pelo cabelo, beijou suas costas, penetrou fundo. Ela gozou mais duas vezes antes de senti-lo explodir dentro, com um gemido abafado e os músculos tensos.
Ficaram abraçados, suados, ofegantes.
—Ciúmes? —perguntou ele, acariciando seu cabelo.
—Um pouco? —respondeu ela—. Mas já cuidei disso.relatos pornoO Lucas vinha planejando tudo há dias. Queria surpreendê-la. Queria que a Rocío entendesse que não era só desejo: era necessidade, era conexão, era algo mais profundo. Algo que ia além do sexo.

Ele reservou uma mesa num restaurante de luzes baixas e música suave. Ela chegou com um vestido preto justo, elegante e provocante, sem sutiã, com uma abertura na perna que deixava ver só o suficiente para enlouquecê-lo.

— E isso? — perguntou ela ao ver a mesa, as taças, o vinho caro.

— Só quero jantar com você... e te dizer uma coisa — respondeu ele, sério mas com uma centelha nos olhos.

Durante o jantar, falaram pouco. Se olhavam. Se desejavam. Cada gole de vinho aumentava a tensão. Até que ele tirou uma caixinha pequena do bolso.

Ela o olhou, confusa.

— Não é um anel — disse Lucas. — Não sou tão clássico. Mas é algo íntimo. Algo que quero que você use só se disser que sim.

Ela abriu a caixinha. Dentro havia uma chave... e junto dela, uma joia íntima, pequena, elegante, metálica: um enfeite para sua zona mais secreta, delicado, erótico.

— O que é isso? — sussurrou, com os olhos brilhando.

— Quero que você more comigo — disse ele. — Que sejamos um casal. Formal, mas do nosso jeito. Que a gente continue brincando, explorando, nos desejando como até agora... mas sem mais separações.

Ela o olhou. Silêncio. O coração batendo forte.

— Sim — disse finalmente, sorrindo, mordendo o lábio. — Mas não vou esperar até amanhã para estrear isso.

Chegaram ao apartamento sem dizer uma palavra. Mal fechou a porta, Rocío o empurrou contra a parede, ajoelhou-se e começou a chupar seu pau, desesperada, molhada, entregue. Queria deixar claro que era dele. Que tinha dito sim, e agora ele podia fazer o que quisesse.

Lucas a levantou do chão, a carregou com força e a levou até a cama. Lá, a meteu imediatamente, sem tirar o vestido, só levantando-o. A pegou em pé, depois de costas, depois de barriga para cima com as pernas abertas.

— Tá pronta pra ser minha em tudo? sentido? —perguntou ele, com a ponta do pau roçando o cu dela.113/2📑La Inquilina del Piso 5 - Parte 2—Sim… vai —ela gemeu—. Me come todinha.
Ele a penetrou suavemente, sentindo-a tremer, gemendo fundo. Ela o olhava com desejo e entrega total.
Foi selvagem, longo, intenso.
Depois, com seu corpo entregue sobre os lençóis, ele colocou nela o pequeno enfeite íntimo. Ela o sentiu frio no início, depois quente. Seu símbolo. Seu jogo. Sua promessa.
—Agora sim —disse ela, acariciando seu peito—. Sou toda sua.
E ele, beijando seu pescoço, sussurrou:
—Para sempre, Rocío.vadia

vadia

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