A ajuda da cuidadora Jazz foi muito valiosa, a família toda se beneficiou. Minha mãe se livrou do pesado fardo de cuidar de mim, e eu pude contar com uma pessoa profissional e gentil.
Tudo isso para a Jazz é simplesmente normal, é do jeito dela, ou seja, uma mina doce, atenciosa e generosa. Muitas vezes, os serviços dela vão além do combinado, ela tá sempre disposta a dar um algo a mais.
Meu primeiro mês de convalescença foi o mais delicado, eu tava completamente imóvel na cama, engessado e com dor no corpo todo. Nessa situação, um paciente precisa ser cuidado o tempo todo e assistido em tudo, especialmente nas necessidades corporais e na higiene. Tenho que admitir que, desde que começou a trabalhar, a Jazz nunca negligenciou esses aspectos. Desde o primeiro dia de serviço dela, cada centímetro do meu corpo foi e continua sendo limpo e cheiroso.
Também tenho que reconhecer o profissionalismo dela que aparece em alguns detalhes, como por exemplo a presença física da Jazz durante a minha realização das necessidades corporais. Durante a evacuação sólida, ela tava presente e controlava cada pequeno movimento muscular, desde a dilatação do meu esfíncter até a expulsão. Caso surgissem dificuldades como obstruções, ela intervinha na hora, colocando os dedos nos pontos que só ela conhece, pra facilitar a evacuação. Nos casos mais difíceis, ela usava lavagens internas com líquidos emulsionantes à base de óleos vegetais ou vaselina.
Até a evacuação da urina foi acompanhada pela assistência direta dela, não deixou nada ao acaso. Ela pegava o membro e, depois de baixar a pele, colocava no urinol e com os dedos delicados dela mantinha na posição pra evitar que molhasse os lençóis. Resumindo, ela se organizava de forma preventiva e nos pequenos detalhes, a ponto de que pra mim fazer minhas necessidades na cama tinha virado um prazer.
Tudo graças à Jazz.
Só lembro de um acidente, Depois, pensando bem, não saberia dizer se foi acidente. Agora, tô tentando explicar o que rolou.
Eu precisava mijar, e a Jazz já se meteu de cara, sentou do lado direito da cama e virou as costas pra mim. Nessa posição, eu tava a centímetros da bunda dela, e isso me deu uma ereção descontrolada. Ela tava ocupada tentando enfiar o pau no urinol, que por azar tava crescendo de tamanho e não deixava entrar.
— Antonio, pelo amor de Deus, relaxa. Seu pau ficou tão grande que não consigo enfiar no urinol, e ainda tá durão. Você sabe muito bem que nesse estado também é impossível fazer xixi. Então, por favor, tenta colaborar.
Infelizmente, naquela ocasião, foi impossível controlar a ereção, e depois de vários minutos de espera, Jazz tomou a situação nas mãos e, com determinação, me disse: "Antonio, sinto muito por você, mas isso é uma emergência, tenho que intervir com procedimentos que não estão nos livros de estudo. Apenas relaxe e colabore com o pouco que puder."
Ela estava sempre de costas e não conseguia ver nada. Percebi que ela se abaixou ainda mais com a cabeça, enquanto sua minissaia mostrava suas nádegas cada vez mais tensas e firmes.
Em um momento, senti uma sensação de umidade e frescor. Senti os dentes dela raspando a base da glande e depois... cada vez mais para baixo. Em questão de segundos, Jazz tinha engolido todo o meu pau. Continuou assim por alguns minutos até que eu me entreguei e deixei rolar uma gozada imponente! Lembro bem do primeiro jato de porra, e logo depois da reação de Jazz ao puxar a cabeça para trás, mas sem soltar a rola. Depois, dei uma segunda gozada enquanto ela ia rapidamente para cima e para baixo com a boca. E finalmente uma terceira gozada que disparou os últimos jatos. Meu pau quase imediatamente perdeu a dureza, enquanto Jazz limpava tudo com os lábios, e um volume estava crescendo dentro da calcinha dela, a ponto de um cilindro de carne sair para fora, poderoso e vigoroso!!!
"Ohhh, bravo Antonio, agora sim. Seu pau está no tamanho certo."
Ela pegou com delicadeza e o acompanhou até o mictório, depois disse: "Antonio, eu fiz minha parte, agora é sua vez, pode mijar."
"Essa foi a melhor mijada da minha vida!
Tudo isso para a Jazz é simplesmente normal, é do jeito dela, ou seja, uma mina doce, atenciosa e generosa. Muitas vezes, os serviços dela vão além do combinado, ela tá sempre disposta a dar um algo a mais.
Meu primeiro mês de convalescença foi o mais delicado, eu tava completamente imóvel na cama, engessado e com dor no corpo todo. Nessa situação, um paciente precisa ser cuidado o tempo todo e assistido em tudo, especialmente nas necessidades corporais e na higiene. Tenho que admitir que, desde que começou a trabalhar, a Jazz nunca negligenciou esses aspectos. Desde o primeiro dia de serviço dela, cada centímetro do meu corpo foi e continua sendo limpo e cheiroso.
Também tenho que reconhecer o profissionalismo dela que aparece em alguns detalhes, como por exemplo a presença física da Jazz durante a minha realização das necessidades corporais. Durante a evacuação sólida, ela tava presente e controlava cada pequeno movimento muscular, desde a dilatação do meu esfíncter até a expulsão. Caso surgissem dificuldades como obstruções, ela intervinha na hora, colocando os dedos nos pontos que só ela conhece, pra facilitar a evacuação. Nos casos mais difíceis, ela usava lavagens internas com líquidos emulsionantes à base de óleos vegetais ou vaselina.
Até a evacuação da urina foi acompanhada pela assistência direta dela, não deixou nada ao acaso. Ela pegava o membro e, depois de baixar a pele, colocava no urinol e com os dedos delicados dela mantinha na posição pra evitar que molhasse os lençóis. Resumindo, ela se organizava de forma preventiva e nos pequenos detalhes, a ponto de que pra mim fazer minhas necessidades na cama tinha virado um prazer.
Tudo graças à Jazz.
Só lembro de um acidente, Depois, pensando bem, não saberia dizer se foi acidente. Agora, tô tentando explicar o que rolou.
Eu precisava mijar, e a Jazz já se meteu de cara, sentou do lado direito da cama e virou as costas pra mim. Nessa posição, eu tava a centímetros da bunda dela, e isso me deu uma ereção descontrolada. Ela tava ocupada tentando enfiar o pau no urinol, que por azar tava crescendo de tamanho e não deixava entrar.
— Antonio, pelo amor de Deus, relaxa. Seu pau ficou tão grande que não consigo enfiar no urinol, e ainda tá durão. Você sabe muito bem que nesse estado também é impossível fazer xixi. Então, por favor, tenta colaborar.
Infelizmente, naquela ocasião, foi impossível controlar a ereção, e depois de vários minutos de espera, Jazz tomou a situação nas mãos e, com determinação, me disse: "Antonio, sinto muito por você, mas isso é uma emergência, tenho que intervir com procedimentos que não estão nos livros de estudo. Apenas relaxe e colabore com o pouco que puder."Ela estava sempre de costas e não conseguia ver nada. Percebi que ela se abaixou ainda mais com a cabeça, enquanto sua minissaia mostrava suas nádegas cada vez mais tensas e firmes.
Em um momento, senti uma sensação de umidade e frescor. Senti os dentes dela raspando a base da glande e depois... cada vez mais para baixo. Em questão de segundos, Jazz tinha engolido todo o meu pau. Continuou assim por alguns minutos até que eu me entreguei e deixei rolar uma gozada imponente! Lembro bem do primeiro jato de porra, e logo depois da reação de Jazz ao puxar a cabeça para trás, mas sem soltar a rola. Depois, dei uma segunda gozada enquanto ela ia rapidamente para cima e para baixo com a boca. E finalmente uma terceira gozada que disparou os últimos jatos. Meu pau quase imediatamente perdeu a dureza, enquanto Jazz limpava tudo com os lábios, e um volume estava crescendo dentro da calcinha dela, a ponto de um cilindro de carne sair para fora, poderoso e vigoroso!!!
"Ohhh, bravo Antonio, agora sim. Seu pau está no tamanho certo."
Ela pegou com delicadeza e o acompanhou até o mictório, depois disse: "Antonio, eu fiz minha parte, agora é sua vez, pode mijar."
"Essa foi a melhor mijada da minha vida!
1 comentários - Minha cuidadora gostosa tem uma surpresa - 2