Faltava pouco pra eu ter que voltar pro meu trampo, e a proposta do Sr. Fernández não saía da minha cabeça, tava afim de continuar com meu serviço. Liguei pro celular dele e falei que queria conversar, porque tinha uma nova proposta de trabalho.
Ele ficou encantado por eu ter ligado e prometeu vir no dia seguinte. Sugeri que umas 15h estaria de boa, assim a gente podia conversar a sós. No dia seguinte, me vesti com aquela legging que eu amo, que marca toda a minha raba e minha buceta, que sempre uso em ocasiões especiais como essa, sem calcinha por baixo. Por cima, uma regata elástica sem sutiã, achei perfeito. Às 15h15 a campainha tocou, fui abrir a porta e ele ficou parado na entrada, sem palavras. Acho que não esperava me ver vestida assim, e ainda por cima, da última vez que me viu, eu estava grávida de cinco meses.
Ele tinha um buquê de rosas brancas na mão. Dei um beijo bem perto dos lábios dele e convidei ele pra entrar. Mandei ele sentar, enquanto pegava as flores e fui buscar um vaso, mexendo minha raba de um jeito que ele notasse o máximo possível, mas sem parecer forçado. Coloquei um vaso na mesa da cozinha e senti ele se aproximar. Agradeci pelas flores e reclamei que ele não tinha passado na clínica antes pra conhecer a Nerea. Pedi pra ele me acompanhar até o quarto dela, sem fazer barulho. Ele chegou perto pra ver ela dormindo. — Não é linda? — Quase tanto quanto a mãe. — Pena que você é tão possessivo e desprezou a mãe — e fui pra cozinha preparar café. Senti ele se aproximar por trás, chegando devagar até se encostar de leve, enquanto me envolvia com as mãos que foram acariciar meus peitos. Tirei as mãos dele, me virei e me afastei, dizendo: — Não se engana, acabei de ser mãe, não sou uma puta barata. — Não quis te ofender, me perdoa, é que você tá vestida assim, me chamou na sua casa, parece que você quer alguma coisa. — Atrasei cuidando da Nerea e não tive tempo de me trocar, acho que você não pode ser tão ignorante. — Peço desculpas de novo, vamos pra sala e conversamos sobre o que você queria falar. — Não prefere que eu me troque?... pra ver se você consegue se segurar. — Por favor, Franca, não é pra tanto. Sentei no sofá e ele sentou do meu lado. "Me desculpa, me vesti assim de propósito", falei, "porque acho que depois da gravidez tô horrível e não posso agradar ninguém". Apoiei no peito dele fingindo que tava chorando. Com a mão direita, ele começou a acariciar o lado do meu corpo e parou a mão na lateral do meu peito. Levantei o rosto pra olhar pra ele e a gente se beijou, enfiei a língua o mais fundo que consegui. Senti a mão dele descendo pelo meu lado e começando a apalpar minha bunda. A gente continuou se apertando por um tempão, ele levantou minha camiseta até os peitos e começou a chupar eles como se tivesse desesperado. "Devagar, que meus mamilos tão muito sensíveis e tão cheios de leite." Senti a Nerea chorando e, me apoiando no peito dele, empurrei pra me levantar. "Já volto", falei, levantando e indo pro quarto buscar a Nerea. Sentei no sofá de um corpo só que fica bem na frente de onde o Jorge tava sentado. "Me desculpa", falei enquanto acomodava a Nerea no meu peito, "tô meio sem noção, me desculpa pela cena, por favor. Talvez seja melhor você ir embora."
— Mas ainda não falamos do trabalho.
— Bom, olha, me ofereceram um cargo no trabalho do meu marido que paga o mesmo, mas eu só tenho que ir umas duas horas, duas vezes por semana.
— Você sabe que, mesmo eu sendo o diretor médico, não posso te oferecer nada assim.
— E o que você poderia me oferecer?
— Sei lá, que tal você vir três horas todas as manhãs pra organizar o dia todo e depois ir embora? A gente te chama se surgir alguma emergência.
— É uma proposta ótima, falei, mas não sei se consigo ficar muito perto de você. Não queria que rolasse algo como agora há pouco. Fiquei em silêncio, e ele se levantou. "Vou servir café. Termina com a neném e a gente continua conversando." Já era, pensei, e senti minha buceta começando a ficar cada vez mais molhada. Tava morrendo de vontade de sentir o pau dele de novo — era o mais cabeçudo que eu já tinha provado e me preenchia de um jeito delicioso. Ele veio da cozinha, serviu o café e sentou. no sofá. A Nerea dormiu tranquilamente, fui pro quarto, troquei ela e coloquei na cama. Voltei andando devagar, ela se levantou, me segurou pela cintura e me beijou fundo, a gente se apertou como desesperados no meio da sala, fingi que me arrependia, falei, não tá certo o que a gente tá fazendo, ela me apertou mais contra si, e senti a dureza do pau dela, ajoelhei e desabotoei a calça dela, puxei pra baixo e vi como o cock dela inchava lindo por baixo da cueca, puxei só um pouquinho pra cabeça sair e comecei a brincar com minha língua na cabecinha do cock dela. Que cabeçuda que você tem…, como resposta ela apertou minha nuca contra o cock dela. Continuei brincando com a língua e depois comecei a dar mordidinhas leves. Ela se afastou pra trás e sentou no sofá. Tira a roupa, ela ordenou, e depois perguntou: E o Ricardo?… Não respondi nada, me despi devagar, aproveitando ao máximo. Fui até ela, olha, não tô me cuidando e não quero engravidar, e sentei de frente pra ela, enfiando devagar e sentindo derreter ao sentir o cock dela abrindo caminho dentro de mim, era o que melhor me preenchia de todos que já tinha provado. Quando senti ele no fundo, fiquei parada, empalada nele, queria ficar assim uma eternidade. Os lábios dela voltaram a brincar com meus peitos e senti um orgasmo nascendo lá do fundo, apertei a cabeça dela contra meu peito, enquanto gozava me sacudindo em cima dela. Me arrependi de ter sido tão possessiva, mas tava mesmo esperando essa chance. Vou ter que arrumar tempo pra ir de manhã pro trabalho e não te largar, assim a gente aproveita as três horas de trampo, pelo menos uns dias, ela falou enquanto me colocava no sofá e enfiava bem fundo e começava a serrar com força. Onde vou deixar o gozo?, e… onde você gostaria…?, eu falei. Como resposta, ela tirou de dentro de mim, me virou e me colocou de joelhos no sofá. Você vai lubrificar um Pouquinho…?, e senti a cabeçona dele brincando na entrada da minha buceta. Devagarzinho, por favor, que sua cabeça é muito grossa… Senti que ele cuspiu e começou a brincar com os dedos na minha buceta. Ele se levantou, pegou o telefone sem fio, me deu e disse: por que você não liga pro Ricardo e conta que tem visita? Ele vai ficar feliz, com certeza. Ele se ajoelhou de novo e senti a cabeça dele entrando na minha buceta, e ficou parado. "Vai, liga pra ele", me disse. Que filho da puta, pensei. Continua assim e acho que quem vai me encher e me engravidar vai ser você, seu safado. Tá bom, vou ligar, mas por que você não vai no quarto pegar o óleo na mesa de cabeceira do Ricardo pra gente aproveitar mais? Como resposta, senti ele tirar e ir pro quarto. "Quer que eu vá ligando pro Ricardo?", "Vai", ele respondeu do quarto. Senti ele se aproximar e comecei a tremer que nem uma adolescente, enquanto discava o telefone. "Oi, Richard… Quer saber quem veio me visitar?", enquanto sentia o Jorge me… A única coisa que acho é que você vai me encontrar bem aberta e cheia de porra de macho… "Vem, sua putinha?", senti desligarem do outro lado e esbocei um sorriso. Senti o Jorge tirar e uma sensação de vazio profundo. Ele me deitou no sofá de barriga pra cima e enfiou de novo na minha buceta. "Assim eu vejo a cara de puta que você tem e posso chupar seus peitos, babando." Ele começou a meter cada vez mais forte, parando de vez em quando pra brincar com meus mamilos. Que gostosa você é, dessa vez não vou deixar você ir. Se minha mulher fosse metade da puta que você é, acho que não teria comido nem metade das enfermeiras que comi. "Que sorte que você me achou, né?", eu disse. Ele tirou de novo e sentou no sofá, tomou um gole de café. "Quanto tempo seu marido vai demorar?" "Em quinze minutos ele deve chegar." "Quero esperar ele assim, te encontrar toda cheia", ele disse. Sentei de frente pra ele e começamos a nos beijar, enquanto sentia o pau dele duro na entrada da minha… use the word: pussy, tava morrendo de vontade de enfiar nela, mas me segurei. Continuamos nos beijando e nos acariciando. Num instante a porta abriu, e entrou o Ricardo, eu saí de cima do Jorge, que levantou pra cumprimentar ele, enquanto fingia se cobrir com a outra mão, desculpa me encontrar assim mas a gente tava trabalhando. Tava te esperando pra você ver o final do trabalho e, me pegando pelo pulso, sentou e enfiou fundo na Booty. Meu amor, você devia agradecer o Jorge pela atenção que ele tem; Vem chupar minha use the word: pussy e de quebra passa a língua na cock do meu male, que depois você vai ganhar seu presentinho. Eu tava excitada ao extremo vendo ele de terno, de joelhos aos meus pés chupando minha use the word: pussy e sentindo a cock dura do Jorge que se mexia o máximo que dava nessa posição. Ele me bombou por mais um tempo até que senti ele enfiar e uma porrada de cum saiu da cock dele, é uma sensação realmente difícil de descrever. Ficamos um tempo imóveis eu e o Jorge enquanto meu marido continuava na tarefa de chupar. Num momento senti a cock do Jorge começando a escorregar pra fora, me ajoelhei no sofá com a bunda empinada e falei pro Ricardo, meu amor, aqui tá seu prêmio, mas primeiro, em agradecimento, limpa um pouquinho pro Jorge. Me deixou louca ver ele pegar a cock do Jorge e meter na boca com uma cara de nojo, deu umas chupadas e tirou como se fosse veneno. Jorge falou que ia tomar banho, o que me surpreendeu e me encantou. Meu marido abaixou o zíper e, de joelhos atrás de mim, enfiou de uma vez até o fundo. Que surpresa gostosa, não, porquinha?, eu falei. Não esperava por isso, hein? Gostou da cock do meu male. Como resposta, ele me puxou pelo cabelo e começou a serrar com força, me deu um orgasmo gostoso. Olha que machão, que que cê quer?, quer que eu esprema, hein? E comecei a brincar com minha bunda apertando e soltando, e em instantes tirei todo o cum dele, que foi uma porrada. Se Ficou dentro de mim por um bom tempo, depois se levantou e nos beijamos. Jorge, já trocado, se despediu, me garantindo que tinha aprendido uma grande lição e que jamais a esqueceria.
Ele ficou encantado por eu ter ligado e prometeu vir no dia seguinte. Sugeri que umas 15h estaria de boa, assim a gente podia conversar a sós. No dia seguinte, me vesti com aquela legging que eu amo, que marca toda a minha raba e minha buceta, que sempre uso em ocasiões especiais como essa, sem calcinha por baixo. Por cima, uma regata elástica sem sutiã, achei perfeito. Às 15h15 a campainha tocou, fui abrir a porta e ele ficou parado na entrada, sem palavras. Acho que não esperava me ver vestida assim, e ainda por cima, da última vez que me viu, eu estava grávida de cinco meses.Ele tinha um buquê de rosas brancas na mão. Dei um beijo bem perto dos lábios dele e convidei ele pra entrar. Mandei ele sentar, enquanto pegava as flores e fui buscar um vaso, mexendo minha raba de um jeito que ele notasse o máximo possível, mas sem parecer forçado. Coloquei um vaso na mesa da cozinha e senti ele se aproximar. Agradeci pelas flores e reclamei que ele não tinha passado na clínica antes pra conhecer a Nerea. Pedi pra ele me acompanhar até o quarto dela, sem fazer barulho. Ele chegou perto pra ver ela dormindo. — Não é linda? — Quase tanto quanto a mãe. — Pena que você é tão possessivo e desprezou a mãe — e fui pra cozinha preparar café. Senti ele se aproximar por trás, chegando devagar até se encostar de leve, enquanto me envolvia com as mãos que foram acariciar meus peitos. Tirei as mãos dele, me virei e me afastei, dizendo: — Não se engana, acabei de ser mãe, não sou uma puta barata. — Não quis te ofender, me perdoa, é que você tá vestida assim, me chamou na sua casa, parece que você quer alguma coisa. — Atrasei cuidando da Nerea e não tive tempo de me trocar, acho que você não pode ser tão ignorante. — Peço desculpas de novo, vamos pra sala e conversamos sobre o que você queria falar. — Não prefere que eu me troque?... pra ver se você consegue se segurar. — Por favor, Franca, não é pra tanto. Sentei no sofá e ele sentou do meu lado. "Me desculpa, me vesti assim de propósito", falei, "porque acho que depois da gravidez tô horrível e não posso agradar ninguém". Apoiei no peito dele fingindo que tava chorando. Com a mão direita, ele começou a acariciar o lado do meu corpo e parou a mão na lateral do meu peito. Levantei o rosto pra olhar pra ele e a gente se beijou, enfiei a língua o mais fundo que consegui. Senti a mão dele descendo pelo meu lado e começando a apalpar minha bunda. A gente continuou se apertando por um tempão, ele levantou minha camiseta até os peitos e começou a chupar eles como se tivesse desesperado. "Devagar, que meus mamilos tão muito sensíveis e tão cheios de leite." Senti a Nerea chorando e, me apoiando no peito dele, empurrei pra me levantar. "Já volto", falei, levantando e indo pro quarto buscar a Nerea. Sentei no sofá de um corpo só que fica bem na frente de onde o Jorge tava sentado. "Me desculpa", falei enquanto acomodava a Nerea no meu peito, "tô meio sem noção, me desculpa pela cena, por favor. Talvez seja melhor você ir embora."
— Mas ainda não falamos do trabalho.
— Bom, olha, me ofereceram um cargo no trabalho do meu marido que paga o mesmo, mas eu só tenho que ir umas duas horas, duas vezes por semana.
— Você sabe que, mesmo eu sendo o diretor médico, não posso te oferecer nada assim.
— E o que você poderia me oferecer?
— Sei lá, que tal você vir três horas todas as manhãs pra organizar o dia todo e depois ir embora? A gente te chama se surgir alguma emergência.
— É uma proposta ótima, falei, mas não sei se consigo ficar muito perto de você. Não queria que rolasse algo como agora há pouco. Fiquei em silêncio, e ele se levantou. "Vou servir café. Termina com a neném e a gente continua conversando." Já era, pensei, e senti minha buceta começando a ficar cada vez mais molhada. Tava morrendo de vontade de sentir o pau dele de novo — era o mais cabeçudo que eu já tinha provado e me preenchia de um jeito delicioso. Ele veio da cozinha, serviu o café e sentou. no sofá. A Nerea dormiu tranquilamente, fui pro quarto, troquei ela e coloquei na cama. Voltei andando devagar, ela se levantou, me segurou pela cintura e me beijou fundo, a gente se apertou como desesperados no meio da sala, fingi que me arrependia, falei, não tá certo o que a gente tá fazendo, ela me apertou mais contra si, e senti a dureza do pau dela, ajoelhei e desabotoei a calça dela, puxei pra baixo e vi como o cock dela inchava lindo por baixo da cueca, puxei só um pouquinho pra cabeça sair e comecei a brincar com minha língua na cabecinha do cock dela. Que cabeçuda que você tem…, como resposta ela apertou minha nuca contra o cock dela. Continuei brincando com a língua e depois comecei a dar mordidinhas leves. Ela se afastou pra trás e sentou no sofá. Tira a roupa, ela ordenou, e depois perguntou: E o Ricardo?… Não respondi nada, me despi devagar, aproveitando ao máximo. Fui até ela, olha, não tô me cuidando e não quero engravidar, e sentei de frente pra ela, enfiando devagar e sentindo derreter ao sentir o cock dela abrindo caminho dentro de mim, era o que melhor me preenchia de todos que já tinha provado. Quando senti ele no fundo, fiquei parada, empalada nele, queria ficar assim uma eternidade. Os lábios dela voltaram a brincar com meus peitos e senti um orgasmo nascendo lá do fundo, apertei a cabeça dela contra meu peito, enquanto gozava me sacudindo em cima dela. Me arrependi de ter sido tão possessiva, mas tava mesmo esperando essa chance. Vou ter que arrumar tempo pra ir de manhã pro trabalho e não te largar, assim a gente aproveita as três horas de trampo, pelo menos uns dias, ela falou enquanto me colocava no sofá e enfiava bem fundo e começava a serrar com força. Onde vou deixar o gozo?, e… onde você gostaria…?, eu falei. Como resposta, ela tirou de dentro de mim, me virou e me colocou de joelhos no sofá. Você vai lubrificar um Pouquinho…?, e senti a cabeçona dele brincando na entrada da minha buceta. Devagarzinho, por favor, que sua cabeça é muito grossa… Senti que ele cuspiu e começou a brincar com os dedos na minha buceta. Ele se levantou, pegou o telefone sem fio, me deu e disse: por que você não liga pro Ricardo e conta que tem visita? Ele vai ficar feliz, com certeza. Ele se ajoelhou de novo e senti a cabeça dele entrando na minha buceta, e ficou parado. "Vai, liga pra ele", me disse. Que filho da puta, pensei. Continua assim e acho que quem vai me encher e me engravidar vai ser você, seu safado. Tá bom, vou ligar, mas por que você não vai no quarto pegar o óleo na mesa de cabeceira do Ricardo pra gente aproveitar mais? Como resposta, senti ele tirar e ir pro quarto. "Quer que eu vá ligando pro Ricardo?", "Vai", ele respondeu do quarto. Senti ele se aproximar e comecei a tremer que nem uma adolescente, enquanto discava o telefone. "Oi, Richard… Quer saber quem veio me visitar?", enquanto sentia o Jorge me… A única coisa que acho é que você vai me encontrar bem aberta e cheia de porra de macho… "Vem, sua putinha?", senti desligarem do outro lado e esbocei um sorriso. Senti o Jorge tirar e uma sensação de vazio profundo. Ele me deitou no sofá de barriga pra cima e enfiou de novo na minha buceta. "Assim eu vejo a cara de puta que você tem e posso chupar seus peitos, babando." Ele começou a meter cada vez mais forte, parando de vez em quando pra brincar com meus mamilos. Que gostosa você é, dessa vez não vou deixar você ir. Se minha mulher fosse metade da puta que você é, acho que não teria comido nem metade das enfermeiras que comi. "Que sorte que você me achou, né?", eu disse. Ele tirou de novo e sentou no sofá, tomou um gole de café. "Quanto tempo seu marido vai demorar?" "Em quinze minutos ele deve chegar." "Quero esperar ele assim, te encontrar toda cheia", ele disse. Sentei de frente pra ele e começamos a nos beijar, enquanto sentia o pau dele duro na entrada da minha… use the word: pussy, tava morrendo de vontade de enfiar nela, mas me segurei. Continuamos nos beijando e nos acariciando. Num instante a porta abriu, e entrou o Ricardo, eu saí de cima do Jorge, que levantou pra cumprimentar ele, enquanto fingia se cobrir com a outra mão, desculpa me encontrar assim mas a gente tava trabalhando. Tava te esperando pra você ver o final do trabalho e, me pegando pelo pulso, sentou e enfiou fundo na Booty. Meu amor, você devia agradecer o Jorge pela atenção que ele tem; Vem chupar minha use the word: pussy e de quebra passa a língua na cock do meu male, que depois você vai ganhar seu presentinho. Eu tava excitada ao extremo vendo ele de terno, de joelhos aos meus pés chupando minha use the word: pussy e sentindo a cock dura do Jorge que se mexia o máximo que dava nessa posição. Ele me bombou por mais um tempo até que senti ele enfiar e uma porrada de cum saiu da cock dele, é uma sensação realmente difícil de descrever. Ficamos um tempo imóveis eu e o Jorge enquanto meu marido continuava na tarefa de chupar. Num momento senti a cock do Jorge começando a escorregar pra fora, me ajoelhei no sofá com a bunda empinada e falei pro Ricardo, meu amor, aqui tá seu prêmio, mas primeiro, em agradecimento, limpa um pouquinho pro Jorge. Me deixou louca ver ele pegar a cock do Jorge e meter na boca com uma cara de nojo, deu umas chupadas e tirou como se fosse veneno. Jorge falou que ia tomar banho, o que me surpreendeu e me encantou. Meu marido abaixou o zíper e, de joelhos atrás de mim, enfiou de uma vez até o fundo. Que surpresa gostosa, não, porquinha?, eu falei. Não esperava por isso, hein? Gostou da cock do meu male. Como resposta, ele me puxou pelo cabelo e começou a serrar com força, me deu um orgasmo gostoso. Olha que machão, que que cê quer?, quer que eu esprema, hein? E comecei a brincar com minha bunda apertando e soltando, e em instantes tirei todo o cum dele, que foi uma porrada. Se Ficou dentro de mim por um bom tempo, depois se levantou e nos beijamos. Jorge, já trocado, se despediu, me garantindo que tinha aprendido uma grande lição e que jamais a esqueceria.
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