Continuação do nosso primeiro ménage

Acho que minha experiência anterior agradou tanto vocês quanto a mim, então vou contar como foi a segunda parte da nossa primeira vez com o Mario. Era fim de semana, um sábado, não lembro a data, mas já tinham passado umas duas semanas desde o encontro com o Mario. Eu não tinha visto ele de novo, mas ele saía pra correr com meu marido várias vezes por semana. Meu esposo me perguntou se eu tava a fim de sair no fim de semana ou se preferia passar uma noite tranquila em Potrerillos, caminhando ou tomando alguma coisa (álcool, haha). Falei que a ideia de Potrerillos me agradava. Foi assim que no sábado de manhã a gente carregou as coisas no carro e partiu rumo a Potrerillos. No caminho, meu marido recebeu uma mensagem do Mario dizendo: "Vamos nos encontrar pra tomar algo à noite? Abriram um bar novo e tô convidando vocês pra conhecer." Meu esposo se desculpou com ele e falou que a gente tava chegando em Potrerillos, que a ideia era passar a noite bebendo e curtindo a natureza. O Mario mandou uns emoticons tristes e mandou lembranças pra mim. Chegamos em Potrerillos e meu marido armou a barraca perto do lago, num bosque que parecia bem tranquilo. Acendeu a fogueira e começou a fazer um churrasco enquanto eu tomava sol e curtia a calma da represa. O Mario escreveu de novo e perguntou se podia trazer a barraca dele e ficar com a gente, se não incomodasse. Meu marido me mostrou a mensagem e eu falei que não tinha problema, que era pra ele vir. Meu esposo mandou a mensagem e o Mario respondeu que em pouco tempo saía pra Potrerillos, que a gente mandasse a localização, o que meu marido fez. Meu marido tava terminando de fazer o churrasco quando o Mario chegou. A verdade é que a gente se surpreendeu com a rapidez — ele tinha pegado a moto emprestada de um amigo e veio com a barraca dele, que é pra duas pessoas, o saco de dormir, uma mochila e umas roupas. A gente convidou ele pra comer com a gente e bater um papo. Ele comentou que era a primeira vez que acampava, que tinha a barraca mas nunca tinha usado, nem sabia como armar. Depois de comer, meu marido armou a rede em umas árvores e me perguntou se eu queria usar e descansar um pouco. Aceitei na hora, adoro ficar de bobeira. Preparei um Fernet e levei comigo. Eles ficavam conversando deitados na grama perto de onde eu estava. Levantei, tirei o vestido que tava usando e fiquei só de biquíni. Notei que o Mario me olhava, mas não falou nada. Meu marido também. Deitei de novo na rede e cochilei um pouco. Quando acordei, não ouvia eles. Olhei e estavam na água do lago. Peguei minha toalha e fui junto. A água tava uma delícia, nadei um pouco. Depois, o Mario sugeriu pegar algo pra beber e achamos uma boa ideia. Umas 20:00 horas, a gente resolveu tomar banho e fomos pros chuveiros de uma cabana perto. Tomamos banho e trocamos de roupa. Meu marido comentou sobre uma cervejaria perto dali e resolvemos ir um pouco. O lugar era ótimo, bem tranquilo e barato. Meu marido bebeu pouco, não gosta de cerveja, mas eu adorei uma cerveja vermelha doce que nos ofereceram e tomei dois copos dessa. Antes das 23:00, já estávamos voltando pra nossa barraca, e o Mario disse que tinha trazido um Jagger pra dividir com a gente. Não é o que mais gosto, mas com um refri doce eu tomo. Compraram groselha num quiosque e um refrigerante de toranja. Com isso, chegamos e preparamos uns drinks enquanto curtíamos a noite. Meu marido e o Mario começaram com as brincadeiras de duplo sentido e sugeriram jogar cartas, na verdade Uno. Quem perdesse pagava prenda. Com o álcool que já tinha tomado, topei na hora, e nós três entramos na barraca pra jogar. Deixamos ela aberta só com o mosquiteiro. O Mario foi o primeiro a perder e pagou com as meias. Depois meu marido, que não quis prenda e tirou a camiseta. Eu perdi de novo e fiquei de cueca. Aí chegou minha vez de perder, e a prenda foi sair da barraca e andar uns metros pra longe (tenho pavor do escuro). Fiz isso e, quando voltei, me pediram pra preparar mais drinks e trazer. Voltamos a jogar e Mario perdeu, tirou a camiseta. Eu tive que perder de novo e pagar com o vestido que estava usando, ficando só de lingerie, um conjunto preto que pouco deixava pra imaginação. O jeito que me olharam me deixou muito excitada. A gente não tinha combinado nada entre os três naquela noite, mas as coisas estavam indo por esse caminho. Mario e meu marido ficaram pelados com os paus quase duros, e eu ainda não tinha perdido minha calcinha, mas minha sorte acabou quando perdi duas vezes seguidas. Como estávamos na barraca, pra tirar minha calcinha, tive que deitar e levantar as pernas, deixando minha buceta e minha raba à vista dos dois. Meu marido se aproximou, e aquilo me fez entender tudo. O próximo passo foi ele me puxar e me deitar na barraca, me beijando e acariciando. Mario só olhava, mas depois de um momento, senti ele beijando minhas pernas e subindo com os beijos. Meu marido percebeu e não disse nada, então eu também não falei nada. Ele continuou subindo, chegou na minha ppk e beijou várias vezes. Meu marido chupava meus peitos, Mario seguiu, e os beijos viraram chupadas e lambidas do meu pescoço até minha buceta. Depois vieram os dedos, e eles me levaram ao orgasmo, os dois juntos. Fiquei parada e relaxada, mas eles estavam só começando. Me colocaram de bruços, e um primeiro, depois o outro, me penetraram por um bom tempo. Me viravam, um me comia, depois o outro. O próximo passo foi me deitar no meio deles, e me viravam de um lado: um me passava a mão, tocava e chupava meus peitos, enquanto o outro me penetrava. Assim, trocaram várias vezes, ficaram quase uma hora me comendo sem parar. Nisso, eu gozei várias vezes. Mario saiu da barraca pra fumar um cigarro, e nós o acompanhamos, os três pelados. Enquanto fumávamos, nos olhávamos e bebíamos um gole. Eles me agarraram e me levaram de volta pra barraca, me colocaram de quatro, me chuparam um pouco cada um e começaram a me comer de novo. Era estranho, mas quanto mais me comiam, mais eu queria. Meu marido pediu pra eu subir em cima dele, eu montei por um momento e desci pra beijá-lo. Minha raba... Ficou exposta e, mesmo sem luz, dava pra ver toda a redondeza. Senti beijos nas costas, estava com meu marido dentro de mim e me beijando. Aqueles beijos nas costas me enlouqueceram, desceram pela minha coluna até minha bunda, ele pegou com as duas mãos e beijou, e começou a chupar meu cu. Juro que não gosto, mas naquele momento estava tão gostoso que falei pro meu marido: "Tão chupando meu cu". Meu marido me agarrou pelas nádegas, abriu elas e me beijou ainda mais forte. Senti que o Mario se levantou, tentei dizer pra ele não, mas ele já estava atrás de mim. Meu marido abriu minha bunda pro Mario e isso me deixava louca, então aconteceu. Mario começou a meter a pica no meu cu devagar, no começo doeu, mas ele ficou parado e tudo mudou pra prazer. Sentir sendo penetrada pelos dois ao mesmo tempo foi a coisa mais gostosa que já aconteceu comigo. Pra mim foi uma loucura, eu gozei e eles continuaram. Aconteceu de novo, eu não conseguia controlar meus orgasmos e sentia como eu molhava meu marido. Ele continuava dentro de mim, bombeando por baixo, e por cima o Mario fazia a mesma coisa, até que não aguentaram mais e me encheram de porra. Os dois primeiro: meu marido me cravando até o fundo e o Mario a mesma coisa, mas no meu cu. Senti a porra dos dois enchendo meu corpo e tive outro orgasmo que me deixou sem forças. O Mario saiu do meu cu e se jogou de lado. Meu marido ficou dentro de mim até a pica dele ficar mole. Tinha sido inesperado e muito gostoso. Ninguém dizia nada, mas dava pra sentir como a gente esperava, ofegantes os três. Meu marido me abraçou, me beijou e perguntou se eu estava bem. Só respondi que me sentia nas nuvens. A gente se acalmou e saiu pra fumar e beber algo. Ainda estávamos nus, mas já mais tranquilos. O Mario disse que ia nos deixar sozinhos pra descansarmos, e a gente falou que se ele quisesse, dormisse com a gente. A barraca dele era muito pequena, a nossa é pra seis pessoas, então ele trouxe o saco de dormir e deixou do lado do colchão inflável. Me lavei e fomos deitar. Meu marido dormiu na hora, ele tinha acordado cedo. O Mario estava... Nas minhas costas, e como eu estava no meio, ele passava a mão pela minha perna até a bunda e voltava a acariciar. Eu não dizia nada porque gostava da carícia. Os dedos dele foram acariciando até que, de repente, já estavam tocando minha buceta. Eu me deixei levar porque, na verdade, gostei da situação. Empinei a bunda e deixei à disposição dele. Ele se aproximou e, com o pau duro, me penetrou pela vagina. Ele se movia devagar para não acordar meu marido, e assim, bem lentamente, me fez gozar mais uma vez e me encheu de porra de novo. Depois, ele se virou e dormiu. Eu também dormi. Acordei com a claridade; Mário dormia e meu marido estava fora da barraca esquentando água. O dia estava lindo e não se sentia ninguém por perto. Coloquei o vestido, saí e beijei meu marido. Ele me perguntou como eu tinha passado e eu disse que adorei, que agradecia por ele me fazer fazer essas loucuras. Ele só disse que achava melhor descermos no começo da noite por causa do trânsito. E, bom, o resto do dia também é algo que prometo contar pra vocês. Obrigada por me lerem e pelos seus pontos.

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