IVRecuei pra olhar pra ela de novo. “Como foi isso?” perguntei.
“Quero fazer mais um pouco,” ela murmurou, encostando os lábios carnudos nos meus. Dessa vez, foi a língua dela que tocou a minha, meio hesitante.
Quando nos separamos, vi que o olhar preocupado nos olhos lindos dela tinha virado um de prazer. Nos aproximamos de novo, e chupei o lábio inferior dela entre os meus. Senti a respiração dela acelerar com a minha chupadinha suave, e quando soltei, ela soltou um suspiro.
Quando nos beijamos de novo, a língua dela abriu meus lábios, e eu, por reflexo, chupei de leve a pontinha, puxando pra dentro da minha boca. Quando fiz isso, ouvi um gemido baixinho saindo dela, e as duas mãos dela seguraram minha cabeça de leve no lugar. A gente curtiu aquele beijo por um tempo, nossas línguas dançando suave uma na outra.
Fiquei olhando minha filha com atenção. O rosto dela tava meio corado, os olhos abertos e brilhantes, e os lábios cheios ainda meio separados. Meu pau tava duro como uma barra de aço.

— Agora meus mamilos estão durinhos — ela suspirou. — Olha.
Eu olhei. Ela apertou a blusa contra o corpo, deixando eu ver o contorno dos mamilos aparecendo por baixo do tecido. Estavam lindos.
— Por que eles ficaram assim? — ela perguntou.
— Lembra que eu te falei que isso pode acontecer quando você está excitada? — lembrei a ela.
— Ah, é — ela disse, passando os dedos suavemente sobre eles. — É gostoso quando eu toco.
— Os meninos também gostam de tocar — falei. Que porra me deu pra dizer isso?
— Você quer tocar neles, papai?

A parte racional do meu cérebro gritava “NÃO!”, mas outras partes de mim berravam “PODE CRER!”
Eu forcei as palavras pra sair: “Acho que não devia.”
“Por que não? Se os meninos gostam de tocar nelas, e você é um menino, por que não quer tocar?”
“Sou seu pai, filha.”
“Sim, e me sinto segura com você. Eu te amo.”
“Mas não seria certo.”
“Por quê?”
“Porque você é minha filha.”
“Tá dizendo que isso é outra coisa que pais e filhas normalmente não fazem?”
“Sim”, eu disse.
“Não ligo. Quero que você toque nelas. Por favor, papai, juro que não conto pra ninguém.”
A vozinha excitada na minha cabeça, controlada pelo meu pau, dizia: “Mete a mão nessas tetas, cara! Qual é o seu problema? Ela pediu!”

Sarah se afastou de mim por um instante, só o tempo suficiente pra tirar a regata. Os peitos lindos dela ficaram expostos pra mim. Já tinha visto eles várias vezes antes, mas nunca depois de trocar uns beijos apaixonados com ela, e nunca com meu pau duro dentro da calça. Como se tivesse vontade própria, minha mão subiu pra envolver o peito dela. Quando meus dedos passaram pelo mamilo ereto, Sarah suspirou e me beijou com força.
— Ah, papai — ela suspirou enquanto eu acariciava e apertava aquele peitinho firme e jovem. — Isso tá fazendo minha buceta formigar. Tô ficando molhada.
— Você gosta disso, bebê? — perguntei, ainda massageando o mamilo dela.
— Sim, eu gosto — suspirou Sarah. — Brinca com o outro também.
Comecei a acariciar os dois peitos dela, beijando ela de vez em quando. Meu Deus, eu tava segurando minha filha adolescente sem camisa, beijando ela e apertando os mamilos dela. Ia precisar de um tempo de qualidade com minha mão direita quando terminássemos.
Sarah gemeu na minha boca enquanto eu começava a rolar o mamilo dela suavemente entre o polegar e o indicador.
— Papai — ela suspirou —, quero me tocar.
— Pode ir, bebê. Se você tá excitada, agora é a hora perfeita pra fazer isso. Vou só sair e...
— Não, fica aqui e me beija mais um pouco. Não me importo se você me ver fazendo isso.
Ela se levantou e tirou a saia, depois sentou de novo ao meu lado, com os calcanhares na borda do assento e as pernas abertas, e começou a se acariciar por cima da calcinha amarela de biquíni, já úmida. Eu não fazia ideia de que meu pau podia ficar tão duro.
Entre beijos, eu via ela brincar com a bucetinha dela através do tecido. Ela começou devagar, esfregando as pontas dos dedos sobre os lábios, e foi acelerando aos poucos, pressionando o dedo do meio no tecido e forçando um pouco pra dentro da abertura dela.
— Brinca com meus peitos de novo — ela disse.
Fiquei feliz em obedecer. Isso mantinha minhas mãos ocupadas, mãos que queriam brincar com ela e comigo.
Sarah agora suspirava, os quadris magros balançando levemente no ritmo dos dedos que brincavam sozinhos. A parte da calcinha dela estava molhada, e eu podia sentir o cheiro. A excitação dela. Porra! Tudo que eu queria era puxar aquela calcinha pra baixo e tirar das pernas longas dela. Poder enfiar alguma coisa dentro dela, tipo meus dedos, minha língua ou minha pica pulsando.
"Oooh, isso é tão gostoso," ela disse na minha boca. "Mas sinto que algo mais devia rolar."
"Tenta esfregar um pouco mais pra cima, no topo da sua fenda. É aí que fica seu clitóris," eu falei. "A maioria chama de clitóris."
"Onde?"
"Bem aqui," eu disse, pegando a mão dela na minha e movendo o dedo dela até a metade do caminho onde eu sabia que o ponto mais sensível dela devia estar.
"Talvez eu devesse tirar minha calcinha.

Eu ia falar alguma coisa sobre sair do quarto de novo, mas ela já tinha pulado de pé e tirado a calcinha molhada.
“Quero fazer mais um pouco,” ela murmurou, encostando os lábios carnudos nos meus. Dessa vez, foi a língua dela que tocou a minha, meio hesitante.
Quando nos separamos, vi que o olhar preocupado nos olhos lindos dela tinha virado um de prazer. Nos aproximamos de novo, e chupei o lábio inferior dela entre os meus. Senti a respiração dela acelerar com a minha chupadinha suave, e quando soltei, ela soltou um suspiro.
Quando nos beijamos de novo, a língua dela abriu meus lábios, e eu, por reflexo, chupei de leve a pontinha, puxando pra dentro da minha boca. Quando fiz isso, ouvi um gemido baixinho saindo dela, e as duas mãos dela seguraram minha cabeça de leve no lugar. A gente curtiu aquele beijo por um tempo, nossas línguas dançando suave uma na outra.
Fiquei olhando minha filha com atenção. O rosto dela tava meio corado, os olhos abertos e brilhantes, e os lábios cheios ainda meio separados. Meu pau tava duro como uma barra de aço.

— Agora meus mamilos estão durinhos — ela suspirou. — Olha.
Eu olhei. Ela apertou a blusa contra o corpo, deixando eu ver o contorno dos mamilos aparecendo por baixo do tecido. Estavam lindos.
— Por que eles ficaram assim? — ela perguntou.
— Lembra que eu te falei que isso pode acontecer quando você está excitada? — lembrei a ela.
— Ah, é — ela disse, passando os dedos suavemente sobre eles. — É gostoso quando eu toco.
— Os meninos também gostam de tocar — falei. Que porra me deu pra dizer isso?
— Você quer tocar neles, papai?

A parte racional do meu cérebro gritava “NÃO!”, mas outras partes de mim berravam “PODE CRER!”
Eu forcei as palavras pra sair: “Acho que não devia.”
“Por que não? Se os meninos gostam de tocar nelas, e você é um menino, por que não quer tocar?”
“Sou seu pai, filha.”
“Sim, e me sinto segura com você. Eu te amo.”
“Mas não seria certo.”
“Por quê?”
“Porque você é minha filha.”
“Tá dizendo que isso é outra coisa que pais e filhas normalmente não fazem?”
“Sim”, eu disse.
“Não ligo. Quero que você toque nelas. Por favor, papai, juro que não conto pra ninguém.”
A vozinha excitada na minha cabeça, controlada pelo meu pau, dizia: “Mete a mão nessas tetas, cara! Qual é o seu problema? Ela pediu!”

Sarah se afastou de mim por um instante, só o tempo suficiente pra tirar a regata. Os peitos lindos dela ficaram expostos pra mim. Já tinha visto eles várias vezes antes, mas nunca depois de trocar uns beijos apaixonados com ela, e nunca com meu pau duro dentro da calça. Como se tivesse vontade própria, minha mão subiu pra envolver o peito dela. Quando meus dedos passaram pelo mamilo ereto, Sarah suspirou e me beijou com força.
— Ah, papai — ela suspirou enquanto eu acariciava e apertava aquele peitinho firme e jovem. — Isso tá fazendo minha buceta formigar. Tô ficando molhada.
— Você gosta disso, bebê? — perguntei, ainda massageando o mamilo dela.
— Sim, eu gosto — suspirou Sarah. — Brinca com o outro também.
Comecei a acariciar os dois peitos dela, beijando ela de vez em quando. Meu Deus, eu tava segurando minha filha adolescente sem camisa, beijando ela e apertando os mamilos dela. Ia precisar de um tempo de qualidade com minha mão direita quando terminássemos.
Sarah gemeu na minha boca enquanto eu começava a rolar o mamilo dela suavemente entre o polegar e o indicador.
— Papai — ela suspirou —, quero me tocar.
— Pode ir, bebê. Se você tá excitada, agora é a hora perfeita pra fazer isso. Vou só sair e...
— Não, fica aqui e me beija mais um pouco. Não me importo se você me ver fazendo isso.
Ela se levantou e tirou a saia, depois sentou de novo ao meu lado, com os calcanhares na borda do assento e as pernas abertas, e começou a se acariciar por cima da calcinha amarela de biquíni, já úmida. Eu não fazia ideia de que meu pau podia ficar tão duro.
Entre beijos, eu via ela brincar com a bucetinha dela através do tecido. Ela começou devagar, esfregando as pontas dos dedos sobre os lábios, e foi acelerando aos poucos, pressionando o dedo do meio no tecido e forçando um pouco pra dentro da abertura dela.
— Brinca com meus peitos de novo — ela disse.
Fiquei feliz em obedecer. Isso mantinha minhas mãos ocupadas, mãos que queriam brincar com ela e comigo.
Sarah agora suspirava, os quadris magros balançando levemente no ritmo dos dedos que brincavam sozinhos. A parte da calcinha dela estava molhada, e eu podia sentir o cheiro. A excitação dela. Porra! Tudo que eu queria era puxar aquela calcinha pra baixo e tirar das pernas longas dela. Poder enfiar alguma coisa dentro dela, tipo meus dedos, minha língua ou minha pica pulsando.
"Oooh, isso é tão gostoso," ela disse na minha boca. "Mas sinto que algo mais devia rolar."
"Tenta esfregar um pouco mais pra cima, no topo da sua fenda. É aí que fica seu clitóris," eu falei. "A maioria chama de clitóris."
"Onde?"
"Bem aqui," eu disse, pegando a mão dela na minha e movendo o dedo dela até a metade do caminho onde eu sabia que o ponto mais sensível dela devia estar.
"Talvez eu devesse tirar minha calcinha.

Eu ia falar alguma coisa sobre sair do quarto de novo, mas ela já tinha pulado de pé e tirado a calcinha molhada.
21 comentários - Minha Filha Castiça no Ciúme, Episódio 4